Medicamento - Saúde Online https://saudeonline.pt/noticias/medicamento/ Notícias sobre saúde Thu, 21 May 2026 14:15:19 +0000 pt-PT hourly 1 https://saudeonline.pt/wp-content/uploads/2018/12/cropped-indentity-32x32.png Medicamento - Saúde Online https://saudeonline.pt/noticias/medicamento/ 32 32 Portugal é dos países europeus onde os doentes mais esperam por novos medicamentos https://saudeonline.pt/portugal-e-dos-paises-europeus-onde-os-doentes-mais-esperam-por-novos-medicamentos/ https://saudeonline.pt/portugal-e-dos-paises-europeus-onde-os-doentes-mais-esperam-por-novos-medicamentos/#respond Wed, 20 May 2026 08:31:00 +0000 https://saudeonline.pt/?p=187155 Portugal é o segundo país europeu onde os novos medicamentos demoram mais tempo a chegar aos doentes, segundo um relatório internacional. Em média, os portugueses esperam mais de dois anos pela disponibilização de novos fármacos após autorização europeia.

O conteúdo Portugal é dos países europeus onde os doentes mais esperam por novos medicamentos aparece primeiro em Saúde Online.

]]>
Despesa do SNS com medicamentos atingiu valor recorde de 4.417 milhões de euros em 2025

Portugal é o segundo país europeu onde os novos medicamentos demoram mais tempo a chegar ao mercado, revela um relatório da Federação Europeia das Indústrias e Associações Farmacêuticas (EFPIA), que aponta para um agravamento das desigualdades no acesso a terapêuticas inovadoras na Europa.

O estudo analisou 168 medicamentos que receberam autorização de comercialização entre 2021 e 2024 e concluiu que, em média, os novos fármacos demoraram 532 dias a chegar aos doentes europeus.

No entanto, as diferenças entre países são significativas. A Alemanha surge como o país mais rápido, com apenas 56 dias de espera, enquanto a Roménia ocupa o último lugar, com 1.201 dias.

Portugal aparece em penúltimo lugar entre os 36 países analisados, com um tempo médio de espera de 784 dias entre a autorização de introdução no mercado e a disponibilização aos doentes.

Entre os países com acesso mais rápido aos novos medicamentos estão ainda a Suíça (212 dias), Sérvia (235), Áustria (259), Dinamarca (268) e Reino Unido (282).

Já entre os países com maiores atrasos surgem, além de Portugal e Roménia, a Lituânia (783 dias), Croácia (666) e Polónia (655).

Os investigadores avaliaram também quantos dos medicamentos aprovados já estavam efetivamente disponíveis no mercado no início deste ano e concluíram que apenas 76 dos 168 fármacos analisados estavam acessíveis aos doentes europeus, o equivalente a 45%.

Neste indicador, Portugal apresenta um desempenho mais favorável, com 89 medicamentos disponíveis, correspondendo a 53% do total analisado, o que coloca o país na 12.ª posição do ‘ranking’.

A Alemanha lidera novamente esta tabela, com 93% dos medicamentos disponíveis, seguida da Áustria (85%), Itália (79%), Suíça (76%) e Espanha (69%).

Nos últimos lugares surgem Malta, Sérvia e Turquia, onde apenas nove dos medicamentos avaliados estavam disponíveis.

O relatório alerta para um “cenário de desigualdade crescente” no acesso a medicamentos inovadores na Europa, sublinhando que as diferenças entre países aumentaram nos últimos anos.

Segundo os autores, os doentes europeus enfrentam atualmente tempos de espera mais longos e maiores restrições no acesso aos tratamentos inovadores.

A percentagem de medicamentos totalmente disponíveis nos sistemas públicos de reembolso caiu de 42% em 2019 para 28% atualmente. Portugal apresenta precisamente essa média europeia de 28%.

Os investigadores apontam várias causas para os atrasos, incluindo a lentidão dos processos regulatórios, diferenças nos requisitos de evidência clínica e limitações orçamentais dos Estados-membros.

A EFPIA defende que os doentes devem poder aceder aos novos tratamentos enquanto decorrem os processos nacionais de avaliação e negociação de financiamento, propondo um prazo máximo de 180 dias.

