Prof. Dr. José Alves - Saúde Online https://saudeonline.pt/tag/prof-dr-jose-alves/ Notícias sobre saúde Thu, 15 Oct 2020 13:59:13 +0000 pt-PT hourly 1 https://saudeonline.pt/wp-content/uploads/2018/12/cropped-indentity-32x32.png Prof. Dr. José Alves - Saúde Online https://saudeonline.pt/tag/prof-dr-jose-alves/ 32 32 “A Pneumonia mata. Leve-a a sério e vacine-se” https://evacinas.pt/adulto/a-pneumonia-mata-leve-a-a-serio-e-vacine-se/ https://evacinas.pt/adulto/a-pneumonia-mata-leve-a-a-serio-e-vacine-se/#respond Thu, 15 Oct 2020 11:58:55 +0000 https://saudeonline.pt/?p=99221 Em Portugal, todos os dias morrem 16 pessoas vítimas de pneumonia, o que equivale a 5% de todas as mortes do país, refere o Prof. Dr. José Alves, médico pneumologista e presidente da Fundação Portuguesa do Pulmão.

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De modo a sensibilizar a população para a vacinação contra a pneumonia, o Movimento dos Doentes pela Vacinação (MOVA) lançou a campanha “Leva-me a Sério”, que tem como protagonista o humorista Herman José.

Para o MOVA, é tempo de levar a pneumonia a sério e apostar, de uma vez por todas, na prevenção. A campanha “Leva-me a Sério” tem como objetivo sensibilizar a população para a importância da vacinação antipneumocócica, em particular, em quem pertence aos grupos de risco. É o caso dos idosos e de pessoas com doenças crónicas como diabetes, asma, doença pulmonar obstrutiva crónica, outras doenças respiratórias crónicas, doença cardíaca, doença hepática crónica, bem como doentes oncológicos, portadores de VIH e doentes renais. Com Herman José a dar a cara pela campanha, durante dois meses, a população será sensibilizada através de mensagens gerais, transversais a todos, e através de mensagens especiais, dedicadas a diferentes grupos de risco.

A vacinação antipneumocócica é recomendada a todos os adultos pertencentes a grupos de risco, pela Direção-Geral da Saúde, desde 2015. Para estes, a vacinação é indispensável, uma vez que “a pneumonia é mais frequente, mais grave e potencialmente fatal”, explica o Prof. Dr. José Alves, médico pneumologista e presidente da Fundação Portuguesa do Pulmão.

“Convém lembrar que, em Portugal, todos os dias morrem 16 pessoas com pneumonia, o que equivale a cerca de 5% de todas as mortes do nosso país”, frisa o pneumologista.

Para além da mortalidade, “há que ter em conta também a morbilidade e o agravamento de patologias anteriores”, sublinha, dando como exemplo os doentes com doença pulmonar obstrutiva crónica. Como a função respiratória destes doentes se vai deteriorando, podendo “levar à insuficiência respiratória, com necessidade de oxigénio suplementar de forma aguda e crónica”, a vacinação tem um papel muito importante. “Não fazer a vacina significa correr estes riscos voluntariamente e, diga-se, desnecessariamente”, afirma o especialista.

De acordo com dados disponíveis no site do MOVA, nove em cada 10 adultos com mais de 50 anos não estão vacinados contra a pneumonia e por isso é imperativo sensibilizar a população. “Efetuar a vacinação significa diminuir a mortalidade e o risco de morte, diminuir a morbilidade e diminuir os custos pessoais e de saúde pública”, diz o Prof. Dr. José Alves.

Para o pneumologista, não vacinar os adultos, em especial quem pertence aos grupos de risco, “significa aumentar o risco de morte a nível individual e a mortalidade a nível coletivo. Dizer não significa aumentar o sofrimento individual e os custos relacionados com a morbilidade, a nível coletivo”.

Não vacinar, nos dias que correm, significa também “ajudar o SARS-CoV-2”. Como alerta o médico, este ato pode levar ao aumento da procura de cuidados médicos“dificultando a resposta dos nossos serviços de saúde”.

