Rastreio - Saúde Online https://saudeonline.pt/tag/rastreio/ Notícias sobre saúde Thu, 22 Nov 2018 17:36:47 +0000 pt-PT hourly 1 https://saudeonline.pt/wp-content/uploads/2018/12/cropped-indentity-32x32.png Rastreio - Saúde Online https://saudeonline.pt/tag/rastreio/ 32 32 Crianças até dois anos sujeitas a rastreios visuais na região Oeste https://saudeonline.pt/criancas-ate-dois-anos-sujeitas-a-rastreios-visuais-na-regiao-oeste-2/ https://saudeonline.pt/criancas-ate-dois-anos-sujeitas-a-rastreios-visuais-na-regiao-oeste-2/#respond Thu, 22 Nov 2018 17:36:47 +0000 https://saudeonline.pt/?p=63280 Os centros de saúde da região Oeste estão a promover pela primeira vez rastreios a crianças que completem dois anos até ao final de 2018 para detetar de forma precoce alterações na visão.

O conteúdo Crianças até dois anos sujeitas a rastreios visuais na região Oeste aparece primeiro em Saúde Online.

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Os Agrupamentos de Centros de Saúde Oeste Sul e Oeste Norte são os primeiros na região de Lisboa e Vale do Tejo onde o rastreio visual infantil arrancou e só termina em 2019, informou a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT).

“Com o Rastreio de Saúde Visual Infantil, estamos a apostar na deteção precoce de problemas de visão, como estrabismo, miopia, hipermetropia e astigmatismo, proporcionando, sempre que necessário, o encaminhamento para uma consulta de oftalmologia num hospital”, explicou Eunice Carrapiço, médica de família e coordenadora do programa na ARSLVT.

O rastreio engloba três mil crianças.

A ambliopia, uma disfunção oftalmológica caracterizada pela diminuição da acuidade visual, ocorre desde idades precoces, sem apresentar sintomas ou alterações comportamentais. A ambliopia é considerada a causa mais frequente de perda de visão entre os 20 e os 70 anos e a sua prevalência nos países desenvolvidos varia entre 1 e 5%.

Os centros de saúde vão proceder a consultas e testes de rastreio, estando os beneficiários dispensados do pagamento da taxa moderadora.

O teste consiste na realização de uma fotografia aos olhos da criança, feita com uma tecnologia inovadora, rápida e indolor, que permite identificar fatores de risco para a ambliopia. A imagem é enviada para o centro de leitura do Instituto de Oftalmologia Dr. Gama Pinto, onde será analisado por um oftalmologista.

Se os testes realizados não apresentarem alterações de visão, a criança regressa à lista de rastreios e volta a ser convocada para um novo exame aos quatro anos. Se o oftalmologista detetar alterações, a criança será chamada para uma consulta de oftalmologia no hospital, onde será avaliada, feito o diagnóstico e, caso necessário, o tratamento.

O ACES Oeste Norte integra os centros de saúde de Alcobaça, Nazaré, Caldas da Rainha, Óbidos, Peniche e Bombarral, no distrito de Leiria, o ACES Oeste Sul os centros de saúde da Lourinhã, Cadaval, Torres Vedras, Sobral de Monte Agraço e Mafra, no distrito de Lisboa.

LUSA

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Crianças até dois anos sujeitas a rastreios visuais na região Oeste https://saudeonline.pt/criancas-ate-dois-anos-sujeitas-a-rastreios-visuais-na-regiao-oeste/ https://saudeonline.pt/criancas-ate-dois-anos-sujeitas-a-rastreios-visuais-na-regiao-oeste/#respond Fri, 16 Nov 2018 10:18:45 +0000 https://saudeonline.pt/?p=62983 Os centros de saúde da região Oeste estão a promover pela primeira vez rastreios a crianças que completem dois anos até ao final de 2018 para detetar de forma precoce alterações na visão.

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Os Agrupamentos de Centros de Saúde Oeste Sul e Oeste Norte são os primeiros na região de Lisboa e Vale do Tejo onde o rastreio visual infantil arrancou e só termina em 2019, informou a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT).

“Com o Rastreio de Saúde Visual Infantil, estamos a apostar na deteção precoce de problemas de visão, como estrabismo, miopia, hipermetropia e astigmatismo, proporcionando, sempre que necessário, o encaminhamento para uma consulta de oftalmologia num hospital”, explicou Eunice Carrapiço, médica de família e coordenadora do programa na ARSLVT.

