Saúde Online https://saudeonline.pt/ Notícias sobre saúde Wed, 07 Jan 2026 10:45:39 +0000 pt-PT hourly 1 https://saudeonline.pt/wp-content/uploads/2018/12/cropped-indentity-32x32.png Saúde Online https://saudeonline.pt/ 32 32 ULS São José adquire robô cirúrgico dedicado à cirurgia da coluna https://saudeonline.pt/uls-sao-jose-adquire-robo-cirurgico-dedicado-a-cirurgia-da-coluna/ https://saudeonline.pt/uls-sao-jose-adquire-robo-cirurgico-dedicado-a-cirurgia-da-coluna/#respond Wed, 07 Jan 2026 10:45:39 +0000 https://saudeonline.pt/?p=181875 A ULS São José realizou, no dia 10 de dezembro, a primeira cirurgia da coluna com recurso a um sistema de orientação robótica, tornando-se a primeira instituição da zona sul do país a dispor desta tecnologia, que permite intervenções mais precisas, seguras e com menor tempo de recuperação.

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A Unidade Local de Saúde (ULS) São José realizou, no dia 10 de dezembro, a primeira cirurgia da coluna com recurso a um sistema de orientação robótica, tornando-se a primeira instituição da zona sul do país a dispor desta tecnologia dedicada. O procedimento foi realizado no Centro de Responsabilidade Integrado da Coluna (CRI Coluna) e marca um avanço significativo na cirurgia vertebral no Serviço Nacional de Saúde.

A intervenção teve lugar numa doente de 73 anos, diagnosticada com uma fratura da coluna, que se encontrava acamada há três semanas, sem sucesso nas tentativas de mobilização com colete. Durante a cirurgia, foram colocados dez parafusos nos pedículos dorsais, estruturas fundamentais para a estabilização da coluna. O novo sistema robótico permite uma colocação mais rigorosa dos parafusos, reduzindo de forma significativa o risco de penetração no canal medular.

A tecnologia agora disponível na ULS São José possibilita um planeamento pré-operatório detalhado em 3D, com definição exata do comprimento e do diâmetro dos parafusos, de acordo com a anatomia específica de cada doente. Para tal, é realizado um TAC pré-operatório com protocolo próprio, cujas imagens são integradas no software do sistema robótico. Este processo dispensa o controlo contínuo por raio-X durante a cirurgia, recorrendo a infravermelhos, o que reduz a exposição do doente e da equipa cirúrgica à radiação.

O sistema é particularmente relevante em situações de maior complexidade, como fraturas da coluna, deformidades (escolioses e cifoses), tumores e infeções com destruição óssea, permitindo maior precisão mesmo em regiões anatómicas mais difíceis. Atualmente, a doente intervencionada encontra-se internada, a recuperar a mobilidade com o apoio da equipa de saúde.

Para Nelson Carvalho, diretor do CRI Coluna da ULS São José, “como centro de referência para a patologia da coluna, a existência de robótica e navegação associada a este sistema é uma boa notícia para o Serviço Nacional de Saúde, pois coloca o nosso país na vanguarda do que de melhor se faz na Europa e no mundo”. O responsável sublinha ainda que a robótica permite realizar procedimentos de forma mais segura e tratar doentes que, até agora, não teriam indicação cirúrgica.

Também Rosa Valente de Matos, presidente do Conselho de Administração da ULS São José, destaca que “este é o terceiro robô cirúrgico da ULS, o que reforça o posicionamento da instituição como uma referência nacional na inovação, sempre com foco na segurança do doente, na excelência clínica e na melhoria contínua”.

Inaugurado a 2 de maio de 2023, o CRI Coluna da ULS São José é um centro de referência nacional na patologia cirúrgica da coluna, realizando anualmente entre 800 e 900 cirurgias. Mais de metade destas intervenções correspondem a artrodeses. A equipa é constituída por ortopedistas e neurocirurgiões dedicados exclusivamente à cirurgia da coluna, sendo pioneira e única no SNS.

Sílvia Malheiro

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Portugal ultrapassa meta de 2,5 milhões de vacinados contra a gripe https://saudeonline.pt/portugal-ultrapassa-meta-de-25-milhoes-de-vacinados-contra-a-gripe/ https://saudeonline.pt/portugal-ultrapassa-meta-de-25-milhoes-de-vacinados-contra-a-gripe/#respond Wed, 07 Jan 2026 10:19:46 +0000 https://saudeonline.pt/?p=181877 A Direção-Geral da Saúde recomenda a vacinação contra a gripe e a covid-19 a todas as pessoas com mais de 60 anos, aos doentes crónicos de todas as idades e aos profissionais de saúde.

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Portugal já ultrapassou a meta de 2,5 milhões de pessoas vacinadas contra a gripe, após a administração de mais 13.903 doses na última semana, segundo o mais recente relatório da campanha de vacinação sazonal divulgado pela Direção-Geral da Saúde (DGS).