A diretora-geral da federação, Nathalie Moll, alertou que a Europa enfrenta problemas de acesso a medicamentos “há 25 anos” e considerou que reformas globais de preços podem agravar ainda mais a situação.

“É irrealista esperar maior investimento na Europa e acesso mais rápido a novos tratamentos se os Estados-membros continuarem também a exigir os preços mais baixos possíveis e as mais elevadas taxas de devolução ao Estado”, afirmou.

LUSA/SO

Notícia relacionada

Novos medicamentos inovadores têm provocado aumento da despesa, afirma Ordem

O conteúdo Portugal é dos países europeus onde os doentes mais esperam por novos medicamentos aparece primeiro em Saúde Online.

]]>
https://saudeonline.pt/portugal-e-dos-paises-europeus-onde-os-doentes-mais-esperam-por-novos-medicamentos/feed/ 0
Despesa do SNS com medicamentos atingiu valor recorde de 4.417 milhões de euros em 2025 https://saudeonline.pt/despesa-do-sns-com-medicamentos-atingiu-valor-recorde-de-4-417-milhoes-de-euros-em-2025/ https://saudeonline.pt/despesa-do-sns-com-medicamentos-atingiu-valor-recorde-de-4-417-milhoes-de-euros-em-2025/#respond Tue, 19 May 2026 08:48:40 +0000 https://saudeonline.pt/?p=187114 A despesa do Serviço Nacional de Saúde com medicamentos atingiu um máximo histórico de 4.417 milhões de euros em 2025. Os hospitais ultrapassaram pela primeira vez os 2.500 milhões em gastos, impulsionados pelo acesso a terapêuticas inovadoras e medicamentos oncológicos.

O conteúdo Despesa do SNS com medicamentos atingiu valor recorde de 4.417 milhões de euros em 2025 aparece primeiro em Saúde Online.

]]>
Despesa do SNS com medicamentos atingiu valor recorde de 4.417 milhões de euros em 2025

A despesa do Serviço Nacional de Saúde (SNS) com medicamentos atingiu em 2025 o valor mais elevado de sempre, totalizando 4.417 milhões de euros, segundo os relatórios do Infarmed a que a Lusa teve acesso.

Do total, os hospitais representaram 2.523,2 milhões de euros, ultrapassando pela primeira vez a barreira dos 2.500 milhões. O valor corresponde a um aumento de 11,2% face a 2024, mais 254 milhões de euros.

Já no primeiro trimestre deste ano, a despesa hospitalar com medicamentos atingiu 693,4 milhões de euros, mais 7,6% do que no mesmo período do ano anterior, uma evolução que o Infarmed associa ao acesso a terapêuticas inovadoras.

No ambulatório, o SNS gastou 1.893,8 milhões de euros na comparticipação de medicamentos, um crescimento de 12,4%, correspondente a mais 208,4 milhões de euros. Durante o ano passado foram dispensadas 203,9 milhões de embalagens.

Os medicamentos antidiabéticos lideraram os encargos da comparticipação pública, com uma despesa de 478,9 milhões de euros, mais 14,7% do que em 2024.

Entre as substâncias ativas, o Apixabano — utilizado na prevenção da formação de coágulos sanguíneos — registou o maior aumento de despesa, com uma subida de 70,9%, para 66,6 milhões de euros.

Nos hospitais, os medicamentos imunomoduladores foram os que mais contribuíram para o aumento da despesa, seguidos dos citotóxicos e dos fármacos com ação no sistema nervoso central.

Por áreas terapêuticas, a oncologia continuou a representar o maior peso da despesa hospitalar, totalizando 864,5 milhões de euros, mais 16% do que no ano anterior. Seguiram-se os medicamentos para o VIH, com 238,2 milhões, e os usados no tratamento da artrite reumatoide e psoríase, com 186,5 milhões.

As vacinas registaram a maior variação percentual da despesa, com um crescimento de 69,8%, atingindo 85,5 milhões de euros.

A despesa hospitalar com medicamentos órfãos destinados a doenças raras aumentou 34,1%, chegando aos 465 milhões de euros.

