psiq-investigação - Saúde Online https://saudeonline.pt/noticias/psiqonline/psiq-investigacao/ Notícias sobre saúde Tue, 28 Apr 2026 09:13:10 +0000 pt-PT hourly 1 https://saudeonline.pt/wp-content/uploads/2018/12/cropped-indentity-32x32.png psiq-investigação - Saúde Online https://saudeonline.pt/noticias/psiqonline/psiq-investigacao/ 32 32 Investigadores desenvolvem escala científica para medir personalidade tóxica https://saudeonline.pt/investigadores-desenvolvem-escala-cientifica-para-medir-personalidade-toxica/ Fri, 24 Apr 2026 08:48:06 +0000 https://saudeonline.pt/?p=186342 O conteúdo <i class="iconlock fa fa-lock fa-1x" aria-hidden="true" style="color:#e82d43;"></i> Investigadores desenvolvem escala científica para medir personalidade tóxica aparece primeiro em Saúde Online.

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Mecanismo genético permite aos neurónios alterarem identidade face ao ambiente https://saudeonline.pt/mecanismo-genetico-permite-aos-neuronios-alterarem-identidade-face-ao-ambiente/ Thu, 23 Apr 2026 09:50:50 +0000 https://saudeonline.pt/?p=186300 O conteúdo <i class="iconlock fa fa-lock fa-1x" aria-hidden="true" style="color:#e82d43;"></i> Mecanismo genético permite aos neurónios alterarem identidade face ao ambiente aparece primeiro em Saúde Online.

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Fármacos para diabetes e obesidade associados a menor risco de agravamento de depressão e ansiedade https://saudeonline.pt/farmacos-para-diabetes-e-obesidade-associados-a-menor-risco-de-agravamento-de-depressao-e-ansiedade/ Thu, 19 Mar 2026 16:37:47 +0000 https://saudeonline.pt/?p=184816 O conteúdo <i class="iconlock fa fa-lock fa-1x" aria-hidden="true" style="color:#e82d43;"></i> Fármacos para diabetes e obesidade associados a menor risco de agravamento de depressão e ansiedade aparece primeiro em Saúde Online.

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Agressividade na adolescência pode acelerar envelhecimento biológico, indica estudo https://saudeonline.pt/agressividade-na-adolescencia-pode-acelerar-envelhecimento-biologico-indica-estudo/ https://saudeonline.pt/agressividade-na-adolescencia-pode-acelerar-envelhecimento-biologico-indica-estudo/#respond Fri, 06 Mar 2026 10:26:35 +0000 https://saudeonline.pt/?p=184270 Os participantes foram seguidos desde os 13 anos até aos 30, tendo os investigadores recolhido ao longo desse período autorrelatos de agressividade, relatos dos pais sobre conflitos familiares e avaliações feitas por colegas sobre comportamentos nas relações sociais.

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A agressividade no início da adolescência pode estar associada a envelhecimento biológico acelerado e a um índice de massa corporal mais elevado aos 30 anos, segundo um estudo que acompanhou um grupo de jovens durante mais de 15 anos. A investigação foi publicada na revista científica Health Psychology, da American Psychological Association, e conduzida por investigadores da Universidade da Virgínia, nos Estados Unidos.

Os cientistas analisaram as consequências a longo prazo para a saúde de desafios sociais que surgem no início da adolescência, um período considerado crítico para o desenvolvimento emocional e social. De acordo com os investigadores, o envelhecimento biológico acelerado tem sido associado a um maior risco de desenvolver doenças coronárias, diabetes, hipertensão, inflamação e até morte prematura na idade adulta.

O trabalho acompanhou 121 estudantes do ensino secundário — 46 rapazes e 75 raparigas — provenientes de comunidades suburbanas e urbanas do sudeste dos Estados Unidos.

Os participantes foram seguidos desde os 13 anos até aos 30, tendo os investigadores recolhido ao longo desse período autorrelatos de agressividade, relatos dos pais sobre conflitos familiares e avaliações feitas por colegas sobre comportamentos nas relações sociais. Quando os participantes atingiram os 30 anos, os investigadores avaliaram o envelhecimento biológico através de biomarcadores presentes no sangue.

Foram analisados 12 marcadores biológicos, incluindo níveis de glicose e contagem de glóbulos brancos. A partir destes dados foi utilizado um algoritmo científico que combina os vários indicadores para estimar a idade biológica de cada participante. Segundo os autores, esta estimativa revelou-se um melhor preditor do estado de saúde e da mortalidade futura do que a idade cronológica.

