Alberto Mota - Saúde Online https://saudeonline.pt/tag/alberto-mota/ Notícias sobre saúde Thu, 06 Nov 2025 12:10:17 +0000 pt-PT hourly 1 https://saudeonline.pt/wp-content/uploads/2018/12/cropped-indentity-32x32.png Alberto Mota - Saúde Online https://saudeonline.pt/tag/alberto-mota/ 32 32 “A estratégia é cumprir os objetivos que traçamos na nossa candidatura e que apresentamos aos sócios de forma transparente” https://saudeonline.pt/a-estrategia-e-cumprir-os-objetivos-que-tracamos-na-nossa-candidatura-e-que-apresentamos-aos-socios-de-forma-transparente/ https://saudeonline.pt/a-estrategia-e-cumprir-os-objetivos-que-tracamos-na-nossa-candidatura-e-que-apresentamos-aos-socios-de-forma-transparente/#respond Thu, 06 Nov 2025 09:39:11 +0000 https://saudeonline.pt/?p=180320 Alberto Mota assume a Direção da SPDV com o propósito de “dar continuidade ao trabalho iniciado por Paulo Filipe”, reforçando a coesão interna, a inovação tecnológica e o combate ao intrusismo. No âmbito do 24.º Congresso Nacional de Dermatologia e Venereologia, fala sobre as prioridades da nova Direção, os desafios da especialidade e outros aspetos que marcam o presente e o futuro da Dermatologia portuguesa.

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O 24.º Congresso Nacional de Dermatologia e Venereologia é o primeiro grande evento que assume enquanto presidente da Sociedade. Que significado tem este marco para si?
Exatamente o mesmo que sempre teve para mim, desde que em 2015 assumi compromisso de servir a SPDV e de ter participado, juntamente com outros colegas que assumiram idêntico compromisso, na sua recuperação, consolidação e melhoria incremental.

 

Assumiu recentemente a presidência da Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia (SPDV). O que o motivou a abraçar este desafio?
Dar continuidade ao projeto e trabalho do Prof. Paulo Filipe e dos restantes colegas dos atuais corpos sociais da SPDV, que de forma leal e empenhada materializam este desafio. Seria injusto para eles e para os sócios que em nós depositaram a sua confiança que, após o ato eleitoral de novembro passado, esta trajetória fosse tão precocemente interrompida. Como se sabe, o Prof. Paulo Filipe, no seu primeiro mandato, aceitou liderar a SPDV num período de transição em que desempenhar cargos nos órgãos sociais parecia não ser atraente. Agora, tudo parece ter mudado e, portanto, só podemos concluir que foi o trabalho catalisador do Prof. Paulo Filipe que tornou a SPDV mais atrativa. Apercebi-me, assim, que estávamos no bom caminho.

 

Quais serão as grandes linhas orientadoras da sua presidência? Há prioridades estratégicas já definidas para o curto e médio prazo?
A coordenação da SPDV é um trabalho de equipa e a sua Direção um órgão colegial, onde todos são poucos para o muito que de nos é exigido. A estratégia é cumprir os objetivos que traçamos na nossa candidatura e que apresentamos aos sócios de forma transparente, sem truques na manga, nem proxys de bastidores. Já colocamos em marcha vários dos nossos propósitos e iniciativas, quer no plano tecnológico, quer funcional, algumas em linha com o que os sócios manifestaram ter interesse em concretizar, como sejam a digitalização, a SPDV jovem, que participou na organização deste congresso, grupos consultivos abertos a propostas construtivas dos sócios, “gabinete de combate ao intrusismo”, entre outras.

 

A Dermatologia portuguesa é reconhecida pela sua qualidade científica e assistencial. Que balanço faz da evolução da especialidade nos últimos anos?
Um balanço muito positivo. A Dermatologia tornou-se e mantem-se uma especialidade atrativa para muitos jovens médicos de mérito, o que se tem traduzido num aumento da sua qualidade assistencial e respeito entre pares. Em paralelo, tem-se assistido a uma verdadeira revolução terapêutica, exigindo que o dermatologista se torne numa espécie de subespecialista nessas áreas em mudança.

 

Quais são, atualmente, os principais desafios enfrentados pelos dermatologistas em Portugal, quer no SNS, quer no setor privado?
Há muitos desafios e algumas ameaças. No SNS trata-se, sobretudo, de encontrar capacidade para reter dermatologistas motivados, valorizar o seu papel e encontrar financiamento para a introdução e acesso a tratamentos inovadores. No setor privado, para além da valorização profissional, há a questão do acesso a determinados tratamentos e a colaboração em equipa ou rede. Ambos os setores sofrem ameaças que, em grande medida, são o reverso da medalha da grande atratividade da especialidade, de que destacaria o aumento do intrusismo médico por não dermatologistas.

