Uronline - Saúde Online https://saudeonline.pt/noticias/uronline/ Notícias sobre saúde Fri, 17 Apr 2026 09:10:50 +0000 pt-PT hourly 1 https://saudeonline.pt/wp-content/uploads/2018/12/cropped-indentity-32x32.png Uronline - Saúde Online https://saudeonline.pt/noticias/uronline/ 32 32 Cirurgia robótica estreia-se na Urologia da ULS Médio Tejo com operação no Hospital de Tomar https://saudeonline.pt/cirurgia-robotica-estreia-se-na-urologia-da-uls-medio-tejo-com-operacao-no-hospital-de-tomar/ https://saudeonline.pt/cirurgia-robotica-estreia-se-na-urologia-da-uls-medio-tejo-com-operacao-no-hospital-de-tomar/#respond Fri, 17 Apr 2026 08:35:50 +0000 https://saudeonline.pt/?p=186060 Na cirurgia robótica, o cirurgião opera a partir de uma consola, permitindo uma visualização tridimensional de alta definição e maior precisão nos movimentos.

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A cirurgia robótica na área da urologia estreou-se esta sexta-feira na ULS do Médio Tejo, com a realização de uma prostatectomia radical no Hospital de Tomar a um doente com cancro da próstata. Segundo a ULS Médio Tejo, o procedimento assinala a introdução desta tecnologia na especialidade de Urologia na região, enquadrando-se na estratégia de modernização dos meios cirúrgicos e de reforço da diferenciação clínica.

“Trata-se de uma tecnologia que melhora significativamente a precisão cirúrgica e os resultados para o doente, especialmente em contexto oncológico”, afirmou o diretor do Serviço de Urologia, João Carlos Dias, citado numa nota da instituição. A intervenção foi conduzida por uma equipa liderada por aquele responsável, que concluiu recentemente formação especializada na Bélgica, no âmbito da preparação para a implementação da cirurgia robótica.

A prostatectomia radical consiste na remoção total da próstata afetada pelo tumor, procurando preservar funções como a continência urinária e, sempre que possível, a função erétil. Considerada uma evolução da laparoscopia convencional, a cirurgia robótica é uma técnica minimamente invasiva, realizada através de pequenas incisões. O cirurgião opera a partir de uma consola que controla um sistema robótico, permitindo uma visualização tridimensional de alta definição e maior precisão nos movimentos.

De acordo com a ULS Médio Tejo, esta abordagem traduz-se em benefícios como menor perda de sangue, redução do risco de infeção e uma recuperação mais rápida para o doente. O sistema utilizado no Hospital de Tomar é o HUGO RAS, adquirido por 2,4 milhões de euros, com financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

Para o presidente do conselho de administração da ULS Médio Tejo, Casimiro Ramos, a introdução desta tecnologia representa um fator de atratividade para os hospitais da região. Segundo o responsável, o investimento já está a ter impacto na captação de profissionais, com manifestações de interesse de cirurgiões que pretendem desenvolver atividade em áreas altamente diferenciadas.

Está também prevista a formação de mais profissionais nesta área. “Estamos já a preparar a formação de mais quatro elementos e acreditamos que o futuro passará por uma abordagem cada vez mais interdisciplinar”, adiantou João Carlos Dias.

A ULS Médio Tejo admite ainda alargar a cirurgia robótica a outras especialidades ao longo de 2026, numa fase que a administração descreve como de “velocidade de cruzeiro”. A unidade gere três hospitais — Abrantes, Tomar e Torres Novas — e 35 unidades de cuidados de saúde primários, assegurando resposta a cerca de 170 mil utentes em vários concelhos dos distritos de Santarém e Castelo Branco.

SO/LUSA

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Universidade de Aveiro desenvolve novo método de diagnóstico para infertilidade masculina https://saudeonline.pt/universidade-de-aveiro-desenvolve-novo-metodo-de-diagnostico-para-infertilidade-masculina/ Tue, 24 Feb 2026 14:07:51 +0000 https://saudeonline.pt/?p=183767 O conteúdo <i class="iconlock fa fa-lock fa-1x" aria-hidden="true" style="color:#e82d43;"></i> Universidade de Aveiro desenvolve novo método de diagnóstico para infertilidade masculina aparece primeiro em Saúde Online.

