Dr. Rui Campante Teles - Saúde Online https://saudeonline.pt/tag/dr-rui-campante-teles/ Notícias sobre saúde Wed, 28 Oct 2020 13:00:45 +0000 pt-PT hourly 1 https://saudeonline.pt/wp-content/uploads/2018/12/cropped-indentity-32x32.png Dr. Rui Campante Teles - Saúde Online https://saudeonline.pt/tag/dr-rui-campante-teles/ 32 32 Pandemia travou intervenções cardiovasculares mas há “programas de recuperação” https://saudeonline.pt/pandemia-travou-intervencoes-cardiovasculares-mas-ha-programas-de-recuperacao/ Wed, 28 Oct 2020 13:00:45 +0000 https://saudeonline.pt/?p=99649 O conteúdo <i class="iconlock fa fa-lock fa-1x" aria-hidden="true" style="color:#e82d43;"></i> Pandemia travou intervenções cardiovasculares mas há “programas de recuperação” aparece primeiro em Saúde Online.

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Estenose aórtica: Técnica TAVI reduz nível invasivo e complexidade do tratamento https://saudeonline.pt/estenose-aortica-tecnica-tavi-reduz-nivel-invasivo-e-complexidade-do-tratamento/ https://saudeonline.pt/estenose-aortica-tecnica-tavi-reduz-nivel-invasivo-e-complexidade-do-tratamento/#respond Wed, 22 Jul 2020 10:50:29 +0000 https://saudeonline.pt/?p=95368 A técnica estava reservada a doentes com estenose aórtica grave com risco cirúrgico aumentado, mas estudos recentes disponibilizam agora o procedimento a toda a população de doentes

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Em comunicado, o coordenador do Projeto Valve for Life, da Associação Portuguesa de Intervenção Cardiovascular (APIC), refere que a técnica minimamente invasiva de tratamento para a estenose aórtica grave (considera uma doença de “avós”) é, em 2020, uma alternativa para todos os doentes. Além de ser a única esperança de vida para os doentes cardíacos inoperáveis, esta opção é também a única solução médica capaz de lhes garantir uma boa qualidade de vida.

A técnica pioneira de implante percutâneo da válvula aórtica (TAVI), existente desde há mais de uma década, estava reservada a doentes com estenose aórtica grave com risco cirúrgico aumentado, usualmente com mais de 80 anos, o que corresponde a cerca de 5000 portugueses. Estudos recentes disponibilizam o procedimento minimamente invasivo a toda a população de doentes portadora de estenose aórtica grave e sintomática, especialmente nos doentes de menor risco, muitos deles com apenas 70 anos.

O Dr. Rui Campante Teles, coordenador do Projeto Valve For Life, refere que “é importante que os doentes tenham conhecimento deste processo relevante visto que muitos médicos não estão a dar conhecimento desta opção minimamente invasiva, que tem muito mais vantagens para o doente e em termos de custos acaba por equiparar-se à cirurgia tradicional, que implica custos de internamento, especialmente quando os doentes precisam de transfusões de sangue” e acrescenta ainda que “a previsão é que as necessidades nacionais cresçam até cinco vezes, pois esta técnica constituirá a opção preferida para os cerca de 25.000 portugueses que necessitam de ser tratados”.

 

Procedimento funciona como alternativa à cirurgia convencional

 

Este procedimento estava reservado a doentes com estenose aórtica grave com risco cirúrgico aumentado, usualmente com mais de 80 anos, o que corresponde a cerca de 5000 portugueses. Por sua vez, um estudo com válvula autoexpansível, que avaliou cerca de 1400 doentes com uma idade média de 74 anos e baixo risco para cirurgia, demonstrou resultados sobreponíveis no tratamento minimamente invasivo por cateter comparado com a cirurgia convencional, que tem vindo até agora a ser o método de tratamento recomendado.

“O tratamento da estenose aórtica por técnicas de cardiologia de intervenção é um dos temas mais atuais e importantes da nossa área, o que torna a sua discussão multidisciplinar uma mais valia. Assim, os médicos assistentes têm pela sua frente o desafio de dar resposta a esta nova era do tratamento valvular para os seus doentes e devem encaminhar os doentes para cardiologistas que integrem equipa multidisciplinares treinadas, compostas por vários especialistas como cirurgiões, anestesistas e geriatras.” reforça Dr. Rui Campante Teles.