Conflitos persistentes explicam impacto na saúde

Os investigadores utilizaram dois métodos científicos validados que combinam indicadores como pressão arterial, inflamação, glicose, colesterol e funcionamento do sistema imunitário para calcular a idade biológica de cada pessoa.

Os resultados mostraram que níveis mais elevados de agressividade no início da adolescência estavam associados a uma idade biológica mais avançada aos 30 anos, mesmo depois de considerados fatores como sexo, rendimento familiar, doenças graves na infância e características físicas na adolescência.

O estudo revelou ainda que os homens e os participantes provenientes de famílias com menores rendimentos apresentavam sinais de envelhecimento biológico mais rápido. Contudo, análises mais detalhadas indicaram que o fator decisivo estava nas dificuldades persistentes nas relações sociais.

Os rapazes, por exemplo, relataram mais conflitos com os pais, enquanto adolescentes de famílias com baixos rendimentos eram mais propensos a demonstrar comportamentos punitivos ou agressivos em relação aos colegas.

Segundo os investigadores, a agressividade precoce por si só não prevê necessariamente um envelhecimento acelerado. O impacto surge sobretudo quando essa agressividade conduz a problemas contínuos de relacionamento ao longo da adolescência e início da vida adulta.

Assim, foram estas dificuldades persistentes nas relações — e não apenas o comportamento agressivo inicial — que acabaram por estar associadas a sinais de envelhecimento biológico mais rápido.

SO/LUSA

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Saúde mental é mais frágil entre jovens portugueses https://saudeonline.pt/saude-mental-e-mais-fragil-entre-jovens-portugueses/ https://saudeonline.pt/saude-mental-e-mais-fragil-entre-jovens-portugueses/#respond Thu, 26 Feb 2026 10:56:11 +0000 https://saudeonline.pt/?p=183892 A saúde mental dos portugueses é pior entre os jovens adultos do que na população acima dos 55 anos, apesar de laços familiares fortes e hábitos alimentares saudáveis, revela um estudo internacional que coloca Portugal a meio da tabela global.

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A saúde mental dos portugueses é mais frágil entre os jovens adultos do que entre a população com mais de 55 anos, apesar de fatores socioculturais tradicionalmente associados a maior bem-estar psicológico, como laços familiares fortes e hábitos alimentares saudáveis.

Esta tendência verifica-se em todos os 84 países analisados no relatório Global Mind Health 2025 e Portugal não é exceção. O estudo, da organização Sapien Labs, analisou dados de perto de um milhão de pessoas com acesso à Internet.

De acordo com o relatório, os jovens portugueses entre os 18 e os 34 anos apresentam mais desafios de saúde mental clinicamente significativos do que a população acima dos 55 anos. O quociente médio de saúde mental deste grupo etário ronda os 40 pontos, ligeiramente acima da média global de 36, numa escala que varia entre -100 e 200.

No ranking global dos 84 países analisados, Portugal surge em 46.º lugar no grupo dos jovens, ficando ainda assim melhor posicionado do que a população portuguesa mais velha, que apresenta níveis mais elevados de saúde mental.

Entre os maiores de 55 anos, o quociente de saúde mental aproxima-se dos 90 pontos, valor que, segundo a escala utilizada, corresponde à capacidade de ser plenamente produtivo cerca de 70% do tempo em diferentes dimensões da vida.

Os autores do estudo sublinham que as diferenças geracionais são mais acentuadas nos países mais ricos e menos evidentes nos países da África subsariana. Identificam quatro fatores socioculturais que ajudam a explicar a pior saúde mental entre os jovens, embora nem todos se apliquem de forma clara ao caso português.

Um desses fatores é o consumo de alimentos ultraprocessados, associado ao aumento da depressão e à diminuição do controlo emocional e cognitivo. Apesar de este consumo estar a aumentar entre as gerações mais jovens, os jovens portugueses estão entre os que menos consomem este tipo de alimentos, ainda que mais do que a população acima dos 55 anos.

Outro aspeto relevante é o uso precoce de ‘smartphones’. Portugal integra o grupo de 25 países onde os jovens da geração Z começaram a utilizar estes dispositivos mais cedo, entre os 12 e os 13 anos, sendo este acesso precoce associado a maior risco de ideação suicida, agressividade e outros problemas na idade adulta.

Em contraciclo, Portugal destaca-se pelos laços familiares fortes, fator associado a níveis significativamente mais baixos de sintomas depressivos. O país surge em 18.º lugar neste indicador, com valores próximos entre jovens adultos e população mais velha, a par de países como Itália, França e Bélgica.

Quanto à espiritualidade, outro fator analisado e associado a benefícios na saúde mental, a percentagem é ligeiramente mais elevada entre os jovens portugueses, tendência que também se observa noutros países, sobretudo na África subsariana e em Israel.

