Especial Dia Mundial da DPOC - Saúde Online https://saudeonline.pt/noticias/especial/especial-dia-mundial-da-dpoc/ Notícias sobre saúde Tue, 16 Nov 2021 18:11:45 +0000 pt-PT hourly 1 https://saudeonline.pt/wp-content/uploads/2018/12/cropped-indentity-32x32.png Especial Dia Mundial da DPOC - Saúde Online https://saudeonline.pt/noticias/especial/especial-dia-mundial-da-dpoc/ 32 32 DPOC continua subdiagnosticada. “Há uma grande falta de sensibilização dos profissionais de saúde” https://saudeonline.pt/dpoc-continua-subdiagnosticada-ha-uma-grande-falta-de-sensibilizacao-dos-profissionais-de-saude/ https://saudeonline.pt/dpoc-continua-subdiagnosticada-ha-uma-grande-falta-de-sensibilizacao-dos-profissionais-de-saude/#respond Tue, 16 Nov 2021 18:11:45 +0000 https://saudeonline.pt/?p=124025 Em entrevista, o médico de família da USF do Minho admite que o “subdiagnóstico ainda é elevado”. É necessário reforçar a sensibilização dos profissionais, bem como melhorar o acesso às espirometrias.

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Fonte: JustNews

Estima-se que a DPOC afete 14,2% dos portugueses acima dos 40 anos, apesar de só uma pequena parte estar diagnosticada.

Os dados que vemos no BI dos cuidados de saúde primários, de clínicos que usam a codificação R95, mostram que o número de portugueses diagnosticados está longe dos 14,2% de doentes. Em 2020, estavam diagnosticados 136017 casos, o que equivale a 2,35% da população com 40 ou mais anos.

Que leitura podemos fazer destes números? Há um subdiagnóstico ainda elevado.

Sim, o subdiagnóstico ainda é elevado. Contudo, existe discussão sobre o valor estimado da prevalência de DPOC. São apontadas, frequentemente, algumas limitações metodológicas ao estudo que estimou os 14,2% e que foi coordenado pela Profª. Cristina Bárbara. Há outros estudos com caráter epidemiológico publicados em Portugal que apontam para valores bastante inferiores. Podemos assim acreditar que o valor mais próximo da realidade rondará os 5 a 7%.

Ainda assim, confirma-se que os 2,35% de doentes diagnosticados é muito inferior ao esperado.

O que está falhar no diagnóstico da DPOC?

Há uma grande falta de sensibilização dos profissionais de saúde e até de conhecimento em relação a estas doenças. Muitos dos diagnósticos feitos não estão bem documentados. Isso faz-me pensar que há doentes com patologias respiratórias que até estão a ser seguidas e medicadas e não têm a doença claramente diagnosticada. É fundamental que se faça o diagnóstico e o registo adequados destes doentes.

Por outro lado, o programa informático nas nossas unidades de saúde dirige-nos muito para o tratamento da patologia cardiometabólica e dá pouca relevância às doenças respiratórias.

Há também um problema de formação dos profissionais?

Sim, embora já se note alguma mudança. Os colegas mais novos, que terminaram a sua especialidade há menos tempo, têm uma formação e uma sensibilização distintas. Nos médicos mais antigos, notam-se lacunas de formação.

De que forma se poderia impulsionar o diagnóstico da DPOC em Portugal?

Utiliza-se muito a desculpa de não haver tempo para cuidar destes doentes – como se importassem menos que um doente diabético ou hipertenso. A verdade é que os médicos de família estão, hoje em dia, assoberbados com tarefas que poderiam ser feitas por outras pessoas. Precisamos de reorganizar as tarefas, de forma a dedicarmos mais tempo a pessoas com doenças importantes, como é o caso da DPOC.

Precisamos também de sensibilizar os profissionais, o que passa, inevitavelmente, por recompensas financeiras aos profissionais (à semelhança do que já é feito com a saúde materna e infantil, a diabetes, a hipertensão, etc) condicionadas ao cumprimento de objetivos e indicadores. O descontrolo destas doenças leva a agudizações e internamentos, o que gera mais custos para o SNS.

Outro aspeto fundamental é a existência de uma consulta estruturada para os doentes com DPOC, o que obrigaria a alterar o sistema informático. Numa consulta a um doente com hipertensão, por exemplo, temos, aqui na ARS-Norte, o SClínico. No caso da DPOC, não há um programa estruturado, não temos acesso a uma série de parâmetros que indiquem o que é mais relevante avaliar nestes doentes (escalas, saturação, técnica inalatória, etc).

