Prémios APHP - Saúde Online https://saudeonline.pt/noticias/premios-aphp/ Notícias sobre saúde Mon, 29 May 2023 13:02:26 +0000 pt-PT hourly 1 https://saudeonline.pt/wp-content/uploads/2018/12/cropped-indentity-32x32.png Prémios APHP - Saúde Online https://saudeonline.pt/noticias/premios-aphp/ 32 32 Quatro prémios para portugueses nos Prémios Europeus de Hospitais Privados https://saudeonline.pt/quatro-hospitais-privados-portugueses-entre-os-vencedores-dos-premios-europeus/ https://saudeonline.pt/quatro-hospitais-privados-portugueses-entre-os-vencedores-dos-premios-europeus/#respond Fri, 26 May 2023 14:38:48 +0000 https://saudeonline.pt/?p=144321 A segunda edição dos Prémios Europeus de Hospitais Privados realizou-se ontem, em Lisboa, no Pavilhão Carlos Lopes. Quatro dos sete troféus foram entregues a hospitais privados portugueses.

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CUF, Lusíadas e Luz Saúde foram os três grupos privados de saúde galardoados na cerimónia que é organizada, pelo segundo ano, pela Associação Portuguesa de Hospitalização Privada (APHP), em Lisboa. A iniciativa contou com a presença do Ministro da Saúde, Manuel Pizarro. Estes foram os vencedores:

 

MELHOR INICIATIVA FOCADA NO DOENTE – Hospital Recoletas, de Zamara, Espanha

 

HOSPITAIS VERDES E RESPONSABILIDADE SOCIAL – CUF – Hospitais e Clínicas, Portugal

 

INOVAÇÃO EM SAÚDE – Lusíadas Saúde, Portugal

 

PROJECTOS COLABORATIVOS EM SAÚDE – IRCCS Policlínico San Donato, Itália

 

MELHOR LOCAL DE TRABALHO – Luz Saúde, Portugal

 

MELHOR COBERTURA JORNALÍSTICA EM SAÚDE – Medicover Hospital, Polónia

 

MELHOR CANDIDATURA – CUF – Hospitais e Clínicas, Portugal

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Ministro defende a cooperação e não a concorrência entre público e privado

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Ministro defende a cooperação e não a concorrência entre público e privado https://saudeonline.pt/ministro-defende-a-cooperacao-e-nao-a-concorrencia-entre-publico-e-privado/ https://saudeonline.pt/ministro-defende-a-cooperacao-e-nao-a-concorrencia-entre-publico-e-privado/#respond Thu, 25 May 2023 21:34:09 +0000 https://saudeonline.pt/?p=144292 Manuel Pizarro falou na cerimónia de abertura dos Prémios dos Hospitais Privados 2023, que decorre, esta noite, em Lisboa. A iniciativa é organizada, pela segunda vez, em Portugal, pela Associação Portuguesa de Hospitalização Privada.

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“Devemos apostar na cooperação entre os setores público e privado na saúde, assegurando, simultaneamente, a sustentabilidade do público.” As palavras são do ministro da Saúde, Manuel Pizarro, que marcou presença na cerimónia de abertura dos Prémios Europeus dos Hospitais Privados, que decorre, esta noite, em Lisboa.

Para o ministro, deve-se “olhar para a relação entre público e privado do ponto de vista da cooperação e não da concorrência”. O responsável vai assim ao encontro do que defende Paul Garassus, presidente da União Europeia de Hospitais Privados.

Na cerimónia, onde participaram representantes de hospitais privados de diferentes países europeus, Manuel Pizarro fez questão de salientar que o problema da sustentabilidade do sistema de saúde é uma preocupação comum. E reconheceu que alguns problemas existentes atualmente, como a escassez de recursos humanos, tanto afeta os hospitais públicos como os privados.