Entre as Unidades Locais de Saúde, a ULS Santa Maria, em Lisboa, apresentou a maior despesa com medicamentos, com 304,9 milhões de euros, seguida da ULS de Coimbra e da ULS São João, no Porto.

O relatório destaca ainda o aumento expressivo da despesa nos cuidados de saúde primários, que cresceu 66,5%, para 97,8 milhões de euros.

Na área dos dispositivos médicos, o Infarmed salientou a comparticipação a 100% das bombas de insulina destinadas a utentes do SNS e dispensadas em farmácias, medida que entrou em vigor em 2025.

LUSA/SO

Notícia relacionada

Farmacêuticas demoraram nove meses a pedir financiamento de novos medicamentos em Portugal

O conteúdo Despesa do SNS com medicamentos atingiu valor recorde de 4.417 milhões de euros em 2025 aparece primeiro em Saúde Online.

]]>
https://saudeonline.pt/despesa-do-sns-com-medicamentos-atingiu-valor-recorde-de-4-417-milhoes-de-euros-em-2025/feed/ 0
Farmacêuticas demoraram nove meses a pedir financiamento de novos medicamentos em Portugal https://saudeonline.pt/farmaceuticas-demoraram-nove-meses-a-pedir-financiamento-de-novos-medicamentos-em-portugal/ https://saudeonline.pt/farmaceuticas-demoraram-nove-meses-a-pedir-financiamento-de-novos-medicamentos-em-portugal/#respond Mon, 18 May 2026 10:49:14 +0000 https://saudeonline.pt/?p=187035 As farmacêuticas demoraram, em média, nove meses a submeter pedidos de financiamento público de novos medicamentos após autorização europeia, enquanto o Infarmed levou cerca de 11 meses a avaliar e decidir. Entre 2020 e 2025, o processo total demorou quase dois anos.

O conteúdo Farmacêuticas demoraram nove meses a pedir financiamento de novos medicamentos em Portugal aparece primeiro em Saúde Online.

]]>
Despesa do SNS com medicamentos atingiu valor recorde de 4.417 milhões de euros em 2025

As empresas farmacêuticas demoraram, em média, 272 dias — cerca de nove meses — a submeter pedidos de financiamento público de novos medicamentos em Portugal após a respetiva autorização europeia, segundo um relatório do Infarmed relativo ao período entre 2020 e 2025.

De acordo com o documento “Acesso a Novos Medicamentos 2020-2025”, a que a Lusa teve acesso, o tempo médio de avaliação técnico-científica e decisão por parte do Infarmed foi de 332 dias, aproximadamente 11 meses.

O relatório indica ainda que os períodos em que os processos estiveram do lado das empresas, para resposta a pedidos de informação adicional e negociação, representaram, em média, mais 319 dias.

No total, entre a submissão do pedido e a conclusão do processo, decorreram em média 650 dias — quase dois anos — nos 102 processos concluídos durante o período analisado.

O Infarmed sublinha que o tempo total de acesso depende de vários fatores, incluindo a rapidez das farmacêuticas na submissão dos pedidos, a avaliação farmacoterapêutica e económica, a apresentação de evidência adicional e os processos de negociação.

Entre 2020 e 2025, foram autorizados 282 novos medicamentos na União Europeia, dos quais 188 foram submetidos pelas empresas para avaliação de financiamento público em Portugal.

Destes processos, 102 ficaram concluídos até ao final de 2025, tendo resultado na aprovação de 77 medicamentos para financiamento público.

Segundo o relatório, os medicamentos oncológicos constituíram uma das áreas prioritárias, com 26 aprovações, enquanto os medicamentos órfãos destinados a doenças raras totalizaram 23 aprovações.

Durante o período de avaliação e negociação, foi ainda possível disponibilizar terapêuticas inovadoras através de mecanismos de acesso precoce. Entre 2020 e 2025, 93 medicamentos beneficiaram destes programas destinados a situações clínicas graves ou sem alternativas terapêuticas.

A maioria dos novos medicamentos é inicialmente avaliada pela Agência Europeia de Medicamentos (EMA), através de um procedimento centralizado, cabendo depois a cada país decidir sobre o financiamento público.