 

Em termos de acesso, continuam a verificar-se disparidades regionais relevantes. O que é que deveria ser feito no sentido de promover uma maior equidade no tratamento das doenças dermatológicas?
A questão está do lado do(s) financiador(es) do sistema e subsistemas de saúde. Já há muito que a OMS definiu que para se almejarem sistemas de saúde de qualidade, estes teriam de ser, entre outros aspetos, centrados no doente, equitativos, oportunos e acessíveis. Está quase tudo dito.

 

Que mensagem gostaria de deixar à comunidade dermatológica neste momento em que assume a presidência da SPDV?
Sobretudo, de tranquilidade e confiança nesta equipa que já deu provas de a merecer. Nenhum de nós se move como o girassol, nem tem interesses a defender ou a desenvolver, para além dos restritos à SPDV.

 

E aos participantes deste congresso nacional?
Que usufruam do programa que foi elaborado a pensar neles, quer no domínio científico, que não desiludirá, quer no social. Espero que gostem e voltem em próximas edições.

 

Sílvia Malheiro

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Trabalhos de livre submissão: “Um dos conteúdos científicos mais satisfatórios das reuniões da SPDV” https://saudeonline.pt/trabalhos-de-livre-submissao-um-dos-conteudos-cientificos-mais-satisfatorios-das-reunioes-da-spdv/ https://saudeonline.pt/trabalhos-de-livre-submissao-um-dos-conteudos-cientificos-mais-satisfatorios-das-reunioes-da-spdv/#respond Thu, 29 May 2025 13:29:52 +0000 https://saudeonline.pt/?p=175759 Alberto Mota, dermatologista da ULS São João, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Porto e vice-presidente da SPDV, fala sobre os trabalhos de livre submissão, salientando a sua “extrema importância”.

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Qual a importância dos trabalhos de livre submissão na Reunião da Primavera? O que acrescentam ao programa científico?
São de extrema importância e um dos conteúdos científicos mais satisfatórios das reuniões da SPDV. Espelham a produção científica da comunidade dermatológica, muito em particular dos serviços que têm a nobre e difícil missão de formar os futuros especialistas e, assim, merecem toda a atenção e apoio da SPDV, daí o espaço de destaque destas sessões. Os primeiros autores são sobretudo internos da especialidade que são sócios especiais, por se encontrarem em fase formativa e estão muito motivados em projetarem a especialidade a nível científico. Por outro lado, estes trabalhos revestem-se de elevado interesse formativo, mesmo para os especialistas, pois são muitas vezes acompanhados de pequenas revisões e atualizações, o que explica a elevada frequência destas sessões.

Quantos trabalhos foram submetidos este ano e qual foi o nível de qualidade geral? Notou alguma evolução em relação a anos anteriores?
Um total de 124 trabalhos, especificamente 39, 11, 73 e 1, respetivamente distribuídos pelas categorias de caso clínico, comunicação, poster e poster institucional. Uma vez que foram todos admitidos, a qualidade é elevada como tem sido nos últimos anos, refletindo, em grande medida, a boa preparação científica dos autores e a grande evolução da especialidade, em termos de inovação diagnóstica e terapêutica. Muitos destes trabalhos acabam por ser publicados em revistas científicas nacionais e internacionais, incluindo a revista da sociedade, algumas das quais indexadas em importantes bases de dados.

Há alguma área temática que tenha dominado as submissões?
Naturalmente, as temáticas refletem a incidência e prevalência de determinadas patologias na nossa especialidade e o uso de determinadas técnicas cirúrgicas ou de diagnóstico, como a dermatoscopia. Por outro lado, os casos ou revisões são habitualmente selecionados por alguma peculiaridade, clínica ou técnica, raridade ou particular interesse atual, como inovação terapêutica ou diagnóstica. Assim, as temáticas são muito diversificadas e não quereria destacar nenhuma em especial por serem todas relevantes.

Os trabalhos submetidos vêm sobretudo de jovens dermatologistas ou há também participação de profissionais mais experientes?
Como expectável, os primeiros autores, que são os que apresentam o trabalho são maioritariamente internos da especialidade, pois encontram-se em fase particular de desenvolvimento curricular. Contudo, muitos dos coautores são especialistas, nomeadamente dos serviços formativos e certamente estão na base, não só de terem possibilitado a concretização do trabalho, como da sua revisão e acompanhamento em todas as suas fases para que a apresentação final seja a de maior qualidade possível.

