Medicina - Saúde Online https://saudeonline.pt/tag/medicina/ Notícias sobre saúde Tue, 10 Sep 2019 09:01:09 +0000 pt-PT hourly 1 https://saudeonline.pt/wp-content/uploads/2018/12/cropped-indentity-32x32.png Medicina - Saúde Online https://saudeonline.pt/tag/medicina/ 32 32 Estudantes contestam mudança nos locais da prova de acesso à especialidade https://saudeonline.pt/estudantes-contestam-mudanca-nos-locais-da-prova-de-acesso-a-especialidade/ https://saudeonline.pt/estudantes-contestam-mudanca-nos-locais-da-prova-de-acesso-a-especialidade/#respond Tue, 10 Sep 2019 09:01:09 +0000 https://saudeonline.pt/?p=77178 Os alunos de Medicina de Braga e da Covilhã deixam este ano de poder realizar a prova nacional de acesso à especialidade nas respetivas cidades.

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vagas em medicina

A Associação Nacional de Estudantes de Medicina (ANEM) condena esta decisão “centralista e discriminatória”.

A ANEM escreveu uma carta aberta aos vários intervenientes no processo da prova de acesso à formação especializada, manifestando-se surpreendida com a “alteração drástica de exclusão” da prova em Braga e Covilhã.

A prova que permite aos recém-licenciados em Medicina o acesso a uma especialidade será este ano realizada no Porto, em Coimbra, em Lisboa e no Funchal e em Ponta Delgada. Os estudantes de Medicina reclamam que também os alunos das escolas médicas de Braga, da Covilhã e de Faro deviam poder fazer a prova nas respetivas cidades.

O coordenador do Gabinete da Prova Nacional de Acesso afirma que a escolha de cinco locais (três no Continente e dois nas ilhas) se deve à necessidade de tornar o mais uniforme e homogénea possível as condições de realização da prova.

“Não temos nada contra os estudantes de nenhum dos locais. O que pretendemos é conseguir para os estudantes equidade, segurança e qualidade na realização da prova”, justificou Serafim Guimarães em declarações à agência Lusa.

O responsável argumenta que há ainda a preocupação de ter uma vigilância mais apertada durante a realização da prova e de reduzir ao mínimo possível a fuga de informações sobre a Prova Nacional de Acesso. Contactada pela agência Lusa, a Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), também envolvida neste processo, remeteu para informação disponível no seu ‘site’.

“As características físicas dos locais onde se realizam as provas são importantes para assegurar, por um lado, a qualidade da experiência e, por outro, o mínimo de perturbação durante a realização da mesma. Em anos prévios foram destacadas discrepâncias entre as condições de realização da prova em locais diferentes e reportes informais de candidatos que se sentiram prejudicados por tal”, refere a informação da ACSS.

A ACSS indica também que, depois de consultada a Associação Nacional de Estudantes de Medicina, a Ordem dos Médicos e o Ministério da Saúde, se entendeu importante “harmonizar as condições de administração da prova, por forma a reduzir o viés introduzido por estas na seleção”.

“A diminuição do número de locais de realização de prova resultou, assim, da identificação dos locais que garantissem as melhores condições médias para cada candidato/a”, acrescente a ACSS.

Na carta aberta dos estudantes de Medicina, a que a Lusa teve acesso, é pedida a reversão da situação atual, de modo a que os candidatos ao concurso possam realizar a prova nas localidades de origem das escolas médicas. A Associação Nacional de Estudantes rejeita assim uma “prática centralista e discriminatória”.

O coordenador do Gabinete da Prova contesta ainda o argumento da Associação de Estudantes, indicando que quando realizam a prova estes alunos já terminaram as suas licenciaturas e, como tal, já não são, na prática, alunos das respetivas escolas médicas.

TC/SO

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OM denuncia irregularidades na contratação de médicos https://saudeonline.pt/om-denuncia-irregularidades-na-contratacao-de-medicos/ https://saudeonline.pt/om-denuncia-irregularidades-na-contratacao-de-medicos/#respond Thu, 01 Feb 2018 12:01:23 +0000 https://saudeonline.pt/?p=48749 A Ordem dos Médicos (OM) reforça que a legislação em vigor proíbe o exercício da especialidade de medicina geral e familiar no SNS a médicos indiferenciados. A Administração Regional de Saúde já reagiu, dizendo que a situação é temporária

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A Ordem dos Médicos veio esta quarta-feira, dia 1, denunciar, em comunicado, irregularidades na contratação de médicos de médicos por parte da Administração Regional de Saúde Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT). Em causa, diz a Ordem, está o recurso a médicos indiferenciados para trabalharem mais de 3500 horas em centros de saúde. Isto porque, segundo a lei, não é permitido exercer a atividade aos clínicos que não sejam detentores do título de especialista em Medicina Geral e Familiar (MGF) ou que estejam a frequentar o respetivo internato.

O Bastonário da Ordem dos Médicos alerta que a qualidade do serviço aos doentes pode estar em causa. “A contratação de médicos indiferenciados para os cuidados de saúde primários poderá ainda pôr em causa a idoneidade formativa dos serviços e, sobretudo, a garantia da qualidade de cuidados de saúde”, diz Miguel Guimarães.

A ARSLVT, que prevê contratar 3553 horais semanais a médicos indiferenciados, para os seus 15 agrupamentos de centros de saúde, já reagiu, também através de um comunicado. A ARSLVT refere que este tipo de procedimento acontece “há pelo menos 10 anos, considerando a necessidade de dar resposta a situações pontuais de procura de cuidados médicos”. “Seria inadmissível deixar que as 525 mil pessoas que não têm médico de família ficassem sem cuidados médicos”, afirma Luís Pisco, Presidente da ARSLVT.

A ARSLVT garante que os clínicos contratados não substituem os médicos de família, uma vez que não lhes são atribuídas listas de utentes e recorda ainda que “espera a colocação a muito curto prazo de 43 especialistas em Medicina Geral e Familiar na região, o que irá reduzir o número de utentes sem médico de família e melhorar a resposta aos cidadãos”.

A Ordem dos Médicos pede o cancelamento da entrada de médicos indiferenciados e lança um apelo ao Ministério da Saúde. Miguel Guimarães pede para que “o Ministro da Saúde dê a indicação para cancelar esta contratação e agilize os processos necessários para que sejam colocados em funções os jovens médicos que concluíram a sua formação em Medicina Geral e Familiar no último ano”.

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