Dr. Fernando Almeida - Saúde Online https://saudeonline.pt/tag/dr-fernando-almeida/ Notícias sobre saúde Tue, 07 Jul 2020 09:28:13 +0000 pt-PT hourly 1 https://saudeonline.pt/wp-content/uploads/2018/12/cropped-indentity-32x32.png Dr. Fernando Almeida - Saúde Online https://saudeonline.pt/tag/dr-fernando-almeida/ 32 32 Covid-19: INSA está a preparar novos estudos serológicos https://saudeonline.pt/covid-19-insa-esta-a-preparar-novos-estudos-serologicos/ https://saudeonline.pt/covid-19-insa-esta-a-preparar-novos-estudos-serologicos/#respond Tue, 07 Jul 2020 09:25:37 +0000 https://saudeonline.pt/?p=94481 O Insa está a preparar três novos estudos sobre imunidade à covid-19, dedicados a pessoas infetadas com o novo coronavírus, profissionais de saúde e mães e recém-nascidos

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presidente do INSA

O anúncio foi feito pelo presidente do Insa, Fernando Almeida, durante a habitual conferência de imprensa sobre a pandemia em Portugal, no Ministério da Saúde.

Os três estudos que estão, neste momento, em cima da mesa vão partir dos resultados preliminares no primeiro inquérito serológico que deverão ser conhecidos ainda em julho.

Olhando para os doentes infetados com o novo coronavírus, o objetivo do Insa, segundo Fernando Almeida, passa por perceber o nível de anticorpos e o nível de imunização decorrentes da doença, e no caso das grávidas e recém-nascidos perceber se uma mãe que tenha estado infetada pode ou não transmitir anticorpos ao bebé.

Sobre o estudo dedicado a profissionais de saúde, o presidente do Insa afirmou que o instituto português já foi abordado pela Organização Mundial de Saúde, que demonstrou interesse no projeto e se manifestou disponível para apoiar com recursos materiais.

Para já, o Insa está a trabalhar no inquérito serológico iniciado em maio, e cuja primeira fase terminou na sexta-feira.

 

Resultados do inquérito serão conhecidos entre as duas últimas semanas de julho

 

Segundo Fernando Almeida, a amostragem inicialmente prevista de 2.072 participantes foi ultrapassada, mas o presidente do instituto não precisou quantas pessoas responderam ao inquérito, afirmando que é possível que ainda recebam mais análises ao longo da semana.

Depois de conhecidos os resultados, seguem-se novos inquéritos que permitirão uma análise mais fina da imunidade em Portugal.

Esperamos perceber concretamente a proporção de casos de pessoas com algum nível ou com um nível elevado de anticorpos”, disse Fernando Almeida, explicando que os testes utilizados nesta altura do inquérito permitem apenas identificar a presença de anticorpos.

O primeiro inquérito será repetido em cinco meses e, posteriormente, de três em três meses, durante um ano. “Isto sempre de acordo com a situação epidemiológica”, ressalvou Fernando Almeida.

O secretário de Estado da Saúde, António Lacerda Sales, aproveitou também a conferência de imprensa para sublinhar a importância do trabalho do Insa, afirmando que os resultados dos inquéritos serológicos vão permitir preparar da melhor forma a resposta à covid-19 no futuro.

“Vai determinar a extensão da infeção na população geral residente em Portugal, comparar as taxas de seropositividade específicas para a idade e para a região, estimar a fração de infeções assintomáticas ou subclínicas e monitorizar a evolução da imunidade da população ao longo do tempo”, explicou.

SO/LUSA

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Instituto Ricardo Jorge já detetou 600 mutações do novo coronavírus https://saudeonline.pt/instituto-ricardo-jorge-ja-detetou-600-mutacoes-do-novo-coronavirus/ https://saudeonline.pt/instituto-ricardo-jorge-ja-detetou-600-mutacoes-do-novo-coronavirus/#respond Fri, 05 Jun 2020 09:20:22 +0000 https://saudeonline.pt/?p=91951 No âmbito de um estudo de sequenciação do genoma do SARS-CoV-2, o INSA já analisou 800 sequências do genoma, obtidas de amostras colhidas em 116 concelhos.

