Polémica - Saúde Online https://saudeonline.pt/tag/polemica/ Notícias sobre saúde Tue, 25 Aug 2020 09:46:33 +0000 pt-PT hourly 1 https://saudeonline.pt/wp-content/uploads/2018/12/cropped-indentity-32x32.png Polémica - Saúde Online https://saudeonline.pt/tag/polemica/ 32 32 Fórum Médico repudia “tentativas de denegrir a imagem dos médicos” https://saudeonline.pt/forum-medico-repudia-tentativas-de-denegrir-a-imagem-dos-medicos/ https://saudeonline.pt/forum-medico-repudia-tentativas-de-denegrir-a-imagem-dos-medicos/#respond Tue, 25 Aug 2020 09:29:39 +0000 https://saudeonline.pt/?p=97057 Fórum que reúne várias associações e sindicatos médicos acusa o primeiro ministro de "faltar à verdade" e "recusa alimentar confrontos que não servem os doentes".

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O Fórum Médico, que congrega todas as plataformas representativas dos médicos, manifestou o seu repúdio pelas críticas que têm sido feitas aos profissionais acerca da atuação no surto de covid-19 no lar de idosos de Reguengos.

Na sequência de uma reunião de urgência, convocada pelo bastonário da Ordem dos Médicos (OM), Miguel Guimarães, devido à troca de acusações sobre este caso nos últimos dias, o Fórum Médico emitiu um comunicado no qual expressou ainda “solidariedade e agradecimento aos médicos de família e de saúde pública do Alentejo” que prestaram cuidados aos utentes do Lar da Fundação Maria Inácia Vogado Perdigão Silva (FMIVPS).

“[O Fórum Médico] repudia todas as tentativas de denegrir a imagem dos médicos, ainda mais quando as afirmações faltam à verdade sobre os acontecimentos, e recusa alimentar confrontos que não servem os doentes, desviam as atenções dos problemas e atrasam os investimentos e reformas de que o Serviço Nacional de Saúde efetivamente precisa com urgência”, pode ler-se no documento enviado às redações.

Sublinhando as “circunstâncias extraordinariamente difíceis” colocadas aos médicos envolvidos no combate ao surto nesta instituição, que fez 18 mortos, a mensagem do Fórum Médico realçou também a “qualidade, diferenciação e humanismo” na resposta dos profissionais desde o início da pandemia e reservou uma eventual nova tomada de posição após a reunião de terça-feira entre o primeiro-ministro, António Costa, e o bastonário da OM.

“[O Fórum Médico] respeitará as instituições e aguardará pelo final do encontro para uma pronúncia mais detalhada, o que não retira que o Primeiro-Ministro reafirme a sua total confiança, solidariedade e respeito por todos os médicos portugueses e, em especial, nesta fase da pandemia, pelos que estão na linha da frente, seja a nível dos hospitais, centros de saúde, saúde pública, medicina do trabalho e lares”, refere-se na nota divulgada.

Entre os membros do Fórum Médico encontram-se: Ordem dos Médicos, Associação Nacional dos Médicos de Saúde Pública, Federação Nacional dos Médicos, Sindicato Independente dos Médicos, Associação dos Médicos Portugueses da Indústria Farmacêutica, Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar, Federação Portuguesa das Sociedades Científicas Médicas, Associação Portuguesa dos Médicos de Carreira Hospitalar e Associação Nacional de Estudantes de Medicina (observador convidado).

A Ordem dos Médicos (OM) já solicitara, com caráter de urgência, uma audiência ao primeiro-ministro, que se vai realizar hoje, e considerara ofensivas as declarações de António Costa numa conversa privada com jornalistas do jornal Expresso.

Em causa está um vídeo que circula nas redes sociais, no qual António Costa mantém uma conversa privada com jornalistas alegadamente chamando “cobardes” aos médicos envolvidos no caso do surto de covid-19 em Reguengos de Monsaraz.

SO/LUSA

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Médicos solidários com diretora do ACES do Alentejo Central que se demitiu https://saudeonline.pt/medicos-solidarios-com-diretora-do-aces-do-alentejo-central-que-se-demitiu/ https://saudeonline.pt/medicos-solidarios-com-diretora-do-aces-do-alentejo-central-que-se-demitiu/#respond Wed, 08 Jul 2020 09:21:33 +0000 https://saudeonline.pt/?p=94606 O Sindicato dos Médicos solidariza-se com a diretora deste Agrupamento de Centros de Saúde e considera que a saída decorre de “medidas arbitrárias” tomadas pela ARS.

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ACES

Em comunicado, o sindicato diz que a saída dos responsáveis pelo ACES Alentejo surgiu na sequência de “medidas arbitrárias tomadas pela ARS (Administração Regional de Saúde) do Alentejo relativamente ao surto de Covid-19 numa Estrutura Residencial para Idosos de Reguengos de Monsaraz” e sublinha a “dignidade e coragem” da decisão.