O rastreio engloba três mil crianças.

A ambliopia, uma disfunção oftalmológica caracterizada pela diminuição da acuidade visual, ocorre desde idades precoces, sem apresentar sintomas ou alterações comportamentais. A ambliopia é considerada a causa mais frequente de perda de visão entre os 20 e os 70 anos e a sua prevalência nos países desenvolvidos varia entre 1 e 5%.

Os centros de saúde vão proceder a consultas e testes de rastreio, estando os beneficiários dispensados do pagamento da taxa moderadora.

O teste consiste na realização de uma fotografia aos olhos da criança, feita com uma tecnologia inovadora, rápida e indolor, que permite identificar fatores de risco para a ambliopia. A imagem é enviada para o centro de leitura do Instituto de Oftalmologia Dr. Gama Pinto, onde será analisado por um oftalmologista.

Se os testes realizados não apresentarem alterações de visão, a criança regressa à lista de rastreios e volta a ser convocada para um novo exame aos quatro anos. Se o oftalmologista detetar alterações, a criança será chamada para uma consulta de oftalmologia no hospital, onde será avaliada, feito o diagnóstico e, caso necessário, o tratamento.

O ACES Oeste Norte integra os centros de saúde de Alcobaça, Nazaré, Caldas da Rainha, Óbidos, Peniche e Bombarral, no distrito de Leiria, o ACES Oeste Sul os centros de saúde da Lourinhã, Cadaval, Torres Vedras, Sobral de Monte Agraço e Mafra, no distrito de Lisboa.

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Número de rastreios oncológicos ficou abaixo das metas em 2017 https://saudeonline.pt/numero-de-rastreios-oncologicos-ficaram-abaixo-das-metas-em-2017-2/ https://saudeonline.pt/numero-de-rastreios-oncologicos-ficaram-abaixo-das-metas-em-2017-2/#respond Mon, 22 Oct 2018 13:45:09 +0000 https://saudeonline.pt/?p=61662 Rastreio ao cancro do cólon e do reto continua a ter uma adesão muito baixa na maior parte do país. Maioria dos rastreios está ainda limitada geograficamente

O conteúdo Número de rastreios oncológicos ficou abaixo das metas em 2017 aparece primeiro em Saúde Online.

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A maior parte das metas definidas por várias Administrações Regionais de Saúde (ARS) para 2017 no que diz respeito a rastreios oncológicos da mama, do cólo do útero e reto não foram alcançadas, segundo a edição desta segunda-feira do jornal Público. A explicar estes resultados aquém do estabelecido estão fatores como a não convocatória dos doentes por parte dos médicos, a adaptação a novos equipamentos, as alterações do tipo de teste ou a falta de adesão dos próprios utentes aos rastreios.

O jornal consultou todos os relatórios anuais das ARS relativos a 2017 que estão disponíveis nos respectivos sites, à exceção da ARS-Norte, que ainda não publicou o relatório. Na região de Lisboa e Vale do Tejo, a taxa de adesão ao rastreio do cancro da mama ficou-se pelos 60%, segundo o relatório, que não especifica se foi ou não atingida a meta proposta. Este rastreio destina-se às mulheres entre os 50 e os 69 anos.

Das 30.427 mulheres que aceitaram submeter-se ao rastreio (de um universo de 50 mil que foram convidadas a fazê-lo), 131 “foram encaminhadas para tratamento oncológico com aferição positiva”. Contudo, a taxa de cobertura geográfica foi de apenas 27%. A ARS de Lisboa ressalva que o alargamento deste rastreio a toda a região acontecerá a partir do próximo ano. Quanto aos rastreios do cancro do colo do útero e do cólon e recto, a ARS diz que as metas foram atingidas no ano passado (embora, estas só digam respeito aos número de centros de saúde com rastreio implementado).

 

Baixa adesão ao rastreio do cancro do cólon e do reto

 

No Algarve, no caso do cancro da mama a adesão ao rastreio foi de 57% da “população elegível”, abaixo dos 64% previstos. A adesão abaixo do esperado deve-se, sobretudo, às dificuldade em convocar as mulheres através de correio eletrónico mas também, segundo a ARS-Algarve, às condições climáticas e ao facto de muitas mulheres indicarem que “realizaram mamografia há pouco tempo”.