Em Portugal, o processo inclui uma avaliação farmacoterapêutica, para determinar o valor terapêutico acrescentado do medicamento, e uma avaliação económica, centrada na relação custo-efetividade.

O Infarmed refere ainda esperar uma redução dos tempos de avaliação com a entrada em vigor do novo regulamento europeu de avaliação de tecnologias de saúde.

LUSA/SO

Notícia relacionada

Infarmed suspende exportação de 35 medicamentos para proteger abastecimento nacional

O conteúdo Farmacêuticas demoraram nove meses a pedir financiamento de novos medicamentos em Portugal aparece primeiro em Saúde Online.

]]>
https://saudeonline.pt/farmaceuticas-demoraram-nove-meses-a-pedir-financiamento-de-novos-medicamentos-em-portugal/feed/ 0
Infarmed suspende exportação de 35 medicamentos para proteger abastecimento nacional https://saudeonline.pt/infarmed-suspende-exportacao-de-35-medicamentos-para-proteger-abastecimento-nacional/ https://saudeonline.pt/infarmed-suspende-exportacao-de-35-medicamentos-para-proteger-abastecimento-nacional/#respond Thu, 14 May 2026 08:50:19 +0000 https://saudeonline.pt/?p=186946 O Infarmed proibiu temporariamente a exportação de 35 medicamentos, incluindo vacinas e antibióticos, para garantir o abastecimento do mercado nacional. A lista de maio inclui mais sete fármacos do que no mês anterior e abrange medicamentos em rutura ou com fornecimento limitado.

O conteúdo Infarmed suspende exportação de 35 medicamentos para proteger abastecimento nacional aparece primeiro em Saúde Online.

]]>
I

O Infarmed suspendeu temporariamente a exportação de 35 medicamentos considerados essenciais, numa medida destinada a proteger o abastecimento do mercado nacional face a situações de rutura ou disponibilidade reduzida.

A lista divulgada pela Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde inclui mais sete medicamentos do que em abril e integra fármacos usados no tratamento de doenças cardiovasculares, infeção por VIH, hipertensão, insuficiência cardíaca aguda e infeções bacterianas.

Entre os medicamentos abrangidos estão uma vacina pneumocócica e antibióticos utilizados no tratamento da bactéria Helicobacter pylori, da tuberculose e de infeções respiratórias.

Segundo o Infarmed, a lista é atualizada mensalmente e inclui medicamentos cuja falta no mês anterior teve impacto médio ou elevado, bem como produtos fornecidos através de Autorizações de Utilização Excecional (AUE).

A suspensão da exportação aplica-se a todos os intervenientes da cadeia de distribuição, incluindo fabricantes, grossistas e exportadores, com o objetivo de assegurar que os medicamentos permanecem disponíveis para os doentes em Portugal.

O regulador refere ainda que monitoriza diariamente situações de falta, rutura ou cessação de comercialização, procurando antecipar riscos que possam comprometer o acesso aos tratamentos.

O Infarmed integra também a rede europeia de partilha de informação sobre ruturas de medicamentos, coordenada pela Agência Europeia de Medicamentos e pela Comissão Europeia, criada para reforçar a vigilância e gestão da disponibilidade de fármacos na União Europeia.

LUSA/SO

Notícia relacionada

Infarmed alerta setor para riscos no abastecimento de medicamentos devido à guerra no Médio Oriente

O conteúdo Infarmed suspende exportação de 35 medicamentos para proteger abastecimento nacional aparece primeiro em Saúde Online.

]]>
https://saudeonline.pt/infarmed-suspende-exportacao-de-35-medicamentos-para-proteger-abastecimento-nacional/feed/ 0
Infarmed alerta setor para riscos no abastecimento de medicamentos devido à guerra no Médio Oriente https://saudeonline.pt/infarmed-alerta-setor-para-riscos-no-abastecimento-de-medicamentos-devido-a-guerra-no-medio-oriente/ https://saudeonline.pt/infarmed-alerta-setor-para-riscos-no-abastecimento-de-medicamentos-devido-a-guerra-no-medio-oriente/#respond Wed, 13 May 2026 10:31:45 +0000 https://saudeonline.pt/?p=186910 O Infarmed pediu às empresas do setor do medicamento e dispositivos médicos que avaliem riscos indiretos da guerra no Médio Oriente nas cadeias de abastecimento, reforcem a monitorização de stocks e comuniquem rapidamente eventuais falhas ou constrangimentos no fornecimento.