“Desde logo o SMZ [Sindicato dos Médicos da Zona Sul] releva a dignidade e a coragem da tomada de posição dos responsáveis do ACES Alentejo Central, ao assumirem a sua recusa em pactuar com os métodos ilegítimos utilizados pela ARS do Alentejo, que constitui um exemplo fortemente contrastante com a prática a que as administrações politicamente nomeadas nos têm habituado”, refere o sindicato.

A estrutura sindical acrescenta também que “esta atitude vem confirmar as denúncias do SMZS quanto à ilicitude da mobilização forçada de médicos para trabalhar numa instituição e concelho diferentes daqueles em que estão colocados e contratados e confirma a gestão casuística e sem critério dos recursos humanos disponíveis em tempo de pandemia”.

“É tempo de acabar com a desorganização e com os tiques de autoritarismo que julgávamos já não ter lugar na Saúde”, considera o SMZS, apelando para que sejam alterados os critérios de nomeação para os cargos de decisão em termos de gestão e planeamento da Saúde.

O sindicato pede ainda a substituição do conselho diretivo da ARS Alentejo, considerando que “não tem condições para continuar em funções”.

A demissão da diretora executiva do ACES Alentejo Central, Maria Laurência Gemito, foi conhecida na segunda-feira quando a responsável revelou que tinha abandonado o cargo, alegando que ia voltar a lecionar na Universidade de Évora.

Esta saída acontece numa altura em que Reguengos de Monsaraz (Évora), um dos concelhos pertencentes ao ACES Alentejo Central, regista o maior surto de covid-19 no Alentejo, com pelo menos 14 óbitos e 136 casos ativos.

Depois de a ARS do Alentejo ter confirmado a suspensão das férias, até à próxima sexta-feira, de todos os médicos, enfermeiros e outros prestadores de cuidados primários do distrito de Évora devido a este surto da doença, o Sindicato Independente dos Médicos (SIM) exigiu a revogação imediata da medida.

A presidente da sub-região de Évora da Ordem dos Médicos considerou “abusiva” e sem “suporte legal” a decisão da ARS de destacar médicos deste ACES para o lar de Reguengos de Monsaraz e o SMZS denunciou no domingo o que disse ser, por parte da ARS, uma “mobilização forçada de médicos” do ACES do Alentejo Central, do Hospital do Espírito Santo de Évora e da Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano.

SO/LUSA

 

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SIM denuncia “desnorte” nos Hospitais de Coimbra https://saudeonline.pt/sim-denuncia-desnorte-nos-hospitais-de-coimbra/ https://saudeonline.pt/sim-denuncia-desnorte-nos-hospitais-de-coimbra/#respond Fri, 12 Jun 2020 09:47:45 +0000 https://saudeonline.pt/?p=92428 O SIM denunciou o "completo desnorte" na gestão do CHUC, dando como exemplo a redução de camas e encerramento de serviços no hospital dos Covões

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sim desnorte

O Sindicato (SIM-Centro) garante que, desde a fusão de hospitais de 2011, que conduziu à criação do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), “não se vislumbra um qualquer projeto estratégico que ajude a projetar a instituição, mas também a garantir uma melhor prestação de cuidados à população da Região Centro e da cidade de Coimbra”.

O CHUC serve uma população superior a 2.2 milhões de utentes, sendo constituído por “dois hospitais de adultos” (polo HUC e polo Hospital Geral dos Covões), um Hospital Pediátrico e duas maternidades (Maternidade Daniel de Matos e Maternidade Bissaya Barreto).

Desde a fusão que se tem vindo a observar o encerramento progressivo de Serviços e redução do número de camas ativas no polo HG-Covões. Foram encerradas neste período mais de 200 camas e encerrados vários Serviços a exemplo, Neurologia, Neurocirurgia, Infeto-Contagiosas, Gastrenterologia, Urologia e mais recentemente as enfermarias de Pneumologia e de Cardiologia”, denuncia o Sindicato.

 

Denúncia surge numa altura em que está a ser discutido o encerramento do serviço de urgência dos Covões

 

Esta possibilidade foi muito contestada por diversos setores. Na quinta-feira, com o apoio da Ordem dos Médicos, milhares de pessoas formaram um cordão humano à porta do Hospital para protestar contra o encerramento das Urgências.

O presidente do CHUC, Fernando Regateiro, realçou, no dia 24 de maio, a importância dos Covões para acolher “funções assistenciais relevantes” e negou o seu alegado esvaziamento, mas não conseguiu travar os protestos.

