Greve - Saúde Online https://saudeonline.pt/tag/greve/ Notícias sobre saúde Thu, 02 Jan 2020 11:26:36 +0000 pt-PT hourly 1 https://saudeonline.pt/wp-content/uploads/2018/12/cropped-indentity-32x32.png Greve - Saúde Online https://saudeonline.pt/tag/greve/ 32 32 Trabalhadores da alimentação dos Hospitais de Coimbra em greve dias 16 e 17 https://saudeonline.pt/trabalhadores-da-alimentacao-dos-hospitais-da-universidade-de-coimbra-em-greve-dias-16-e-17/ https://saudeonline.pt/trabalhadores-da-alimentacao-dos-hospitais-da-universidade-de-coimbra-em-greve-dias-16-e-17/#respond Thu, 02 Jan 2020 11:08:47 +0000 https://saudeonline.pt/?p=82578 Os trabalhadores da alimentação dos Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC) vão realizar uma greve “por melhores condições de trabalho” nos dias 16 e 17 de janeiro, disse um dirigente sindical à agência Lusa.

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António Baião, do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Centro, deu esta informação dia 31, dia marcado por  uma greve nacional do Serviço de Utilização Comum dos Hospitais (SUCH).

Em Coimbra, esta greve nacional  “por melhores salários e condições de trabalho dignas” afetou, sobretudo, a lavandaria dos HUC, principal unidade do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), que funcionou “só com os serviços mínimos” no turno da manhã, adiantou.

Nos serviços de lavandaria e alimentação, os níveis de participação na greve rondaram os 60% nos HUC, tendo superado os 50% no Hospital dos Covões, ainda segundo António Baião.

O dirigente admitiu, contudo, que a tolerância de ponto concedida para hoje aos trabalhadores do SUCH “prejudicou o impacto” da ação reivindicativa.

Na sua opinião, “muitos trabalhadores hesitaram”, mas, ainda assim, verificou-se “uma boa adesão” na região Centro, incluindo no Hospital de São Teotónio, em Viseu.

Em Coimbra, “o serviço de alimentação dos HUC atinge atualmente um nível de quase rutura”, referiu.

“Há uma dificuldade muito grande no recrutamento, devido aos baixos salários”, disse António Baião, para salientar que também “não há reconhecimento da antiguidade” de serviço na empresa.

Nos últimos meses, realçou, “mais de 30 trabalhadores, sobretudo nos HUC, mas também nos Covões”, deixaram o SUCH e entraram para os quadros destas unidades hospitalares, como assistentes operacionais do Serviço Nacional de Saúde.

Idêntico número de candidatos ao ingresso no serviço público já têm entrevistas marcadas para 09 e 16 de janeiro, de acordo com António Baião.

“As condições de trabalho são péssimas”, o que justifica a marcação da greve nos serviços de alimentação dos Hospitais da Universidade de Coimbra, em 16 e 17 de janeiro, com uma concentração de protesto no segundo dia, na Baixa da cidade.

LUSA/SO

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Assistentes operacionais do Hospital de Braga marcam greve para dia 30 https://saudeonline.pt/assistentes-operacionais-do-hospital-de-braga-marcam-greve-para-dia-30/ https://saudeonline.pt/assistentes-operacionais-do-hospital-de-braga-marcam-greve-para-dia-30/#respond Fri, 04 Oct 2019 09:05:28 +0000 https://saudeonline.pt/?p=78326 O Hospital de Braga esclareceu esta quinta-feira que está em conversações "para uma aproximação às reivindicações dos trabalhadores", após os assistentes operacionais terem marcado uma greve contra a exclusão do acordo de trabalho coletivo vigente nos hospitais EPE. Este desenvolvimento surge após o representante do Sindicato em Funções Publicas e Sociais do Norte [STFPSN], afeto [...]

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O Hospital de Braga esclareceu esta quinta-feira que está em conversações “para uma aproximação às reivindicações dos trabalhadores”, após os assistentes operacionais terem marcado uma greve contra a exclusão do acordo de trabalho coletivo vigente nos hospitais EPE. Este desenvolvimento surge após o representante do Sindicato em Funções Publicas e Sociais do Norte [STFPSN], afeto à CGTP, Orlando Gonçalves, ter afirmado a necessidade de marcar uma greve, adiantado que, enquanto a greve dos trabalhadores se mantiver, irá ser realizada uma manifestação em frente ao ministério da Saúde em Braga.