Quem também fez questão de defender a cooperação entre setores foi Óscar Gaspar, presidente da Associação Portuguesa de Hospitalização Privada, sobretudo num momento de “forte pressão”. A pandemia e a guerra na Europa têm, na sua opinião, contribuído para vários problemas que exigem trabalho conjunto e eficiência. E a hospitalização privada tem um papel importante a desempenhar. “Todos os estudos confirmam que os hospitais privados são uma fonte de sustentabilidade na saúde.”

O presidente da APHP enfatizou ainda a necessidade de se “pensar no sistema de saúde no seu todo”, sem setorização. “O sucesso é possível se todos trabalharmos em conjunto, centrados nos interesses dos cidadãos.”

Tal como o ministro da Saúde, Óscar Gaspar também abordou o problema da escassez de recursos humanos na área da saúde e como é importante atrair e fixar os profissionais de saúde, nomeadamente os mais novos.

A cerimónia contou ainda com a presença de Miguel Amado, da EY, que abordou a importância do modelo openEHR, um conjunto de especificações abertas para registos eletrónicos de saúde.

Texto: Maria João Garcia

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Entrevista. “Os hospitais privados não são concorrentes do setor público ou social”

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Entrevista. “Os hospitais privados não são concorrentes do setor público ou social” https://saudeonline.pt/entrevista-os-hospitais-privados-nao-sao-concorrentes-do-setor-publico-ou-social/ https://saudeonline.pt/entrevista-os-hospitais-privados-nao-sao-concorrentes-do-setor-publico-ou-social/#respond Thu, 25 May 2023 08:59:17 +0000 https://saudeonline.pt/?p=144231 Para Paul Garassus, o setor privado deve ser “um parceiro”, porque “o que conta é a saúde da população”. O presidente da União Europeia de Hospitalização Privada (UEHP) falou ao SaúdeOnline à margem da entrega de Prémios dos Hospitais Privados, que tem lugar hoje à noite, no Pavilhão Carlos Lopes, em Lisboa.

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Questionado sobre as lutas em torno do setor privado e público em países como Portugal, Paul Garassus referiu que o essencial é a saúde  da população. “O mais importante é a pessoa. Sou médico e o meu compromisso é tratar os doentes e para tal necessito de duas coisas que são absolutamente centrais: cuidados de qualidade e recursos humanos.”

O responsável considera que a discussão deve centrar-se, essencialmente, nas mais-valias da cooperação entre diferentes setores. No caso do privado, destaca a sua capacidade para oferecer soluções inovadoras e eficientes. “Os hospitais privados são um bom exemplo em como é possível conjugar qualidade, eficiência e inovação.”

E dá como exemplo França, onde mais de 50% de todos os procedimentos cirúrgicos são realizados no privado ou no crescimento deste setor em países como Bulgária e Roménia, onde “os hospitais privados conseguem disponibilizar cuidados à população que não se encontram no público” por restrições financeiras por parte do Governo.

Relativamente à realidade portuguesa, Paul Garassus enaltece a qualidade e a formação dos profissionais de saúde, “empenhados em dar o seu melhor em equipa”.

Os Prémios dos Hospitais Privados 2023 vão ser entregues hoje, numa cerimónia no Pavilhão Carlos Lopes, em Lisboa, e são organizados pela segunda vez pela Associação Portuguesa de Hospitalização Privada (APHP).

Para o presidente da UEHP é mais “uma oportunidade para dar a conhecer as boas práticas e a inovação” da hospitalização privada na Europa.

Texto: Maria João Garcia

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Prémios Europeus de Hospitais Privados permitem partilha de boas práticas

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Parcerias Público-Privadas. “Destruiu-se um instrumento importante para a sustentabilidade do SNS” https://saudeonline.pt/parcerias-publico-privadas-destruiu-se-um-instrumento-importante-para-a-sustentabilidade-do-sns-2/ https://saudeonline.pt/parcerias-publico-privadas-destruiu-se-um-instrumento-importante-para-a-sustentabilidade-do-sns-2/#respond Sun, 21 May 2023 09:00:11 +0000 https://saudeonline.pt/?p=144086 O presidente da APHP, Óscar Gaspar, defende uma maior parceria entre privado e público e considera que os cuidados de saúde não devem depender de ideologias políticas, como aconteceu com as parcerias público-privadas (PPP). Alerta ainda para o facto de haver problemas comuns nos dois setores.