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Daltonismo associado a menor sobrevivência no cancro da bexiga https://saudeonline.pt/daltonismo-associado-a-menor-sobrevivencia-no-cancro-da-bexiga/ Fri, 16 Jan 2026 09:52:54 +0000 https://saudeonline.pt/?p=182155 O conteúdo <i class="iconlock fa fa-lock fa-1x" aria-hidden="true" style="color:#e82d43;"></i> Daltonismo associado a menor sobrevivência no cancro da bexiga aparece primeiro em Saúde Online.

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Sistema de cirurgia robótica do Hospital de Leiria permite recuperação mais rápida dos doentes https://saudeonline.pt/sistema-de-cirurgia-robotica-do-hospital-de-leiria-permite-recuperacao-mais-rapida-dos-doentes/ https://saudeonline.pt/sistema-de-cirurgia-robotica-do-hospital-de-leiria-permite-recuperacao-mais-rapida-dos-doentes/#respond Tue, 16 Dec 2025 10:34:24 +0000 https://saudeonline.pt/?p=181646 O novo sistema de cirurgia robótica do Hospital de Santo André, em Leiria, que deverá entrar em funcionamento em janeiro, vai permitir uma recuperação mais rápida dos doentes, menos complicações e internamentos mais curtos, segundo a Unidade Local de Saúde (ULS) da Região de Leiria.

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enfermeiros

O Hospital de Santo André, em Leiria, vai começar a utilizar, já em janeiro, um novo sistema de cirurgia robótica que permitirá uma recuperação mais rápida dos doentes, menor agressão cirúrgica e uma redução da taxa de complicações, anunciou a ULS da Região de Leiria.

Em declarações à Lusa, o diretor do serviço de Urologia da ULS da Região de Leiria, Ricardo Borges, explicou que o equipamento traz vantagens como maior precisão cirúrgica, visão tridimensional, maior destreza dos instrumentos, menor risco de infeções e internamentos mais curtos, beneficiando tanto os doentes como os profissionais de saúde.

O sistema robótico ‘Da Vinci Xi’ é composto por braços robóticos posicionados junto do doente, uma consola que permite ao cirurgião operar sentado, com uma visão tridimensional amplificada, e uma torre de processamento de imagem e gestão de energia. Segundo o médico, esta tecnologia elimina o tremor natural das mãos e permite movimentos muito finos e estáveis, sendo particularmente indicada para cirurgias em zonas anatómicas complexas, como a pélvis.

A visão é ampliada até 15 vezes, o que possibilita uma melhor distinção entre nervos, vasos e tecidos nobres, aumentando a segurança cirúrgica. “Hoje não se pretende apenas tratar a doença oncológica, mas também preservar a função”, sublinhou Ricardo Borges, referindo, por exemplo, a importância da preservação da continência urinária e da função sexual nas cirurgias prostáticas.

Do ponto de vista dos doentes, a cirurgia robótica traduz-se em incisões menores, menos perda de sangue, menos dor no pós-operatório, uma recuperação mais rápida e um retorno mais célere à vida normal e ao trabalho. Para os cirurgiões, permite uma postura mais ergonómica, menor fadiga física e maior concentração, potenciando intervenções longas com maior segurança.

O equipamento será utilizado em cirurgias urológicas, nomeadamente da próstata e do rim, mas também em cirurgia geral — hepatobiliopancreática, gastroesofágica, colorretal e hérnias — e em ginecologia.

Segundo Ricardo Borges, a primeira cirurgia deverá ocorrer na primeira semana de janeiro, prevendo-se que, em 2026, sejam realizados cerca de 300 procedimentos com esta plataforma, número que poderá crescer até 500 por ano nos próximos três anos. Atualmente decorre a formação das várias equipas envolvidas.

Em comunicado, a ULS da Região de Leiria refere que este investimento integra o projeto “Modernização do Parque Tecnológico da ULSRL: Cirurgia Robótica, Ressonância Magnética e Angiografia Digital”, financiado pela União Europeia, no valor total de 7,46 milhões de euros, que inclui também a aquisição de uma nova ressonância magnética e de um sistema de angiografia digital.

