Maria João Garcia, autor em Saúde Online https://saudeonline.pt/author/maria-joao-garcia/ Notícias sobre saúde Mon, 27 Jul 2026 08:33:18 +0000 pt-PT hourly 1 https://saudeonline.pt/wp-content/uploads/2018/12/cropped-indentity-32x32.png Maria João Garcia, autor em Saúde Online https://saudeonline.pt/author/maria-joao-garcia/ 32 32 INEM recusa desmantelamento do dispositivo de emergência e retirada de 100 ambulâncias https://saudeonline.pt/inem-recusa-desmantelamento-do-dispositivo-de-emergencia-e-retirada-de-100-ambulancias/ Mon, 27 Jul 2026 08:33:18 +0000 https://saudeonline.pt/?p=188787 O conteúdo <i class="iconlock fa fa-lock fa-1x" aria-hidden="true" style="color:#e82d43;"></i> INEM recusa desmantelamento do dispositivo de emergência e retirada de 100 ambulâncias aparece primeiro em Saúde Online.

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Unidade de Hospitalização Domiciliária da ULS de Braga acompanhou mais de 120 utentes num ano https://saudeonline.pt/unidade-de-hospitalizacao-domiciliaria-da-uls-de-braga-acompanhou-mais-de-120-utentes-num-ano/ https://saudeonline.pt/unidade-de-hospitalizacao-domiciliaria-da-uls-de-braga-acompanhou-mais-de-120-utentes-num-ano/#respond Mon, 27 Jul 2026 08:26:06 +0000 https://saudeonline.pt/?p=188785 A referenciação é feita a partir dos serviços de internamento, consultas externas, hospitais de dia e serviço de urgência, ou por transferência de outras instituições hospitalares, sendo sempre necessária a avaliação da equipa da Unidade de Hospitalização Domiciliária e a aceitação voluntária do utente e da família ou do cuidador.

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A ULS de Braga (ULS Braga) acompanhou, num ano, mais de 120 utentes na Unidade de Hospitalização Domiciliária (UHD), numa poupança estimada de 1.380 dias de internamento no hospital daquela cidade.

Em comunicado, a ULS acrescenta que a UHD totalizou 2.439 visitas. “Para tornar isto possível, as equipas da UHD percorreram cerca de 36 mil quilómetros, deslocando-se aos concelhos abrangidos por este modelo de cuidados para que os utentes não tivessem de se deslocar ao hospital”, refere.

No terreno desde julho de 2025, a UHD daquela ULS acompanha utentes residentes nos concelhos de Amares, Braga, Póvoa de Lanhoso, Vieira do Minho, Vila Verde e Terras de Bouro, desde que a residência se situe a uma distância máxima de 30 quilómetros ou 30 minutos do hospital de Braga.

A referenciação é feita a partir dos serviços de internamento, consultas externas, hospitais de dia e serviço de urgência, ou por transferência de outras instituições hospitalares, sendo sempre necessária a avaliação da equipa da UHD e a aceitação voluntária do utente e da família ou do cuidador.

A hospitalização domiciliária é uma modalidade de internamento que segue critérios clínicos, “com o mesmo nível de exigência do internamento hospitalar convencional, com a diferença de os cuidados serem prestados na casa do utente”. “Este modelo permite que a pessoa mantenha o ambiente familiar, com acompanhamento clínico contínuo, garantindo o conforto e a autonomia que um internamento tradicional nem sempre oferece”, sublinha a ULS de Braga.

SO/LUSA

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Sindicato considera incompreensível quatro meses para colocação de médicos de família https://saudeonline.pt/sindicato-considera-incompreensivel-quatro-meses-para-colocacao-de-medicos-de-familia/ https://saudeonline.pt/sindicato-considera-incompreensivel-quatro-meses-para-colocacao-de-medicos-de-familia/#respond Fri, 24 Jul 2026 13:55:40 +0000 https://saudeonline.pt/?p=188778 Em causa está o concurso de âmbito nacional que disponibilizou um total de 711 vagas - todas as que tinham sido solicitadas pelas unidades locais de saúde (ULS) - e que permitiu a colocação de 273 médicos de família nos centros de saúde.

