Mário Morais de Almeida - Saúde Online https://saudeonline.pt/tag/mario-morais-de-almeida/ Notícias sobre saúde Thu, 20 Mar 2025 09:15:20 +0000 pt-PT hourly 1 https://saudeonline.pt/wp-content/uploads/2018/12/cropped-indentity-32x32.png Mário Morais de Almeida - Saúde Online https://saudeonline.pt/tag/mario-morais-de-almeida/ 32 32 Curso Técnica Inalatória https://saudeonline.pt/curso-tecnica-inalatoria/ https://saudeonline.pt/curso-tecnica-inalatoria/#respond Sat, 15 Feb 2025 11:00:46 +0000 https://saudeonline.pt/?p=171332 Imunoalergologista e cocoordenador do Allergy & Respiratory Summit, Mario Morais de Almeida refere que “a técnica inalatória é fundamental”. “Toda a equipa de saúde tem de saber e de estar capacitada para poder transmitir este conhecimento aos doentes”, afirma ao falar sobre o Curso Técnica Inalatória para enfermeiros e farmacêuticos.

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Tosse crónica: sintoma e/ou síndrome? https://saudeonline.pt/tosse-cronica-sintoma-e-ou-sindrome/ https://saudeonline.pt/tosse-cronica-sintoma-e-ou-sindrome/#respond Fri, 14 Feb 2025 11:20:22 +0000 https://saudeonline.pt/?p=171304 Mário Morais de Almeida, imunoalergologista e cocoordenador do Allergy & Respiratory Summit, diz que a tosse crónica é um grande desafio, uma vez que afeta 10% da população, nomeadamente adulta. Para o médico, trata-se de uma “causa de perturbação da qualidade de vida, de frustração, de ansiedade e de depressão”.

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“Nesta 2.ª edição temos mais de mil inscritos” https://saudeonline.pt/nesta-2-a-edicao-temos-mais-de-mil-inscritos/ https://saudeonline.pt/nesta-2-a-edicao-temos-mais-de-mil-inscritos/#respond Thu, 13 Feb 2025 10:00:10 +0000 https://saudeonline.pt/?p=171212 Mário Morais de Almeida, cocoordenador do evento, dá as boas-vindas aos participantes: "Estamos muito orgulhosos porque, nesta 2.ª edição temos mais de mil inscritos. Consideramos que é um êxito e que fazemos algo um pouco diferente. No final do Summit os participantes levam algo para casa e para a sua prática clínica e isso é [...]

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Mário Morais de Almeida, cocoordenador do evento, dá as boas-vindas aos participantes: “Estamos muito orgulhosos porque, nesta 2.ª edição temos mais de mil inscritos. Consideramos que é um êxito e que fazemos algo um pouco diferente. No final do Summit os participantes levam algo para casa e para a sua prática clínica e isso é algo que nos motiva.”

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“O nosso foco é promover o conhecimento na área das doenças alérgicas e respiratórias” https://saudeonline.pt/o-nosso-foco-e-promover-o-conhecimento-na-area-das-doencas-alergicas-e-respiratorias/ https://saudeonline.pt/o-nosso-foco-e-promover-o-conhecimento-na-area-das-doencas-alergicas-e-respiratorias/#respond Wed, 12 Feb 2025 12:51:59 +0000 https://saudeonline.pt/?p=171137 A segunda edição do Allergy and Respiratory Summit vai realizar-se de 13 a 15 de fevereiro, no Porto, reunindo médicos de Imunoalergologia, Medicina Geral e Familiar, Pneumologistas e outros profissionais de saúde, num evento que se pretende formativo, interativo e multidisciplinar.
Em entrevista, Mário Morais de Almeida, imunoalergologista e co-coordenador do evento, faz um balanço do sucesso da edição anterior e antecipa as novidades deste ano, reforçando a importância da colaboração entre especialistas para melhorar a qualidade dos cuidados prestados aos doentes alérgicos e respiratórios. O especialista avança ainda que o Allergy and Respiratory Summit foi acreditado pela UEMS, com 14 créditos de formação.

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A ideia de realizar, o ano passado, a primeira edição do Allergy and Respiratory Summit não desiludiu? Foi um sucesso?
Consideramos que foi, de facto, um grande sucesso. Obviamente, podemos ser um pouco suspeitos, uma vez que fazemos parte da organização e podemos ser encarados como tendo “algum conflito de interesses”. No entanto, além de uma participação de muitas centenas de pessoas, o que nos deu grande satisfação, foi-nos transmitido um feedback extremamente positivo por parte dos participantes.

O nosso objetivo é transmitir experiências e disponibilizar algumas ferramentas de conhecimento que possam ser aplicadas imediatamente na prática clínica, assim que os participantes terminam a sua experiência no Summit. Em última análise, pretendemos que estes conhecimentos se traduzam na prestação dos melhores cuidados de saúde possíveis à população com doença alérgica.