 

Quais foram os principais desafios do processo de avaliação e organização deste segmento da reunião?
É sempre um segmento particularmente laborioso da organização do evento, dado o elevado número de submissões e a necessidade de cumprir determinados prazos. É necessário verificar se os trabalhos submetidos cumprem o regulamento em vigor, nomeadamente se foram submetidos na tipologia correta. Entre outros aspetos, este regulamento foi elaborado no sentido de valorizar os trabalhos de terreno, isto é, envolvendo doentes dos serviços dos autores, mas sem menosprezar outro tipo de trabalhos de índole científica. De seguida, é necessário categorizá-los, o que facilita a escolha dos participantes em assistirem a determinadas temáticas do seu interesse e o trabalho dos moderadores ou júri de seleção, na avaliação relativa de trabalhos da mesma categoria, uma vez que há prémios de apresentação. Finalmente, é necessário traduzir esse acervo num produto gráfico final, que seja prático, na visão geral dos trabalhos, na procura seletiva de um determinado resumo e na possibilidade de ser referido para fins curriculares dos autores. Não menos importante, pretende-se que o produto seja sóbrio, por se tratar de trabalhos científicos, mas minimamente apelativo em termos gráficos. Presentemente, este trabalho é compilado num ficheiro digital e é integralmente produzido pela Direção, sem intervenção de nenhuma empresa externa.

 

SO

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Sustentabilidade em Medicina https://saudeonline.pt/sustentabilidade-em-medicina/ https://saudeonline.pt/sustentabilidade-em-medicina/#respond Thu, 07 Nov 2024 17:13:33 +0000 https://saudeonline.pt/?p=164201 Alberto Mota, dermatologista da ULS São João, professor da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto e vice-presidente da SPDV, é um dos moderadores da Conferência Sustentabilidade em Medicina, que será proferida por Carlos Cortes, bastonário da Ordem dos Médicos. O dermatologista fala sobre o tema.

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update dermatology, dermatologia

Qual a importância de se abordar o tema da Sustentabilidade em Medicina neste congresso?
A nossa especialidade tem observado nos últimos anos um progresso terapêutico de relevo, com abordagens cada vez mais específicas e eficientes, como poderemos testemunhar neste congresso com a apresentação de trabalhos científicos e simpósios que abordam esta temática. Como estes tratamentos são habitualmente muito mais caros e os recursos financeiros do principal financiador, que é o Estado, são sempre limitados, o mesmo financiador que tenta, por sua vez, assegurar uma maior universalidade de acesso aos cuidados de saúde, incluindo os dermatológicos, a Dermatologia não escapa à discussão de matérias de índole farmacoeconómica, até porque os dermatologistas desejam, naturalmente, que o sistema seja sustentável para poder assegurar equidade de acesso e possibilitar tratar os doentes com o melhor e mais adequado tratamento.

 

Quais pensa ser os maiores desafios que os dermatologistas e instituições de saúde enfrentam ao tentar implementar iniciativas sustentáveis, no que respeita aos tratamentos de Dermatologia, e como podem ser superados?
Como outras especialidades, os dermatologistas enfrentam diversos crivos na prescrição deste tipo de tratamentos, que não é, por assim dizer, livre, porque o financiador tenta travar o aumento dos gastos em saúde. Isso, por sua vez, pode implicar assimetrias na facilidade de acesso dos doentes a um mesmo tratamento, fazendo-o depender do contexto em que o doente é seguido (ex: público vs privado) ou até do subsistema de saúde em que se pode inscrever. Quanto à superação destes problemas, bom, estaremos atentos ao que os especialistas e que refletem sobre estas matérias nos podem elucidar neste congresso. Contudo, a possível entrada de outros financiadores destes tratamentos que não o Estado, as aquisições em conjunto por vários países com idêntico mercado (o Português é pequeno, pouco atrativo para as companhias farmacêuticas e com poder de negociação muito mais limitado), o financiamento de acordo com a eficiência dos tratamentos em contexto de vida real, poderão ser alguns dos aspetos que contribuam para o achatamento ou inversão da curva ascendente de gastos.

 

Considera que estas questões da sustentabilidade podem influenciar o futuro dos tratamentos dermatológicos, incluindo o desenvolvimento de novos produtos e tecnologias, entre outros?
Estou em crer que não. Não só as pessoas e, por conseguinte os doentes, estão cada vez mais bem informados sobre assuntos relacionados com a saúde, como cada vez mais exigem que as suas necessidades não satisfeitas sejam colmatadas, o que estimula o desenvolvimento de novas e mais completas abordagens da doença. Assim, estarão dispostos e compreenderão melhor que o(s) financiador(es) invistam mais, se tal se traduzir em mais ganhos em saúde, nomeadamente, em mais anos de vida com qualidade. Por sua vez, o(s) financiador(es) estará(ão) cada vez mais apto(s) e competente(s) em encontrar o sábio equilíbrio financeiro, sem colocar em causa o justo acesso dos doentes ao tratamento de que necessitam.

