Economia - Saúde Online https://saudeonline.pt/tag/economia/ Notícias sobre saúde Thu, 04 Jul 2019 11:09:40 +0000 pt-PT hourly 1 https://saudeonline.pt/wp-content/uploads/2018/12/cropped-indentity-32x32.png Economia - Saúde Online https://saudeonline.pt/tag/economia/ 32 32 Despesa das famílias em saúde cresceu 4,4% no ano passado – INE https://saudeonline.pt/despesa-das-familias-em-saude-cresceu-44-no-ano-passado-ine/ https://saudeonline.pt/despesa-das-familias-em-saude-cresceu-44-no-ano-passado-ine/#respond Thu, 04 Jul 2019 11:09:07 +0000 https://saudeonline.pt/?p=74410 De 2016 para 2017, a despesa corrente em saúde das famílias aumentou nos hospitais privados e nas consultas ou exames feitos no privado, enquanto houve um decréscimo da despesa em hospitais públicos e em farmácias.

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A despesa das famílias em saúde cresceu no ano passado 4,4%, depois de um ligeiro abrandamento registado em 2017, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística hoje divulgados.

“Para 2018, estima-se que o financiamento das famílias tenha crescido 4,4%”, indicam os dados da Conta Satélite da Saúde do INE, acrescentando que em 2017 se tinha registado um “ligeiro abrandamento da despesa das famílias”.

Globalmente, a despesa corrente em saúde aumentou 5,1% em 2018, com “uma continuação do aumento do financiamento dos principais agentes financiadores públicos e privados”, com exceção dos subsistemas de saúde públicos (com uma ligeira redução de 0,1%).

Em 2017, a despesa dos hospitais e prestadores de cuidados públicos tinha crescido 4,1%, sobretudo devido a um aumento do consumo de medicamentos, material de consumo clínico e de custos com pessoal, onde o INE inclui o “aumento do número de trabalhadores”.

Mas foi ainda superior a despesa dos prestadores privados, que registou em 2017 aumentos de 5,5% no caso dos hospitais privados e de 4,4% das outras unidades privadas não hospitalares.

Face a 2016, em 2017 quase todos os principais prestadores na saúde registaram um aumento do seu peso relativo na despesa corrente, sendo as farmácias a única exceção.

LUSA/SO

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Despesa em saúde regista maior crescimento em 10 anos https://saudeonline.pt/despesa-corrente-em-saude-aumentou-51-em-2018-sendo-o-maior-crescimento-em-10-anos/ https://saudeonline.pt/despesa-corrente-em-saude-aumentou-51-em-2018-sendo-o-maior-crescimento-em-10-anos/#respond Thu, 04 Jul 2019 10:44:49 +0000 https://saudeonline.pt/?p=74392 Para 2018, o INE estima que a despesa corrente tenha sido de 18.345,1 milhões de euros, representando 9,1% do PIB, “refletindo o crescimento mais elevado desde 2008”.

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A despesa corrente em saúde aumentou 5,1% em 2018, sendo superior à variação nominal do PIB, segundo indicadores divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

Trata-se do crescimento mais elevado da despesa corrente em saúde desde 2008, segundo a Conta Satélite da Saúde do INE.

Os resultados preliminares da despesa corrente em saúde de 2018 mostram um aumento da despesa pública de 5,3% e privada de 4,6%.

Em 2017, a despesa corrente em saúde tinha aumentado 3,6%, que significava menos 0,9 pontos percentuais do que no ano anterior.

LUSA/SO

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Investimento no SNS permitiu retorno de 5,1 mil milhões para a economia – estudo https://saudeonline.pt/investimento-no-sns-permitiu-retorno-de-51-mil-milhoes-para-a-economia-estudo/ https://saudeonline.pt/investimento-no-sns-permitiu-retorno-de-51-mil-milhoes-para-a-economia-estudo/#respond Tue, 02 Apr 2019 09:00:41 +0000 https://saudeonline.pt/?p=70544 O investimento no SNS em 2018 permitiu um retorno de 5,1 mil milhões para a economia tendo em conta o impacto dos cuidados de saúde no absentismo e na produtividade, conclui um estudo hoje apresentado

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Segundo os dados do Índice de Saúde Sustentável, desenvolvido pela Nova Information Management School (NOVA-IMS), cerca de metade do valor investido no Serviço Nacional de Saúde (SNS) em 2018 retornou para a economia, tendo em conta tanto os dias de ausência laboral que o SNS permitiu evitar como a produtividade destes trabalhadores.

