João Proença - Saúde Online https://saudeonline.pt/tag/joao-proenca/ Notícias sobre saúde Thu, 13 Oct 2022 10:52:37 +0000 pt-PT hourly 1 https://saudeonline.pt/wp-content/uploads/2018/12/cropped-indentity-32x32.png João Proença - Saúde Online https://saudeonline.pt/tag/joao-proenca/ 32 32 Maior parte dos diretores de serviço dos hospitais não cumpre horários, denuncia sindicato https://saudeonline.pt/maior-parte-dos-diretores-de-servico-dos-hospitais-nao-cumpre-horarios-denuncia-sindicato/ Wed, 12 Oct 2022 08:42:12 +0000 https://saudeonline.pt/?p=136153 O conteúdo <i class="iconlock fa fa-lock fa-1x" aria-hidden="true" style="color:#e82d43;"></i> Maior parte dos diretores de serviço dos hospitais não cumpre horários, denuncia sindicato aparece primeiro em Saúde Online.

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SNS vai “acabar dentro de pouco tempo” independentemente do ministro, diz a FNAM https://saudeonline.pt/sns-vai-acabar-dentro-de-pouco-tempo-independentemente-do-nome-do-ministro-diz-a-fnam/ https://saudeonline.pt/sns-vai-acabar-dentro-de-pouco-tempo-independentemente-do-nome-do-ministro-diz-a-fnam/#respond Mon, 12 Sep 2022 09:20:35 +0000 https://saudeonline.pt/?p=134828 O vice-presidente da Federação Nacional dos Médicos, João Proença, alerta que todos os dias “fecham serviços” e considera que o SNS corre o risco de acabar se não forem melhoradas as condições de trabalho e os salários dos profissionais.

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A Federação Nacional dos Médicos (FNAM) considerou que se o primeiro-ministro, António Costa, insistir em aplicar o programa do Governo, o Sistema Nacional de Saúde vai “acabar dentro de pouco tempo”, independentemente de quem for o ministro da Saúde.

Em declarações à agência Lusa, o vice-presidente da FNAM, João Proença, reagiu sem surpresa à escolha de Manuel Pizarro para ministro da Saúde, em substituição de Marta Temido, que pediu a demissão em agosto. “É um médico, que já foi secretário de Estado da Saúde no mandato da Dra. Ana Jorge, que já foi candidato a presidente da Câmara do Porto, é um homem do aparelho do PS”, afirmou o dirigente da FNAM.

“Se o primeiro-ministro diz que vai aplicar o programa do Governo, é evidente que o SNS vai acabar dentro de pouco tempo. Estamos perfeitamente exaustos, nós e os senhores enfermeiros”, afirmou.

O médico sustentou que todos os dias “fecham serviços” e que considerou que o SNS corre o risco de acabar se não forem melhoradas as condições de trabalho e os salários dos profissionais que o asseguram.

“O Ministério não tem uma atitude de melhorar as condições da saúde”, lamentou. O responsável sindical lembrou que a FNAM assinou há uma semana um protocolo negocial com o Governo, cuja negociação espera ver concretizada rapidamente.

O primeiro-ministro, António Costa, propôs ao Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, a nomeação do eurodeputado socialista Manuel Pizarro para o cargo de ministro da Saúde, em substituição de Marta Temido.

Manuel Pizarro foi secretário de Estado da Saúde no segundo executivo liderado por José Sócrates, tendo como ministra Ana Jorge.

Marta Temido, de 48 anos, pediu a demissão de ministra da Saúde no passado dia 30 de agosto, mas António Costa pediu-lhe para se manter em funções mais algumas semanas até concluir a aprovação do diploma que regulamenta o Serviço Nacional de Saúde (SNS).

Esse diploma foi aprovado em Conselho de Ministros e apresentado pela própria Marta Temido na quinta-feira.