 

Sílvia Malheiro

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A Dermatologia do futuro: inovação, tecnologia e medicina personalizada

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“A nossa reunião presencial é um tributo aos muitos Portugueses que se vacinaram contra a covid-19” https://saudeonline.pt/a-nossa-reuniao-presencial-e-um-tributo-aos-muitos-portugueses-que-se-vacinaram-contra-a-covid-19/ https://saudeonline.pt/a-nossa-reuniao-presencial-e-um-tributo-aos-muitos-portugueses-que-se-vacinaram-contra-a-covid-19/#respond Thu, 25 Nov 2021 15:01:42 +0000 https://saudeonline.pt/?p=124451 Opinião | Tesoureiro da Direção da SPDV e Membro da Comissão Organizadora e Científica do XX Congresso Nacional

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update dermatology, dermatologia

O Congresso Nacional é o clássico ponto de encontro de todos os Dermatologistas do nosso país. Este adquire particular relevo, por ser um redondo vigésimo e o primeiro presencial na atual situação pandémica.

É, em certa medida, um tributo aos muitos Portugueses que se disponibilizaram a vacinar-se contra a covid-19, bem como à equipa que coordenou essa vacinação, e que possibilitou que esta reunião pudesse ser presencial, uma vez que, embora enfrentando uma 5.ª vaga em termos de incidência, o número de casos graves é, para já, manejável para o SNS, em contraste com muitos outros países europeus que foram desde já forçados a encetar medidas mais restritivas. Este panorama teve repercussões internacionais que, no caso do nosso congresso, se traduzem na disponibilização manifestada por colegas estrangeiros de renome e desempenhando cargos importantes em organizações ligadas à nossa especialidade, em estarem fisicamente presentes neste congresso e participarem como conferencistas.

Mais uma vez, o contributo dos diferentes serviços de Dermatologia do país foi muito significativo, através da apresentação de inúmeros trabalhos científicos, os quais, de forma inédita, foram agrupados no programa por diferentes áreas temáticas e de subespecialidade, que incluem algumas emergentes, de modo a permitir uma melhor seleção de interesse por parte dos participantes. Não faltarão, adicionalmente, os simpósios de atualização a cargo de grupos especializados da nossa sociedade e as novidades em diferentes áreas da nossa especialidade, com que colegas conferencistas nos contemplarão, bem como uma sessão de reflexão sobre o futuro da nossa prática dermatológica em diferentes contextos. A comissão científica não pode igualmente esquecer a contribuição dos distintos colegas moderadores e de avaliação dos pósteres, na elevação científica do nosso congresso.

Será, igualmente, uma oportunidade para homenagearmos os colegas que presidiram à nossa sociedade e de entronizar outros dois, estrangeiros, que demonstram ser verdadeiros amigos da Dermatologia Portuguesa. Tudo isto sob os auspícios de uma Comissão de Honra repleta de insignes colegas que contribuíram e que continuarão a contribuir para o engrandecimento da nossa especialidade.

A Indústria também anuiu em força, com destaque para a participação de vários simpósios satélite, versando as mais recentes inovações terapêuticas em áreas clínicas-chave, demonstrando o interesse da nossa especialidade no cuidar dos nossos doentes.

Assim, todos os colegas são convidados a participar e serão muito bem-vindos, num ambiente acolhedor, servido por um programa científico e social selecionado e desenrolando-se num espaço privilegiado que é o Convento de S. Francisco, na bonita e sapiente cidade de Coimbra. A adoção das medidas cautelares e dos cuidados que presidiram à última reunião Primavera, que decorreu sem incidentes, contribuirão certamente para secundarizar, sem a esquecer, a presença da doença que já se conhece e que não vale a pena destacar.

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O momento “de reencontro e de partilha dos dermatologistas portugueses” https://saudeonline.pt/o-momento-de-reencontro-e-de-partilha-dos-dermatologistas-portugueses/ Fri, 09 Jul 2021 08:25:00 +0000 https://saudeonline.pt/?p=118263 O conteúdo <i class="iconlock fa fa-lock fa-1x" aria-hidden="true" style="color:#e82d43;"></i> O momento “de reencontro e de partilha dos dermatologistas portugueses” aparece primeiro em Saúde Online.

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