“O valor não pode deixar de nos impressionar, pois significa que cerca de metade do investimento anual do SNS é retornado para a economia no próprio ano só por via da participação dos cidadãos no mercado trabalho”, sublinhou Pedro Simões Coelho, coordenador do estudo.

Segundo o trabalho da NOVA-IMS, em média, os portugueses faltaram quase seis dias (5,9) ao trabalho em 2018, o que resultou num prejuízo de 2,2 mil milhões de euros. No entanto, a prestação de cuidados de saúde através do SNS permitiu evitar a ausência laboral de outros dois dias (2,4), o que representa uma poupança de 894 milhões de euros.

A redução da produtividade também foi medida neste estudo, que refere que por motivos de saúde terá existido uma perda equivalente a 12,3 dias de trabalho, o que se traduz num prejuízo de 4,6 mil milhões de euros. Contudo, o SNS permitiu evitar outros 6,8 dias de trabalho perdidos, resultando numa poupança de 2,5 mil milhões.

No total, tendo em conta o impacto no absentismo laboral e na produtividade, “estamos a falar de impacto económico de cerca de 3,4 mil milhões [medido por vai dos salários), (…) mas o valor económico global dos dias que o SNS ajudou a não perder poderá ultrapassar os 5,1 mil milhões”, disse à agência Lusa o coordenador do estudo.

O valor do índice de sustentabilidade baixou em 2018 de 103.0 para 100.7 pontos, mas apesar desta descida o estudo destaca o aumento da satisfação e confiança dos utentes e uma subida da atividade do SNS em 2,5%.

“Esta descida no índice, não se trata de uma situação clara (…), trata-se de uma situação mista, onde há algumas componentes do índice que sobem e outras que descem e acabam, no conjunto e no equilíbrio de todas, por prevalecer aquelas que fazem o índice descer”, afirmou Pedro Simões Coelho.

Contudo, o responsável sublinhou como aspetos positivos o crescimento de 2,5% da atividade do SNS (hospitais e cuidados de saúde primários), “a mais alta dos últimos quatro anos”, a qualidade do SNS que os utilizadores percecionam, que é positiva (67 pontos, de 0 a 100) e a redução da dívida.

“2018 foi um ano em que, pela primeira vez, há uma redução da divida a fornecedores”, frisou.

Quanto aos aspetos “que puxam para baixo o índice de saúde sustentável”, o coordenador do estudo destaca o índice de qualidade técnica, baseado em indicadores universais, que desceu, e o aumento da despesa (2,9%).

“Trata-se de uma situação fora do vulgar, com o desenho de um sistema que está a melhorar na atividade, na divida e na qualidade percecionada e que está a piorar noutras componentes. Acabaram por prevalecer as negativas”, concluiu.

O estudo avaliou igualmente o índice global do estado de saúde dos portugueses, que se encontra nos 74,4 pontos – numa escala de 0 a 100 (estado de saúde ideal). Se a este índice fosse retirado o contributo do SNS, o valor ficaria pelos 54,6 pontos.

Quanto ao acesso ao SNS e às taxas moderadoras, o estudo indica que os portugueses têm uma ideia de valores acima dos realmente praticados, seja nas consultas com o médico de família ou nas consultas externas/especialidade nos hospitais, julgando inclusive que há lugar a taxa moderadora em caso de internamento, quando tal já não acontece.

Em relação ao custo dos medicamentos, subiu a percentagem (89,8, mais 0,7) de pessoas que disseram ter tomado no último ano medicamentos prescritos por um médico, assim como a percentagem dos que os tomam no âmbito de uma terapêutica prolongada (passou de 59,5 para 68,1).

Por outro lado, baixou de 10,8 para 8,9 a percentagem dos que, por questões financeiras, não compraram algum dos medicamentos prescritos pelo médico.

