Onconline - Saúde Online https://saudeonline.pt/noticias/onconline/ Notícias sobre saúde Mon, 13 Apr 2026 13:24:54 +0000 pt-PT hourly 1 https://saudeonline.pt/wp-content/uploads/2018/12/cropped-indentity-32x32.png Onconline - Saúde Online https://saudeonline.pt/noticias/onconline/ 32 32 Especialista alerta para aumento de HPV na laringe em crianças, com casos que exigem traqueostomia https://saudeonline.pt/especialista-alerta-para-aumento-de-hpv-na-laringe-em-criancas-com-casos-que-exigem-traqueostomia/ https://saudeonline.pt/especialista-alerta-para-aumento-de-hpv-na-laringe-em-criancas-com-casos-que-exigem-traqueostomia/#respond Mon, 13 Apr 2026 11:41:21 +0000 https://saudeonline.pt/?p=185691 A Unidade da Voz do Hospital Egas Moniz está a detetar mais casos de HPV na laringe, incluindo em crianças infetadas no parto. Em situações graves, o vírus pode obstruir a via aérea e obrigar a traqueostomia, alertou a coordenadora, Clara Capucho.

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voz

A coordenadora da Unidade da Voz do Hospital Egas Moniz alertou para o aumento de casos de infeção por Vírus do Papiloma Humano (HPV) na laringe, incluindo em crianças, algumas das quais chegam a necessitar de traqueostomia para conseguirem respirar.

Em declarações à Lusa, a cirurgiã otorrinolaringologista Clara Capucho explicou que há situações em que a transmissão ocorre no momento do parto, quando o bebé entra em contacto com o vírus presente no canal vaginal da mãe.

Segundo a especialista, esta é uma preocupação particular em grávidas com infeção ativa por HPV, sobretudo quando não foram vacinadas e o parto decorre por via vaginal, podendo o recém-nascido aspirar o vírus.

Muitas destas crianças desenvolvem manifestações laríngeas nos primeiros anos de vida, com formação de papilomas que podem obstruir a respiração e alterar a voz. Nos quadros mais severos, pode ser necessário recorrer a uma traqueostomia para manter a via aérea aberta.

Clara Capucho sublinhou, no entanto, que algumas crianças conseguem, com o desenvolvimento da imunidade, suprimir a manifestação do vírus ao longo do crescimento, embora o percurso clínico possa implicar várias cirurgias e vigilância prolongada.

Na Unidade da Voz, que integra a Unidade Local de Saúde de Lisboa Ocidental, existem atualmente casos de crianças acompanhadas desde os quatro anos e que, já na adolescência, conseguiram retirar a traqueostomia e recuperar uma voz normal, embora mantenham seguimento apertado.

A especialista adiantou que já foram identificados muitos casos em Portugal, sobretudo em crianças oriundas da América Latina, Cabo Verde e Angola.

Além da realidade pediátrica, a unidade tem vindo também a registar um aumento expressivo de HPV na laringe em adultos, identificado nos rastreios anuais que realiza.

Segundo Clara Capucho, este crescimento está relacionado com alterações nos hábitos sexuais, mas também com a maior mobilidade internacional e o contacto com populações onde a infeção apresenta maior prevalência.

A médica alertou ainda que o HPV na laringe não deve ser encarado como uma situação totalmente benigna. Embora se manifeste frequentemente como papilomas nas cordas vocais, a multiplicação viral pode, em alguns casos, evoluir para lesões malignas e está associada ao risco de cancro da laringe.

Por isso, destacou a importância da vacinação contra o HPV em rapazes e raparigas, lembrando, contudo, que existe uma faixa etária mais velha que ficou fora da cobertura inicial do Programa Nacional de Vacinação.

No rastreio realizado pela Unidade da Voz no ano passado, o HPV foi identificado em 21% das 120 pessoas avaliadas. Foram ainda detetadas leucoplasias em 7% dos casos, lesões potencialmente malignas, e sinais de refluxo em cerca de 60%, outro fator de risco relevante para alterações celulares na laringe.

Fundada em 2005, a Unidade da Voz promove anualmente campanhas de rastreio com avaliação dos sintomas, hábitos vocais e observação direta das cordas vocais, com o objetivo de garantir diagnóstico precoce e reduzir a necessidade de intervenções mais mutilantes.

