Dia Mundial da Hipertensão - Saúde Online https://saudeonline.pt/tag/dia-mundial-da-hipertensao/ Notícias sobre saúde Fri, 26 Mar 2021 14:19:57 +0000 pt-PT hourly 1 https://saudeonline.pt/wp-content/uploads/2018/12/cropped-indentity-32x32.png Dia Mundial da Hipertensão - Saúde Online https://saudeonline.pt/tag/dia-mundial-da-hipertensao/ 32 32 Serão as plantas, ervas aromáticas e microalgas uma alternativa ao sal? https://saudeonline.pt/serao-o-uso-de-plantas-ervas-aromaticas-e-microalgas-uma-alternativa-ao-sal/ https://saudeonline.pt/serao-o-uso-de-plantas-ervas-aromaticas-e-microalgas-uma-alternativa-ao-sal/#respond Fri, 17 May 2019 11:40:42 +0000 https://saudeonline.pt/?p=72708 Mais de 2 milhões de portugueses sofrem de hipertensão. Em média, um português consome diariamente mais do dobro da quantidade máxima de sal recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Um projeto inovador pode ter encontrado a alternativa!

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Sendo o sal abusivamente consumido, um grupo de cientistas do iBET – Instituto de Biologia Experimental e Tecnológica – estão a explorar o uso de plantas halófitas, ervas aromáticas e microalgas como uma alternativa ao sal de cozinha.

Esta investigação é denomida de projeto Lesssalt e “pretende avaliar e correlacionar a composição nutricional e fitoquímica de extractos derivados das plantas e microalgas com as suas propriedades sensoriais. Posteriormente, será avaliada a capacidade anti-hipertensiva dos diferentes produtos em teste e seleccionados aqueles que demonstrarem conferir características sensoriais adequadas associadas a um possível efeito anti-hipertensivo. Pretende-se que este produto possa ser usado como um substituto saudável do sal nas cozinhas e, assim, contribuir para uma melhoria significativa na saúde da população”, podemos ler num comunicado enviado à imprensa.

O projeto está a ser desenvolvido no âmbito do programa iBETXplore, um programa de financiamento interno cujo objetivo é estimular a investigação científica. Através deste programa, o iBET possibilita aos jovens cientistas com ideias ambiciosas e com relevância para a sociedade possam desenvolver os seus projetos.

É de realçar que o consumo excessivo de sal está relacionado com o desenvolvimento de várias doenças crónicas como a hipertensão, o cancro do estômago ou a osteoporose. Assim sendo, a identificação de produtos alternativos ao sal, capazes de preservar o sabor e a forma de confeção dos alimentos é, atualmente, um dos maiores desafios da indústria alimentar.

Erica Quaresma

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Hipertensão atinge 42% dos portugueses https://saudeonline.pt/hipertensao-atinge-42-dos-portugueses/ https://saudeonline.pt/hipertensao-atinge-42-dos-portugueses/#respond Fri, 17 May 2019 11:20:22 +0000 https://saudeonline.pt/?p=72661 O Dia Mundial da Hipertensão celebra-se hoje e resulta da iniciativa da World Hypertension League a que a Sociedade Portuguesa de Hipertensão (SPHTA) se associa. O seu objetivo é alertar a população para a prevalência da hipertensão arterial, doença silenciosa que afeta quase metade dos portugueses.

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Sob o lema “Conheça os seus valores. Controle a sua pressão arterial”, a SPH relembra, no Dia Mundial da Hipertensão (DMH), a importância de medir a pressão arterial frequentemente – os valores devem ser inferiores a 14/9 -, e a importância de fazer exercício regularmente, bem como a adoção de uma alimentação saudável, reduzindo ao máximo o controlo de sal e controlando a toma da medicação prescrita.

Segundo o Instituto de Biologia Experimental e Tecnológica (iBET), um português consome, em média, diariamente mais do dobro da quantidade máxima de sal recomendada. Esta instituição está agora a investigar uma alternativa saudável ao sal de cozinha, através do projeto Lesssalt, cujo objetivo é a exploração do uso de plantas halófitas, ervas aromáticas e microalgas como uma alternativa ao sal de cozinha, uma alternativa que  pode fazer a diferença numa melhor e mais saudável rotina alimentar.

O presidente da Sociedade Portuguesa de Hipertensão, Dr. Vítor Paixão Dias, declara que “em Portugal, apesar de quase 75% dos hipertensos estar sob medicação, o controlo chega a pouco mais de 40%”, sendo “uma grande parte deste problema causado pela falta de adesão à terapêutica. Infelizmente, muitos doentes não cumprem a medicação ou abandonam-na, porque é uma doença silenciosa. E isto leva muitas vezes a um deficiente controlo da PA (Pressão Arterial)”, apesar de ser extremamente importante medir a pressão arterial com regularidade, alerta.