Nesse sentido, o Prof. Dr. José Alves deixa o apelo, que resume a essência da campanha deste ano do MOVA – se pertence aos grupos de risco ou tem mais de 65 anos vacine-se.

AR/SO

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DPOC afeta 800 mil portugueses. Só 15% sabe que tem a doença https://saudeonline.pt/dpoc-afeta-800-mil-portugueses-so-15-sabe-que-tem-a-doenca/ https://saudeonline.pt/dpoc-afeta-800-mil-portugueses-so-15-sabe-que-tem-a-doenca/#respond Tue, 19 Nov 2019 11:09:48 +0000 https://saudeonline.pt/?p=81018 Hoje, o Centro Comercial Amoreiras recebe uma exposição de sensibilização para o peso social da doença e uma ação de rastreio, através da realização de espirometrias.

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No âmbito do Dia Mundial da Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC), que se assinala a 20 de novembro, a iniciativa “Viver com DPOC” alerta para o impacto desta doença respiratória na vida das pessoas, reforçando a importância da prevenção e do diagnóstico precoce.

“Viver com DPOC” é uma iniciativa promovida pela Sociedade Portuguesa de Pneumologia, Fundação Portuguesa do Pulmão e Respira – Associação Portuguesa de Pessoas com DPOC e outras Doenças Respiratórias Crónicas, com o apoio da GSK – GlaxoSmithKline.

A ação visa dar a conhecer ao público em geral o que é a DPOC, atualmente considerada a terceira causa de morte no mundo, alertar para os sintomas e fatores de risco, bem como para o peso que a patologia tem no dia a dia dos doentes.

A ação vai estar a decorrer entre as 13h e as 18h, no Piso 1 junto à Praça Central. Manuel Marques, Ana Martins, Joana Câncio, Isabel Medina, Mariana Alvim, entre outras figuras públicas que vão passar pelo Centro Comercial Amoreiras, vão ter a oportunidade para saber mais sobre esta doença e avaliar a saúde dos seus pulmões.

É muito importante alertar a sociedade para a DPOC e sublinhar a importância do rápido diagnóstico, pois é comum os doentes desvalorizarem os sintomas – dispneia (falta de ar), tosse, pieira e expetoração – considerando-os consequência normal do avanço da idade ou do tabagismo”, destaca António Morais, presidente da Sociedade Portuguesa de Pneumologia (SPP).

José Alves, presidente da Fundação Portuguesa do Pulmão (FPP), reforça: “A DPOC é uma patologia respiratória crónica que afeta cerca de 800 mil portugueses, mas uma grande parte deles não sabe que tem a doença, uma vez que há um grande número de casos por diagnosticar. Assim, todos os fumadores devem fazer uma espirometria o mais cedo possível, não devendo esperar pelos 40 anos. Fazer uma espirometria ajuda a detetar precocemente esta e outras doenças respiratórias”.

A DPOC é uma doença progressiva, que diminui o fluxo de oxigénio aos pulmões, sendo muito comum nos fumadores e ex-fumadores. Tem um grande impacto no dia a dia dos doentes, seja do ponto de vista pessoal, social e profissional”, sublinha Isabel Saraiva, vice-presidente da Respira.

Quase 30% dos doentes com DPOC têm exacerbações frequentes, sendo que cerca de um em cada cinco doentes que têm uma exacerbação, ou agravamento do seu estado de saúde, necessita de hospitalização. Na Europa, a DPOC representa 50% da despesa na área respiratória, com custos anuais em saúde e perda de produtividade que rondam os 141,4 mil milhões de euros.

Em Portugal, a DPOC, no ano de 2016, foi responsável por 2791 óbitos, segundo o relatório de 2018 do Observatório Nacional das Doenças Respiratórias (ONDR). Apesar de as estatísticas indicarem que cerca de 800 mil portugueses com mais de 40 anos tenham esta doença, em 2016 apenas 131.632 pessoas estavam referenciadas nos Centros de Saúde como tendo DPOC e, dessas, apenas 32,3% tinham o diagnóstico confirmado por espirometria, de acordo com o ONDR.

Apesar de geralmente ser progressiva, esta doença crónica tem tratamento e o seu diagnóstico precoce é essencial para que o doente consiga ter a melhor qualidade de vida possível.

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