A doença alérgica é altamente prevalente em todos os grupos etários, desde a primeira infância até à idade adulta mais avançada. Assim, este continua a ser o nosso foco: promover o conhecimento na área das doenças alérgicas e respiratórias.

 

É muito importante reunir especialistas de Imunoalergologia e de Medicina Geral e Familiar para discutir as doenças alérgicas e respiratórias?
Sem dúvida. Nestes casos, também envolvemos especialistas em Pneumologia. No entanto, o Allergy and Respiratory Summit não se limita apenas a esta reunião anual, vamos promover outras ações ao longo do tempo, envolvendo também colegas de Pediatria, Otorrinolaringologia, Dermatologia e outras especialidades que possam contribuir para uma visão integrada e de trabalho em equipa.

Acreditamos que a melhor forma de atuar é em conjunto, nunca isolados. O nosso objetivo é sempre a prestação dos melhores cuidados, aprendendo com quem os faz ao nível da excelência.

Este ano, provavelmente ultrapassaremos a marca dos mil participantes, o que nos deixa extremamente satisfeitos. Isso só é possível graças à grande adesão e ao apoio dos nossos parceiros, que patrocinam, promovem e motivam a participação dos profissionais, a quem muito agradecemos.

Acreditamos neste modelo híbrido de transmissão de conhecimento, que combina a presença física e a participação virtual. Cerca de um terço dos participantes estará presencialmente na reunião, mas, no total, teremos pelo menos o dobro (ou mais) a assistir remotamente. Além disso, as gravações ficarão disponíveis para consulta posterior, permitindo que os participantes possam rever conteúdos e esclarecer dúvidas. Este é um modelo de formação no qual acreditamos e que pretendemos manter.

 

Tendo em conta esta multidisciplinariedade e colaboração entre especialidades que me falou. Como é esta articulação em Portugal? É uma realidade? Funciona bem?
Existe. O Sistema Nacional de Saúde tem uma organização conceptual excelente, mas, na prática, nem sempre dispõe dos recursos necessários para que essa colaboração seja fluida.

Felizmente, em situações graves, como um quadro de anafilaxia ou uma gravidez com doença alérgica moderada ou grave, o acesso é imediato e não há tempos de espera. No entanto, em outros casos, onde um atendimento mais célere seria desejável, o acesso pode ser mais demorado devido à distribuição desigual de especialistas pelo país e à diferenciação dos serviços.

Mas em termos de comunicação e apoio, posso dizer que é excelente. Os profissionais conhecem-se e estão sempre à distância de um telefonema para esclarecer dúvidas ou pedir opinião sobre determinado caso. A colaboração entre especialidades é muito boa, mas há sempre espaço para melhorias, e estamos a caminhar na direção certa.

 

Eventos como o Allergy and Respiratory Summit ajudam nesse sentido?
Acreditamos que sim, e a elevada adesão ao evento reflete isso mesmo. Além da componente formal, existe uma interação informal, onde os participantes colocam questões e discutem casos. Este ano, teremos uma sessão interativa em formato de jogo científico, onde os médicos responderão a questões críticas sobre doenças respiratoria e alérgicas. O objetivo não é apenas avaliar conhecimentos, mas criar uma memória didática que os profissionais possam recordar no futuro, aplicando-a na sua prática clínica.

 

O entusiasmo continua o mesmo do ano passado?
Sem dúvida! Este ano, além dos médicos, vamos envolver também farmacêuticos e enfermeiros, com cursos práticos sobre vacinação em adultos e métodos de inalação. Teremos formadores especializados nessas áreas, o que reforça a ideia de que a medicina não se faz apenas com médicos, mas também com outros profissionais de saúde.

Mais uma vez, estes cursos terão uma vertente presencial e remota, permitindo que mesmo aqueles que não possam estar fisicamente presentes possam aprender e interagir.

Além disso, o Allergy and Respiratory Summit, para além de ter obtido o patrocínio pela Ordem dos Médicos e pelas Sociedades Científicas da área, foi igualmente acreditado pela UEMS, garantindo 14 créditos de formação. Esta certificação europeia representa um reconhecimento da qualidade do evento e do investimento que fazemos para oferecer uma formação de excelência. O entusiasmo mantém-se elevado e acreditamos que esta edição será mais um grande sucesso!