Os motivos da greve prendem-se com o facto de os assistentes operacionais do Hospital de Braga, que funcionou até dia 01 de setembro como Parceria Público Privada (PPP), não terem sido abrangidos pelo acordo coletivo em vigor nos restantes hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

 

Acordo coletivo aprovado não foi aplicado em Braga

 

“O Hospital era PPP, passou a EPE [com estatuto de Entidades Públicas Empresariais] a 01 de setembro. Há um acordo coletivo que dá direito às 35 horas, entre outras questões. Braga, na altura em que o acordo entrou em vigor não era EPE, logo o acordo não se aplicou. Agora é uma EPE e não faz sentido que não se aplique”, apontou.

O sindicalista acusou ainda o ministério da Saúde de andar a “empatar a aplicação deste acordo, dizendo que há contratos a analisar” e que, “para piorar, o Governo a 20 de setembro, quando o Hospital de Braga já era uma EPE, assinou um acordo coletivo para aplicar aos trabalhadores das carreiras não revistas e que continua a deixar de fora o Hospital de Braga”.

“Nós [STFPSN] não assinamos enquanto não estiver lá o Hospital de Braga”, avisou.

Orlando Gonçalves explicou que a situação “gera enormes desigualdades e discriminação” entre trabalhadores dos hospitais que já eram EPE, e mesmo entre os do Hospital de Braga.

 

Trabalham entre 35 e 40 horas de trabalho e recebem cerca de 585€, em média

 

“Isto provoca que em todos os hospitais EPE, os assistentes operacionais fazem 35 horas e ganham 635 euros. Aqui em Braga, ou fazem 35 horas e ganham 519 euros de salário base ou fazem 40 e ganham 600 euros“, disse.

Sobre a decisão de partir para uma greve, o sindicalista disse que foi a medida decidida porque “a situação não faz sentido e a resposta da ministra da Saúde é que, tendo em consideração o período eleitoral, não se irá decidir nada e que fica para a próxima legislatura”, referiu.

Isto é inaceitável e vamos agora seguir com os trâmites legais do pré-aviso de greve, estando sempre, abertos a negociações”, finalizou.

Os trabalhadores estão desde as 16:00 de hoje a manifestar-se frente ao Hospital de Braga.

 

SO/Lusa

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Greve. Médicos escrevem carta “anticalúnia” para esclarecer utentes https://saudeonline.pt/greve-medicos-escrevem-carta-anticalunia-para-esclarecer-utentes/ https://saudeonline.pt/greve-medicos-escrevem-carta-anticalunia-para-esclarecer-utentes/#respond Mon, 01 Jul 2019 09:00:30 +0000 https://saudeonline.pt/?p=74181 O Sindicato Independente dos Médicos explica, numa carta aberta, os motivos da greve e alerta que o governo “tudo fará para intoxicar a opinião pública”.

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centros de saude

“Sabemos que os responsáveis políticos e governamentais tudo farão para descredibilizarem os médicos e a sua luta. Tudo farão para intoxicarem a opinião pública e a comunicação social com mentiras e mitos sobre esta privilegiada classe”, escreve o sindicato.

Numa carta publicada na imprensa e que dizem funcionar como “guia anticalúnia”, o Sindicato Independente dos Médicos (SIM) explica que convocou uma greve para o dia 2 de julho (o dia 3 foi convocado pela Federação Nacional dos Médicos) porque “o rol de queixas” destes profissionais “é vasto”.

“Os médicos vão fazer greve como forma de protesto público contra a degradação do trabalho e contra a degradação do Estado Social e do Serviço Nacional de Saúde, motivada por anos de despesismo incontrolado e doloso de sucessivos governos e legislaturas, afirma o SIM.

Na carta aberta, o sindicato explica que os médicos recorrem mais uma vez à greve porque “se fartaram de ser interlocutores empenhados de um Governo e um Ministério da Saúde que agem com deliberado desrespeito e sem real interesse em chegar a acordo sobre uma imensidade de questões”.

 

Médicos lembram mestrado e internato exigentes

 

Tentando desmistificar e desmentir as “esperadas calúnias” os médicos defendem que não são uma classe privilegiada, explicando que singraram no mestrado “mais longo e mais exigente (seis anos) de acesso mais difícil e seletivo (médias acima de 18)”, que se entregaram “52 horas por semana ao seu internato médico de especialidade (que dura 4 a 6 anos)”, ao mesmo tempo em que “tentam ter vida familiar e social”.

“A verdade é que, se tudo correr bem, um médico será especialista depois dos 30 anos de idade”, recorda.

Sobre os salários, o SIM lembra que “um médico funcionário público que trabalhe num grande hospital e que seja Assistente Graduado, um Cirurgião Cardiotorácico com 15 anos de especialista, por exemplo, ganha o horror de 3.621,60 euros, ilíquidos por mês, para uma semana de trabalho de 40 horas, com as progressões bloqueadas desde 2005 e só em 2018 parcialmente desbloqueadas”.