No rastreio do cancro do colo do útero a meta era de 22%, mas a adesão ficou nos 12%. Neste caso, a ARS admite que a baixa adesão prende-se com o facto de os médicos “não estarem a convocar as suas utentes”, a que soma o problema de muitos utentes não terem sequer médico de família atribuído. Já o rastreio ao cancro do cólon e do reto está mais atrasado nesta região: o projeto-piloto arrancou apenas em julho de 2017 com dois centros de saúde mas só no final do ano passado começaram a ser realizadas colonoscopias no hospital. Entre setembro de 2017 e julho deste ano foram feitos de três mil testes – dos quais 95 positivos.

Na região Centro, o rastreio ao cancro do cólon e do reto foi também o mais complicado. A meta proposta de doentes com rastreio efetuado já era baixa (7%) mas nem assim foi atingida. Fizeram exames apenas 9670 pessoas num universo de mais de 280 mil, o que corresponde a uma cobertura de pouco mais de 3%.

Quase alcançada foi a meta de cobertura para o cancro do cólo do útero. O objetivo era de 52%, sendo que entre 2015 e 2017 foram rastreadas 50% das mulheres elegíveis. No ano passado, o relatório da ARS-Centro admite que a percentagem de cobertura piorou. No caso do cancro da mama, o objetivo era rastrear 65% das mulheres e até foi ultrapassado (68%).

A região do Alentejo é uma exceção no alcance do rastreio do cancro do cólon e reto. Apesar de a meta não ter sido atingida, mais de 52% dos utentes elegíveis foram rastreados (25 destes utentes foram encaminhados para consulta hospitalar na sequência de um resultado positivo). No caso do cancro da mama, 60,4% das mulheres fizeram o teste, sendo que o objetivo estava dois pontos percentuais acima.

Só no rastreio do cancro do colo do útero a meta de 75% de adesão foi atingida. Em 2017 foram rastreadas 12.671 mulheres, o que representou “76,5% do total das mulheres convocadas”.

Ao Público, o coordenador do Programa Nacional das Doenças Oncológicas, Nuno Miranda, reconhece que as metas nacionais ficaram “um pouco aquém” do esperado para o último ano. “Havia necessidade de ter uma plataforma única nacional que permitisse suportar os rastreios. Foi preciso uniformizar os programas e isso foi um trabalho mais moroso do que parecia inicialmente”, explicou. Mas garante que, apesar dos problemas, “as dificuldades logísticas ficarão ultrapassadas entre este ano e o próximo”, sendo que o objetivo é ter, em 2020, cobertura total nos três tipos de rastreio.

Saúde Online

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Número de rastreios oncológicos ficou abaixo das metas em 2017 https://saudeonline.pt/numero-de-rastreios-oncologicos-ficaram-abaixo-das-metas-em-2017/ https://saudeonline.pt/numero-de-rastreios-oncologicos-ficaram-abaixo-das-metas-em-2017/#respond Mon, 22 Oct 2018 10:37:40 +0000 https://saudeonline.pt/?p=61602 Rastreio ao cancro do cólon e do reto continua a ter uma adesão muito baixa na maior parte do país. Maioria dos rastreios está ainda limitada geograficamente

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A maior parte das metas definidas por várias Administrações Regionais de Saúde (ARS) para 2017 no que diz respeito a rastreios oncológicos da mama, do cólo do útero e reto não foram alcançadas, segundo a edição desta segunda-feira do jornal Público. A explicar estes resultados aquém do estabelecido estão fatores como a não convocatória dos doentes por parte dos médicos, a adaptação a novos equipamentos, as alterações do tipo de teste ou a falta de adesão dos próprios utentes aos rastreios.

O jornal consultou todos os relatórios anuais das ARS relativos a 2017 que estão disponíveis nos respectivos sites, à exceção da ARS-Norte, que ainda não publicou o relatório. Na região de Lisboa e Vale do Tejo, a taxa de adesão ao rastreio do cancro da mama ficou-se pelos 60%, segundo o relatório, que não especifica se foi ou não atingida a meta proposta. Este rastreio destina-se às mulheres entre os 50 e os 69 anos.

Das 30.427 mulheres que aceitaram submeter-se ao rastreio (de um universo de 50 mil que foram convidadas a fazê-lo), 131 “foram encaminhadas para tratamento oncológico com aferição positiva”. Contudo, a taxa de cobertura geográfica foi de apenas 27%. A ARS de Lisboa ressalva que o alargamento deste rastreio a toda a região acontecerá a partir do próximo ano. Quanto aos rastreios do cancro do colo do útero e do cólon e recto, a ARS diz que as metas foram atingidas no ano passado (embora, estas só digam respeito aos número de centros de saúde com rastreio implementado).

