José Presa - Saúde Online https://saudeonline.pt/tag/jose-presa/ Notícias sobre saúde Tue, 07 Feb 2023 12:21:09 +0000 pt-PT hourly 1 https://saudeonline.pt/wp-content/uploads/2018/12/cropped-indentity-32x32.png José Presa - Saúde Online https://saudeonline.pt/tag/jose-presa/ 32 32 Número de internamentos e mortes causados pelo álcool estão a aumentar desde 2017 https://saudeonline.pt/numero-de-internamentos-e-mortes-causados-pelo-alcool-estao-a-aumentar-desde-2017/ https://saudeonline.pt/numero-de-internamentos-e-mortes-causados-pelo-alcool-estao-a-aumentar-desde-2017/#respond Mon, 30 Jan 2023 11:37:26 +0000 https://saudeonline.pt/?p=140162 Metade das mortes ocorrem em indivíduos com menos de 65 anos. Portugal é o país da União Europeia com o consumo de álcool mais elevado. Trata-se de um “problema muito sério para sociedade”, diz, em entrevista, José Presa, presidente da Associação Portuguesa para o Estudo do Fígado.

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Qual a dimensão atual do consumo de álcool em Portugal e como se explica que o nosso país esteja na primeira posição a nível europeu neste indicador?

Penso que os números falam por si com 12,1l de álcool per capita ano, o que nos posiciona numa média bem acima da OCDE. Somos um país produtor de vinho, mas surpreendentemente nem somos dos maiores produtores europeus, mas mesmo assim conseguimos este feito verdadeiramente incrível, pela negativa. O consumo de álcool em Portugal tem muito de cultural e isso vê-se mais nas regiões rurais. Depois temos enraizado o hábito de conviver à mesa com boa comida, mas sempre acompanhada com bebida.

Que impacto tem o consumo de bebidas alcoólicas no desenvolvimento das doenças hepáticas crónicas? A partir de que patamar de consumo o risco aumenta mais?

Em Portugal o consumo de bebidas alcoólicas, não importa o tipo de bebida, ainda é a principal causa de doença hepática. Existe uma quantidade mínima? Bem, na verdade qualquer quantidade é suficiente para produzir doença hepática quando prolongada no tempo. Não podemos, nem devemos esquecer que o sexo feminino tolera menores quantidades de álcool ingeridas. Aproveito para chamar a atenção de que no último relatório do SICAD, 30% das crianças na faixa etária dos 13 anos já tiveram algum contacto com bebidas alcoólicas.

Que doenças hepáticas podem ser desencadeadas pelo consumo excessivo de álcool e qual a mais preocupante?

Começa pela acumulação de gordura no fígado, que se chama de esteatose hepática, e se mantivermos os consumos, evolui para formas mais avançadas de doença, como hepatite alcoólica, cirrose hepática e por fim o carcinoma hepatocelular. Todas estas condições clínicas, com exceção da esteatose hepática, podem ameaçar a vida dos consumidores de bebidas alcoólicas

Como está a evoluir a incidência de cirrose em Portugal e que impacto pode esta doença ter na qualidade de vida?

Este valor não sabemos ao certo, mas parece haver nos últimos anos uma tendência para uma diminuição em especial do número de casos internados, mortalidade e possíveis anos de vida perdidos até 2017.

De qualquer modo convém realçar que, de acordo com o último relatório do SICAD, em 2020 houve cerca de 37.000 internamentos atribuíveis ao álcool e cerca de 2.500 mortes também relacionadas com o álcool, tendência que se tem vindo a agravar pelo menos desde 2017. De referir que 50% destas mortes ocorrem em indivíduos com menos de 65 anos.  Estamos, portanto, a falar de um problema muito sério para sociedade.