A falta de espirómetros ainda é uma realidade transversal a todo o país?

A espirometria é um exame imprescindível para fazer o diagnóstico. Há zonas mais bem servidas do que outras, ou porque há clínicas convencionadas nas proximidades ou porque há protocolos com os hospitais de referência para ultrapassar as dificuldades de acesso às clínicas. Há ainda um acesso difícil à espirometria, porque faltam clínicas que façam o exame.

Por outro lado, muitas vezes os resultados da espirometria são duvidosos. Não basta ao médico ler a espirometria e interpretar o relatório, é preciso olhar para os valores e interpretá-los à luz do doente que temos à frente. Há falta de conhecimento também na interpretação da espirometria.

SO

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Plataforma Lung Life quer melhorar a informação e acelerar o diagnóstico da DPOC https://saudeonline.pt/plataforma-lung-life-quer-melhorar-a-informacao-e-acelerar-o-diagnostico-da-dpoc/ https://saudeonline.pt/plataforma-lung-life-quer-melhorar-a-informacao-e-acelerar-o-diagnostico-da-dpoc/#respond Tue, 16 Nov 2021 18:03:53 +0000 https://saudeonline.pt/?p=124022 A plataforma “vai permitir aumentar a probabilidade de o doente conhecer melhor a doença e os seus sintomas”, refere Alfredo Martins, coordenador do NEDResp.

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“Sabemos que a Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC) está muito subdiagnosticada”, afirma Paula Pinto, vice-presidente da Sociedade Portuguesa de Pneumologia (SPP). Isto porque, explica a especialista, “há ainda falta de informação sobre o tema”, e também porque “muitos doentes com DPOC não relatam os seus sintomas ou demoram a discuti-los com o médico, conduzindo a falhas na gestão da doença”. É para ajudar a eliminar estas barreiras e permitir um diagnóstico mais rápido e um maior conhecimento sobre a DPOC que é lançada a plataforma online Lung Life, uma iniciativa da Boehringer Ingelheim que esclarece sobre a saúde dos pulmões e pretende estimular um diálogo entre a pessoa e o profissional de saúde.

A plataforma, que conta com o apoio do Grupo de Estudos de Doenças Respiratórias da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (GRESP), do Núcleo de Estudos de Doenças Respiratórias da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (NEDResp), da Associação Portuguesa de Pessoas com DPOC e outras Doenças Respiratórias Crónicas (RESPIRA) e da SPP, “vai permitir aumentar a possibilidade e a probabilidade de o doente conhecer melhor a doença e os seus sintomas”, refere Alfredo Martins, coordenador do NEDResp. E, mais ainda, “contribuir para um melhor entendimento da sua progressão, facilitando tanto o diagnóstico, como a perceção do seu agravamento ou das suas melhorias e da resposta ao tratamento”.

Apesar de se poder prevenir e tratar1, os dados do Observatório Nacional das Doenças Respiratórias (ONDR) confirmam que a prevalência estimada da DPOC é, em Portugal, de 14,2% acima dos 40 anos (cerca de 800 mil pessoas), com aproximadamente 95% dos doentes com DPOC ligeira e 80% dos doentes com DPOC moderada permanecerem por diagnosticar2.

“O doente chega tarde ao diagnóstico porque se sente culpado e porque desvaloriza os sintomas”, refere Paula Pinto, que esclarece que “o diagnóstico passa por fazer uma espirometria, exame que mede a quantidade de ar que uma pessoa é capaz de inspirar ou expirar a cada vez que respira, ou seja, a quantidade de ar que um indivíduo é capaz de colocar para dentro e para fora dos pulmões e a velocidade com que o faz. É assim um exame indolor e que consegue medir a nossa capacidade respiratória”. E reforça a importância de ter o doente no centro da gestão da sua doença, o que implica que “o médico tem de o informar sobre o que é a sua doença e como a deve tratar”. Daí a importância da plataforma Lung Life não só “para o doente com DPOC, mas também para o fumador ou ex-fumador, que ainda não sabe que tem DPOC”, pois o tabaco é a causa de “85% dos casos”, acrescenta Paula Pinto.

