João Maia Silva - Saúde Online https://saudeonline.pt/tag/joao-maia-silva/ Notícias sobre saúde Thu, 06 Nov 2025 09:55:30 +0000 pt-PT hourly 1 https://saudeonline.pt/wp-content/uploads/2018/12/cropped-indentity-32x32.png João Maia Silva - Saúde Online https://saudeonline.pt/tag/joao-maia-silva/ 32 32 SPDV Jovem: uma ponte entre gerações https://saudeonline.pt/spdv-jovem-uma-ponte-entre-geracoes/ https://saudeonline.pt/spdv-jovem-uma-ponte-entre-geracoes/#respond Thu, 06 Nov 2025 09:55:30 +0000 https://saudeonline.pt/?p=180334 João Maia Silva, vogal da Direção da SPDV, destaca o papel do grupo SPDV Jovem como motor de envolvimento, aprendizagem e formação das novas gerações de dermatologistas.

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Como surgiu a ideia do “Simpósio SPDV Jovem”?
A criação do Simpósio SPDV Jovem surgiu de forma natural no seguimento da constituição, este ano, do grupo SPDV Jovem, um espaço pensado para aproximar os mais jovens da vida associativa e científica da Sociedade. A ideia foi oferecer-lhes um papel mais ativo no congresso, não apenas como participantes, mas como organizadores, moderadores e promotores de debate científico.

O simpósio nasceu, assim, como uma plataforma onde os jovens dermatologistas podem expressar as suas preocupações clínicas, discutir temas de interesse prático e desenvolver competências de comunicação e organização científica.

Mas a participação da SPDV Jovem não se limitou a este simpósio. O grupo foi também desafiado a escolher o tema e as questões do Simpósio Pós-Congresso. Definiram os tópicos a debater e, posteriormente — segundo entendimento da SPDV Jovem e da organização —, o desafio foi endereçado ao respetivo grupo temático da SPDV, que deu sequência à proposta. Foi mais um exemplo de partilha, integração e formação contínua entre pares, mostrando como o envolvimento dos jovens pode gerar pontes reais dentro da sociedade.

 

Qual é o objetivo do Simpósio SPDV Jovem e o que o torna diferente de outros simpósios do congresso?
O principal objetivo é estimular a participação e a formação contínua dos jovens dermatologistas dentro da SPDV, criando um ambiente de aprendizagem colaborativa e dinâmica. O que diferencia este simpósio é o facto de ser integralmente pensado e estruturado pelos mais jovens — desde a escolha do tema, à formulação das perguntas, aos palestrantes convidados. É um exercício de autonomia científica e de responsabilidade associativa, mas também um espaço onde o formato é mais interativo e orientado para a prática clínica, procurando adaptar-se às novas gerações e às suas formas de aprender e comunicar.

 

Sendo organizado por jovens dermatologistas, o que significa para si moderar este simpósio?
É um enorme privilégio e motivo de orgulho. Ver um grupo de jovens colegas motivados, curiosos e empenhados em contribuir para o congresso é sinal de vitalidade e renovação da SPDV. Moderar este simpósio significa, sobretudo, acompanhar e apoiar um processo de crescimento coletivo, em que a experiência das gerações anteriores se conjuga com a energia e a criatividade dos mais novos. É também uma oportunidade de lhes devolver o incentivo e a confiança que todos precisamos nas fases iniciais da carreira.

 

O que levou os médicos mais jovens a escolher o tema “Gestão do doente sob terapêutica imunossupressora e biológica – abordagem prática”?
A escolha reflete uma preocupação real e atual da prática dermatológica. Os fármacos imunossupressores e biológicos transformaram profundamente o tratamento de muitas doenças inflamatórias da pele, mas também introduziram novos desafios na avaliação do risco, na monitorização e na coordenação multidisciplinar dos cuidados.
Os jovens dermatologistas identificaram a necessidade de discutir estas questões de forma pragmática, orientada para casos clínicos e dilemas do dia-a-dia, com o contributo de peritos experientes e uma perspetiva prática que complemente o ensino mais tradicional.

 

Quais as suas expectativas relativamente ao simpósio e o que espera que os participantes levem consigo?
Espero que este simpósio seja um momento de partilha, aprendizagem e inspiração. Que os participantes sintam que a SPDV é uma sociedade aberta, que valoriza o contributo de todos e oferece espaço para crescer e inovar. Gostaria que os jovens dermatologistas saíssem com a sensação de pertencerem verdadeiramente à comunidade científica, mais confiantes nas suas capacidades e motivados para continuar a participar em futuras iniciativas.
Se conseguirmos que este seja apenas o primeiro de muitos momentos de diálogo entre gerações, então o SPDV Jovem cumprirá plenamente a sua missão.

 

Sílvia Malheiro

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“Queremos um congresso que forme e também inspire”

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“Contabilizamos em Portugal cerca de 1000 casos de melanoma por ano” https://saudeonline.pt/contabilizamos-em-portugal-cerca-de-1000-casos-de-melanoma-por-ano/ https://saudeonline.pt/contabilizamos-em-portugal-cerca-de-1000-casos-de-melanoma-por-ano/#respond Wed, 25 May 2022 05:26:36 +0000 https://saudeonline.pt/?p=132010 O dermatologista, que é também coordenador do Centro de Dermatologia do Hospital CUF Descobertas, sublinha a importância do diagnóstico precoce. "Um melanoma com uma baixa espessura tem uma taxa de cura nas ordem os 90%, quando detetado de forma precoce".

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O médico dermatologista João Maia da Silva destacou a importância do rastreio do melanoma numa fase precoce, de modo a aumentar a taxa de cura da doença. Convidado do programa Sociedade, da Antena 1, no âmbito do Dia do Euromelanoma, que se assinalou a 11 de maio, o especialista alertou ainda para a necessidade do uso de protetor solar não só na praia, mas nas restantes atividades quotidianas que impliquem exposição solar.

“É um tumor que se vê, pelos que as pessoas podem rastreá-lo e procurar ajuda numa fase precoce, o que faz toda a diferença. Um melanoma com uma baixa espessura tem uma taxa de cura nas ordem os 90%, quando detetado de forma precoce”, disse o coordenador do Centro de Dermatologia do Hospital CUF Descobertas.

João Maia da Silva sublinha que “as pessoas associam a exposição radiação ultravioleta só quando vão para a praia e esquecem-se que no seu local de trabalho ou atividades lúdicas estão expostas a ela”.

Recentemente, a Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia desenvolveu campanhas junto de uma população bastante exposta ao sol, os agricultores. Perante a pergunta sobre se usam protetor solar na praia, 70% respondeu que sim. “Mas quando questionados sobre o uso de protetor solar no local de trabalho, apenas 17% responde que sim. No entanto um agricultor apanha menos sol cumulativo na praia do que no local de trabalho”.

A mesma lógica se aplica a muitos outras profissionais, em que o contacto com o sol é prolongado. “A mensagem não é não apanhar sol mas conviver de forma saudável com o sol”, disse João Maia da Silva.

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