“Não há qualquer intenção” de deixar de utilizar o Hospital dos Covões para nele “localizar funções assistenciais relevantes, à luz da resposta global que o CHUC tem o dever de organizar para a procura atualmente registada e que preveja para o futuro”, assegurou então Fernando Regateiro, reagindo a um comunicado do PS de Coimbra, que pedia ao Governo uma tomada de uma posição pública sobre o futuro dos Covões, de maneira a evitar o “desmantelamento silencioso” deste hospital.

A ministra da Saúde afirmou, entretanto, não ter conhecimento oficial da intenção do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) de vir a encerrar a Urgência do Hospital dos Covões e disse que qualquer decisão tem de ser técnica.

Para o SIM-Centro o “desnorte” está instalado, assistindo-se “a um progressivo aumento dos tempos de espera para a realização de Consultas, Meios Complementares de Diagnóstico e Intervenções Cirúrgicas, com descontentamento da população”

José Carlos Almeida, secretário regional do Sindicato, manifesta a “preocupação pelo estado da assistência médica na maior instituição de saúde da Região, bem como a sua solidariedade para todos aqueles, sejam profissionais ou população em geral que se manifestaram, de forma histórica, junto ao Hospital Geral dos Covões.

SO/LUSA

 

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Utentes e sindicatos hoje em vigília contra fecho da urgência pediátrica do Garcia de Orta https://saudeonline.pt/utentes-e-sindicatos-hoje-em-vigilia-contra-fecho-da-urgencia-pediatrica-do-garcia-de-orta/ https://saudeonline.pt/utentes-e-sindicatos-hoje-em-vigilia-contra-fecho-da-urgencia-pediatrica-do-garcia-de-orta/#respond Mon, 18 Nov 2019 09:04:57 +0000 https://saudeonline.pt/?p=80903 As comissões de utentes de Almada e Seixal, com o apoio dos sindicatos, vão concentrar-se hoje em vigília contra o encerramento da urgência pediátrica do Hospital Garcia de Orta, no distrito de Setúbal.

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demissao

Na quinta-feira, a ministra da Saúde, Marta Temido, confirmou que este serviço iria passar a encerrar todas as noites a partir de hoje, entre as 20:00 e as 08:00, o que levou a Comissão de Utentes de Saúde do Concelho do Seixal a marcar a vigília em frente à unidade, a partir das 20:00.

O membro José Lourenço, que falou à Lusa depois de uma reunião com a tutela, explicou que o protesto deve-se por não haver “evolução” quanto à falta de pediatras e porque não consideram suficiente a medida de alargamento do horário de duas unidades de saúde.

“Continua a não haver uma alternativa na Margem Sul para as urgências noturnas”, frisou José Lourenço, defendendo que o alargamento deveria ser “24 horas”.

Segundo o Ministério da Saúde, o horário das unidades de saúde da Amora, no Seixal, e da Rainha Dona Leonor, em Almada, vão passar a funcionar das 08:00 às 00:00, nos dias de semana, e das 10:00 às 22:00, no fim de semana.

A este protesto juntou-se a Comissão de Utentes do Concelho de Almada e a União de Sindicatos de Setúbal, que se afirma “solidária com os utentes e profissionais de saúde que lutam pelo funcionamento da urgência”.

Em comunicado, os sindicatos defenderam que o Governo “tem de tomar medidas urgentes para a contratação de mais profissionais para a urgência pediátrica”.

A falta de especialistas afeta o hospital há mais de um ano, quando saíram 13 profissionais, e, segundo o Sindicato dos Médicos da Zona Sul, nem o lançamento de concursos foi suficiente para colmatar a carência porque “ninguém concorreu”.

Devido à falta de especialistas, a urgência pediátrica daquela unidade hospitalar de Almada tem encerrado todos os fins de semana, nas últimas semanas, entre o final de sexta-feira e a manhã de segunda-feira.

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Hospital de Chaves acusado de negligência pela morte de mulher de 43 anos https://saudeonline.pt/hospital-de-chaves-acusado-de-negligencia-pela-morte-de-mulher-de-43-anos/ https://saudeonline.pt/hospital-de-chaves-acusado-de-negligencia-pela-morte-de-mulher-de-43-anos/#respond Tue, 29 Oct 2019 09:20:58 +0000 https://saudeonline.pt/?p=80067 A família de uma mulher de 43 anos que sofria de epilepsia e que morreu na quarta-feira no Hospital de Chaves acusa de negligência e abandono a instituição, que já anunciou a abertura de um processo.

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Após ter estado internada entre 18 e 21 de outubro, devido a uma crise de ataques epiléticos, Licínia Moreira, de 43 anos, de Couto do Ervededo, no concelho de Chaves, regressou às urgências do hospital do distrito de Vila Real no dia 21 e acabou por morrer dois dias depois, na quarta-feira.