Para assinalar este dia estarão, no Parque João de Deus, em Espinho, médicos e enfermeiros a realizar rastreios de PA gratuitos (entre as 9h30 e as 19h), bem como a medir o índice de massa corporal (IMC) e a prestarem aconselhamento nutricional. Durante todo o dia a população poderá ainda juntar-se a diversas sessões de atividade física para jovens e séniores e também a sessões de esclarecimento intituladas “Hipertensão Arterial e Estilos de Vida”.

Também neste mês de Maio, a SPH se associa ao maior registo mundial de Hipertensão Arterial: Maio, o mês da medição, cujo objetivo passa, mais uma vez, pela consciencialização da importância de medir a pressão arterial regularmente, bem como a adopção de estilos de vida saudáveis. Esta é uma iniciativa coordenada pela Sociedade Internacional de Hipertensão e apoiada pela World Hypertension League (WHL).

O Centro de Saúde São João da Madeira, Hospital Egas Moniz do Centro Hospitalar Lisboa Ocidental, Hospital Garcia da Orta, Hospital Pêro da Covilhã do Centro Hospitalar Cova da Beira, Centro Hospitalar Entre Vouga e Douro e o Centro Hospitalar de Gaia e Espinho são alguns dos centros que irão acolher e fazer parte desta iniciativa.

“O objetivo este ano é conseguir mais de 1000 rastreios de HTA. Em dois anos já foram realizadas medições de PA a mais de 2.7 milhões de pessoas por todo o mundo – em 2017 os 1.2 milhões de rastreios identificaram mais de 150 mil pessoas com HTA previamente desconhecida, e mais de 100 mil com HTA mal controlada”, declara o presidente Dr. Vítor Paixão Dias.

Para colaborar no rastreio basta contactar a SPHTA por email ou telefone, ou então consultar www.maymeasure.com.

Erica Quaresma

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Hipertensão Arterial: O que todos devemos saber https://saudeonline.pt/hipertensao-arterial-o-que-todos-devemos-saber/ https://saudeonline.pt/hipertensao-arterial-o-que-todos-devemos-saber/#respond Thu, 16 May 2019 11:01:02 +0000 https://saudeonline.pt/?p=72653 Assistente Graduado Sénior de Cardiologia no CHEDV; Membro da Sociedade Portuguesa do Acidente Vascular Cerebral; Ex-Presidente da Sociedade Portuguesa de Hipertensão

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As Doenças Cérebro-Cardiovasculares (DCCV) – das quais se destacam o Acidente Vascular Cerebral (AVC) e o Enfarte Agudo do Miocárdio (EAM) – são a principal causa de morte e de incapacidade em todo o mundo, particularmente nos países ocidentais. Em Portugal, as DCCV são responsáveis por 1/3 de todas as mortes (aproximadamente 30.000/ano), estimando-se que possam reduzir em 12-14 anos a esperança de vida; para além disso, as DCCV são a principal causa de incapacidade e são responsáveis por um número muito elevado de internamentos hospitalares.

A Hipertensão Arterial (HTA) – isto é pressão arterial maior ou igual a 140/90 mmHg – é o principal fator de risco para o AVC, (que é a principal causa de morte em Portugal: cerca de 2/3 de todas as mortes por DCCV) e um dos mais importantes fatores de risco para EAM (bem como para insuficiência cardíaca, insuficiência renal, doença arterial periférica, etc.). A deteção precoce e o tratamento adequado da HTA podem, comprovadamente, reduzir significativamente o risco de incidência de DCCV, e, consequentemente, reduzir os trágicos números de incapacidade e mortalidade.

Apesar da melhoria significativa verificada nos últimos 10-15 anos, cerca de 42% dos adultos em Portugal tem HTA, mas quase 1/4 desconhece a doença e cerca de 1/4 dos hipertensos não estão a tomar medicação, contribuindo para que menos de metade dos doentes com HTA tenha a pressão arterial efetivamente controlada.

Habitualmente, a HTA não provoca sintomas (ou provoca sintomas inespecíficos que podem estar presentes em muitas outras doenças como dores de cabeça, tonturas, cansaço, etc). Assim sendo, a única maneira de detetar a HTA é verificando valores tensionais elevados, através da medição da pressão arterial, pelo que a medição regular da pressão arterial deve ser um hábito a seguir. Todos os adultos devem fazê-lo pelo menos uma vez por ano – seja em rastreios como os realizados no âmbito do Dia Mundial da HTA, seja na consulta médica e/ou de enfermagem, na farmácia, ou mesmo em casa (mediante o uso de um aparelho adequado). Os fumadores, obesos, as pessoas com diabetes ou com história de doença cardiovascular na família têm maior risco de desenvolver HTA, pelo que devem ter particular cuidado em medir regularmente a sua pressão arterial A idade também é outro fator a ter em atenção: em geral, quanto mais idosa for a pessoa, maior a probabilidade de desenvolver HTA.