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Os hospitais privados registaram um crescimento em diferentes valências. Mas registou-se uma descida de 22,2% das cirurgias SIGIC. Na sua opinião, porquê, tendo em conta as listas de espera no Serviço Nacional de Saúde (SNS)?

São, de facto, bons resultados que se medem pelo aumento da capacidade de prestação de cuidados de saúde. Estamos  a falar de 8 milhões de consultas externas, 1 milhão e 300 mil urgências, 235 mil grandes e médias cirurgias e um aumento na ordem dos 10% de meios complementares de diagnóstico. Das 235 mil cirurgias, somente 11500 foram vales-cirurgia. Porquê? Não me compete a mim fazer qualquer comentário em concreto…

 

Esse aumento também demonstra que há mais portugueses com planos/seguros/subsistemas de saúde…

Sem dúvida! Tem-se verificado um aumento da procura por cuidados de saúde quer no privado quer no público. O mesmo acontece noutros países europeus. Em Portugal, este acréscimo também se deve muito ao envelhecimento da população e ao alargamento desses planos/seguros/subsistemas a preços mais acessíveis.

“Quando se diz que um milhão e 600 mil portugueses não têm médico de família, uma parte tem, mas no privado”

Nos últimos tempos tem-se também notado mais respostas em Medicina Geral e Familiar (MGF) e em Geriatria. O caminho é mesmo esse: ter cuidados de proximidade?

Sim.  A tendência é esta e não há volta a dar. Há anos que os teóricos da saúde defendem a articulação entre diferentes níveis de cuidados: primários, hospitalares, continuados, paliativos… O hospital é cada vez menos um local e mais uma forma de organização de saúde. Existe, de facto, um número significativo de portugueses que tratam tudo o que é saúde no hospital, incluindo MGF. Quando se diz que um milhão e 600 mil portugueses não têm médico de família, uma parte tem, mas no privado.

 

Considera que o privado já é uma primeira opção e não tanto a alternativa quando o SNS não consegue dar resposta?

Todos os estudos indicam que a principal razão pela qual se escolhe o privado é por uma questão de acessibilidade. Mas também é verdade que tem aumentado a liberdade de escolha: não querem apenas um cardiologista mas o cardiologista X e querem ir ao hospital X ou Y. Contudo, o nosso sistema de saúde é beveridgiano –  a coluna vertebral continua a ser o SNS, que é universal e tendencionalmente gratuito. Desta forma, obviamente não há propriamente um direito de escolha. Daí que se diga que o acesso se prenda com o financiamento e não com a propriedade dos hospitais. Veja-se o exemplo do SIGIC… O doente não sabe quanto se gasta com o vale-cirurgia… E não tem que saber! O mesmo acontece com as PPP: os utentes precisam e querem cuidados de saúde, não sabendo quais os custos associados. A APHP defende que a população deveria ter uma verdadeira capacidade de escolha, independentemente de necessitar de ter uma segunda cobertura.

“A APHP defende que o SNS deve existir e ser fortalecido, mas para sobreviver não é nos termos que foi concebido há mais de 40 anos”

Mas o SNS deve manter-se universal e tendencionalmente gratuito?

A APHP defende que o SNS deve existir e ser fortalecido, mas para sobreviver não é nos termos que foi concebido há mais de 40 anos. Está desatualizado face à evolução da sociedade. Os problemas do SNS não são novidade e não se devem apenas à pandemia. Os relatórios de análise da Comissão Europeia e da OCDE de 2019 já questionavam a sustentabilidade do SNS. É uma preocupação! Esta sustentabilidade prende-se com a questão de financiamento, que tem de ser robustecido, inclusive para uma boa relação com outros prestadores!