Com duas ferramentas – a Lung Age e a Lung Check – a plataforma permite “descobrir qual é a idade provável dos pulmões de uma pessoa, tendo em conta o sexo, a idade, altura e também o número de cigarros que fuma por dia, ou fumou, e os anos de tabagismo. O facto de se fumar tem um impacto negativo no pulmão e, portanto, leva ao seu envelhecimento mais acelerado, servindo a Lung Age para quantificar o impacto deste fator de risco na saúde pulmonar. O objetivo é sensibilizar a pessoa para que tente deixar de fumar”, explica Rui Costa, coordenador do GRESP. A Lung Check é a segunda ferramenta e permite às pessoas que têm diagnóstico de DPOC “avaliar como esta afeta as suas vidas e quantificar esse impacto”, acrescenta.

A DPOC apresenta sintomas como “cansaço, falta de ar, tosse com expetoração”, refere Isabel Saraiva, presidente da RESPIRA. “Se a pessoa fuma e sistematicamente tem estes sintomas, deve procurar o seu médico, dizer-lhe que fuma e pedir orientação. É absolutamente fundamental que uma pessoa que fume pare imediatamente de fumar”, remata.

Descubra mais sobre a saúde dos seus pulmões em www.lunglife.com/pt

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DPOC. “A reabilitação respiratória em Portugal está num estado muito preocupante” https://saudeonline.pt/dpoc-a-reabilitacao-respiratoria-em-portugal-esta-num-estado-muito-preocupante/ https://saudeonline.pt/dpoc-a-reabilitacao-respiratoria-em-portugal-esta-num-estado-muito-preocupante/#respond Tue, 16 Nov 2021 17:55:35 +0000 https://saudeonline.pt/?p=124008 Estima-se que só cerca de 2% dos doentes com DPOC tenham acesso à reabilitação respiratória, diz a presidente da Associação RESPIRA, que sublinha o impacto negativo da pandemia no acesso aos cuidados.

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Em que ponto estamos relativamente à reabilitação respiratória dos doentes com DPOC?

Estamos num ponto preocupante. Estima-se que só cerca de 2% dos doentes tenham acesso à reabilitação. Mesmo antes da pandemia, as pessoas já tinham um acesso dificultado à reabilitação respiratória. Com a suspensão dos cuidados, os hospitais e centros de saúde ficaram praticamente dedicados ao tratamento da Covid. Os locais dentro das unidades de saúde que estavam alocados à reabilitação respiratória foram transformados em zonas covid.

Isso fez com que muitos doentes com DPOC diagnosticada tivessem visto os seus tratamentos suspensos, em muitos casos até hoje. A somar a estes, juntaram-se mais dois grupos: os de novos doentes com DPOC com indicação para reabilitação respiratória e doentes com sequelas da Covid-19, o chamado longo covid. Isto faz com que a reabilitação respiratória em Portugal esteja num estado muito preocupante.

O que está a ser feito para minorar esse cenário?

Há outras duas vias para a realizar a reabilitação respiratória: a telerreabilitação (com guidelines que assegurem a qualidade do processo) e a reabilitação domiciliária. São duas alternativas que estão ainda a dar os primeiros passos – precisam de ser aprofundadas e divulgadas – mas que podem ser um caminho para quem não consegue aceder à reabilitação nos estabelecimentos de saúde. Uma das questões que se coloca é a proximidade, uma vez que muitas pessoas podem ter de fazer deslocações longas e estamos a falar de um processo que decorre duas a três vezes por semana. A maior parte dos centros de reabilitação respiratória está localizada no litoral.

Que percentagem dos doentes com DPOC se estima precisarem de reabilitação?

Há 800 mil pessoas com DPOC em Portugal. Não lhe sei dizer quantos precisam de reabilitação mas certamente que é um número considerável.

Há um problema de organização dos serviços de saúde respiratória?

Sim. É fundamental que a saúde respiratória e a reabilitação respiratória sejam repensadas. É preciso alocar a estas áreas recursos financeiros e humanos para tratar os doentes e para lhes dar qualidade de vida.

SO

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DPOC. Médicos alertam para sinais da doença e defendem prioridade na vacinação https://saudeonline.pt/dpoc-medicos-alertam-para-sinais-da-doenca-e-defendem-prioridade-na-vacinacao/ https://saudeonline.pt/dpoc-medicos-alertam-para-sinais-da-doenca-e-defendem-prioridade-na-vacinacao/#respond Tue, 16 Nov 2021 09:14:32 +0000 https://saudeonline.pt/?p=123942 Pessoas com Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica "têm normalmente uma idade mais avançada", sublinha o diretor do Serviço de Pneumologia do Centro Hospitalar de Coimbra.

