pedo-investigação - Saúde Online https://saudeonline.pt/noticias/pedonline/pedo-investigacao/ Notícias sobre saúde Wed, 20 May 2026 09:48:21 +0000 pt-PT hourly 1 https://saudeonline.pt/wp-content/uploads/2018/12/cropped-indentity-32x32.png pedo-investigação - Saúde Online https://saudeonline.pt/noticias/pedonline/pedo-investigacao/ 32 32 Descoberta resposta celular à disfunção das mitocôndrias que favorece a acumulação de lípidos https://saudeonline.pt/descoberta-resposta-celular-a-disfuncao-das-mitocondrias-que-favorece-a-acumulacao-de-lipidos/ Tue, 19 May 2026 09:31:53 +0000 https://saudeonline.pt/?p=187122 O conteúdo <i class="iconlock fa fa-lock fa-1x" aria-hidden="true" style="color:#e82d43;"></i> Descoberta resposta celular à disfunção das mitocôndrias que favorece a acumulação de lípidos aparece primeiro em Saúde Online.

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Dieta mediterrânica é chave para desenvolvimento cognitivo na adolescência https://saudeonline.pt/dieta-mediterranica-e-chave-para-desenvolvimento-cognitivo-na-adolescencia/ https://saudeonline.pt/dieta-mediterranica-e-chave-para-desenvolvimento-cognitivo-na-adolescencia/#respond Tue, 19 May 2026 08:44:35 +0000 https://saudeonline.pt/?p=187112 A nível biológico, como a dieta mediterrânica é rica em ácidos gordos ómega-3 contribui para o equilíbrio neuronal e para a prevenção de danos oxidativos.

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A dieta mediterrânica e os hábitos de vida saudáveis são fundamentais para o desenvolvimento cognitivo na adolescência, segundo dois estudos que exploram a relação entre a nutrição, o bem-estar emocional, o estilo de vida e a função cognitiva. Os estudos, publicados na revista Nutrients e conduzidos pelo IRB CatSud em colaboração com o Instituto de Saúde Global de Barcelona (ISGlobal), analisaram a forma como a dieta mediterrânica e os ácidos gordos no sangue estão associados a diversas funções cognitivas em cerca de 630 adolescentes.

O primeiro estudo, intitulado ‘A Associação entre a Dieta Mediterrânica e os Ácidos Gordos nos Glóbulos Vermelhos dos Adolescentes Espanhóis’, analisou a relação entre a adesão à dieta mediterrânica e o tipo de gorduras presentes no sangue dos adolescentes, um indicador objetivo dos seus hábitos alimentares.

Os resultados mostraram que seguir este tipo de dieta promove a absorção de nutrientes essenciais para o equilíbrio do organismo e o bom funcionamento do cérebro. A nível biológico, por ser uma dieta rica em ácidos gordos ómega-3, contribui para o equilíbrio neuronal e para a prevenção de danos oxidativos.

Um segundo estudo, intitulado “Padrões de Ácidos Gordos nos Glóbulos Vermelhos e Funções Cognitivas em Adolescentes”, centrou-se na relação entre as gorduras presentes no sangue dos adolescentes e diversas capacidades cognitivas, como o raciocínio, a memória e a tomada de decisões.

Os resultados indicaram que os adolescentes com níveis mais elevados de ácidos gordos ómega-3 apresentam um melhor desempenho no raciocínio e em alguns aspetos da tomada de decisão. “Estas capacidades, que se desenvolvem intensamente durante a adolescência, são fundamentais para a função cognitiva e podem ser influenciadas tanto por fatores biológicos como pelo estilo de vida”, explicaram os autores.

SO/LUSA

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Crianças com apetite “emocional” correm risco de ter pior saúde https://saudeonline.pt/criancas-com-apetite-emocional-correm-risco-de-ter-pior-saude/ Mon, 04 May 2026 09:16:38 +0000 https://saudeonline.pt/?p=186560 O conteúdo <i class="iconlock fa fa-lock fa-1x" aria-hidden="true" style="color:#e82d43;"></i> Crianças com apetite “emocional” correm risco de ter pior saúde aparece primeiro em Saúde Online.

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Agressividade na adolescência pode acelerar envelhecimento biológico, indica estudo https://saudeonline.pt/agressividade-na-adolescencia-pode-acelerar-envelhecimento-biologico-indica-estudo/ https://saudeonline.pt/agressividade-na-adolescencia-pode-acelerar-envelhecimento-biologico-indica-estudo/#respond Fri, 06 Mar 2026 10:26:35 +0000 https://saudeonline.pt/?p=184270 Os participantes foram seguidos desde os 13 anos até aos 30, tendo os investigadores recolhido ao longo desse período autorrelatos de agressividade, relatos dos pais sobre conflitos familiares e avaliações feitas por colegas sobre comportamentos nas relações sociais.

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A agressividade no início da adolescência pode estar associada a envelhecimento biológico acelerado e a um índice de massa corporal mais elevado aos 30 anos, segundo um estudo que acompanhou um grupo de jovens durante mais de 15 anos. A investigação foi publicada na revista científica Health Psychology, da American Psychological Association, e conduzida por investigadores da Universidade da Virgínia, nos Estados Unidos.

Os cientistas analisaram as consequências a longo prazo para a saúde de desafios sociais que surgem no início da adolescência, um período considerado crítico para o desenvolvimento emocional e social. De acordo com os investigadores, o envelhecimento biológico acelerado tem sido associado a um maior risco de desenvolver doenças coronárias, diabetes, hipertensão, inflamação e até morte prematura na idade adulta.

O trabalho acompanhou 121 estudantes do ensino secundário — 46 rapazes e 75 raparigas — provenientes de comunidades suburbanas e urbanas do sudeste dos Estados Unidos.