 

Muitos dos recursos humanos do SNS estão a ir para o privado…

Essa é a discussão, mas o problema dos recursos humanos existe em Portugal e nos restantes países da Europa. Mesmo no privado não temos médicos suficientes em determinadas especialidades como Anestesiologia, Pediatria, Psiquiatria, entre outras. Felizmente, não sentimos ainda no nosso país a escassez de enfermeiros…. Existem questões que são comuns e temos que trabalhar em parceria, daí que, no ano passado, nos tenhamos juntado à Associação Portuguesa de Desenvolvimento Hospitalar e à Associação Portuguesa dos Administradores Hospitalares num consórcio que irá permitir realizar o Congresso Mundial dos Hospitais no final de outubro, em Portugal. Recursos humanos, transformação digital ou sustentabilidade são problemas comuns, por isso não faz qualquer sentido existir uma “guerra” entre setores.

 

A saúde está refém da ideologia política? No caso das PPP, o Tribunal de Contas considerou que se trata  de um modelo mais eficiente que as EPE, mas mesmo assim só resta uma…

É incontestável que durante uns anos vivemos uma disputa ideológica…Na legislatura que terminou em 2019, a última lei a ser aprovada foi a Lei de Bases da Saúde, que esteve bloqueada no Parlamento por causa do artigo referente à ligação entre público e privado. No caso concreto das PPP, perdeu-se, destruiu-se um instrumento importante para a sustentabilidade do SNS e até de acessibilidade. O relatório de maio de 2021 é absolutamente taxativo: as PPP permitiram ter quatro hospitais a tempo e horas para o Estado, cumprir os termos do contrato, poupanças de centenas de milhões de euros para o erário público, uma boa capacidade assistencial. Há uma série de instrumentos que deviam ser estendidos a todo o SNS, nomeadamente inquéritos de satisfação aos profissionais de saúde. Não existe nenhum motivo para que o escrutínio que se fez a estes quatro hospitais não possa ser aplicado com proveito aos restantes.

“Os hospitais privados não são o sistema convencionado, não são apenas um apêndice do SNS”

Acredita que anda possamos vir a ter mais PPP?

Não, pelo menos nos termos que existiram. O que está em causa é algo mais profundo: é a relação de confiança entre o Estado e os operadores privados. É importante para a sustentabilidade do sistema encontrarmos a forma de nos relacionarmos uns com os outros. Todos temos um papel a desempenhar! O público continuará a ser a coluna vertebral do sistema, mas o privado também tem um papel essencial a desempenhar. Os hospitais privados não são o sistema convencionado, não são apenas um apêndice do SNS. Representamos um terço da capacidade hospitalar do país.

 

No caso dos doentes oncológicos, tendo em conta que o privado encaminha para o púbico os doentes quando acaba o plafond, não deveria haver uma maior articulação para estes casos mais graves?

A Entidade Reguladora da Saúde publicou um documento sobre a transferência de doentes para garantir a articulação. Mas há outra questão inerente: a evolução dos seguros de saúde. Há uns anos, não havia oferta suficiente para a área oncológica, mas hoje essa realidade tem mudado. Há pelo menos três grandes companhias de seguros com ofertas. De facto, temos que caminhar para uma maior cobertura de internamento e seguindo todo o ciclo de vida do segurado. Além disso, é preciso esclarecer a população das diferenças que existem entre plano e seguro de saúde, que não têm a mesma cobertura. No caso das terapêuticas, nos privados tem havido maior acesso, contrariamente ao SNS, contudo não podemos esquecer que o Infarmed tem que ser mais diligente na aprovação destes fármacos.

“Esta tentativa de envolver as maternidades privadas parece-me que é uma forma nebulosa de desviar a atenção de outras questões”

Relativamente às maternidades. Fala-se do possível encerramento de algumas maternidades privadas. O que pensa sobre esta questão?