A adoção de um estilo de vida saudável constitui a melhor forma de prevenir ou controlar a HTA, proporcionando, geralmente, uma descida significativa da pressão arterial: uma alimentação equilibrada – nomeadamente com redução no consumo de sal e de álcool e aumento de vegetais e fruta – acompanhada de exercício físico regular são medidas recomendadas, bem como a perda de peso (no caso dos doentes com excesso de peso ou obesidade) e a cessação tabágica total.

Quando estas medidas são insuficientes, poderá ser necessário recorrer a medicamentos anti-hipertensores (mantendo e/ou reforçando o estilo de vida saudável). No entanto, há que lembrar que os fármacos também não curam a hipertensão; só a controlam, por isso, uma vez iniciado, o tratamento medicamentoso deverá, em princípio, ser mantido prolongadamente (em princípio por toda a vida, salvo indicação em contrário do médico). Hoje em dia, existem muitos fármacos eficazes na redução da pressão arterial, competindo ao médico assistente decidir qual é (ou quais são) o(s) mais apropriado(s) para cada pessoa. Quando criteriosamente utilizada, a terapêutica permite controlar a HTA na esmagadora maioria dos casos.

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Dia Mundial da Hipertensão: doença afeta mais de um terço dos portugueses https://saudeonline.pt/dia-mundial-da-hipertensao-doenca-afeta-mais-de-um-terco-dos-portugueses-2/ https://saudeonline.pt/dia-mundial-da-hipertensao-doenca-afeta-mais-de-um-terco-dos-portugueses-2/#respond Thu, 17 May 2018 15:27:19 +0000 https://saudeonline.pt/?p=54972 De acordo com os dados do Inquérito Nacional de Saúde com Exame Físico (INSEF), mais de um terço dos portugueses sofre de hipertensão. O Dia Mundial é assinalado esta quinta-feira, 17 de maio.

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Realizado pelo Departamento de Epidemiologia do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), este inquérito analisou a tensão arterial dos portugueses e concluiu que 2,4 milhões de portugueses têm hipertensão. No estudo, além da medição da tensão arterial, foi considerada a toma de medicamentos para a hipertensão nas duas semanas anteriores à entrevista.

O INSEF estudou 4.911 pessoas, na sua maioria em idade ativa (84,3% com idade entre os 25 e os 64 anos), cerca de três quintos (63,4%) dos quais “sem escolaridade ou com escolaridade inferior ao ensino secundário” e 11,2% desempregados.

A hipertensão é mais frequente nos homens, atingindo quase 40% da população masculina e 32% das mulheres portuguesas. A prevalência da hipertensão é mais elevada (62,6%) na população com “nenhuma escolaridade ou com o primeiro ciclo”, enquanto na população com “ensino superior” 15,5% sofrem de hipertensão.

Relativamente à ocupação profissional cerca de 65% dos reformados, domésticos ou estudantes têm hipertensão, enquanto a taxa de hipertensos desempregados ronda os 30% e a dos empregados se fixa nos 24,7 por cento. De acordo com os dados do INSEF mais de 70% da população acima dos 65 anos têm hipertensão e entre os 25 e os 34 anos cerca de 6% são hipertensos.

Segundo a Sociedade Portuguesa de Hipertensão os doentes com hipertensão têm um maior risco de morte ou desenvolvimento de determinadas doenças como a insuficiência cardíaca, acidentes vasculares cerebrais (AVC), enfarte do miocárdio, insuficiência renal ou perda gradual da visão.

LUSA/SO

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Sociedade Portuguesa de Cardiologia alerta para aumento de casos de hipertensão arterial https://saudeonline.pt/sociedade-portuguesa-de-cardiologia-alerta-para-aumento-de-casos-de-hipertensao-arterial-2/ https://saudeonline.pt/sociedade-portuguesa-de-cardiologia-alerta-para-aumento-de-casos-de-hipertensao-arterial-2/#respond Thu, 17 May 2018 15:26:28 +0000 https://saudeonline.pt/?p=54970 No âmbito do Dia Mundial da Hipertensão, a Sociedade Portuguesa de Cardiologia (SPC) alerta para o número crescente de casos de hipertensão arterial em Portugal, recordando que este é o segundo maior fator de risco para a doença cardiovascular.