Para assinalar o Dia Mundial da Voz, celebrado a 16 de abril, o serviço vai realizar rastreios gratuitos entre os dias 14 e 17, no Hospital Egas Moniz, com apoio da Fundação GDA.

LUSA/SO

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Ministra quer esclarecer atraso de sete anos na publicação dos registos oncológicos https://saudeonline.pt/ministra-quer-esclarecer-atraso-de-sete-anos-na-publicacao-dos-registos-oncologicos/ https://saudeonline.pt/ministra-quer-esclarecer-atraso-de-sete-anos-na-publicacao-dos-registos-oncologicos/#respond Mon, 13 Apr 2026 10:07:22 +0000 https://saudeonline.pt/?p=185669 A ministra da Saúde mostrou-se perplexa com os atrasos na divulgação do Registo Oncológico Nacional e defendeu uma intervenção para acelerar a publicação dos dados. Ana Paula Martins sublinhou que esta informação é decisiva para avaliar desigualdades regionais e a eficácia dos tratamentos.

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Ministra quer esclarecer atraso na publicação dos registos oncológicos

A ministra da Saúde, Ana Paula Martins, criticou esta quinta-feira os atrasos de vários anos na divulgação dos dados do Registo Oncológico Nacional, considerando incompreensível que a informação continue por publicar apesar de existirem dados mais atualizados.

A intervenção foi feita durante a sessão comemorativa dos 85 anos da Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC), onde a governante assumiu a necessidade de perceber as causas do problema e encontrar soluções para acelerar a disponibilização pública destes indicadores.

Segundo Ana Paula Martins, os registos oncológicos são instrumentos fundamentais para acompanhar a evolução da doença em Portugal, avaliar a resposta do sistema de saúde e identificar eventuais diferenças regionais no tratamento dos doentes e nas taxas de mortalidade.

A ministra salientou que esta informação é igualmente essencial para medir a efetividade das terapêuticas inovadoras, perceber onde estão a ser aplicados os recursos e orientar futuras decisões de investimento.

“Se nós criámos os registos foi porque precisávamos deles”, sublinhou, defendendo que o atraso atual obriga a uma intervenção concreta por parte de quem tutela o setor.

A governante destacou que existe um atraso de cerca de sete anos na publicação dos dados e considerou que o dever do Governo passa, desde logo, por questionar as razões que explicam esta demora e atuar sobre os bloqueios identificados.

Ana Paula Martins assumiu ainda o compromisso de acompanhar pessoalmente o tema, manifestando a expectativa de que, dentro de alguns meses, seja possível registar progressos e reduzir esta defasagem entre recolha e divulgação.

Na mesma intervenção, a ministra destacou os resultados alcançados por Portugal na área da oncologia, referindo dados da OCDE divulgados em 2025 que colocam o país com taxas de mortalidade evitável cerca de 17% abaixo da média europeia.

Atribuiu este desempenho ao trabalho dos profissionais de saúde e à qualidade da resposta assegurada por hospitais e institutos de referência, apoiados por equipas multidisciplinares altamente qualificadas.

Ana Paula Martins defendeu ainda que a resposta ao cancro deve ir além do tratamento clínico, incluindo apoio psicológico, combate ao isolamento e garantia de cuidados prestados com dignidade e proximidade.

Na sessão, destacou também o papel da Liga Portuguesa Contra o Cancro nas áreas da prevenção, literacia em saúde, apoio social e psicológico, investigação e voluntariado, considerando a instituição uma referência incontornável na sociedade portuguesa.

LUSA/SO 

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Liga Contra o Cancro apoiou 25 mil doentes e reforçou investimento em 2025

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Liga Contra o Cancro apoiou 25 mil doentes e reforçou investimento em 2025 https://saudeonline.pt/liga-contra-o-cancro-apoiou-25-mil-doentes-e-reforcou-investimento-em-2025/ https://saudeonline.pt/liga-contra-o-cancro-apoiou-25-mil-doentes-e-reforcou-investimento-em-2025/#respond Fri, 10 Apr 2026 10:09:11 +0000 https://saudeonline.pt/?p=185636 A Liga Portuguesa Contra o Cancro assinala 85 anos depois de ter apoiado mais de 25 mil doentes em 2025 e de reforçar o investimento em apoios sociais, investigação e formação. A instituição atribuiu 2,2 milhões de euros em ajuda direta e duplicou as verbas para bolsas científicas.