LUSA/SO

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Equipa de Coimbra estuda em Portugal tratamento para a depressão na gravidez e no pós-parto https://saudeonline.pt/equipa-de-coimbra-estuda-em-portugal-tratamento-para-a-depressao-na-gravidez-e-no-pos-parto/ https://saudeonline.pt/equipa-de-coimbra-estuda-em-portugal-tratamento-para-a-depressao-na-gravidez-e-no-pos-parto/#respond Tue, 24 Feb 2026 11:59:27 +0000 https://saudeonline.pt/?p=183747 A combinação da estimulação elétrica transcraniana de baixa intensidade (tDCS) com uma intervenção psicológica, de base cognitivo-comportamental, poderá ser a solução para casos de depressão na gravidez e pós-parto.

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A depressão na gravidez e no pós-parto é um desafio para doentes e médicos. Uma equipa de investigação, liderada pela Universidade de Coimbra (UC), está a estudar em Portugal a viabilidade e a aceitabilidade de um tratamento não invasivo e sem recurso a medicamentos.

Com esta intervenção, que já revelou ser eficaz em estudos realizados em outros países, espera-se conseguir disponibilizar no país um tratamento que pode chegar, de forma fácil, a mais mulheres que experienciem depressão durante a gravidez ou após o parto.

Este tratamento resulta da combinação da estimulação elétrica transcraniana de baixa intensidade (tDCS) com uma intervenção psicológica, de base cognitivo-comportamental, suportada por uma aplicação móvel. Vai estar disponível, pela primeira vez em Portugal, na ULS de Coimbra, mais precisamente na Maternidade Bissaya Barreto.

“O tratamento tem a duração de dez semanas: nas primeiras três, a pessoa em tratamento realiza cinco sessões por semana (uma por dia) e nas sete semanas seguintes realiza três sessões. Cada sessão inclui 30 minutos de estimulação cerebral associada a um conjunto de exercícios oferecidos pela aplicação, integrados numa intervenção psicológica cognitivo-comportamental breve”, explica a docente da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra (FPCEUC) e investigadora do Centro de Investigação em Neuropsicologia e Intervenção Cognitivo-Comportamental (CINEICC), Ana Ganho Ávila.

Sobre a estimulação elétrica, a investigadora revela que “a tDCS é uma técnica não invasiva e não farmacológica que permite modular a atividade neuronal, tornando determinadas áreas do cérebro mais ou menos excitáveis”. “Atua diretamente no funcionamento dos neurónios, sendo uma técnica segura e indolor quando utilizada sob supervisão médica. As sessões de estimulação podem ser dirigidas a regiões específicas do cérebro, o que torna esta técnica uma forma prática de influenciar o funcionamento cerebral, resultando em melhorias no estado emocional e cognitivo”, acrescenta.

Esta intervenção terapêutica já foi testada no Reino Unido com “resultados encorajadores” e a equipa acredita que “será uma oportunidade importante para alargar o leque terapêutico existente no Serviço Nacional de Saúde para grávidas e mulheres a amamentar com sintomatologia depressiva, que procuram alternativas não farmacológicas”, avança a docente da Universidade de Coimbra.

A facilidade de utilização em casa e o facto de ser uma alternativa não farmacológica são alguns aspetos positivos destacados pelas participantes do estudo no Reino Unido, que apresentaram, por exemplo, melhorias no humor, nos sintomas depressivos, no sono e no bem-estar geral, algumas após poucas semanas de utilização.

Sobre a aplicação no contexto português, a equipa já realizou um estudo com um grupo focal de mulheres com história de sintomatologia depressiva e profissionais de saúde perinatal. Os resultados foram publicados no artigo científico Acceptability of remotely supervised Home-Based transcranial direct current stimulation combined with Cognitive-behavioural-based app for peripartum depression: perspectives from women with lived experience and mental health professionals. A automonitorização de sintomas e a forma simples de utilização foram dois aspetos destacados.

Depois deste estudo, seguiu-se a formação da equipa de psiquiatras e psicólogos clínicos da Maternidade Bissaya Barreto e, neste momento, são assistidas 40 mulheres grávidas ou no período pós-parto, que vão realizar o tratamento ao longo de dez semanas. “Através deste estudo observacional vamos analisar a viabilidade deste tratamento combinado junto de mulheres que são acompanhadas na Maternidade Bissaya Barreto”, destaca Ana Ganho Ávila.

A investigação decorre no âmbito do projeto 4MUMs, liderado pelo Centro de Investigação em Neuropsicologia e Intervenção Cognitivo-Comportamental.

Maria João Garcia

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