São as mulheres que controlam as decisões de saúde das suas famílias

A propósito do Dia Internacional da Mulher, que hoje se assinala, um estudo desenvolvido com o apoio da MetLife afirma que as mulheres devem ser o público-alvo das companhias que atuam no setor da saúde

O estudo “The Power of the Purse: Engaging Women Decision Makers for Healthy Outcomes”, realizado pela empresa americana “Center for Talent Innovation”, com o apoio da seguradora MetLife, entre outras empresas, chegou à conclusão que as mulheres devem ser o público-alvo das companhias que atuam no setor da saúde.

São as mulheres que controlam e gerem a agenda no que diz respeito a temas de saúde e bem-estar. Assim, as empresas do setor da saúde devem preocupar-se em conhecer as suas necessidades em profundidade para poder dar uma melhor resposta.

Segundo o estudo, as mulheres são o género maioritário entre os pacientes. Além de que são elas que assumem o papel de “tomadoras de decisões”, no contexto da saúde, sendo que 59% das mulheres inquiridas afirmaram que tomam decisões que afetam os outros, percentagem que sobre para 94% no caso das mulheres casadas ou mães trabalhadoras.

Assim, as empresas devem ter em conta qual é o significado de “saúde” para as mulheres. De acordo com o estudo, 79% não têm dúvidas do que significa “bem-estar espiritual e emocional”, enquanto 77% consideram que representa a necessidade de “estar em boa forma física e ter um descanso adequado”.

Outro aspeto importante de referir consiste no desconhecimento sobre temas de saúde. As inquiridas reconhecem que existe uma sobrecarga de informação e, por isso, não sabem no que devem confiar.

Cerca de metade das inquiridas (53%) afirma que pode obter informação na internet, mas apenas 31% confiam nos conteúdos. Para todas as inquiridas é muito importante saber como cuidar da sua saúde e a dos seus ente queridos.

A insegurança também é uma das preocupações das mulheres, 58% das inquiridas afirmou que não se sentem seguras de estar a tomar as decisões mais corretas para o seu agregado familiar. Esta é uma das razões pelas quais o setor dos profissionais de saúde deveria fomentar a relação de confiança que mantém com as mulheres.

Segundo o estudo, os atributos que as mulheres mais valorizam nos médicos é a sua capacidade de diálogo e a clareza na comunicação; nos farmacêuticos, que lhes proporcionem informação para poder tomar decisões e poupar tempo; nos seguros valorizam as coberturas amplas, os preços razoáveis e a informação clara sobre os serviços.

Comunicado de Imprensa/SO

 

 

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