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Carlos Robalo Cordeiro

Os pneumologistas alertam para a importância de não desvalorizar sintomas como alterações das características da tosse ou expetoração, porque podem ser sinal de Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC), e defendem o reforço da vacina contra a covid-19 nestes doentes.

Em declarações à Lusa a propósito do Dia Mundial da DPOC, que se assinala na quarta-feira, e do estudo que a Escola Nacional de Saúde Pública vai fazer para conhecer melhor a dimensão da doença em Portugal, o diretor do Serviço de Pneumologia do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, Carlos Robalo Cordeiro, considerou que faz sentido que os doentes com DPOC diagnosticada sejam prioritários na vacinação da gripe, da pneumonia e também no reforço da vacina contra o SARS-CoV-2.

“Faz sentido que sejam objeto da vacinação gripal, pneumocócica, que é muito importante (…), e deverão também fazer parte do reforço da vacinação SARS-CoV-2”, afirmou o pneumologista, sublinhando que os doentes com DPOC normalmente “têm uma idade mais avançada e, por isso, muitas vezes apresentam outras doenças associadas, como a diabetes ou a insuficiência cardíaca”.

A DPOC resulta da exposição continuada a substâncias tóxicas, maioritariamente o fumo do tabaco.

Questionado sobre os sinais de alerta, o especialista explicou que, muitas vezes, como estas pessoas são fumadoras e já têm tosse e expetoração por causa do tabaco, acabam por desvalorizar alguns sintomas.

“Os fumadores muitas vezes já têm alguma tosse e expetoração, o chamado catarro respiratório, e desvalorizam o agravamento de queixas”, afirmou o especialista, que insiste na importância de estar atento a qualquer alteração das características da tosse ou expetoração, assim como a sensação de cansaço que se vai instalando de forma progressiva.

“São sinais de alarme para que [as pessoas] percebam que não e só bronquite tabágica, mas que estão a caminhar para este problema [DPOC]”, acrescentou.

O também presidente da Sociedade Respiratória Europeia – a maior sociedade científica global dedicada à investigação e formação em torno das patologias respiratórias – lembrou ainda que a doença é crónica e evolutiva e “precisa de diagnóstico e enquadramento terapêutico”.

“Como as pessoas desvalorizam, a DPOC é muitas vezes diagnosticada tardiamente, muitas vezes já com grande condicionamento na capacidade de esforço e com necessidade de oxigénio”, acrescentou.

Cansaço, falta de ar e dificuldade em fazer esforços, além das alterações das características da tosse e expetoração, que se torna persistente e permanente, devem levar a procurar um especialista para um diagnóstico.

“Isto deve conduzir os doentes para o estudo da função respiratória, porque é aí que se faz o diagnóstico da DPOC”, insistiu Carlos Robalo Cordeiro.

Carlos Robalo Cordeiro lembra que a doença tem tratamento, – “não pode ser curada mas pode ser tratada” -, sobretudo para melhorar a evolução e reduzir complicações.

Para conhecer melhor a realidade da doença no país, a Escola Nacional de Saúde Pública, com o apoio da farmacêutica AstraZeneca, vai realizar um estudo sobre a DPOC, que contará com a participação de vários peritos na área, com o intuito de “aumentar a evidência científica e conhecimento na identificação dos principais constrangimentos no seguimento de doentes e estratégias de atenuação”, explicou Ana Rita Pedro, coordenadora deste trabalho.

“O estudo dos desafios específicos da gestão de DPOC, quer seja a nível da relação doente-médico, institucional e do sistema de saúde são ainda insuficientes”, reconhece a responsável.

Ana Rita Pedro diz que a estimativa indica que em Portugal a doença tenha uma prevalência de 14,2% em pessoas com mais de 40 anos, o que equivale a aproximadamente 800.000 pessoas.

“A progressão da DPOC está relacionada com a gravidade e frequência de exacerbações e pode levar a consequências clínicas a curto e longo prazo, desencadeando padrões clínicos mais graves da doença”, alertou.

Segundo a OMS, a DPOC afeta mais de 200 milhões de pessoas no mundo. A maioria dos estudos mostra que 72% a 93%, do universo dos doentes que apresentam critérios de DPOC são subdiagnosticados.

SO/LUSA

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