LUSA/SO

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Sociedades alertam que restrições na comparticipação colocam em risco doentes renais e transplantados https://saudeonline.pt/sociedades-alertam-que-restricoes-na-comparticipacao-colocam-em-risco-doentes-renais-e-transplantados/ https://saudeonline.pt/sociedades-alertam-que-restricoes-na-comparticipacao-colocam-em-risco-doentes-renais-e-transplantados/#respond Mon, 18 Aug 2025 09:49:45 +0000 https://saudeonline.pt/?p=178063 As sociedades portuguesas de Nefrologia e Transplantação pediram a revisão urgente de uma portaria que limita a comparticipação de medicamentos e dispositivos usados no controlo da diabetes, alegando que a medida pode comprometer o tratamento de milhares de doentes renais e transplantados.

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As sociedades portuguesas de Nefrologia (SPN) e de Transplantação (SPT) apelaram ao Ministério da Saúde para rever a Portaria n.º 170/2025/1, em vigor desde 8 de agosto, que restringe a comparticipação de determinados medicamentos e dispositivos apenas a prescrições feitas por algumas especialidades médicas.

Num comunicado conjunto, as duas associações alertam que a medida ignora a realidade de doentes crónicos e complexos, como os renais e os transplantados, colocando em causa o acesso a terapêuticas consideradas essenciais.

Em causa estão os análogos GLP-1, usados sobretudo no tratamento da diabetes tipo 2, e os dispositivos de monitorização da glicemia, fundamentais para ajustar o tratamento e garantir o controlo da doença. A portaria define que a comparticipação só se aplica a prescrições feitas por médicos de endocrinologia, nutrição, medicina interna, pediatria e medicina geral e familiar.

“O nefrologista, muitas vezes o especialista que acompanha mais de perto estes doentes, fica excluído, assim como os médicos das equipas de transplantação”, criticam as sociedades, lembrando que o controlo glicémico é determinante em todas as fases da doença renal, incluindo no pós-transplante.

Segundo a SPN e a SPT, a exclusão dos nefrologistas e transplantadores compromete a continuidade dos cuidados e pode afetar a adesão terapêutica, já que, para muitos doentes, a ausência de comparticipação inviabiliza o acesso ao tratamento.

“Esta restrição pode prejudicar milhares de doentes renais e transplantados, levando à interrupção ou ao não início da terapêutica”, sublinham, apelando à revisão urgente da portaria.

As duas sociedades defendem que a comparticipação dos análogos GLP-1 e dos dispositivos de monitorização da glicose seja alargada aos nefrologistas e às equipas de transplantação, permitindo um tratamento integrado e eficaz de todos os doentes que necessitam destas soluções.

LUSA

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Hemodiálise noturna: benefícios, desafios e impacto na vida dos doentes renais

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E-book sobre cancro da próstata é “um alerta e um apelo à ação preventiva” https://saudeonline.pt/e-book-sobre-cancro-da-prostata-e-um-alerta-e-um-apelo-a-acao-preventiva/ https://saudeonline.pt/e-book-sobre-cancro-da-prostata-e-um-alerta-e-um-apelo-a-acao-preventiva/#respond Mon, 11 Aug 2025 09:36:58 +0000 https://saudeonline.pt/?p=177864 O cancro da próstata, quando detetado numa fase precoce, tem uma taxa elevada de sucesso terapêutico. Mas para que se possa pedir ajuda atempadamente, é preciso apostar-se na literacia, daí que a Sociedade Portuguesa de Literacia em Saúde tenha lançado um e-book sobre a doença, como nos explica Cristina Vaz de Almeida, a presidente da Sociedade.

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Porquê um e-book sobre cancro da próstata?

Está na hora de alertar com consciência de que as palavras têm poder e os factos tem de ser à medida das necessárias fases da vida e das condições das pessoas.       A ciência e a criatividade unem-se para adequar estes conteúdos e sensibilizar para a razão e emoção. Eis porque lançamos  este instrumento de mudança e de conhecimento.

 

Integra a Coordenação Científica. Que profissionais participaram na elaboração/revisão do e-book?

O e-book contou com a participação de um grupo científico altamente coeso e experiente na área da literacia em saúde e cancro, coordenado por mim, pelo Dr. Vasco Fonseca, médico oncologista, e pela Prof.ª Zacharoula Sidiropoulou, médica cirurgiã, ambos com vasta experiência clínica e científica. Juntos, lideramos o Grupo de Literacia em Saúde e Cancro da SPLS, assegurando uma abordagem rigorosa, humanista e centrada na pessoa para os conteúdos desenvolvidos. Foi o momento certo para esclarecer a população, uma vez que as pessoas estão mais atentas a querer saber sobre a sua saúde, sobretudo as mais velhas.