LUSA/SO

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Acordos com ‘clusters’ apoiam empresas que pesam 60 mil ME no PIB – Siza Vieira https://saudeonline.pt/acordos-com-clusters-apoiam-empresas-que-pesam-60-mil-me-no-pib-siza-vieira/ https://saudeonline.pt/acordos-com-clusters-apoiam-empresas-que-pesam-60-mil-me-no-pib-siza-vieira/#respond Tue, 26 Mar 2019 11:42:51 +0000 https://saudeonline.pt/?p=70127 O Governo assina hoje e quarta-feira seis acordos com ‘clusters’ setoriais que contribuem com perto de 60 mil milhões de euros para o PIB, segundo revelou à Lusa o ministro Adjunto e da Economia

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Segundo Pedro Siza Vieira, o executivo pretende “assegurar o crescimento da competitividade das empresas e contribuir para o aumento das exportações”.

“Temos o objetivo de fazer chegar as exportações a 50% do PIB (Produto Interno Bruto) até meados da próxima década”, avançou.

Estes “Pactos Setoriais para a Competitividade e Internacionalização” serão hoje assinados, em Lisboa, com o ‘Portuguese AgroFood Cluster’, o ‘Health Cluster Portugal’ e o ‘Cluster’ AEC – Arquitetura, Engenharia e Construção. Na quarta-feira, em Leiria, será a vez do ‘Cluster’ Automóvel, do ‘Engineering & Tooling Cluster’ e do ‘Produtech’ – Tecnologias de Produção.

“Nestes cinco meses, sentamo-nos com estes seis primeiros setores, para identificar quais as necessidades em termos de formação profissional, de promoção externa e apoio às exportações”, referiu o governante, destacando ainda as áreas dos “incentivos ao investimento em investigação e desenvolvimento” para auxiliar as empresas “no seu percurso”.

Pedro Siza Vieira acredita que, à imagem do que aconteceu com o calçado e o turismo, “quando as próprias empresas se articulam entre si para prosseguirem objetivos comuns têm mais sucesso no crescimento da produtividade e nas exportações”, acrescentando: “E é isso que queremos generalizar”.

O ministro detalhou ainda que estes ‘clusters’ são compostos por empresas, associações empresariais, instituições de investigação e ensino superior, e que “têm uma grande abrangência no território nacional”.

Entre as medidas concretas de apoio às empresas está o auxílio no desenho da formação profissional, para “pegar em certas pessoas, que têm qualificações menos adequadas às necessidades das empresas, e dar-lhes formação profissional específica que lhes permita redirecionar a sua atividade para o setor automóvel, ou metalomecânico”, entre outros, indicou Siza Vieira.

Esta iniciativa vai também apoiar a internacionalização, através da identificação de “ações de promoção externa que as empresas querem fazer” e da avaliação de feiras em que podem apoiar a sua internacionalização ou de missões internacionais que podem tentar atrair, salientou o governante.

O programa irá contar com financiamento público, em montantes que ainda não foram definidos.

“Queremos que os sistemas de incentivos, designadamente no quadro dos fundos europeus, estruturais e de investimento possam ser trabalhados para irem ao encontro destes objetivos setoriais. É preferível desenhar incentivos mais apropriados às necessidades específicas de cada setor do que fazer uma coisa geral”, garantiu o ministro.

As empresas poderão ainda contar com apoios para programas de colaboração para certos objetivos, nomeadamente a inovação, de acordo com Siza Vieira.

Estes pactos serão “assinados agora para um horizonte de três, quatro anos e que vamos ajustando à medida que avançamos”, detalhou o ministro.

Pedro Siza Vieira garantiu que o programa terá metas definidas. Por exemplo, “no setor automóvel a ambição que temos é aumentar o valor acrescentado nacional em 12%. Identificamos uma série de medidas que vão ajudar as empresas a atingir esse objetivo”.

Para o futuro, o governante quer alargar estes acordos a mais ‘clusters’ e abranger o máximo de empresas possível.

O ‘Portuguese AgroFood Cluster’ conta com 466 associados, é responsável por cerca de 112 mil postos de trabalho e 16 mil milhões de euros de volume de negócios, ascendendo as exportações a seis mil milhões de euros.

O ‘Health Cluster Portugal’ tem 172 associados, com cerca de 279 mil postos de trabalho e 27 mil milhões de euros de volume de negócios, dos quais 1.400 milhões de euros para exportações.

Já o ‘Cluster’ AEC – Arquitetura, Engenharia e Construção, com 59 associados, pertence a uma fileira responsável por mais de 551.729 postos de trabalho e 37,48 mil milhões de euros de volume de negócios, segundo dados do Ministério da Economia.

A cerimónia de hoje contará com a presença do primeiro-ministro, António Costa.

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