SO

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Colangite Biliar Primária. Diagnóstico e tratamento precoce podem salvar vidas https://saudeonline.pt/colangite-biliar-primaria-diagnostico-e-tratamento-precoce-podem-salvar-vidas/ https://saudeonline.pt/colangite-biliar-primaria-diagnostico-e-tratamento-precoce-podem-salvar-vidas/#respond Wed, 14 Sep 2022 09:17:47 +0000 https://saudeonline.pt/?p=134920 "Quanto mais cedo forem iniciados os tratamentos, menores serão as consequências", sublinha o hepatologista José Presa. Esta doença crónica e silenciosa atinge maioritariamente mulheres, entre os 40 e os 60 anos.

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fígado

A Associação Portuguesa para o Estudo do Fígado (APEF) está a promover uma ação nacional de consciencialização para o diagnóstico e tratamento precoces da Colangite Biliar Primária (CBP), uma doença crónica e silenciosa, que atinge maioritariamente as mulheres, entre os 40 e os 60 anos.

A iniciativa surge no âmbito do Dia Internacional da CBP, que se assinala a 11 de setembro, e vai decorrer durante o mês de setembro, nas redes sociais da associação, com o objetivo de alertar a população para esta doença, que se não for tratada precocemente, poderá evoluir para doença hepática terminal.

“A Colangite Biliar Primária é uma doença crónica que se manifesta pela inflamação nos ductos biliares do fígado, que são lentamente destruídos devido à ação inflamatória e que leva a criação de cicatrizes no fígado (fibrose). Em muitos casos, a doença mantém-se ligeira ou moderada, sem perturbações do funcionamento do fígado. Sendo uma doença progressiva, se não for tratada precocemente, poderá evoluir para cirrose e/ou doença hepática terminal, obrigando ao transplante de fígado. Apesar de não se conhecerem as causas exatas da doença, esta resulta, provavelmente, de uma reação autoimune”, esclarece José Presa, presidente da APEF.

Os sintomas iniciais mais comuns são fadiga e comichão na pele (prurido). Embora menos frequentes, existem também outras manifestações a ter em conta, tais como: dor abdominal; escurecimento da pele; pequenas manchas amarelas ou brancas sob a pele ou ao redor dos olhos. Algumas pessoas apresentam também queixas de boca e olhos secos e dores nos ossos, músculos e articulações.

De acordo com a progressão da doença, podem surgir sintomas associados à cirrose: icterícia, acumulação de líquido no abdómen ou em outras partes do corpo (ascite) e sangramento interno na parte superior do estômago e do esófago, devido à dilatação das veias (varizes). A osteoporose é outra das complicações da CBP. Apesar de ser mais comum em fases finais da doença, também pode ocorrer inicialmente. Além disso, as pessoas com cirrose apresentam risco aumentado de cancro do fígado (carcinoma hepatocelular).

“Normalmente, o médico suspeita deste distúrbio quando o doente apresenta sintomas característicos, no entanto, em 25 por cento dos casos não existe qualquer sintoma e a doença é detetada durante uma avaliação de rotina, pela elevação das análises do fígado, sobretudo da fosfatase alcalina”, alerta José Presa.

O médico explica que apesar de não ter cura, esta doença tem tratamento se diagnosticada atempadamente. “Os objetivos do tratamento são impedir ou retardar a progressão da doença e aliviar os sintomas, como comichão ou fadiga. Os tratamentos são fáceis e eficazes, sendo que quando mais cedo forem iniciados, menores serão as consequências da doença e a necessidade de transplante hepático”, afirma José Presa.

Em Portugal, estima-se que existam entre 500 a mil casos de Colangite Biliar Primária, o que a torna uma doença rara e pouco conhecida, atingindo maioritariamente as pessoas do sexo feminino, mais precisamente, nove mulheres por cada homem; pessoas com membros da família afetados e pessoas do norte da Europa. As idades mais comuns de diagnóstico situam-se entre os 40 e os 60 anos, em ambos os sexos.

Afeta sobretudo mulheres, numa proporção de 9 a 10 mulheres por cada homem afetado, geralmente entre os 40 e os 60 anos de idade.