De acordo com o documento, desde o início da campanha, a 23 de setembro, foram vacinadas contra a gripe 2.507.573 pessoas. Destas, 1.341.224 receberam a vacina em unidades do Serviço Nacional de Saúde (SNS) e 1.163.852 em farmácias comunitárias.

Relativamente à covid-19, o relatório indica que mais 3.418 pessoas foram vacinadas nos últimos sete dias, elevando para 1.327.218 o total de vacinados nesta campanha. Do total, 698.859 vacinações foram realizadas no SNS e 627.155 nas farmácias.

A campanha de vacinação sazonal outono-inverno 2025-2026 decorre até 30 de abril de 2026, em unidades de saúde do SNS e em cerca de 2.500 farmácias comunitárias. A DGS definiu como objetivo vacinar cerca de 2,5 milhões de pessoas contra a gripe e 1,5 milhão contra a covid-19.

Os dados revelam uma elevada cobertura vacinal contra a gripe nos grupos etários mais idosos, atingindo 86,98% nas pessoas com mais de 85 anos, 78,11% no grupo entre os 80 e os 84 anos, 74,47% entre os 70 e os 79 anos e 72,69% nos maiores de 65 anos.

Já a cobertura vacinal contra a covid-19 apresenta valores inferiores, situando-se nos 59,15% nos maiores de 85 anos, 47,82% entre os 80 e os 84 anos, 42,90% no grupo dos 70 aos 79 anos e 42,94% nos maiores de 65 anos.

As autoridades de saúde têm vindo a reforçar o apelo à vacinação, num contexto de aumento das infeções respiratórias agudas e dos casos de gripe, que têm provocado uma maior procura dos serviços de urgência, do INEM e da Linha SNS 24.

A DGS recomenda a vacinação contra a gripe e a covid-19 a todas as pessoas com mais de 60 anos, aos doentes crónicos de todas as idades e aos profissionais de saúde, sublinhando a importância da imunização na prevenção de complicações graves associadas a estes vírus.

SO/LUSA

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Ordem dos Farmacêuticos alerta para necessidade de definir integração de especialistas no SNS https://saudeonline.pt/ordem-dos-farmaceuticos-alerta-para-necessidade-de-definir-integracao-de-especialistas-no-sns/ https://saudeonline.pt/ordem-dos-farmaceuticos-alerta-para-necessidade-de-definir-integracao-de-especialistas-no-sns/#respond Wed, 07 Jan 2026 10:14:17 +0000 https://saudeonline.pt/?p=181874 O bastonário dos farmacêuticos, Hélder Mota Filipe, defende que é fundamental garantir a capacidade do SNS para acolher recursos humanos “altamente qualificados”, que poderão contribuir para ultrapassar problemas estruturais existentes nas unidades de saúde.

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A Ordem dos Farmacêuticos (OF) alertou para a necessidade de serem definidos, atempadamente, os modelos de integração no Serviço Nacional de Saúde (SNS) dos profissionais que irão concluir a residência farmacêutica, formação que confere o grau de especialidade.

Em comunicado, a OF recorda que o programa da residência farmacêutica, criado em 2023, tem registado uma elevada procura, com o número de candidatos a ultrapassar as vagas disponibilizadas pelas instituições de saúde com idoneidade formativa. O percurso formativo, com a duração de quatro anos, integra formação teórica e prática e confere especialização em Análises Clínicas, Farmácia Hospitalar ou Genética Humana.

No início de janeiro, mais de 150 farmacêuticos iniciaram um novo ciclo da residência farmacêutica, juntando-se aos mais de 400 profissionais que se encontram atualmente nos restantes anos de formação. No total, cerca de 500 farmacêuticos estão a frequentar a residência: aproximadamente 400 em Farmácia Hospitalar, 100 em Análises Clínicas e cerca de 20 em Genética Humana.

Com a aproximação da conclusão da formação dos primeiros farmacêuticos especialistas ainda este ano, a Ordem sublinha a urgência de clarificar os mecanismos de integração destes profissionais no sistema de saúde, nomeadamente na Carreira Farmacêutica do SNS.

O arranque do novo ciclo assinalou-se, ontem, na Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa, numa sessão que contou com a presença do bastonário da OF, Hélder Mota Filipe, do presidente do Conselho Diretivo da Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), André Trindade, e do presidente da Comissão Nacional da Residência Farmacêutica, Armando Alcobia.

Citado no comunicado, Hélder Mota Filipe defende que é fundamental garantir a capacidade do SNS para acolher recursos humanos “altamente qualificados”, que poderão contribuir para ultrapassar problemas estruturais existentes nas unidades de saúde. O bastonário sublinha ainda que a residência farmacêutica representa “um investimento significativo”, tanto para os profissionais como para o próprio SNS.

A Ordem dos Farmacêuticos afirma ter acompanhado de forma próxima a implementação da residência farmacêutica e reafirma a sua disponibilidade para colaborar com as entidades competentes na definição de soluções que reforcem a sustentabilidade do SNS e assegurem a valorização dos farmacêuticos especialistas, em benefício da qualidade dos cuidados de saúde prestados aos cidadãos.