O conteúdo Infarmed alerta setor para riscos no abastecimento de medicamentos devido à guerra no Médio Oriente aparece primeiro em Saúde Online.

]]>
Despesa do SNS com medicamentos atingiu valor recorde de 4.417 milhões de euros em 2025

O Infarmed solicitou aos vários agentes económicos do setor do medicamento que avaliem potenciais impactos indiretos do conflito no Médio Oriente nas cadeias de fornecimento de medicamentos e dispositivos médicos, alertando para riscos relacionados com matérias-primas, fornecedores e capacidade de abastecimento.

Numa nota publicada no seu site, a Autoridade Nacional do Medicamento pediu a fabricantes, importadores, distribuidores e restantes operadores do setor que reforcem os mecanismos de monitorização dos níveis de stock e da disponibilidade de produtos considerados críticos.

O regulador recomenda ainda que quaisquer dificuldades atuais ou previsíveis no abastecimento sejam comunicadas “com a maior brevidade possível”, de forma a permitir uma atuação preventiva.

A posição do Infarmed surge após uma reunião realizada em abril com representantes da Associação Portuguesa das Empresas de Dispositivos Médicos (APORMED) e da Associação Portuguesa de Medicamentos pela Equidade em Saúde, ligada à indústria de genéricos e biossimilares.

Apesar de admitir que o agravamento do conflito no Médio Oriente poderá vir a afetar o abastecimento de determinados produtos de saúde no mercado europeu, o Infarmed sublinha que, até meados de abril, não tinham sido reportadas situações de rutura.

A autoridade manifestou também disponibilidade para acelerar a avaliação de processos relacionados com novos fabricantes, caso as empresas necessitem de ajustar fornecedores devido ao contexto internacional.

Além disso, pediu ao setor farmacêutico análises detalhadas sobre os impactos associados ao aumento dos custos de produção e transporte, num cenário marcado pela subida do preço de matérias-primas e logística.

No final de abril, a Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares já tinha alertado para dificuldades na aquisição de consumíveis hospitalares, como luvas e sacos, devido ao aumento dos preços provocado pela guerra no Médio Oriente.

Também a indústria farmacêutica admitiu recentemente que os custos acrescidos com materiais, transporte e energia poderão refletir-se no preço final dos medicamentos em Portugal.

LUSA/SO

Notícia relacionada

Ordem dos Médicos pede revogação de norma do Infarmed sobre sensores de glicose

O conteúdo Infarmed alerta setor para riscos no abastecimento de medicamentos devido à guerra no Médio Oriente aparece primeiro em Saúde Online.

]]>
https://saudeonline.pt/infarmed-alerta-setor-para-riscos-no-abastecimento-de-medicamentos-devido-a-guerra-no-medio-oriente/feed/ 0
Infarmed lança ferramenta online para acompanhar processos de financiamento de medicamentos https://saudeonline.pt/infarmed-lanca-ferramenta-online-para-acompanhar-processos-de-financiamento-de-medicamentos/ Wed, 29 Apr 2026 09:01:51 +0000 https://saudeonline.pt/?p=186476 O conteúdo <i class="iconlock fa fa-lock fa-1x" aria-hidden="true" style="color:#e82d43;"></i> Infarmed lança ferramenta online para acompanhar processos de financiamento de medicamentos aparece primeiro em Saúde Online.

]]>
I

Esta Notícia é de acesso exclusivo a profissionais de saúde.
Se é profissional de saúde inscreva-se aqui gratuitamente.

Se já está inscrito faça Login:

O conteúdo <i class="iconlock fa fa-lock fa-1x" aria-hidden="true" style="color:#e82d43;"></i> Infarmed lança ferramenta online para acompanhar processos de financiamento de medicamentos aparece primeiro em Saúde Online.

]]>