Sílvia Malheiro

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Allergy & Respiratory Summit: Evento “pioneiro” promove abordagem integrada em saúde respiratória e alergias

 

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Doenças alérgicas. “A união entre a Imunoalergologia e a MGF é crucial” https://saudeonline.pt/doencas-alergicas-a-uniao-entre-a-imunoalergologia-e-a-mgf-e-crucial/ https://saudeonline.pt/doencas-alergicas-a-uniao-entre-a-imunoalergologia-e-a-mgf-e-crucial/#respond Tue, 23 Jan 2024 14:15:07 +0000 https://saudeonline.pt/?p=153499 Mário Morais de Almeida é um dos coordenadores da primeira edição do Allergy & Respiratory Summit 2024, que irá decorrer em 1 e 2 de fevereiro de 2024, em Lisboa. Em entrevista, o médico imunoalergologista salienta a importância do trabalho colaborativo no diagnóstico, tratamento e controlo das doenças alérgicas.

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Allergy & Respiratory Summit 2024

Este Summit está a ser organizado por especialistas de Imunoalergologia e Medicina Geral e Familiar. Qual a importância de se juntar estas duas especialidades?
As doenças alérgicas são transversais a todos os grupos etários e afetam uma grande percentagem da população, daí que, na maioria dos casos, o primeiro contacto é com o médico de família. Mas, a Imunoalergologia também tem um papel muito importante, já que é a especialidade que aborda estas patologias como um todo. A união entre a Imunoalergologia e a MGF é crucial, sendo ambas pilares na abordagem do doente alérgico de diferentes idades, não esquecendo a família e todos os conviventes que podem contribuir para o seu controlo.

 

Quais são os objetivos deste evento?
O objetivo é preencher lacunas, abordando estas patologias com especificidade de grupo etário, gravidade, necessidade de controlo. É necessário olhar-se para as doenças alérgicas como sendo na sua maioria crónicas e que podem ser diagnosticadas com base na avaliação clínica. Os MCDT podem ser necessários, mas é preciso saber quais devem ser pedidos, para se evitarem custos desnecessários ou até a opção por alguns MCDT que não são importantes para uma doença alérgica específica.

Com este evento queremos alargar o conhecimento dos colegas a vários níveis, nomeadamente na avaliação clínica e na escolha dos exames mais adequados a cada caso clínico, no estadiamento da doença em si, na definição de metas em termos de controlo, e na abordagem em geral, já que não basta medicação. É preciso apostar na evicção alergénica, na cessação tabágica, na prática de exercício físico e numa dieta equilibrada. No tratamento farmacológico é preciso olhar para a medicação de controlo, usada por períodos prolongados e na de agudização. No Summit vamos também falar de vacinas anti-alérgicas, fundamentais no controlo da doença, assim como nas várias vacinas e imunoestimulantes que temos disponíveis contra agentes infeciosos. Queremos que neste evento a mensagem seja muito precisa, concreta, para que se aumente a capacidade e as competências dos colegas, que pode permitir inclusive a prevenção de primária de algumas doenças alérgicas…

O  Summit destina-se maioritariamente a médicos de MGF?
Sim, claramente, mas profissionais de outras especialidades, nomeadamente internos em formação de Imunoalergologia, Pediatria ou de Pneumologia, apenas para citar algumas… também serão bem-vindos. Com esta iniciativa pretendemos fomentar a troca de experiências, no intuito de se perceber quais as necessidades e as dificuldades de cada área.

 

Como está a decorrer a organização, já que é o primeiro Summit?
O Programa já está muito bem estabelecido; vamos ter palestrantes com muita experiência em formação. Está a ser uma atividade muito positiva! Este evento vai ser híbrido, com mais de duas centenas de participantes em sala. Contudo, esperamos ter mais algumas centenas remotamente. O evento vai ser igualmente gravado, permitindo o acesso posterior. Acreditamos que vai ser um momento formativo marcante e já pensamos no próximo, em 2025, na cidade do Porto.

Queremos muito deixar, no final, mensagens-chave e orientações para a prática clínica, esclarecendo onde está a fronteira da referenciação, lembrando que o tratamento da pessoa alérgica exige trabalho colaborativo. Não podemos esquecer que a pessoa que é acompanhado na especialidade, pode, na maioria dos casos, voltar a ser seguido quase exclusivamente pelo médico de família. O especialista em MGF é o gestor da doença, é quem conhece realmente o seu contexto social e familiar e, felizmente, temos uma MGF muito competente em Portugal.

 

Como avalia essa articulação/colaboração?
Orgulha-me imenso a forma como trabalhamos em Portugal, em colaboração, sempre na perspetiva de que aprendemos uns com os outros. Obviamente, nada é perfeito, face a diferentes realidades regionais e mesmo a questões políticas que põe em causa os direitos de médicos, enfermeiros, técnicos… e do próprio acesso da população a cuidados de saúde de qualidade.

 

MJG

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“Existe uma necessidade crescente de atualização e enriquecimento do conhecimento por parte da MGF”

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