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presidente do INSA

A informação foi avançada pelo secretário de Estado da Saúde, António Lacerda Sales, na habitual conferência de imprensa de atualização de informação sobre a pandemia da covid-19 em Portugal.

O presidente do INSA, Fernando Almeida, que também esteve presente na conferência de imprensa, explicou que cerca de 90% destas mutações são iguais àquelas que circulam na Europa.

“Este número não tem nada de significativo, em termos de investigação é que o tem, [porque] permite-nos perceber até que ponto há algo variabilidade e é isso que estamos a fazer”, sublinhou.

Fernando Almeida explicou ainda que cada novo vírus pode sofrer, em média, entre uma a duas mutações por semana e aquelas agora detetadas pertencem ao mesmo grupo genético e partilham a mesma mutação específica da proteína ‘Spike’, aquela que permite que o vírus infete o ser humano.

No âmbito daquilo que o secretário de Estado descreveu como “um esforço de investigação e de procura de conhecimento para melhor adequar a capacidade de reposta em Portugal”, o INSA está também a conduzir o Inquérito Serológico Nacional covid-19, que está, atualmente, numa primeira fase de recolha de amostras.

Esta fase arrancou em 25 de maio e, segundo o presidente do instituto, estima-se que esteja concluída até ao final da próxima semana. Os primeiros resultados preliminares estarão disponíveis em julho.

De acordo com Fernando Almeida, este primeiro estudo será repetido cinco meses depois de concluído. “Depois, de três em três meses, vamos fazer o seguimento para determinar a prevalência de imunização”, esclareceu.

SO/LUSA

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Instituto Ricardo Jorge identificou 150 mutações do SARS-CoV-2 https://saudeonline.pt/instituto-ricardo-jorge-identificou-150-mutacoes-do-sars-cov-2/ https://saudeonline.pt/instituto-ricardo-jorge-identificou-150-mutacoes-do-sars-cov-2/#respond Thu, 07 May 2020 11:28:13 +0000 https://saudeonline.pt/?p=88644 Vírus já sofreu 150 mutações desde Wuhan, na China, até Portugal, dizem peritos do Instituto que estão a sequenciar o genoma.

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virus bolivia

Até ao fim da semana, o INSA prevê sequenciar 450 amostras do novo coronavírus em Portugal, sendo que, até ao momento, já foram encontradas “150 mutações do coronavírus”, afirmou o presidente do Instituto Ricardo Jorge, Fernando Almeida, durante a conferência de imprensa diária de atualização de informação sobre a pandemia em Portugal.

“Desde Wuhan [na China] até Portugal, o genoma já foi alterado 150 vezes”, acrescentou o responsável.

O estudo, de âmbito nacional, está a ser liderado pelo INSA, contando com a participação do Instituto Gulbenkian da Ciência e do Instituto de Investigação e Inovação em Saúde.

Segundo Fernando Almeida, a sequenciação do genoma do SARS-CoV-2 permite identificar “a impressão digital deste coronavírus” e perceber se o vírus que saiu de Wuhan “é o mesmo ou se tem outras linhas ou não”.

“Este genoma permite também identificar clara e inequivocamente, num determinado doente que foi infetado com coronavírus, toda a sua linha de transmissão e de onde veio essa linha de transmissão”, salientou o responsável, realçando que esta ferramenta “é muito importante” face à fase de desconfinamento em que o país entrou.

Com este trabalho, os investigadores poderão também perceber se “há linhagens mais severas e mais agressivas” e que poderão constituir motivo de maior atenção no tratamento, explanou.

“É o tempo de ir em busca daquilo que o coronavírus nos pode dar em termos de resposta”, sublinhou Fernando Almeida.

Durante a conferência de imprensa, o secretário de Estado da Saúde, António Lacerda Sales, explicou que este estudo, financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), pretende sequenciar mil genomas do coronavírus.

A sequenciação do genoma irá permitir “identificar cadeias de transmissão, a escala e a cronologia da transmissão, os pontos de entrada em Portugal” e, com essa informação, “avaliar o impacto das medidas de contenção” e “orientar as medidas a implementar em caso de um novo surto”, referiu.