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A Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC) apoiou, em 2025, um total de 25.200 doentes, disponibilizando 2,2 milhões de euros em apoios diretos, num ano marcado pelo reforço da resposta social, clínica e científica da instituição, que celebra hoje 85 anos.

Segundo os dados divulgados pela Liga, o número de doentes apoiados aumentou 15% face ao ano anterior, o que representa mais 3.300 pessoas abrangidas. Também o valor global dos apoios cresceu 24%, refletindo, segundo a instituição, a maior procura e a capacidade de resposta reforçada.

Os apoios atribuídos incluíram comparticipação em medicamentos, próteses, transporte, alimentação e outras necessidades essenciais ao longo do percurso da doença.

Na área da investigação e formação em Oncologia, a LPCC investiu 700 mil euros, o dobro do montante aplicado em 2024. Este reforço permitiu financiar 38 bolsas de investigação, apoiar quatro centros de investigação e assegurar formação a 1.810 profissionais de saúde.

O crescimento da atividade estendeu-se a várias áreas de intervenção. Em 2025, foram realizadas 21.300 consultas gratuitas de psico-oncologia, abrangendo cerca de 3.700 doentes.

Na vertente da prevenção, a instituição promoveu 14.537 consultas de diagnóstico precoce de cancro da pele e oral, além de consultas de cessação tabágica e nutrição.

Ao longo do ano, mais de 8.200 doentes foram acompanhados em centros de dia e cerca de 400 em estruturas residenciais. Já as Linhas Cancro e Pulmão registaram mais de 6.000 contactos, entre chamadas telefónicas e mensagens de correio eletrónico.

A LPCC destaca ainda o contributo de cerca de 21.700 voluntários, cujo envolvimento foi determinante para assegurar proximidade com doentes e famílias em todo o país.

Citado em comunicado, o presidente da instituição, Vítor Veloso, sublinhou que o crescimento da atividade permitiu chegar a mais pessoas e reforçar o investimento na investigação oncológica.

A missão da Liga inclui também a defesa dos direitos dos doentes e sobreviventes de cancro, representando-os junto das entidades competentes e promovendo políticas que garantam proteção, acesso à informação e acompanhamento ao longo de todo o percurso da doença.

As comemorações dos 85 anos da LPCC decorrem hoje no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, numa cerimónia que deverá contar com a presença da ministra da Saúde, Ana Paula Martins, além de responsáveis institucionais, profissionais de saúde e parceiros da área da oncologia.

Entre os momentos centrais da sessão estará a intervenção do médico e cientista Manuel Sobrinho Simões, que irá abordar as perspetivas futuras da doença oncológica, com foco na inovação científica e na articulação entre investigação e prática clínica.

A cerimónia inclui ainda a apresentação de um vídeo institucional de homenagem a colaboradores, voluntários e doadores, reafirmando a ambição da Liga de manter um papel central na resposta ao cancro em Portugal.

LUSA/SO

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“Tem de haver uma reviravolta completa na Oncologia em Portugal”

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Predição de Infeção Pós-Cirúrgica em Metástases Vertebrais com Inteligência Artificial https://saudeonline.pt/predicao-de-infecao-pos-cirurgica-em-metastases-vertebrais-com-inteligencia-artificial/ https://saudeonline.pt/predicao-de-infecao-pos-cirurgica-em-metastases-vertebrais-com-inteligencia-artificial/#respond Tue, 07 Apr 2026 08:18:59 +0000 https://saudeonline.pt/?p=185438 Docente Universitário, Doutorado em Bioengenharia e Aluno de Medicina

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A infeção do local cirúrgico (ILC) constitui uma das complicações mais relevantes nas cirurgias por metastização vertebral, com impacto direto na sobrevivência e na qualidade de vida. Apesar da complexidade da doença metastática da coluna e da heterogeneidade dos doentes, faltavam até agora modelos robustos para estratificar o risco de infeção pós-operatória. O estudo multicêntrico de Cui et al.¹ apresenta uma solução baseada em inteligência artificial (IA), desenvolvendo e validando um modelo preditivo de ILC em doentes submetidos a cirurgia descompressiva por metastização espinhal.