SO/LUSA

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Ordem dos Farmacêuticos defende reforço de registos e avaliação de medicamentos hospitalares

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Privados pedem ao Governo para reforçar acesso a exames no SNS através de prestadores convencionados https://saudeonline.pt/privados-pedem-ao-governo-para-reforcar-acesso-a-exames-no-sns-atraves-de-prestadores-convencionados/ https://saudeonline.pt/privados-pedem-ao-governo-para-reforcar-acesso-a-exames-no-sns-atraves-de-prestadores-convencionados/#respond Wed, 07 Jan 2026 10:07:51 +0000 https://saudeonline.pt/?p=181872 ERS, no qual o regulador defende que as instituições hospitalares do SNS devem garantir o acesso a exames médicos dentro de prazos adequados e recorrer a entidades externas sempre que não exista capacidade interna

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O Governo deve atuar para garantir exames no SNS, através de prestadores convencionados, para que haja um aumento efetivo da oferta de meios complementares de diagnóstico e terapêutica (MCDT), segundo a Associação Portuguesa de Hospitalização Privada (APHP).

Em comunicado, o presidente da APHP, Óscar Gaspar, afirmou que, “se o Ministério da Saúde concorda com o alerta da Entidade Reguladora da Saúde (ERS), deve tomar as devidas diligências” para assegurar que o recurso a entidades convencionadas permita responder às necessidades dos utentes em tempo clinicamente aceitável.

A posição da associação surge na sequência de um alerta emitido pela ERS, no qual o regulador defende que as instituições hospitalares do SNS devem garantir o acesso a exames médicos dentro de prazos adequados e recorrer a entidades externas sempre que não exista capacidade interna. A ERS refere ter conhecimento de “um volume significativo” de reclamações relacionadas com dificuldades no acesso a MCDT em tempo adequado à situação clínica dos doentes.

A orientação do regulador é dirigida a todas as Unidades Locais de Saúde (ULS) e aos Institutos Portugueses de Oncologia (IPO), sublinhando que estas entidades devem assegurar, de forma permanente, o direito de acesso a cuidados de saúde adequados, prestados com prontidão e dentro de um período de tempo clinicamente aceitável.

Para a APHP, este alerta “confirma a importância de uma articulação efetiva entre os setores público, privado e social”, centrada no interesse do doente e na garantia de acesso atempado aos cuidados de saúde, evitando atrasos que possam comprometer a segurança clínica e a qualidade da prestação.

Óscar Gaspar salientou ainda que os hospitais privados “estão devidamente licenciados” e dispõem de capacidade instalada, recursos humanos especializados e elevados padrões de qualidade e segurança, estando preparados para contribuir “de forma imediata e eficaz” para responder às necessidades dos cidadãos, desde que sejam contratualizados nos termos legais e com respeito pela sustentabilidade do sistema.

Segundo a ERS, sempre que não exista capacidade de resposta interna, as ULS e os IPO podem recorrer à requisição de MCDT ao setor convencionado ou promover a subcontratação de entidades externas, independentemente do setor, desde que cumpridas as regras em vigor. O regulador esclarece que a subcontratação deve obedecer à tabela de preços do SNS e só deve ser utilizada quando os exames não possam ser realizados nem no setor público nem no setor convencionado.

A ERS recorda ainda que se considera inexistente capacidade interna quando não seja possível realizar o MCDT até 85% do tempo máximo de resposta garantida (TMRG) ou, na sua ausência, até 85% do tempo clinicamente aceitável (TCA), incluindo a produção adicional disponível.

O regulador alerta igualmente para a obrigação de garantir aos utentes informação completa, verdadeira e inteligível sobre o seu acompanhamento clínico, bem como sobre as alternativas existentes, os prazos de agendamento e os tempos de espera para a realização dos exames, de forma a assegurar um acesso adequado aos cuidados de saúde.

SO/LUSA

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Demissão da chefia da Urgência do Amadora-Sintra revela “falhas graves de gestão” https://saudeonline.pt/demissao-da-chefia-da-urgencia-do-amadora-sintra-revela-falhas-graves-de-gestao/ Wed, 07 Jan 2026 09:56:19 +0000 https://saudeonline.pt/?p=181870 O conteúdo <i class="iconlock fa fa-lock fa-1x" aria-hidden="true" style="color:#e82d43;"></i> Demissão da chefia da Urgência do Amadora-Sintra revela “falhas graves de gestão” aparece primeiro em Saúde Online.

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Federação dos médicos exige garantias na transferência dos hospitais para as misericórdias https://saudeonline.pt/federacao-dos-medicos-exige-garantias-na-transferencia-dos-hospitais-para-as-misericordias/ Wed, 07 Jan 2026 09:43:32 +0000 https://saudeonline.pt/?p=181868 O conteúdo <i class="iconlock fa fa-lock fa-1x" aria-hidden="true" style="color:#e82d43;"></i> Federação dos médicos exige garantias na transferência dos hospitais para as misericórdias aparece primeiro em Saúde Online.

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