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“Com uma redução de cerca de 10mm nos valores de tensão arterial, estamos a reduzir o risco de doenças cardiovasculares em 25%.”, afirma o Prof. João Morais, presidente da SPC, citado em comunicado.

Contudo, a SPC defende que é necessária uma redução dos valores a nível global: “A pressão arterial é muito pouco controlada, e apenas 25% dos europeus com hipertensão estão controlados, sendo que este número desce abruptamente para 10% quando se fala dos africanos e dos asiáticos”, assim é descrito em comunicado. Tal pode ser explicado pelo carácter assintomático da doença, que leva a que os doentes considerem seguro não seguir a medicação prescrita, e pelo custo associado à terapêutica que faz com que “mesmo em países desenvolvidos, muitas pessoas não consigam comprar os medicamentos”.

A Sociedade Portuguesa de Cardiologia alerta ainda para o consumo excessivo de sal, para o sedentarismo, a obesidade e altos níveis de colesterol como fatores de risco para a HTA, reforçando ainda que “para reduzir a probabilidade de um evento cérebro-cardiovascular, bem como a mortalidade e incapacidade associadas à hipertensão arterial, recomenda-se que a pressão sistólica seja inferior a 120 e a pressão diastólica inferior a 75”.

“A Hipertensão é um problema que raramente existe de forma isolada, sendo agravado pelo facto de estar quase sempre associado a outras doenças cardiovasculares, tais como o Acidente Vascular Cerebral, a doença isquémica, a Insuficiência Cardíaca e doença renal crónica”, sublinha.

Neste Dia Mundial da Hipertensão, assinalado hoje, a SPC considera que a melhor forma de ultrapassar este problema “passa pela educação das pessoas, ou seja, pelo aumento da literacia na área da saúde por parte da população” com a ajuda dos profissionais de saúde e com a união das diferentes especialidades, uma vez que é um problema que afeta diferentes vertentes médicas.

COMUNICADO/SO

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Sociedade Portuguesa de Cardiologia alerta para aumento de casos de hipertensão arterial https://saudeonline.pt/sociedade-portuguesa-de-cardiologia-alerta-para-aumento-de-casos-de-hipertensao-arterial/ https://saudeonline.pt/sociedade-portuguesa-de-cardiologia-alerta-para-aumento-de-casos-de-hipertensao-arterial/#respond Thu, 17 May 2018 10:11:41 +0000 https://saudeonline.pt/?p=54928 No âmbito do Dia Mundial da Hipertensão, a Sociedade Portuguesa de Cardiologia (SPC) alerta para o número crescente de casos de hipertensão arterial em Portugal, recordando que este é o segundo maior fator de risco para a doença cardiovascular.

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“Com uma redução de cerca de 10mm nos valores de tensão arterial, estamos a reduzir o risco de doenças cardiovasculares em 25%.”, afirma o Prof. João Morais, presidente da SPC, citado em comunicado.

Contudo, a SPC defende que é necessária uma redução dos valores a nível global: “A pressão arterial é muito pouco controlada, e apenas 25% dos europeus com hipertensão estão controlados, sendo que este número desce abruptamente para 10% quando se fala dos africanos e dos asiáticos”, assim é descrito em comunicado. Tal pode ser explicado pelo carácter assintomático da doença, que leva a que os doentes considerem seguro não seguir a medicação prescrita, e pelo custo associado à terapêutica que faz com que “mesmo em países desenvolvidos, muitas pessoas não consigam comprar os medicamentos”.

A Sociedade Portuguesa de Cardiologia alerta ainda para o consumo excessivo de sal, para o sedentarismo, a obesidade e altos níveis de colesterol como fatores de risco para a HTA, reforçando ainda que “para reduzir a probabilidade de um evento cérebro-cardiovascular, bem como a mortalidade e incapacidade associadas à hipertensão arterial, recomenda-se que a pressão sistólica seja inferior a 120 e a pressão diastólica inferior a 75”.

“A Hipertensão é um problema que raramente existe de forma isolada, sendo agravado pelo facto de estar quase sempre associado a outras doenças cardiovasculares, tais como o Acidente Vascular Cerebral, a doença isquémica, a Insuficiência Cardíaca e doença renal crónica”, sublinha.

Neste Dia Mundial da Hipertensão, assinalado hoje, a SPC considera que a melhor forma de ultrapassar este problema “passa pela educação das pessoas, ou seja, pelo aumento da literacia na área da saúde por parte da população” com a ajuda dos profissionais de saúde e com a união das diferentes especialidades, uma vez que é um problema que afeta diferentes vertentes médicas.

COMUNICADO/SO

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