 

Baixa adesão ao rastreio do cancro do cólon e do reto

 

No Algarve, no caso do cancro da mama a adesão ao rastreio foi de 57% da “população elegível”, abaixo dos 64% previstos. A adesão abaixo do esperado deve-se, sobretudo, às dificuldade em convocar as mulheres através de correio eletrónico mas também, segundo a ARS-Algarve, às condições climáticas e ao facto de muitas mulheres indicarem que “realizaram mamografia há pouco tempo”.

No rastreio do cancro do colo do útero a meta era de 22%, mas a adesão ficou nos 12%. Neste caso, a ARS admite que a baixa adesão prende-se com o facto de os médicos “não estarem a convocar as suas utentes”, a que soma o problema de muitos utentes não terem sequer médico de família atribuído. Já o rastreio ao cancro do cólon e do reto está mais atrasado nesta região: o projeto-piloto arrancou apenas em julho de 2017 com dois centros de saúde mas só no final do ano passado começaram a ser realizadas colonoscopias no hospital. Entre setembro de 2017 e julho deste ano foram feitos de três mil testes – dos quais 95 positivos.

Na região Centro, o rastreio ao cancro do cólon e do reto foi também o mais complicado. A meta proposta de doentes com rastreio efetuado já era baixa (7%) mas nem assim foi atingida. Fizeram exames apenas 9670 pessoas num universo de mais de 280 mil, o que corresponde a uma cobertura de pouco mais de 3%.

Quase alcançada foi a meta de cobertura para o cancro do cólo do útero. O objetivo era de 52%, sendo que entre 2015 e 2017 foram rastreadas 50% das mulheres elegíveis. No ano passado, o relatório da ARS-Centro admite que a percentagem de cobertura piorou. No caso do cancro da mama, o objetivo era rastrear 65% das mulheres e até foi ultrapassado (68%).

A região do Alentejo é uma exceção no alcance do rastreio do cancro do cólon e reto. Apesar de a meta não ter sido atingida, mais de 52% dos utentes elegíveis foram rastreados (25 destes utentes foram encaminhados para consulta hospitalar na sequência de um resultado positivo). No caso do cancro da mama, 60,4% das mulheres fizeram o teste, sendo que o objetivo estava dois pontos percentuais acima.

Só no rastreio do cancro do colo do útero a meta de 75% de adesão foi atingida. Em 2017 foram rastreadas 12.671 mulheres, o que representou “76,5% do total das mulheres convocadas”.

Ao Público, o coordenador do Programa Nacional das Doenças Oncológicas, Nuno Miranda, reconhece que as metas nacionais ficaram “um pouco aquém” do esperado para o último ano. “Havia necessidade de ter uma plataforma única nacional que permitisse suportar os rastreios. Foi preciso uniformizar os programas e isso foi um trabalho mais moroso do que parecia inicialmente”, explicou. Mas garante que, apesar dos problemas, “as dificuldades logísticas ficarão ultrapassadas entre este ano e o próximo”, sendo que o objetivo é ter, em 2020, cobertura total nos três tipos de rastreio.

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Rastreio no Porto pretende sensibilizar população para cuidados com a voz https://saudeonline.pt/rastreio-no-porto-pretende-sensibilizar-populacao-para-cuidados-com-a-voz/ https://saudeonline.pt/rastreio-no-porto-pretende-sensibilizar-populacao-para-cuidados-com-a-voz/#respond Wed, 17 Oct 2018 09:11:31 +0000 https://saudeonline.pt/?p=61386 O Rastreio Nacional da Voz Artística vai realizar-se, a partir de quinta-feira, no Porto, com o objetivo de “sensibilizar os artistas para os cuidados e importância da voz”, revelou o vice-presidente da GDA - Gestão dos Direitos dos Artistas.

O conteúdo Rastreio no Porto pretende sensibilizar população para cuidados com a voz aparece primeiro em Saúde Online.

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Em declarações à Lusa, Luís Sampaio explicou que o rastreio, que passa nos dias 18, 19 e 20 de outubro pela Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados da Carvalhosa, no Porto, apesar de ser “dirigido à comunidade artística” é também “aberto a toda a população e aos restantes profissionais que usam a voz como instrumento de trabalho”.