“… o livro incorpora o Modelo ACP – Assertividade, Clareza e Positividade (Vaz de Almeida,:2018) , que visa promover uma comunicação mais eficaz em saúde. Este modelo permite transmitir mensagens difíceis ou sensíveis com empatia e rigor”

Os homens tendem a pedir ajuda mais tarde. Este e-book acaba por ser também uma forma de os alertar para a importância do rastreio e da prevenção?

Sim, sem dúvida. O e-book “Cancro da Próstata”, lançado pela SPLS, é mais do que um repositório de informação médica – é uma ferramenta de literacia em saúde dirigida, sobretudo, aos homens e também  aos profissionais das várias áreas da saúde, beneficiando a sociedade em geral.

Sabemos, pela evidência científica e pela prática clínica, que os homens tendem a procurar ajuda médica mais tardiamente, muitas vezes por motivos culturais, sociais ou por desvalorização de sintomas iniciais. Esta demora pode comprometer significativamente o diagnóstico precoce e a eficácia do tratamento do cancro da próstata, uma doença que, quando detetada atempadamente, tem elevada taxa de sucesso terapêutico.

O objetivo deste e-book é precisamente contribuir para a mudança desse comportamento, através de uma linguagem clara, acessível e baseada em evidência. Pretende-se capacitar os homens com informação rigorosa, mas comunicada de forma empática e motivadora, incentivando-os a tomar decisões informadas sobre a sua saúde, incluindo o rastreio e a prevenção.

Além disso, o livro incorpora o Modelo ACP – Assertividade, Clareza e Positividade (Vaz de Almeida,:2018) , que visa promover uma comunicação mais eficaz em saúde. Este modelo permite transmitir mensagens difíceis ou sensíveis com empatia e rigor, aumentando a probabilidade de adesão às recomendações de saúde. Assim, este e-book é, sim, um alerta e um apelo à ação preventiva, desmistificando o cancro da próstata e promovendo uma atitude de vigilância e autocuidado entre os homens – um contributo valioso para a promoção da saúde masculina em Portugal.

 

Uma das temáticas tem a ver com os tratamentos. O cancro da próstata já não tem de ser uma sentença de morte?

De facto, o cancro da próstata deixou de ser, em muitos casos, uma sentença de morte, graças aos avanços científicos, à deteção precoce e, sobretudo, ao acesso a informação credível, clara e útil e aos tratamentos mais eficazes.

“Envolver médicos e enfermeiros de família é, assim, garantir que o conhecimento produzido chega de forma útil e eficaz à comunidade”

A divulgação deste livro também vai envolver – ou deverá envolver – profissionais de saúde, nomeadamente médicos e enfermeiros de família?

Sem dúvida. A literacia em saúde não é apenas uma responsabilidade dos cidadãos, mas uma competência essencial dos profissionais de saúde. Médicos e enfermeiros de família têm um papel determinante na proximidade com as pessoas, na construção de relações de confiança e na comunicação de informações que ajudem os utentes a compreenderem melhor a sua condição de saúde, os tratamentos disponíveis e os comportamentos protetores.

A SPLS reconhece esta realidade e, por isso, promove a inclusão ativa dos profissionais de saúde em todas as suas iniciativas, incluindo a divulgação de obras científicas, como este livro. Temos todo um excelente feedback dos profissionais e o número de visualizações ultrapassou as 5000 só numa semana. Trata-se de um instrumento que não só informa, mas também capacita, contribuindo para o reforço das competências comunicacionais dos profissionais, de forma assertiva, clara e positiva — princípios centrais do Modelo ACP com as competências da assertividade, clareza e positividade (Vaz de Almeida, 2018)

Além disso, os profissionais de saúde são multiplicadores de boas práticas e aliados estratégicos na promoção da literacia em saúde a nível local, regional e nacional. Envolver médicos e enfermeiros de família é, assim, garantir que o conhecimento produzido chega de forma útil e eficaz à comunidade, promovendo um ecossistema de saúde mais informado, mais participativo e mais humano.

Maria João Garcia

 

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UA desenvolve metodologia eficaz e menos invasiva para detetar cancro da próstata

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