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A Federação Nacional dos Médicos (FNAM) considerou incompreensível a colocação de médicos de família, num processo que levou quatro meses entre o fim da formação dos novos especialistas de Medicina Geral e Familiar e a sua colocação nos centros de saúde.

Os recém-especialistas terminaram a formação em março, permaneceram meses sem saber quando seria aberto o concurso, escolheram vagas apenas em junho e iniciaram funções em julho”, lamentou a estrutura sindical, para quem este “atraso é incompreensível” num país que enfrenta “uma das maiores carências de médicos de família da sua história”.

Num comunicado sobre o resultado do último concurso nacional para colocação de médicos de família no Serviço Nacional de Saúde (SNS), a FNAM salientou ainda que este período entre março e julho representou “quatro meses perdidos” para os cerca de 1,6 milhões de utentes que não têm um especialista de medicina geral e familiar atribuído.

Em causa está o concurso de âmbito nacional que disponibilizou um total de 711 vagas – todas as que tinham sido solicitadas pelas unidades locais de saúde (ULS) – e que permitiu a colocação de 273 médicos de família nos centros de saúde.

Segundo a Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), responsável pelo concurso, com a entrada destes novos 273 médicos de família no SNS, vai ser possível atribuir médico de família a cerca de 400 mil utentes.

Para a FNAM, que congrega três sindicatos médicos, estes números demonstram que o problema do SNS deixou de ser apenas a abertura de concursos, mas sim conseguir tornar este serviço público “suficientemente atrativo” para fixar profissionais de saúde, argumentando que, dos 441 candidatos admitidos, apenas 62% escolheram uma vaga disponível.

A estrutura sindical salientou também que um “processo de recrutamento minimamente sério” exige que os calendários anuais de concursos sejam conhecidos e cumpridos, a abertura atempada dos concursos imediatamente após a conclusão da formação especializada, períodos de escolha de vagas suficientemente alargados e manutenção das vagas não preenchidas abertas em permanência.

“Quando 38% dos candidatos admitidos optam por não ingressar no SNS, o Ministério da Saúde tem a obrigação de perceber porquê”, defendeu ainda a FNAM, que considerou indispensável auscultar os médicos que recusaram uma vaga, identificando os motivos da sua decisão e adotando medidas concretas para inverter a situação.

Em maio deste ano, mais de 1,6 milhões de pessoas não tinha médico de família, cerca de 1,1 milhões das quais em Lisboa e Vale do Tejo, a região do país mais carenciada e que contrasta com o Norte, onde a cobertura de medicina geral e familiar é elevada.

Na última semana, a ACSS adiantou à Lusa que o concurso para a colocação de novos especialistas “permitiu reforçar os cuidados de saúde primários em todas as regiões do país, traduzindo-se num aumento do número de médicos colocados face ao ano anterior”, realçando que esse acréscimo se verificou também nas zonas onde a falta de médicos de família é mais acentuada, como em Lisboa e Vale do Tejo.

SO/LUSA

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Cerca de um terço dos médicos a exercer em 2024 tinha menos de 35 anos, indica INE https://saudeonline.pt/cerca-de-um-terco-dos-medicos-a-exercer-em-2024-tinha-menos-de-35-anos-indica-ine/ https://saudeonline.pt/cerca-de-um-terco-dos-medicos-a-exercer-em-2024-tinha-menos-de-35-anos-indica-ine/#respond Fri, 24 Jul 2026 13:44:07 +0000 https://saudeonline.pt/?p=188776 Cerca de um terço dos médicos a exercer em Portugal em 2024 tinha menos de 35 anos, segundo dados divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), que cruza diversas fontes de informação. Segundo a explicação do INE, a informação hoje divulgada, que inicia uma nova série de estatísticas reativas aos médicos, é baseada no [...]

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Cerca de um terço dos médicos a exercer em Portugal em 2024 tinha menos de 35 anos, segundo dados divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), que cruza diversas fontes de informação.