Não entendo, sinceramente. Os portugueses sabem que desde há vários meses que tem havido problemas com maternidades do SNS. O mesmo não tem acontecido com o privado. Esta tentativa de envolver as maternidades privadas parece-me que é uma forma nebulosa de desviar a atenção de outras questões.

Mas no privado são feitas mais cesarianas a pedido da mulher. Nesse caso não se deveria mudar essa realidade, já que a boa prática é optar pelo parto normal sempre que possível?

Não sou médico… Boas práticas? Há cerca de um ano, os ingleses retiraram o rácio das cesarianas da lista de critérios de avaliação de qualidade da saúde materno-infantil e até dos serviços… Nos EUA, também o fizeram. A Medicina evolui. Além disso, a decisão é do médico e não acredito que o faça com base em critérios políticos ou administrativos.

O que podemos esperar da hospitalização privada nos próximos tempos?

Um maior investimento, com alargamento da rede hospitalar. A hospitalização privada também é um pilar no setor da saúde.

Texto: Maria João Garcia

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Opinião. A Saúde Mal Segura

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Prémios Europeus de Hospitais Privados permitem partilha de boas práticas https://saudeonline.pt/premios-europeus-de-hospitais-privados-permitem-partilha-de-boas-praticas/ https://saudeonline.pt/premios-europeus-de-hospitais-privados-permitem-partilha-de-boas-praticas/#respond Tue, 16 May 2023 10:38:14 +0000 https://saudeonline.pt/?p=143846 A 2.ª edição dos Prémios Europeus de Hospitais Privados realiza-se no próximo dia 25 de maio, no Pavilhão Carlos Lopes, em Lisboa.

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“O justo reconhecimento é um incentivo às equipas e aos profissionais dos hospitais privados e a sua divulgação permite ampliar o impacto de muitos projetos”, afirma Óscar Gaspar, presidente da Associação Portuguesa de Hospitalização Privada (APHP). Como acrescenta: “Sabemos que, quando um projeto é pensado e implementado, o público-alvo está definido, mas depois o seu impacto depende também do potencial de replicação.”

Em entrevista ao SaúdeOnline, o responsável vê nesta iniciativa também uma forma de se  aprender uns com os outros e de elevar o nível geral da prestação de cuidados de saúde. “É do que todos andamos à procura: de soluções que permitam oferecer mais e melhores cuidados de saúde, com foco no cidadão e contribuindo para a sustentabilidade.” Óscar Gaspar acredita assim que o facto de ser Portugal a organizar os Prémios, pela segunda vez, é uma oportunidade importante para “os hospitais privados portugueses terem uma maior visibilidade e reforçarem a sua network”.

A segunda edição conta com 89 candidaturas de dez países, “mais 20% do que no ano passado”. Os projetos serão avaliados em sete domínios: Melhor Iniciativa em Prevenção; Hospitais Verdes e Responsabilidade Social; Inovação em Saúde; Projetos Colaborativos em Saúde; Excelência no Local de Trabalho; Melhor Cobertura Noticiosa em Saúde; e Melhor Candidatura.

Questionado sobre a foco dado à área da prevenção, Óscar Gaspar diz que “as instituições de saúde não devem atender apenas aos problemas imediatos, observáveis e sentidos, mas antes atender às necessidades da pessoa em todo o seu ciclo de vida”. Continuando, o presidente da APHP realça que, independentemente do setor e dos níveis de cuidados, a prevenção é chave para uma boa saúde.  “O hospital moderno tem as competências ‘tradicionais’, mas cada vez acompanha mais a vida dos seus cidadãos que a ele recorrem e os hospitais privados têm feito este caminho, razão pela qual a prevenção é uma prioridade.”

Os Prémios, que contam com o Alto Patrocínio do Presidente da República, são organizados pela APHP no quadro da União Europeia de Hospitalização Privada (UEHP) e em parceria com a EY .

Texto: Maria João Garcia
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