“Quando regressou ao hospital na segunda-feira à noite, no mesmo dia em que teve alta, não foi internada, ficou nas urgências, num corredor toda a noite, e no dia seguinte já tinha a carta da alta para voltar para casa”, revelou à Lusa a irmã, Rosa de Sousa.

Perante a recusa da mãe de ambas, com quem Licínia Moreira vivia, em aceitar a alta da filha, por esta não estar ainda em condições, os responsáveis insistiram em dar alta mas, através da assistência social, a doente ficou internada, nas urgências, acrescenta.

“Ela quando tinha estes ataques ficava transformada, agressiva e não reconhecia ninguém, mas com o tratamento adequado, voltava sempre ao normal, pois ela fazia uma vida como outra pessoa qualquer”, garante a irmã.

Ainda durante o segundo internamento, a família queixa-se de que a doente não foi devidamente alimentada e não lhe foi dada a medicação para a sua doença.

“A minha mãe perguntou a um enfermeiro se lhe tinham dado de comer e a medicação para a epilepsia e a resposta foi que não”, revela Rosa de Sousa.

Quer durante o primeiro internamento quer durante o segundo, terá sido ainda pedido pela família que Licínia Moreira fosse transferida para o Hospital de Vila Real para ser vista por um neurologista, o que não se sucedeu.

“Na terça-feira, um médico recusou-se mesmo a vê-la por ela já ter alta e houve ainda um médico que disse à minha mãe que isto não era um hotel”, acrescentou Rosa de Sousa.

Na quarta-feira de manhã, quando a mãe de Licínia já se encontrava no hospital, soube da morte da filha.

Para a família, as circunstâncias da morte ainda não são claras, depois de terem apurado que, durante a manhã de quarta-feira, Licínia Moreira sentiu-se mal na casa-de-banho e morreu pouco depois, após as manobras de reanimação não terem resultado.

Sentindo que houve “negligência” por parte dos profissionais que a atenderam, e que se está a “encobrir algo”, Rosa de Sousa garante que irá avançar para uma queixa contra o hospital.

“Ela foi abandonada, não teve os tratamentos necessários e vamos até às últimas consequências para que nenhuma família tenha de sofrer com estas situações”, garantiu.

Contactada pela Lusa, a administração do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro, que tutela a unidade de saúde de Chaves, adiantou, em comunicado, que “determinou a abertura de um processo de averiguação interna para apuramento dos factos ocorridos”.

“O Conselho de Administração, desde já, lamenta o falecimento da utente em causa, endereçando as sentidas condolências à família”, acrescentou.

LUSA/SO

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ARSLVT garante não ter convenção com a Clínica Ecosado https://saudeonline.pt/arslvt-garante-nao-ter-convencao-com-a-clinica-ecosado/ https://saudeonline.pt/arslvt-garante-nao-ter-convencao-com-a-clinica-ecosado/#respond Tue, 29 Oct 2019 09:18:30 +0000 https://saudeonline.pt/?p=80063 A Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo esclareceu que não tem qualquer convenção com a clínica onde o obstetra Artur Carvalho fazia econgrafias.

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Em comunicado, a Administração Regional de Saúde “informa que, de acordo com o registo de entidades convencionadas com esta Administração, a Clínica Ecosado – Serviços de Ginecologia e Obstetrícia, Lda. não possui qualquer convenção com a ARSLVT” para a realização de exames.

A ARSLVT, responsável pela celebração de convenções com clínicas privadas para a realização de exames na sua área, sublinha que está “a acompanhar os esforços das diversas entidades na investigação deste caso concreto e a desenvolver as suas próprias diligências, dada a existência de indícios da prática de irregularidades”.

Nesse sentido, lembra que iniciou no passado dia 17 de outubro um processo de inquérito no âmbito das suas competências.

O Ministério Público abriu também um inquérito, no seguimento de uma queixa entretanto apresentada pela mãe do bebé Rodrigo.

A polémica que envolve o obstetra Artur Carvalho surgiu com a divulgação do caso de um bebé que nasceu com malformações graves que não foram detetadas em nenhuma das várias ecografias realizadas na EcoSado por aquele médico, caso noticiado pelo Correio da Manhã.

Artur Carvalho, que, entretanto, foi suspenso preventivamente pelo Conselho Disciplinar do Sul da Ordem dos Médicos, tem seis processos em curso neste órgão, e já em 2011 havia sido noticiada uma situação semelhante na Amadora, que motivou também a abertura de um processo disciplinar e uma queixa no Ministério Público, ambos arquivados.

O processo mais antigo ainda em aberto no Conselho Disciplinar relativo a este médico obstetra remonta a 2013.

LUSA/SO

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