Segundo a explicação do INE, a informação hoje divulgada, que inicia uma nova série de estatísticas reativas aos médicos, é baseada no cruzamento de dados do Inquérito ao Emprego, dos Quadros de Pessoal e da Direção-Geral da Administração e do Emprego Público.

Em 2024, último ano para o qual existe esta informação, havia em Portugal 46.131 médicos em exercício, dos quais 65% mulheres e 32,9% com menos de 35 anos. A percentagem de médicos com mais de 65 anos era 7,3%.

As mulheres com menos de 45 anos representavam 44,6% do total de profissionais em exercício. Embora o número de profissionais mulheres seja superior ao de homens em todos os grupos etários com exceção do último (70 e mais anos), a proporção de mulheres diminui à medida que o grupo etário aumenta.

Os médicos a exercer como especialistas representavam 86,8% do total, o que corresponde ao terceiro registo mais elevado na União Europeia, apenas ultrapassada pela Grécia (92,1%) e pela Bulgária (87,1%). Em 2024, entre as especialidades médicas mais representadas em Portugal, destacavam-se a Pediatria, exercida por 9% dos médicos com especialidade.

Esta metodologia de cruzamento de dados, segundo o INE, viabiliza a obtenção de estimativas sobre os médicos em exercício que complementa as séries tradicionais sobre médicos inscritos na Ordem e assegura a comparabilidade com os dados dos restantes Estados-Membros da União Europeia.

O INE diz ainda que está a desenvolver um procedimento metodológico semelhante para as restantes categorias de saúde. Os dados apresentados no destaque de hoje do INE relativos às restantes categorias da Saúde, que têm como fonte principal as respetivas ordens, indicam que no ano passado estavam inscritos na Ordem dos Médicos Dentistas 12.796 profissionais ativos (o triplo de 2002, quando eram 4.134).

A proporção de profissionais estrangeiros aumentou de 8,9% (2024) para 9,5%, em 2025, sendo as nacionalidades mais representadas entre os profissionais estrangeiros a brasileira (53,6%), a italiana (17,5%) e a espanhola (6,0%).

O rácio de médicos dentistas residentes por 1.000 habitantes era de 1,12 em 2025, com os valores mais elevados registados na Área Metropolitana do Porto (1,72) e em Viseu Dão Lafões (1,57).

Já quanto aos enfermeiros, na respetiva ordem estavam registados 87.843 profissionais ativos, mais do dobro do que em 2002 (41.799). Quanto ao rácio por 1.000 habitantes, era de 7,7, atingindo os 14,4 na região de Coimbra.

Do total de 87.843 enfermeiros, 29,4% eram especialistas. Dos 25.843 enfermeiros especialistas, 1.203 tinham duas a quatro especialidades. Entre as especialidades previstas, as mais representadas eram a Enfermagem Médico-cirúrgica e a Enfermagem de Reabilitação, que correspondiam a 40,6% do total de especialidades.

Na Ordem dos Farmacêuticos, estavam no ano passado registados como ativos 17.301 profissionais, mais do dobro dos valores de 2002 (7.962). O rácio por 1.000 habitantes era de 1,5, com os máximos regionais na Região de Coimbra e na Grande Lisboa (2,4 e 2,1,respetivamente).

Quanto aos psicólogos, em 2025 estavam registados na ordem 27.838 profissionais (membros efetivos ou estagiários), dos quais 76,6% eram mulheres com menos de 55 anos e 27,3% detinham pelo menos um título de especialidade. A Psicologia Clínica e da Saúde era a especialidade base mais representada (65,6%).

Os dados relativos aos médicos disponibilizados pela Ordem dos Médicos indicam que, em 2025, estavam inscritos 65.077 profissionais residentes no país. Entre 1991 e 2025, o número de médicos inscritos na Ordem, em exercício ou não, mais do que duplicou (eram 28.326 em 1991).

A relação entre os médicos homens e mulheres modificou-se, pois em 1991 estavam inscritos 148,8 médicos homens por 100 médicas mulheres e, no ano passado, a relação era de 69,7 homens por 100 mulheres.