“Claro que há quem ganhe mais. À custa de trabalho em Serviço de Urgência, às 24 horas de cada vez, fazendo perigar a sua saúde, a sua estabilidade familiar e social e, mais grave, o atendimento correto que os doentes merecem, ou também à custa do muito trabalho em Medicina privada ou, o que é ainda mais comum, à custa do múltiplo emprego”, sublinha.

“A verdade é que a maior parte dos médicos nos hospitais aufere menos do que 2.000 euros líquidos”, acrescenta.

O sindicato desmente ainda que os médicos sejam os funcionários públicos que mais ganhem, dizendo que “um médico pode aspirar a ganhar, no final da sua vida ativa e depois de múltiplos exames e provas públicas, o que um senhor juiz ou um senhor magistrado ganham ao fim de sete anos de exercício num Tribunal ou Comarca de 1.ª Instância”. “Um médico nunca chegará ao vencimento de um professor universitário”, afirma.

 

Críticas às progressões “a conta-gotas”

 

Sobre as carreiras, escreve que “os médicos aceitam e defendem que só alguns devem chegar ao topo da carreira”, e que esses serão “os mais bem preparados e os com melhor curriculum técnico”, mas lembram que os concursos para Assistente Graduado Sénior abrem “a conta-gotas” e que “muitos serviços de saúde estão já a ser dirigidos por Assistentes sem graduação”.

Lembra que “a graduação do médico é o sistema português de validação de competências interpares” e que “é desta validação que depende a formação dos médicos mais novos nos internatos de especialidade”.

A propósito da “acusação constante” de que “os médicos se encobrem uns aos outros”, o SIM defende que “quanto mais os médicos exigem para si em termos técnicos mais defendidos estão os doentes” e que “a responsabilidade médica é intransmissível e os seguros existentes, pagos pelo próprio médico e não pelo empregador, nunca ilibam a má prática (crime)”.

Sobre o reconhecimento do trabalho dos médicos, o SIM recorda que as Entidades Públicas Empresariais preferem contratar via prestação de serviços pois poupam nos vencimentos e na taxa social única” e que isso levou a um aumento dos custos com a prestação de serviços médicos.

“O facto é que os médicos mais novos, que acabam a Especialidade (uma formação paga e bem paga com o seu trabalho árduo), ficam a receber como internos e a ter responsabilidade como Especialista nas Unidades de Saúde do estado, por vezes durante um longo período de tempo” e/ou “emigram para onde o seu trabalho é reconhecido” ou “entram no esquema do trabalho à tarefa”.

Sublinham que serão “escrupulosamente cumpridos” os serviços mínimos e garantem que, durante a greve, serão prestados os cuidados e atos de quimioterapia e radioterapia, diálise, urgência interna, os atos indispensáveis para a dispensa de medicamentos de uso exclusivamente hospitalar, recolha de órgão para transplantes e cuidados paliativos em internamento.

Os dois sindicatos médicos convocaram uma greve para dias 02 e 03 de julho, terça e quarta-feira, sendo o primeiro dia agendado pelo Sindicato Independente dos Médicos e o segundo marcado pela Federação Nacional dos Médicos, que também promove na quarta-feira uma manifestação junto ao Ministério da Saúde, em Lisboa.

LUSA

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Roque da Cunha: Greve dos médicos “passou mensagem contra privatização da Medicina Legal” https://saudeonline.pt/roque-da-cunha-greve-dos-medicos-passou-mensagem-contra-privatizacao-da-medicina-legal/ Fri, 28 Jun 2019 08:56:44 +0000 https://saudeonline.pt/?p=74135 O conteúdo <i class="iconlock fa fa-lock fa-1x" aria-hidden="true" style="color:#e82d43;"></i> Roque da Cunha: Greve dos médicos “passou mensagem contra privatização da Medicina Legal” aparece primeiro em Saúde Online.

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Trabalhadores da saúde em greve. Adesão acima dos 75% https://saudeonline.pt/trabalhadores-da-saude-em-greve-adesao-acima-dos-75/ https://saudeonline.pt/trabalhadores-da-saude-em-greve-adesao-acima-dos-75/#respond Fri, 28 Jun 2019 07:47:18 +0000 https://saudeonline.pt/?p=74133 Adesão à greve nacional, iniciada hoje, situa-se entre 75% e 100%, segundo os primeiros resultados do turno da noite.