LUSA

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“ADSE não é privilégio nenhum da função pública” https://saudeonline.pt/adse-nao-e-privilegio-nenhum-da-funcao-publica/ https://saudeonline.pt/adse-nao-e-privilegio-nenhum-da-funcao-publica/#respond Tue, 26 Nov 2019 09:39:09 +0000 https://saudeonline.pt/?p=81411 O presidente do Conselho Geral e Supervisão (CGS) da ADSE, João Proença, considerou hoje que o subsistema de saúde “não é privilégio nenhum da função pública”, sublinhando que são os beneficiários que o financiam na totalidade desde 2016. João Proença falava numa conferência sobre "O futuro da ADSE", em Lisboa, organizado pela SEDES - Associação [...]

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O presidente do Conselho Geral e Supervisão (CGS) da ADSE, João Proença, considerou hoje que o subsistema de saúde “não é privilégio nenhum da função pública”, sublinhando que são os beneficiários que o financiam na totalidade desde 2016.

João Proença falava numa conferência sobre “O futuro da ADSE”, em Lisboa, organizado pela SEDES – Associação para o Desenvolvimento Económico e Social.

A ADSE, que há mais de dois anos passou de direção-geral a instituto público de gestão participada, “desde 2016 que é paga a 100% pelos beneficiários”, afirmou o antigo líder da UGT, que agora preside ao CGS.

Segundo lembrou João Proença, em 2014 os beneficiários titulares da ADSE passaram a pagar por mês 3,5% do seu salário ou pensão para o sistema de proteção e assistência na doença da função pública, um desconto decidido pelo Governo de coligação PSD/CDS-PP, em pleno programa de ajustamento financeiro, mas que foi “além da ‘troika’”.

O presidente do CGS reafirmou ainda que a ADSE “é financeiramente sustentável”, embora tenha de enfrentar vários “desafios”, entre eles, o facto de existirem 57 mil beneficiários pensionistas que estão isentos de descontos por receberem uma pensão inferior ao valor do salário mínimo, este ano de 600 euros.

“Estes beneficiários isentos, que são 57 mil, custam à ADSE cerca de 40 milhões de euros” e, com a atualização do salário mínimo no próximo ano (para 635 euros) vão aumentar e, “a partir de janeiro, serão mais de 60 mil”, disse João Proença.

Para o antigo secretário-geral da UGT, cabe ao Governo financiar estes beneficiários através do Orçamento do Estado, uma ideia também já defendida pelo Tribunal de Contas, lembrou.

“Se [as isenções] são uma política social do Governo, por que é que não são financiadas pelo Estado?”, questionou.

João Proença defendeu ainda que o alargamento da ADSE aos cerca de 100 mil contratos individuais da administração pública “é fundamental” e “urgente”, criticando a “paralisia” do Conselho Diretivo do instituto e do Governo, nomeadamente do Ministério das Finanças, que tem tido uma atitude de “veto de gaveta” sobre as questões da ADSE.

O presidente do CGS disse que outro dos problemas a resolver é o facto de a inscrição na ADSE ser voluntária, sendo dado um prazo de seis meses para a adesão, ao fim dos quais a renúncia torna-se definitiva.

Além disso, nos últimos anos “dezenas de milhares de cônjuges dos beneficiários saíram da ADSE” porque só podem beneficiar do sistema de saúde da função pública “se não tiverem qualquer ligação à Segurança Social”.

Proença defendeu ainda, em resposta ao líder da Federação Sindical da Função Pública (Fesap), José Abraão, que assistia à conferência na SEDES, que as entidades empregadoras, ou seja, os organismos públicos deviam contribuir “simbolicamente” para o sistema, com um desconto de 0,5% por beneficiário.

De acordo com os dados apresentados por João Proença, a ADSE conta com quase 1,2 milhões de beneficiários, dos quais 843 mil são funcionários públicos no ativo e quase 350 mil aposentados.

LUSA/SO

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