Óscar Gaspar - Saúde Online https://saudeonline.pt/tag/oscar-gaspar/ Notícias sobre saúde Mon, 24 Mar 2025 11:28:41 +0000 pt-PT hourly 1 https://saudeonline.pt/wp-content/uploads/2018/12/cropped-indentity-32x32.png Óscar Gaspar - Saúde Online https://saudeonline.pt/tag/oscar-gaspar/ 32 32 Hospitais privados dizem que seria um erro não aproveitar parcerias na saúde https://saudeonline.pt/hospitais-privados-dizem-que-seria-um-erro-nao-aproveitar-parcerias-na-saude/ Fri, 21 Mar 2025 10:01:45 +0000 https://saudeonline.pt/?p=173478 O conteúdo <i class="iconlock fa fa-lock fa-1x" aria-hidden="true" style="color:#e82d43;"></i> Hospitais privados dizem que seria um erro não aproveitar parcerias na saúde aparece primeiro em Saúde Online.

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Ex-secretário de Estado eleito presidente da União Europeia de Hospitalização Privada https://saudeonline.pt/ex-secretario-de-estado-eleito-presidente-da-uniao-europeia-de-hospitalizacao-privada/ https://saudeonline.pt/ex-secretario-de-estado-eleito-presidente-da-uniao-europeia-de-hospitalizacao-privada/#respond Mon, 03 Feb 2025 11:18:13 +0000 https://saudeonline.pt/?p=167204 O presidente da Associação Portuguesa de Hospitalização Privada, Óscar Gaspar, foi eleito para a presidência de uma federação que reúne 16 países e representa mais de 6.000 hospitais e clínicas na Europa.

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A escolha do economista português e ex-secretário de Estado da Saúde para liderar a União Europeia de Hospitalização Privada ocorreu na assembleia geral eletiva da organização, em Paris, anunciou a associação portuguesa, em comunicado. “Óscar Gaspar substitui no cargo o médico francês Paul Garassus, que durante uma década liderou a UEHP e de quem o representante português foi vice-presidente, desde 2021”, segundo a mesma fonte.

O mandato à frente da UEHP é de dois anos, mantendo Óscar Gaspar as suas funções de presidente da Associação Portuguesa de Hospitalização Privada (APHP).

A federação das associações europeias de hospitalização privada foi constituída em 1991, em Roma, na sequência da fusão de duas associações representativas do setor, cujas origens remontam a 1937, com a missão de “promover a qualidade da prestação de cuidados de saúde, focada nos doentes” à escala europeia. Fazem parte da estrutura os seguintes países: Portugal, Espanha, França, Alemanha, Itália, Suíça, Áustria, Hungria, Roménia, Grécia, Irlanda, Polónia, Mónaco, Bulgária, Kosovo e Ucrânia.

É a segunda vez que um responsável português é escolhido para liderar a UEHP. Teófilo Leite, que era presidente do conselho de administração do Hospital Privado de Guimarães, liderou a APHP entre 2004 e 2013 e foi presidente da UEHP entre 2011 e 2013, da qual é presidente honorário desde 2014.

LUSA

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APHP retira queixa contra o Estado dando por resolvida questão de licenciamento https://saudeonline.pt/aphp-retira-queixa-contra-o-estado-dando-por-resolvida-questao-de-licenciamento/ Mon, 25 Mar 2024 09:09:06 +0000 https://saudeonline.pt/?p=156988 O conteúdo <i class="iconlock fa fa-lock fa-1x" aria-hidden="true" style="color:#e82d43;"></i> APHP retira queixa contra o Estado dando por resolvida questão de licenciamento aparece primeiro em Saúde Online.