Os participantes foram seguidos desde os 13 anos até aos 30, tendo os investigadores recolhido ao longo desse período autorrelatos de agressividade, relatos dos pais sobre conflitos familiares e avaliações feitas por colegas sobre comportamentos nas relações sociais. Quando os participantes atingiram os 30 anos, os investigadores avaliaram o envelhecimento biológico através de biomarcadores presentes no sangue.

Foram analisados 12 marcadores biológicos, incluindo níveis de glicose e contagem de glóbulos brancos. A partir destes dados foi utilizado um algoritmo científico que combina os vários indicadores para estimar a idade biológica de cada participante. Segundo os autores, esta estimativa revelou-se um melhor preditor do estado de saúde e da mortalidade futura do que a idade cronológica.

Conflitos persistentes explicam impacto na saúde

Os investigadores utilizaram dois métodos científicos validados que combinam indicadores como pressão arterial, inflamação, glicose, colesterol e funcionamento do sistema imunitário para calcular a idade biológica de cada pessoa.

Os resultados mostraram que níveis mais elevados de agressividade no início da adolescência estavam associados a uma idade biológica mais avançada aos 30 anos, mesmo depois de considerados fatores como sexo, rendimento familiar, doenças graves na infância e características físicas na adolescência.

O estudo revelou ainda que os homens e os participantes provenientes de famílias com menores rendimentos apresentavam sinais de envelhecimento biológico mais rápido. Contudo, análises mais detalhadas indicaram que o fator decisivo estava nas dificuldades persistentes nas relações sociais.

Os rapazes, por exemplo, relataram mais conflitos com os pais, enquanto adolescentes de famílias com baixos rendimentos eram mais propensos a demonstrar comportamentos punitivos ou agressivos em relação aos colegas.

Segundo os investigadores, a agressividade precoce por si só não prevê necessariamente um envelhecimento acelerado. O impacto surge sobretudo quando essa agressividade conduz a problemas contínuos de relacionamento ao longo da adolescência e início da vida adulta.

Assim, foram estas dificuldades persistentes nas relações — e não apenas o comportamento agressivo inicial — que acabaram por estar associadas a sinais de envelhecimento biológico mais rápido.

SO/LUSA

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Descoberto novo mecanismo de reorganização cerebral em pessoas com surdez congénita https://saudeonline.pt/descoberto-novo-mecanismo-de-reorganizacao-cerebral-em-pessoas-com-surdez-congenita/ Wed, 04 Mar 2026 09:40:51 +0000 https://saudeonline.pt/?p=184137 O conteúdo <i class="iconlock fa fa-lock fa-1x" aria-hidden="true" style="color:#e82d43;"></i> Descoberto novo mecanismo de reorganização cerebral em pessoas com surdez congénita aparece primeiro em Saúde Online.

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Quatro em cada dez adolescentes estão em risco elevado de uso problemático da internet https://saudeonline.pt/quatro-em-cada-dez-adolescentes-estao-em-risco-elevado-de-uso-problematico-da-internet/ https://saudeonline.pt/quatro-em-cada-dez-adolescentes-estao-em-risco-elevado-de-uso-problematico-da-internet/#respond Fri, 13 Feb 2026 10:06:19 +0000 https://saudeonline.pt/?p=183295 O uso da internet se torna problemático “a partir do momento em que a pessoa começa a negligenciar os seus cuidados básicos” para fazer compras online, jogar ou permanecer nas redes sociais, segundo os investigadores.

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Quatro em cada dez adolescentes apresentam sinais de elevado risco de uso problemático da internet, revelam as conclusões preliminares de um estudo internacional que envolveu jovens de nove países, incluindo Portugal.

Em declarações à Lusa, Carolina Cordeiro, investigadora do Centro de Psicologia da Universidade do Porto (CPUp), explicou se trata de “uma perturbação que pode ter um impacto no bem-estar dos jovens, tanto físico como mental”.

O estudo envolveu 1.961 participantes, com idades entre os 12 e os 16 anos, e concluiu que muitos adolescentes recorrem à internet como estratégia para lidar com stress, ansiedade e emoções desconfortáveis. Segundo Carolina Cordeiro, mesmo quando passam menos tempo online, as consequências podem ser “mais gravosas”, dependendo da forma como utilizam as plataformas digitais.

Em comunicado, a Universidade do Porto destaca, citando a responsável pelo projeto em Portugal, Célia Sales, que “os adolescentes são particularmente vulneráveis” e que esta realidade “pode levar a uma perda gradual de controlo sobre o comportamento online”.

A investigação foi coordenada pelo projeto internacional BootStRaP — “Promovendo a adaptação social e a saúde mental na Europa pós-pandemia em rápida digitalização” — e contou com 250 participantes de Portugal. A amostra incluiu ainda 170 jovens dos Países Baixos, 427 da Lituânia, 47 da Hungria, 85 do Reino Unido, 137 de França, 444 de Espanha, 97 da Alemanha e 302 da Suíça.

A recolha de dados foi realizada através de uma aplicação móvel com questionários semanais sobre bem-estar e saúde física e mental, que monitorizou também indicadores como o número de passos diários e o tempo despendido em jogos, redes sociais e outras atividades online.

O projeto pretende identificar precocemente adolescentes em maior risco, desenvolver estratégias personalizadas de autogestão, avaliar o impacto do uso problemático da internet na saúde mental e estimar o respetivo custo económico na Europa.

A aplicação começou a ser desenvolvida em dezembro de 2024, a recolha final de dados ocorreu em maio de 2025 e o estudo foi publicado na revista científica Comprehensive Psychiatry.

SO/LUSA

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