SO/COMUNICADO

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Madeira vai ser a primeira região de Portugal a erradicar a hepatite C https://saudeonline.pt/madeira-vai-ser-a-primeira-regiao-de-portugal-a-erradicar-a-hepatite-c-2/ https://saudeonline.pt/madeira-vai-ser-a-primeira-regiao-de-portugal-a-erradicar-a-hepatite-c-2/#respond Fri, 05 Nov 2021 14:09:14 +0000 https://saudeonline.pt/?p=123607 “A situação da Madeira é inspiradora", diz o presidente da Associação Portuguesa para o Estudo do Fígado. No entanto, alerta para a derrapagem das metas de erradicação a nível nacional.

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fígado

A Associação Portuguesa para o Estudo do Fígado (APEF) congratula a Região Autónoma da Madeira pelos excelentes resultados obtidos com o seu Programa de Eliminação de Hepatite C, que sugerem que esta será a primeira região de Portugal e, provavelmente, uma das primeiras da Europa, a erradicar o vírus da hepatite C. No entanto, o presidente da APEF, José Presa, deixa também uma mensagem ao poder político central, alertando para necessidade premente deste programa ser implementado e colocado em prática em todo o território nacional.

“A situação da Madeira é inspiradora e deve ser um exemplo. O Programa de Eliminação de Hepatite C, desenvolvido com base na implementação do Programa de Rastreio FOCUS, foi colocado em prática pelo interesse manifestado pela Secretaria Regional da Saúde da Madeira, ao projeto desenvolvido pelos profissionais de saúde que estão no terreno. O Governo central deve pôr os olhos nesta maneira de trabalhar e de abordar as situações”, afirma José Presa, no seguimento da cerimónia de apresentação de resultados do programa na Região Autónoma da Madeira.

Segundo refere, as previsões apontavam 2030 como o ano em que Portugal iria eliminar a hepatite C, porém foram alteradas para 2050. “Felizmente, temos a Madeira, que, muito antes de 2030, vai fazer o despiste de toda a população, curando e erradicando a doença.”

Durante a pandemia de covid-19 houve um decrescimento de cerca de 62% de casos tratados por hepatite C em Portugal, uma situação que vai tornar-se pesada nos próximos anos. Enquanto isso, na Madeira, durante a pandemia, o número de testes foi crescente, tendo alcançado resultados excelentes”, menciona.

Salientando: “O resto do país precisa de implementar vários Programas FOCUS, como o da Madeira, mas precisa de ter o poder político mais interessado e mais próximo dos profissionais de saúde, entendendo as suas necessidades e colocando menos obstáculos.”

Luís Jasmins, gastrenterologista e presidente da mesa da Assembleia-Geral da APEF, afirma que os resultados são o culminar de três anos de trabalho. “Desde que nos candidatámos ao Programa FOCUS, em 2018, – tendo desenvolvido, depois, o Programa de Eliminação de Hepatite C – que sempre tivemos apoio da Secretaria Regional da Saúde e Proteção Civil, nomeadamente do secretário, o Dr. Pedro Ramos. Podemos dizer que estes bons resultados são consequência também do apoio governamental.”

De acordo com Luís Jasmins, o primeiro ano do projeto foi, sobretudo, de implementação do programa. Contudo, nos últimos dois anos, mesmo em pandemia, foram realizados 16 mil rastreios, dos quais 700 foram positivos. Confirmaram-se 40 casos, que seguiram para consulta e tratamento da doença.

“O programa começou por uma fase de micro eliminação em populações de alta prevalência, passando depois para os diferentes serviços hospitalares e Serviço de urgência e, finalmente, foi estendido a todos os centros de saúde. Vamos conseguir cumprir a meta da Organização Mundial da Saúde, de eliminar a hepatite C até 2030. Aliás, acredito que o consigamos fazer antes”, afirma Luís Jasmins.