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46.º Congresso Mundial dos Hospitais. “Lisboa será a capital mundial dos hospitais e todos os olhos estarão voltados para cá” https://saudeonline.pt/46-o-congresso-mundial-dos-hospitais-lisboa-sera-a-capital-mundial-dos-hospitais-e-todos-os-olhos-estarao-voltados-para-ca/ Mon, 23 Oct 2023 14:54:25 +0000 https://saudeonline.pt/?p=149994 O conteúdo <i class="iconlock fa fa-lock fa-1x" aria-hidden="true" style="color:#e82d43;"></i> 46.º Congresso Mundial dos Hospitais. “Lisboa será a capital mundial dos hospitais e todos os olhos estarão voltados para cá” aparece primeiro em Saúde Online.

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Privado e Público – que relação? https://saudeonline.pt/privado-e-publico-que-relacao-2/ https://saudeonline.pt/privado-e-publico-que-relacao-2/#respond Mon, 18 Sep 2023 09:05:18 +0000 https://saudeonline.pt/?p=148315 Óscar Gaspar, Presidente da Associação Portuguesa de Hospitalização Privada

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Este foi o tema que me deram e é com uma ideia clara que respondo: a relação entre o público e o privado será aquela que as partes quiserem e deve otimizar o interesse dos cidadãos. Pode parecer uma afirmação simples, mas convido a aprofundá-la.

Dizer que a relação será o que as partes quiserem recorda que uma solução eficaz e duradoura tem de ser equilibrada e corresponder à motivação dos intervenientes. Assim, o Estado deve contratar o que entende e em termos que defendam o interesse público e os privados devem aportar qualidade e eficiência. As regras devem ser transparentes e a relação madura ou então não perdurará.

Veja-se o que aconteceu com as PPP, com excelente desempenho financeiro para o erário público e muito boa resposta aos cidadãos, que praticamente acabaram. Diz a sabedoria popular que “mataram a galinha dos ovos de ouro” e os cidadãos é que sofrem. Note-se a questão das convenções e perceber-se-á que a ERS tem toda a razão quando alerta “para a importância de os preços fixados serem eficientes, no sentido de se promover, simultaneamente: i) aplicação eficiente dos recursos públicos, ii) atratividade suficiente para, tendo em conta as condições de mercado, os operadores privados quererem aderir às convenções, assim promovendo o acesso à saúde…” Quando tal não acontece, fica em causa a continuidade da prestação de cuidados de saúde e diagnósticos à generalidade da população.

Por outro lado, a relação deve otimizar o interesse do cidadão. Ao Estado compete cumprir o artigo 64º da Constituição, pugnar pela mais correta afetação dos dinheiros públicos e dar satisfação às necessidades dos portugueses em termos de acesso. Com o SNS, pois claro, um SNS mais capitalizado e eficiente e com todos aqueles que possam contribuir para robustecer o sistema e dar mais saúde aos portugueses.

Num excelente artigo recente[1], a Presidente do Conselho de Finanças Públicas reconhece a dimensão e o papel dos operadores privados e defende que “deverá ser clarificada e bem regulada a articulação entre o SNS e os demais setores, social e privado, com vista ao aproveitamento da capacidade instalada e das sinergias existentes…”

Quando há tantas necessidades nos cuidados de saúde primários, quando as listas de espera cirúrgicas e para consultas de especialidade hospitalar tanto penalizam e angustiam os portugueses e há uma rede de prestadores privados cada vez mais capilarizada, organizada e com cobertura nacional, afigura-se que seria lógico que todos pudéssemos tirar proveito do investimento realizado e das competências estabelecidas.

E repare-se que, mesmo quando não há relação entre o público e o privado, ainda assim o SNS beneficia da atividade dos privados. Em Portugal não temos dados globais sobre as poupanças geradas pelos seguros de saúde, mas em Espanha a Fundação IDIS concluiu que um cidadão coberto por um seguro de saúde poupa em média 599€ aos sistema de saúde quando faz uma utilização mista e até 1.674€ se recorre apenas aos prestadores privados.

Em conclusão: o debate público vs privados cada vez faz menos sentido e só tem criado problemas. Pergunte-se aos cidadãos, com as associações de doentes e, se necessário, recolha-se a informação de peritos estrangeiros. Não tenhamos medo de nenhum papão e encontraremos a melhor forma de garantir acesso dos portugueses aos cuidados de saúde.