“A voz é o instrumento principal para muitos de nós, portanto, este rastreio é também importante para uma parte significativa da nossa população. Por isso, pareceu-nos útil aderi-lo à comunidade e daí, ser um dia aberto também à população em geral”, salientou.

Com o propósito de dar a “possibilidade aos artistas de terem acesso aos cuidados de saúde específicos e diferenciados”, o rastreio, que conta com o apoio do Ministério da Saúde e da Unidade de Voz do Hospital Egas Moniz – Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental, permite “detetar precocemente doenças do aparelho vocal”, assim como “encaminhar os profissionais para especialistas que os ajudem a proteger a voz”.

“Infelizmente, não temos muito cuidado com a voz porque também não estamos atentos aos cuidados que devemos de ter, e este rastreio tem também esse objetivo, chamar à atenção e sensibilizar para a sua importância”, frisou.

Para Luís Sampaio, o rastreio é “igualmente importante para fumadores”, visto que permite fazer “a deteção atempada” e possibilita uma “intervenção com sucesso” de problemas, como o cancro da laringe. “Já tivemos casos neste rasteiro que tiveram a triste notícia de que tinham cancro, contudo, acaba por ser uma boa noticia, porque se não tivessem feito o rastreio, este problema poderia vir a ser fatal”, contou.

O Rastreio Nacional da Voz Artística começou a realizar-se em 16 de abril de 2017 e, desde então, já passou pelas unidades de saúde primários do distrito de Vila Real, Bragança, Beja, Portalegre, Faro, Évora, Setúbal, Santarém, Leiria e Viana do Castelo, tendo deixado, segundo o vice-presidente da GDA, “um rasto de sensibilização junto dos profissionais e responsáveis de saúde”.

“Em média, pelos distritos que passamos, conseguimos fazer 70 exames e tivemos diferentes tipos de resultados, desde artistas que ficaram a conhecer melhor o seu aparelho vocal, a pessoas que detetaram anomalias, mas que conseguiram corrigir atempadamente os problemas que tinham. Por isso, é fundamental promovermos a cultura da voz, visto que é uma marca única e que é aquilo que nos distingue e faz parte da nossa personalidade”, acrescentou Luís Sampaio.

LUSA

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Madeira quer rastrear 100% dos grupos de risco dos cancros do colo do útero e colo retal https://saudeonline.pt/madeira-quer-rastrear-100-dos-grupos-de-risco-dos-cancros-do-colo-do-utero-e-colo-retal-2/ https://saudeonline.pt/madeira-quer-rastrear-100-dos-grupos-de-risco-dos-cancros-do-colo-do-utero-e-colo-retal-2/#respond Mon, 27 Aug 2018 14:47:51 +0000 https://saudeonline.pt/?p=59133 Por ano são detetados na Madeira 100 novos casos de cancro da mama, 80% dos quais com resultados positivos devido à sua deteção precoce

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O Governo Regional da Madeira quer, em 2019, rastrear 100% dos grupos de risco dos cancros do colo do útero e colo retal, anunciou hoje o secretário regional da Saúde, Pedro Ramos.

O governante falava durante a visita que realizou à Unidade Móvel do Rastreio do Cancro da Mama, junto ao Centro de Saúde de Machico, facultando um diagnóstico gratuito a cerca de 4.151 mulheres.

“O rastreio do colo do útero e do colo retal, onde temos já um rastreio oportunista de cerca de 60% dos casos, será organizado e, estes, e o do cancro da mama e da retinopatia diabética [já cobertos em 100%] irão ficar concentrados no Centro de Rastreio da Região Autónoma da Madeira que será uma realidade a partir de 2019”, disse Pedro Ramos.

Por ano são detetados na Madeira 100 novos casos de cancro da mama, 80% dos quais com resultados positivos devido à sua deteção precoce.

A população feminina, com idade compreendida entre os 45 e os 69 anos, residente no concelho de Machico, será convocada para o rastreio.

Num primeiro momento, o rastreio será dirigido às mulheres residentes nas freguesias de Santo António da Serra e Santa Cruz, seguindo-se Machico, Água de Pena, Caniçal e, por fim, Porto da Cruz.

As autoridades de saúde aconselham, no caso do cancro do colo do útero, o rastreio, de três em três anos, a mulheres entre os 25 e os 60 anos, se já tiverem iniciado a vida sexual.

No cancro do colo retal, as orientações são para que seja feito o rastreio, de dois em dois anos, a mulheres e homens entre os 50 e os 70 anos.

LUSA

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