Cardionline - Saúde Online https://saudeonline.pt/noticias/cardionline-news/ Notícias sobre saúde Tue, 23 Jun 2026 09:52:37 +0000 pt-PT hourly 1 https://saudeonline.pt/wp-content/uploads/2018/12/cropped-indentity-32x32.png Cardionline - Saúde Online https://saudeonline.pt/noticias/cardionline-news/ 32 32 FAES FARMA organiza mais um podcast sobre gota ou artrite gotosa para alertar para doença crónica e sistémica https://faesfarma.pt/podcast/conversas-gota-a-gota/?utm_source=saudeonline&utm_medium=saudeonline&utm_campaign=saudeonline#new_tab https://faesfarma.pt/podcast/conversas-gota-a-gota/?utm_source=saudeonline&utm_medium=saudeonline&utm_campaign=saudeonline#new_tab#respond Tue, 23 Jun 2026 08:55:14 +0000 https://saudeonline.pt/?p=187804 A FAES FARMA está a organizar podcasts para abordar a temática "A Gota e a Hiperuricemia na prática clínica". A iniciativa destina-se exclusivamente a profissionais de saúde e tem como objetivo alertar para a artrite gotosa que costuma ser tratada como doença aguda, apesar de ser crónica e sistémica.

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A gota ou artrite gotosa afeta cerca de 2% da população portuguesa, mas continua a ser frequentemente abordada como uma doença aguda quando é, na verdade, uma doença crónica e sistémica. O Conversas Gota a Gota é um podcast dirigido a profissionais de saúde que reúne quatro especialidades — Medicina Geral e Familiar, Medicina Interna, Reumatologia e Cardiologia — para discutir a gota e a hiperuricemia a partir da prática clínica de cada uma.

Ao longo dos episódios, a moderadora Fernanda Freitas conversa com especialistas sobre os pontos onde o acompanhamento da doença mais falha: a identificação precoce da hiperuricemia, a inércia terapêutica na titulação, o alvo de uricemia <6 mg/dL que raramente se atinge, e a articulação entre especialidades ao longo do percurso do doente.

A inscrição pode ser feita AQUI.

SO/COMUNICADO

 

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A gota ou artrite gotosa afeta cerca de 2% da população portuguesa, mas continua a ser frequentemente abordada como uma doença aguda quando é, na verdade, uma doença crónica e sistémica. O Conversas Gota a Gota é um podcast dirigido a profissionais de saúde que reúne quatro especialidades — Medicina Geral e Familiar, Medicina Interna, Reumatologia e Cardiologia — para discutir a gota e a hiperuricemia a partir da prática clínica de cada uma.

Ao longo dos episódios, a moderadora Fernanda Freitas conversa com especialistas sobre os pontos onde o acompanhamento da doença mais falha: a identificação precoce da hiperuricemia, a inércia terapêutica na titulação, o alvo de uricemia <6 mg/dL que raramente se atinge, e a articulação entre especialidades ao longo do percurso do doente.

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A gota ou artrite gotosa afeta cerca de 2% da população portuguesa, mas continua a ser frequentemente abordada como uma doença aguda quando é, na verdade, uma doença crónica e sistémica. O Conversas Gota a Gota é um podcast dirigido a profissionais de saúde que reúne quatro especialidades — Medicina Geral e Familiar, Medicina Interna, Reumatologia e Cardiologia — para discutir a gota e a hiperuricemia a partir da prática clínica de cada uma.

Ao longo dos episódios, a moderadora Fernanda Freitas conversa com especialistas sobre os pontos onde o acompanhamento da doença mais falha: a identificação precoce da hiperuricemia, a inércia terapêutica na titulação, o alvo de uricemia <6 mg/dL que raramente se atinge, e a articulação entre especialidades ao longo do percurso do doente.

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DGS lança via verde para resposta rápida ao choque cardiogénico https://saudeonline.pt/dgs-lanca-via-verde-para-resposta-rapida-ao-choque-cardiogenico/ https://saudeonline.pt/dgs-lanca-via-verde-para-resposta-rapida-ao-choque-cardiogenico/#respond Fri, 22 May 2026 10:50:15 +0000 https://saudeonline.pt/?p=187264 A Direção-Geral da Saúde lançou um projeto-piloto da Via Verde do Choque Cardiogénico em três hospitais do país, para garantir resposta mais rápida a uma emergência cardiovascular com mortalidade superior a 50%. A iniciativa arrancou este mês.

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A Via Verde do Choque Cardiogénico arrancou este mês em três hospitais do país, no âmbito de um projeto-piloto da Direção-Geral da Saúde (DGS) destinado a melhorar a resposta a uma emergência cardiovascular associada a mortalidade superior a 50%.

A iniciativa está a ser implementada no Hospital de São João, no Porto, no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra e no Hospital de São José, em Lisboa, revelou à agência Lusa a diretora do Programa Nacional para as Doenças Cérebro-Cardiovasculares da DGS e coordenadora do projeto, Fátima Franco.

Segundo a responsável, a nova rede de referenciação pretende assegurar uma resposta rápida e organizada, garantindo a identificação precoce dos doentes e a sua transferência para centros com capacidade diferenciada.

“O choque cardiogénico é uma emergência tempo-dependente. São doentes graves, em que a resposta rápida faz a diferença em termos de prognóstico”, afirmou Fátima Franco.

A especialista sublinhou que o objetivo é assegurar uma resposta “rápida, segura e equitativa”, independentemente da localização do doente.

De acordo com a coordenadora, o choque cardiogénico afeta cerca de 800 pessoas por ano em Portugal e apresenta uma mortalidade superior a 50%, bastante acima da registada no enfarte agudo do miocárdio, que ronda os 3% a 5%.