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Segundo dados enviados à agência Lusa, recolhidos pela Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais, a adesão foi de 100% nos hospitais de Gaia e São José (Lisboa), assim como nos Hospitais da Universidade de Coimbra, maternidades desta cidade e hospital dos Covões, também em Coimbra.

A mesma adesão de 100% foi registada no Hospital Psiquiátrico Sobral Cid (Coimbra), no Instituto Português de Oncologia de Coimbra e no Hospital da Figueira da Foz.

Os trabalhadores da saúde iniciaram às 00:00 uma greve de 24 horas para exigir aumentos salariais, carreiras dignas e a contratação de mais profissionais.

Segundo a federação nacional, que convocou a greve, no Hospital Amadora-Sintra a adesão foi de 99% e no Hospital de Chaves 95%, enquanto que na Maternidade Alfredo da Costa (Lisboa) foi de 90%, na unidade hospitalar São João (Porto) 80% e em Braga de 75%.

Os hospitais de Aveiro, Estarreja, Águeda, Feira, Oliveira de Azeméis, São da Madeira, Ovar, Viseu, Tondela, Lamego, Guarda e Seia, assim como os hospitais de Leiria, Pombal, Alcobaça, Caldas da Rainha e Peniche estão “todos só com serviços mínimos”, acrescenta-se na nota da federação.

O secretário-geral da CGTP, Arménio Carlos, disse à agência Lusa, que “estas grandes adesões confirmam o descontentamento e a indignação dos profissionais de saúde”.

“Os trabalhadores não só lutam por melhores salários e carreiras profissionais, como também têm o objetivo de assegurar a contratação de mais trabalhadores para que o Serviço Nacional de Saúde possa corresponder às necessidades e anseios dos portugueses”, acrescentou Arménio Carlos.

De acordo com o pré-aviso, a greve pode abranger todos os trabalhadores da saúde, mas a paralisação deverá ser cumprida sobretudo por auxiliares de ação médica e assistentes operacionais.

SO/LUSA

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Greve dos técnicos de diagnóstico desconvocada https://saudeonline.pt/greve-dos-tecnicos-de-diagnostico-desconvocada/ https://saudeonline.pt/greve-dos-tecnicos-de-diagnostico-desconvocada/#respond Wed, 05 Jun 2019 12:11:35 +0000 https://saudeonline.pt/?p=73622 A greve e manifestação dos técnicos de diagnóstico e terapêutica marcadas para a próxima sexta-feira foram hoje desconvocadas devido ao adiamento da discussão do diploma sobre a regulamentação da carreira.

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Os protestos convocados pela Federação de Sindicatos da Administração Pública (FESAP), cujo objetivo era reivindicar progressão salarial e na carreira para os técnicos superiores de diagnóstico e terapêutica.

Em declarações à agência Lusa, Dina Carvalho, do Sindicato dos Técnicos Superiores de Diagnóstico e Terapêutica (SINDITE), explicou que os protestos foram adiados uma vez que o PSD solicitou à Comissão da Saúde “o adiamento, sem data marcada, da discussão em sede de especialidade” do diploma do Governo, já promulgado pelo Presidente da República, que estabelece o regime remuneratório da carreira especial destes profissionais.

“Vamos desconvocar a greve, marcar outras, porque vamos ter de ter o tempo necessário para o pré-aviso e nós não sabemos em que data é que poderá descer à assembleia a votação final do diploma e se alguma vez virá a descer”, disse a sindicalista.

Dina Carvalho adiantou que estão sem grandes esperanças e, que, “por isso, é que as manifestações e a greve vão sendo adiadas e remarcadas em sucessivas sextas-feiras”, visto ser este o dia da semana em que as decisões da Comissão da Saúde são votados em plenário.

A Comissão da Saúde tinha marcado para hoje a discussão e votação das propostas de alteração do BE, PCP e PSD ao decreto-lei que estabelece o número de posições remuneratórias das categorias da carreira especial de técnico superior das áreas de diagnóstico e terapêutica e identifica os respetivos níveis da tabela remuneratória.

Já no passado dia 21 de fevereiro, estes especialistas fizeram greve e manifestaram-se nas ruas de Lisboa devido à decisão do Governo aprovar o regime remuneratório sem ter previamente realizado qualquer acordo com os sindicatos.

Com este diploma, “97% dos técnicos superiores de diagnóstico e terapêutica vão para a base da carreira, independentemente de terem começado a trabalhar no dia 01 de janeiro ou terem uma carreira de 20 anos e 75% dos profissionais veem o seu passado de trabalho e dedicação ao Serviço Nacional de Saúde apagado sem respeito”, afirma o sindicato.

 

Erica Quaresma (com Lusa)

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