No âmbito da cerimónia de apresentação de resultados, a APEF lançou um novo desafio à Madeira: Que crie também um programa piloto para que a medicação para a hepatite C fique disponível nas farmácias de cada hospital, de forma que o doente a possa levantar aquando do diagnóstico. “Neste momento, os doentes esperam até 6 meses que a medicação chegue à farmácia do hospital, para poderem iniciar o tratamento. Creio que a Madeira vai aceitar o desafio e vai ser novamente um exemplo e uma inspiração para o resto do território”, termina José Presa.

O modelo de rastreio do programa FOCUS baseia-se na integração dos testes na prática clínica diária, utilizando as infraestruturas e o pessoal já existentes. Abrange os hospitais e centros de saúde. Caso a pessoa ainda não tenha sido rastreada, durante uma consulta, o médico recebe um alerta informático, que indica que o doente possui os critérios de integração no rastreio e que ainda não fez essa análise, e o próprio sistema informático processa o pedido do anticorpo. O enfermeiro, ao colher o sangue, informa verbalmente o doente. Desta forma, é feita apenas uma colheita.

A hepatite C é uma doença evitável, tratável e curável. As hepatites virais B e C afetam 325 milhões de pessoas em todo o mundo, causando 1,4 milhões de mortes por ano. Em Portugal existem cerca de 45 mil doentes com hepatite C não diagnosticados. Frequentemente, os doentes infetados pelo vírus da hepatite C não têm sintomas. Os tratamentos são simples, rápidos e sem custos para o doente.

COMUNICADO

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José Presa assume liderança da Associação Portuguesa para o Estudo do Fígado https://saudeonline.pt/jose-presa-assume-lideranca-da-associacao-portuguesa-para-o-estudo-do-figado-2/ https://saudeonline.pt/jose-presa-assume-lideranca-da-associacao-portuguesa-para-o-estudo-do-figado-2/#respond Fri, 13 Aug 2021 13:50:51 +0000 https://saudeonline.pt/?p=119810 José Presa é o atual diretor da Unidade de Hepatologia do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro.

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A Associação Portuguesa para o Estudo do Fígado (APEF) elegeu José Presa como presidente da direção para o biénio 2021-2023. José Presa é licenciado em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, especialista em Medicina Interna e com dedicação às doenças do Fígado no Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro (CHTMAD) há mais de 20 anos, dirigindo presentemente a Unidade de Hepatologia deste Centro Hospitalar.

Esta nova direção pretende reforçar o posicionamento institucional da Associação e revitalizar a hepatologia a nível nacional, mantendo a cooperação com as associações congéneres. A renovação geracional, a promoção da produção científica nacional na área das doenças hepáticas, e a formação de interlocutores privilegiados para os temas do fígado, continuarão a ser uma prioridade.

“Encaro esta eleição com grande orgulho, mas ao mesmo tempo com uma enorme responsabilidade, pois, nos próximos dois anos, um dos grandes projetos que vamos implementar será o da Hepatologia em Rede. Esta terá três vertentes complementares: a convergência na APEF do conhecimento sobre o que cada centro nacional em hepatologia faz; a centralização dos contactos de centros de referência no estrangeiro, de modo a que os nossos associados em formação especifica possam colher na APEF toda a informação fidedigna antes de efetuarem as suas escolhas; e transformar a APEF num hub científico.”, refere José Presa.

A nova direção é também constituída pelos médicos Arsénio Santos (Vice-Presidente), Susana Lopes (Secretária-Geral), Sofia Carvalhana (Tesoureira), Alexandra Rosu (Vogal), Luís Maia (Vogal) e Sónia Sousa Fernandes (Vogal). A Assembleia-Geral é constituída pelos médicos Luís Jasmis (Presidente), Dário Gomes (Vice-Presidente) e Mariana Cardoso (Vogal). O Conselho Fiscal é constituído por Adélia Simão (Presidente), Ângela Rodrigues (Secretária do Conselho Fiscal) e Catarina Martins (Vogal).

COMUNICADO

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