A coorte incluiu 667 doentes tratados entre 2013 e 2024 em três hospitais de referência. Deste total, 485 constituíram a coorte de derivação (dividida em 8:2 para treino e validação interna) e 182 a coorte de validação externa. A incidência de ILC foi de 6,4% no conjunto de derivação e 7,7% na validação externa, valores consistentes com a literatura. As variáveis mais relevantes incluíram tipo de tumor, tempo cirúrgico, número de comorbilidades, diabetes, tabagismo, metástases viscerais e número de segmentos operados.

Foram comparados seis algoritmos, a saber: Logistic Regression, Support Vector Machine, Neural Network, Gradient Boosting Machine (GBM), K-Nearest Neighbour e Decision Tree. O modelo GBM demonstrou desempenho superior, com AUC de 0,986 (IC95%: 0,972–1,000), precisão de 0,967, recall de 0,967 e F1-score de 0,967, superando todas as abordagens tradicionais e unimodais. Na validação externa, o desempenho manteve-se robusto (AUC = 0,848; IC95%: 0,806–0,890), confirmando a generalização do modelo a diferentes populações clínicas.

Entre os preditores mais influentes, o tempo cirúrgico, o tipo de tumor e o número de comorbilidades emergiram como determinantes primários. Curiosamente, o risco aumentava exponencialmente com cirurgias superiores a três níveis vertebrais e com maior carga comórbida. O modelo apresentou ainda elevada estabilidade em análises de subgrupos: diabéticos (AUC 0,816), não diabéticos (0,858) e portadores de metástases viscerais (0,870). Tal consistência confirma a robustez intercoorte e a validade clínica transversal do modelo.

A calibração foi favorável (Brier score 0,033; log loss 0,137), e a decision curve analysis demonstrou benefício clínico líquido significativo em múltiplos limiares de risco. Em comparação direta, a IA superou claramente o julgamento de cinco cirurgiões de coluna experientes (AUC 0,986 vs. 0,572–0,627; p < 0,001), reforçando o potencial da IA em estratificação objetiva de risco. Referir ainda que a aplicação foi disponibilizada online, permitindo introduzir dados clínicos e obter avaliações de risco em tempo real, acompanhadas de relatórios explicativos personalizados com base nos valores de SHAP.

Este estudo destaca a vantagem das abordagens ensemble, em especial o gradient boosting, pela sua capacidade de tratar conjuntos desbalanceados e capturar interações não lineares entre preditores clínicos. A estratégia de pré-processamento combinou imputação mista, normalização e correção de desbalanceamento via SMOTETomek, assegurando a integridade da distribuição de classes e evitando overfitting. A pipeline metodológica seguiu rigorosamente as normas TRIPOD e STROCSS, com transparência reprodutível através de código aberto.

Do ponto de vista clínico, a tradução prática desta ferramenta é evidente. A plataforma permite classificar doentes em grupos de baixo e alto risco (limiar ótimo: 40,1%), recomendando intervenções profiláticas adaptadas, desde otimização metabólica e vigilância intensiva até antibioticoprofilaxia ajustada e técnicas minimamente invasivas. Para o cirurgião oncológico, o valor da IA reside na sua capacidade de integrar dados dispersos (biológicos, cirúrgicos e sistémicos) numa previsão quantitativa única, mitigando o erro heurístico e promovendo decisões cirúrgicas personalizadas.

Contudo, a ausência de fatores intraoperatórios detalhados (como perda hemática) e o horizonte temporal de 30 dias podem subestimar infeções tardias, o que se apresenta como uma limitação. Em acréscimo, a necessidade de treino e integração em fluxos hospitalares permanece um desafio, exigindo interfaces interoperáveis e literacia digital clínica. Ainda assim, o desempenho observado (AUC > 0,8 em validações independentes) legitima o modelo como referência para integração clínica supervisionada.

1 Cui Y, Shi X, Wang Q, et al. Artificial intelligence-based prediction model for surgical site infection in metastatic spinal disease: a multicenter development and validation study. Int J Surg. 2025;111:6867–6884.

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