 

[1] Cabral, Nazaré Costa “Serviço Nacional de Saúde: breves notas sobre problemas diagnosticados e algumas terapias” in Vozes pela Saúde, Oficina do Livro, ISCTE

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Privado e Público – que relação? https://saudeonline.pt/privado-e-publico-que-relacao/ https://saudeonline.pt/privado-e-publico-que-relacao/#respond Wed, 13 Sep 2023 15:02:54 +0000 https://saudeonline.pt/?p=148076 Presidente da Associação Portuguesa de Hospitalização Privada

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Este foi o tema que me deram e é com uma ideia clara que respondo: a relação entre o público e o privado será aquela que as partes quiserem e deve otimizar o interesse dos cidadãos. Pode parecer uma afirmação simples, mas convido a aprofundá-la.

Dizer que a relação será o que as partes quiserem recorda que uma solução eficaz e duradoura tem de ser equilibrada e corresponder à motivação dos intervenientes. Assim, o Estado deve contratar o que entende e em termos que defendam o interesse público e os privados devem aportar qualidade e eficiência. As regras devem ser transparentes e a relação madura ou então não perdurará.

Veja-se o que aconteceu com as PPP, com excelente desempenho financeiro para o erário público e muito boa resposta aos cidadãos, que praticamente acabaram. Diz a sabedoria popular que “mataram a galinha dos ovos de ouro” e os cidadãos é que sofrem. Note-se a questão das convenções e perceber-se-á que a ERS tem toda a razão quando alerta “para a importância de os preços fixados serem eficientes, no sentido de se promover, simultaneamente: i) aplicação eficiente dos recursos públicos, ii) atratividade suficiente para, tendo em conta as condições de mercado, os operadores privados quererem aderir às convenções, assim promovendo o acesso à saúde…” Quando tal não acontece, fica em causa a continuidade da prestação de cuidados de saúde e diagnósticos à generalidade da população.

Por outro lado, a relação deve otimizar o interesse do cidadão. Ao Estado compete cumprir o artigo 64º da Constituição, pugnar pela mais correta afetação dos dinheiros públicos e dar satisfação às necessidades dos portugueses em termos de acesso. Com o SNS, pois claro, um SNS mais capitalizado e eficiente e com todos aqueles que possam contribuir para robustecer o sistema e dar mais saúde aos portugueses.

Num excelente artigo recente[1], a Presidente do Conselho de Finanças Públicas reconhece a dimensão e o papel dos operadores privados e defende que “deverá ser clarificada e bem regulada a articulação entre o SNS e os demais setores, social e privado, com vista ao aproveitamento da capacidade instalada e das sinergias existentes…”

Quando há tantas necessidades nos cuidados de saúde primários, quando as listas de espera cirúrgicas e para consultas de especialidade hospitalar tanto penalizam e angustiam os portugueses e há uma rede de prestadores privados cada vez mais capilarizada, organizada e com cobertura nacional, afigura-se que seria lógico que todos pudéssemos tirar proveito do investimento realizado e das competências estabelecidas.

E repare-se que, mesmo quando não há relação entre o público e o privado, ainda assim o SNS beneficia da atividade dos privados. Em Portugal não temos dados globais sobre as poupanças geradas pelos seguros de saúde, mas em Espanha a Fundação IDIS concluiu que um cidadão coberto por um seguro de saúde poupa em média 599€ aos sistema de saúde quando faz uma utilização mista e até 1.674€ se recorre apenas aos prestadores privados.

Em conclusão: o debate público vs privados cada vez faz menos sentido e só tem criado problemas. Pergunte-se aos cidadãos, com as associações de doentes e, se necessário, recolha-se a informação de peritos estrangeiros. Não tenhamos medo de nenhum papão e encontraremos a melhor forma de garantir acesso dos portugueses aos cuidados de saúde.

 

[1] Cabral, Nazaré Costa “Serviço Nacional de Saúde: breves notas sobre problemas diagnosticados e algumas terapias” in Vozes pela Saúde, Oficina do Livro, ISCTE

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