SO/LUSA

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Roberto Roncon eleito diretor da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto https://saudeonline.pt/roberto-roncon-eleito-diretor-da-faculdade-de-medicina-da-universidade-do-porto/ https://saudeonline.pt/roberto-roncon-eleito-diretor-da-faculdade-de-medicina-da-universidade-do-porto/#respond Fri, 24 Jul 2026 13:38:40 +0000 https://saudeonline.pt/?p=188771 Professor de Fisiopatologia e Medicina Intensiva da FMUP, investigador e médico intensivista, Roberto Roncon, de 48 anos, vai liderar a Faculdade de Medicina do Porto nos próximos quatro anos.

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O médico intensivista Roberto Roncon foi hoje eleito diretor da Faculdade de Medicina do Porto (FMUP) para os próximos quatro anos, revelou à Lusa fonte daquela instituição. Sucedendo a Altamiro da Costa Pereira, Roberto Roncon de Albuquerque foi eleito por unanimidade pelo Conselho de Representantes, numa reunião que decorreu esta manhã.

Professor de Fisiopatologia e Medicina Intensiva da FMUP, investigador e médico intensivista, Roberto Roncon, de 48 anos, vai liderar a FMUP nos próximos quatro anos.

Conhecido pelo seu percurso profissional marcado por um forte investimento académico e clínico, pela aposta na investigação e inovação científicas e pela dedicação ao serviço público, Roberto Roncon também é reconhecido pela ligação ao maior centro de ECMO (oxigenação por membrana extracorporal) em Portugal, o da ULS de São João, no Porto, tendo-se destacado especialmente durante a pandemia de covid-19.

Licenciado em Medicina, Roberto Roncon é doutorado em Medicina, com agregação em Ciências Cardiovasculares e Respiratórias, tendo todo o seu percurso académico sido realizado na FMUP.

É autor e coautor de mais de 90 artigos científicos e participou em projetos e redes internacionais de investigação, incluindo consórcios europeus e estudos multicêntricos na área do suporte orgânico extracorporal e do suporte circulatório mecânico.

No plano clínico, foi também diretor clínico do Centro Hospitalar e Universitário de São João e presidente do Conselho Pedagógico da FMUP. Mais recentemente, assumiu o cargo de Presidente do Conselho Científico da FMUP.

Num resumo enviado à Lusa pela FMUP, lê-se que no plano de ação apresentado à comunidade académica, Roberto Roncon de Albuquerque apontou como principais prioridades para o próximo quadriénio: a articulação institucional com a Universidade do Porto, Câmara Municipal do Porto, ULS São João e instituições de saúde afiliadas; um modelo de governação descentralizado, focado na autonomia e na simplificação administrativa; foco nos recursos humanos, nomeadamente através da promoção do mérito, criação do estatuto do médico-investigador e valorização das carreiras de investigação; e empreendedorismo, fomentando parcerias de investigação aplicada com o tecido empresarial.

O plano prevê ainda a modernização pedagógica do curso de Medicina através de metodologias mais práticas e interativas, nomeadamente com a inclusão de novas ferramentas de inteligência artificial, bem como a implementação e desenvolvimento das novas licenciaturas em Saúde Digital e Inovação Biomédica e em Ciências da Saúde Pública.

“Com esta eleição, a FMUP inicia um novo ciclo orientado para a internacionalização, consolidando o seu posicionamento como uma das principais escolas médicas da Europa e reforçando simultaneamente o seu papel na formação de profissionais de saúde, na produção de investigação científica e na criação de inovação com impacto societal”, referiu a FMUP, em comunicado. A tomada de posse será agendada pelo reitor da Universidade do Porto.

SO/LUSA

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ACSS tenta resolver problemas detetados na comparticipação de medicamentos https://saudeonline.pt/acss-tenta-resolver-problemas-detetados-na-comparticipacao-de-medicamentos/ Fri, 24 Jul 2026 13:29:59 +0000 https://saudeonline.pt/?p=188769 O conteúdo <i class="iconlock fa fa-lock fa-1x" aria-hidden="true" style="color:#e82d43;"></i> ACSS tenta resolver problemas detetados na comparticipação de medicamentos aparece primeiro em Saúde Online.

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