SO/LUSA

 

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“Não podemos facilitar, pode acontecer uma onda muito pior”, avisa presidente do INSA https://saudeonline.pt/nao-podemos-facilitar-pode-acontecer-uma-onda-muito-pior-avisa-presidente-do-insa/ https://saudeonline.pt/nao-podemos-facilitar-pode-acontecer-uma-onda-muito-pior-avisa-presidente-do-insa/#respond Mon, 04 May 2020 10:28:35 +0000 https://saudeonline.pt/?p=88070 O presidente do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA) considera que o combate à covid-19 trouxe várias lições.

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presidente do INSA

“Não podemos facilitar porque isto tem ondas e pode acontecer uma onda muito pior, porque é aquilo que se diz: basta levantar um bocadinho o pé da mola, a mola volta a disparar”, diz Fernando Almeida, lembrando que o novo coronavírus, que provoca a doença covid-19, propaga-se com “muita facilidade” e ainda se sabe pouco sobre ele.

A pandemia de covid-19 levou a uma mudança de comportamentos da população que, diz Fernando Almeida, se vão manter.

Os nossos comportamentos daqui para o futuro jamais serão os mesmos, mas não é para agora, um ou dois anos ou três anos, jamais serão os mesmos“, vinca o presidente do INSA, o laboratório nacional de referência em questões de epidemiologia e saúde pública.

Para Fernando Almeida, “o primeiro ensinamento” retirado da pandemia é que “nunca aconteceu o que está a acontecer”.

“Todos nós pensamos que a SARS (doença respiratória aguda também provocada por um coronavírus que deu origem a uma epidemia em 2003) foi uma coisa que aconteceu há muito tempo, a gripe A aconteceu mas não teve nada deste efeito” causado pela covid-19, que além de ter um “impacto muito grande” é uma doença sobre a qual “ainda se sabe muito pouco”.

 

Estudos que surgem são contraditórios

 

Fernando Almeida observa que “os estudos que aparecem são muito contraditórios” em termos de tempo de incubação, de segurança e de imunidade. “Se dá muita imunidade, se a imunidade é duradoura, ainda se sabe muito pouco, porque a ciência ainda não é suficientemente robusta para tirarmos conclusões muito concretas”.

“Há uma lição que nós temos que aprender é que nunca mais isto vai ser igual, os nossos hábitos, as nossas opções estão mudadas totalmente e vão ser mudadas totalmente”, considera.

A Organização Mundial de Saúde sempre mencionou que ciclicamente vão aparecendo este tipo de doenças, a maior parte delas ligadas a alterações virais.

“Até diziam que ia haver uma doença, que não sabiam bem qual era, que era a doença X. Ora bem, aqui está ela. Quando todos nós esperávamos que era uma coisa que iria ficar confinada num país, ela está cá e com este impacto, que não é só um impacto na vida das pessoas, em todos os aspetos, mas também impacto da economia do país e de todos os países”.

Para Fernando Almeida, este é o segundo ensinamento: “não vale a pena dizermos que só acontece aos outros. Não, também nos acontece a nós e temos que estar sempre preparados para o pior, esperando que aconteça o melhor”.

O presidente do INSA destaca ainda a importância das medidas aplicadas no país para conter a disseminação do vírus. “Portugal teve a vantagem de perceber o que se estava a passar em outros países, como Itália, Espanha e França, e de se preparar com algum tempo”.

“As decisões que foram tomadas são, e foram, fundamentais para que esta epidemia, sobretudo a pandemia em Portugal, não atingisse aquilo que era expectável por aquele crescimento exponencial dos quadros”, afirma.

“As estruturas estão a responder bem, os hospitais estão a responder bem, temos bons níveis de testes, tudo está a correr bem”, mas “não vamos facilitar”, esta é a terceira lição, nota Fernando Almeida.

O coordenador da Unidade de Investigação Epidemiológica, do INSA, Baltazar Nunes, também realça a importância das medidas de confinamento decretadas “numa fase inicial” da doença no país.

“Foi necessário tomar estas medidas porque não sabíamos exatamente quais seriam as mais eficazes na contenção e não havia tempo”, adianta.

SO/LUSA

 

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