Este desenvolvimento permite que os doentes, maioritariamente idosos, não sejam sujeitos a uma cirurgia de peito aberto onde poderiam correr mais riscos e ter um pós-operatório mais longo que implica a passagem pelos cuidados intensivos. Um procedimento que, por vezes, não era considerado opção para os doentes devido ao seu carácter invasivo, complexidade e potenciais complicações.

SO/COMUNICADO

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Campante Teles lamenta que Coimbra não trate estenose aórtica https://saudeonline.pt/campante-teles-lamenta-que-coimbra-nao-trate-estenose-aortica/ https://saudeonline.pt/campante-teles-lamenta-que-coimbra-nao-trate-estenose-aortica/#respond Fri, 12 Jul 2019 10:14:07 +0000 https://saudeonline.pt/?p=74741 O coordenador do Registo Nacional de Cardiologia de Intervenção lamenta que Coimbra não tenha acompanhado o crescimento nacional do tratamento "minimamente invasivo".

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O cardiologista de intervenção Rui Campante Teles disse que, em Portugal, só o Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) não efetua o implante da válvula aórtica percutânea (VAP), que é um procedimento minimamente invasivo, por cateter, com grandes vantagens em relação à cirurgia de peito aberto. Este procedimento é usado para tratar a estenose aórtica, que afeta maioritariamente pessoas com mais de 70 anos.

“A cirurgia cardíaca de Coimbra na última década foi ficando para trás na inovação tecnológica e técnica. Neste momento, não dispõe de um tratamento em que tinha de haver uma simbiose de comunicação entre a cardiologia e a cirurgia cardíaca e essa comunicação não foi estabelecida”, lamentou.

Segundo o médico, cardiologista de intervenção no Hospital de Santa Cruz (Lisboa), o polo principal do CHUC dispõe dos equipamentos tecnológicos e de profissionais de saúde qualificados para aquele tipo de procedimentos, mas que, “por motivos relacionados com gestão financeira, não tem havido essa capacidade”.

 

Há médicos e infraestruturas mas doentes são obrigados a viajar para Lisboa

 

“Há médicos, infraestrutura e pessoas treinadas, mas as pessoas continuam a fazer 200 quilómetros entre Coimbra e Lisboa para serem tratadas“, sublinhou Rui Campante Teles, referindo que “hoje em dia não faz sentido” o CHUC não realizar aquele tipo de intervenções.

Para o especialista, “seria como andar de carro e não haver ar condicionado”.

A estenose aórtica é uma deficiência cardíaca provocada pelo desgaste da válvula aórtica do coração, que vai estreitando e impede o fluxo sanguíneo para fora do coração. Se não for tratada atempadamente, provoca a morte a metade dos doentes dois anos depois dos primeiros sintomas.

O tratamento “minimamente invasivo” da estenose aórtica iniciou-se em Portugal em 2007, no Hospital de Gaia, e foi-se estendendo gradualmente pelo território nacional e região da Madeira, excetuando o CHUC.

Em 2018, segundo o coordenador do RNCI, registou-se um crescimento de 20% no número de procedimentos realizados em Portugal. De acordo com os dados do RNCI, o ano passado foram realizados 62 procedimentos por milhão de habitante (640 intervenções), quando em 2017 se situava em sete procedimentos por milhão de habitantes.

“Desde 2007 que a técnica menos invasiva por cateterismo tem singrado no mundo inteiro. Inicialmente dirigida a núcleo de doentes com risco acrescido, neste momento todo o doente pode ser tratado por esta via, que tem uma recuperação muito mais célere”, frisou.

“É uma técnica muito segura, mais do que a cirurgia, sendo que com pessoas octogenárias tem sempre riscos que não são irrelevantes. A taxa de mortalidade destes procedimentos é de três a cinco por cento aos 70 dias, mas normalmente nós não temos este tipo de situação”, acrescentou.

Salientando que esta técnica “é considerada o grande avanço da cardiologia da última década”, Rui Campante Teles prevê uma duplicação das necessidades nos próximos dois anos, embora se mostre preocupado com a falta das salas hemodinâmicas e recursos humanos.

Para aumentar a consciencialização para a estenose aórtica, que é uma doença pouco conhecida, a Associação Portuguesa de Intervenção Cardiovascular (APIC) está a promover a campanha “Corações de Amanhã”, que conta com o alto patrocínio do Presidente da República.

LUSA/SO

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