Ao contrário do enfarte ou do AVC, o choque cardiogénico é mais difícil de identificar precocemente, sendo frequentemente reconhecido já em contexto hospitalar.

“Muitas vezes o doente está num hospital periférico e o desafio é perceber quando está a evoluir para um quadro de choque cardiogénico”, explicou.

A fase piloto terá uma duração entre seis e 12 meses e permitirá testar o modelo, harmonizar critérios clínicos e avaliar resultados antes de um eventual alargamento a outros hospitais do país.

O projeto prevê uma articulação entre hospitais periféricos e centros terciários com equipas multidisciplinares e recursos diferenciados, incluindo cardiologia de intervenção, cuidados intensivos, cirurgia cardíaca e suporte circulatório.

O transporte dos doentes será assegurado pelo INEM e pelo transporte inter-hospitalar, ao abrigo da portaria que regula o transporte de doentes críticos.

Todos os casos incluídos nesta fase serão registados num sistema clínico nacional, permitindo monitorizar resultados e construir uma caracterização nacional do choque cardiogénico.

Segundo Fátima Franco, haverá também reforço da formação nos hospitais afiliados, para melhorar o reconhecimento precoce da doença e uniformizar critérios de avaliação e encaminhamento dos doentes.

LUSA/SO

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Estudos relacionam aditivos alimentares com cancro, diabetes e doenças cardiovasculares https://saudeonline.pt/estudos-relacionam-aditivos-alimentares-com-cancro-diabetes-e-doencas-cardiovasculares/ Fri, 22 May 2026 09:33:56 +0000 https://saudeonline.pt/?p=187256 O conteúdo <i class="iconlock fa fa-lock fa-1x" aria-hidden="true" style="color:#e82d43;"></i> Estudos relacionam aditivos alimentares com cancro, diabetes e doenças cardiovasculares aparece primeiro em Saúde Online.

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Lista de espera para cirurgia oncológica agravou-se no SNS em 2025 https://saudeonline.pt/lista-de-espera-para-cirurgia-oncologica-agravou-se-no-sns-em-2025/ https://saudeonline.pt/lista-de-espera-para-cirurgia-oncologica-agravou-se-no-sns-em-2025/#respond Mon, 11 May 2026 13:45:30 +0000 https://saudeonline.pt/?p=186865 O tempo máximo de resposta garantido (TMRG) para cirurgia oncológica foi ultrapassado em 21,2% dos casos, representando um agravamento de quatro pontos percentuais face a 2024.

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A lista de espera para cirurgia oncológica no Serviço Nacional de Saúde (SNS) agravou-se no segundo semestre de 2025, com 8.215 utentes a aguardar intervenção cirúrgica no final de dezembro, mais 9% do que no mesmo período de 2024. Os dados constam da mais recente monitorização divulgada pela Entidade Reguladora da Saúde (ERS), que aponta igualmente para um aumento no número de doentes em espera para primeiras consultas e cirurgias nas áreas da oncologia e cardiologia.

Segundo o regulador, o tempo máximo de resposta garantido (TMRG) para cirurgia oncológica foi ultrapassado em 21,2% dos casos, representando um agravamento de quatro pontos percentuais face a 2024. A ERS atribui esta evolução ao maior incumprimento nos casos classificados como “prioritários” e “normais”. No final de dezembro de 2025, havia também 8.874 utentes em espera para primeira consulta por suspeita ou confirmação de doença oncológica, mais 3% do que no ano anterior. Apesar do aumento da procura, a percentagem de casos que ultrapassaram o TMRG baixou para 65,5%, menos 13,1 pontos percentuais.

Na área da Cardiologia, os números mostram igualmente um agravamento das listas de espera. O número de utentes à espera de primeira consulta subiu 8,4%, totalizando 28.234 pessoas. Em 74,9% dos casos, os tempos máximos de resposta já tinham sido ultrapassados, embora este indicador tenha melhorado 11 pontos percentuais face ao segundo semestre de 2024. Quanto às cirurgias de Cardiologia, estavam em espera 2.703 utentes, mais 39,5% do que no ano anterior. Destes, 58,6% aguardavam há mais tempo do que o legalmente recomendado.

Os dados da ERS revelam ainda que, no conjunto das restantes especialidades hospitalares, excluindo Oncologia e Cardiologia, existiam mais de um milhão de utentes em espera para primeira consulta no final de dezembro de 2025. Ao todo, eram 1.056.223 pessoas, um aumento de 17% face ao mesmo período de 2024.

Apesar do aumento das listas de espera, verificou-se uma redução na percentagem de incumprimento dos tempos máximos de resposta, embora 43,7% dos utentes continuassem além do prazo recomendado. Na atividade cirúrgica das restantes especialidades, 189.444 utentes aguardavam cirurgia, menos 0,6% do que em 2024. Ainda assim, 16,3% já tinham ultrapassado o tempo máximo de resposta garantido.

O relatório mostra também um aumento generalizado do número de primeiras consultas realizadas nos hospitais públicos, acompanhado por uma diminuição da atividade cirúrgica. Na Oncologia, foram realizadas 20.977 primeiras consultas no segundo semestre de 2025, mais 2,8% do que no mesmo período do ano anterior. Já o número de cirurgias oncológicas caiu 3%, fixando-se nas 34.771 intervenções.

Também na Cardiologia se registou uma redução da atividade cirúrgica, com menos 4,9% de cirurgias realizadas, num total de 4.508 procedimentos. Segundo a ERS, apesar de alguns indicadores mostrarem melhorias nos níveis de incumprimento dos tempos máximos de resposta, persistem dificuldades no acesso atempado aos cuidados hospitalares no SNS, sobretudo nas áreas de maior pressão assistencial.

SO/LUSA

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