Med-Interna - Saúde Online https://saudeonline.pt/noticias/med-interna/ Notícias sobre saúde Tue, 29 Sep 2026 10:23:17 +0000 pt-PT hourly 1 https://saudeonline.pt/wp-content/uploads/2018/12/cropped-indentity-32x32.png Med-Interna - Saúde Online https://saudeonline.pt/noticias/med-interna/ 32 32 POCUS cardíaco nos cuidados primários pode detetar insuficiência cardíaca ainda numa fase precoce https://saudeonline.pt/pocus-cardiaco-nos-cuidados-primarios-pode-detetar-insuficiencia-cardiaca-ainda-numa-fase-precoce/ Tue, 29 Sep 2026 10:01:29 +0000 https://saudeonline.pt/?p=190186 O conteúdo <i class="iconlock fa fa-lock fa-1x" aria-hidden="true" style="color:#e82d43;"></i> POCUS cardíaco nos cuidados primários pode detetar insuficiência cardíaca ainda numa fase precoce aparece primeiro em Saúde Online.

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Fumo passivo causou mais de um milhão de mortes no mundo em 2023 https://saudeonline.pt/fumo-passivo-causou-mais-de-um-milhao-de-mortes-no-mundo-em-2023/ https://saudeonline.pt/fumo-passivo-causou-mais-de-um-milhao-de-mortes-no-mundo-em-2023/#respond Fri, 25 Sep 2026 09:31:29 +0000 https://saudeonline.pt/?p=190097 Daniel Coutinho, do Grupo de Trabalho do Tabagismo da Sociedade Portuguesa de Pneumologia (SPP), sublinhou o “custo brutal” da exposição involuntária ao fumo passivo, incluindo das novas formas de tabaco.

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A Sociedade Portuguesa de Pneumologia (SPP) alerta para as consequências do fumo passivo e destaca os dados recentes que apontam para 1,66 milhões de mortes no mundo, em 2023, associadas à exposição involuntária ao fumo do tabaco.

Em declarações à Lusa na véspera do Dia do Ex-Fumador, que se assinala no sábado, Daniel Coutinho, do Grupo de Trabalho do Tabagismo da SPP, sublinhou o “custo brutal” da exposição involuntária.

“Fumar é um hábito pessoal, mas muitas vezes ignora-se os impactos que este vício tem no resto da sociedade”, afirmou o especialista, apontando para os dados do recente estudo divulgado na revista Lancet, com base em 204 países, que apontou para 2,71 milhões de pessoas expostas ao fumo ambiental do tabaco só em 2023, incluindo 767 milhões de menores de 15 anos.

Os dados, divulgados no início deste mês, apontam para uma redução da prevalência global do tabagismo ao longo dos últimos 30 anos, mas os investigadores avisam que o número absoluto de pessoas continua muito elevado devido ao crescimento populacional e às desigualdades na concretização das políticas de controlo do tabaco.

Segundo os números publicados pela Lancet, as estimativas indicam que a exposição involuntária ao fumo do tabaco esteve associada em 2023 a cerca de 1,66 milhões de mortes prematuras, das oito milhões de mortes atribuíveis ao tabaco nesse ano.

Daniel Coutinho disse que os dados validam a política de restrição ao consumo de tabaco, “mesmo ao ar livre”, e insiste que esta matéria deveria voltar ao cetro da discussão. “A restrição inicial de fumo em espaços fechados foi à volta de 2008 e só recentemente é que é proibido fumar em bares, discotecas e cafés”, exemplificou o pneumologista, para sublinhar o tempo que demoram os processos legislativos.

Para o especialista da Sociedade Portuguesa de Pneumologia, o Dia Europeu do Não-Fumador “é uma boa forma de voltar a lançar a discussão para este perigo, que está sempre à espreita”. “Não é só o fumo do tabaco convencional, é o fumo das novas formas de tabaco, que mantêm esta exposição e permitiram até uma renormalização do consumo”, afirmou.

O especialista lembrou, igualmente, que o Governo precisa de prestar contas sobre a aplicação dos 2% dos impostos do tabaco que deveriam ir para programas de prevenção e controlo do tabagismo. “Por exemplo, nunca houve uma campanha de alerta contra as novas formas de tabaco. Há quanto tempo é que estão no mercado?”, questionou.

Dados de 2021 do Programa Nacional para a Prevenção e Controlo do Tabagismo da Direção-Geral da Saúde indicaram que mais de 13 mil pessoas morreram, em 2019, em Portugal por doenças atribuíveis ao tabaco, das quais 1.771 por exposição ao fumo passivo.

Já quanto às consultas para deixar de fumar, os últimos dados oficiais referem-se a 2022 e indicam uma subida de 35%, ultrapassando as 32.800, depois de terem caído na pandemia. Mesmo assim, os valores estavam longe do período pré-pandemia: em 2019 foram 41.946.

Os últimos dados oficiais conhecidos indicavam que o número de locais disponíveis para as consultas de cessação tabágica no Serviço Nacional de Saúde também continuavam longe dos 235 existentes antes da pandemia de covid-19, ficando-se pelos 152 (2022).

Nas primeiras consultas a tendência foi idêntica: de 12.702 em 2019 passaram a 6.159 (2020) e 5.902 (2021), acontecendo uma inversão de tendência no ano de 2022, com 8.843 (+49,8%). Contactada pela Lusa, a DGS diz que apenas no final do mês deverá ter dados mais atualizados.

SO/LUSA

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Cerca de 2,7 mil milhões de pessoas em todo o mundo estão expostas a fumo passivo, indica estudo https://saudeonline.pt/cerca-de-27-mil-milhoes-de-pessoas-em-todo-o-mundo-estao-expostas-a-fumo-passivo-indica-estudo/ https://saudeonline.pt/cerca-de-27-mil-milhoes-de-pessoas-em-todo-o-mundo-estao-expostas-a-fumo-passivo-indica-estudo/#respond Tue, 08 Sep 2026 09:02:31 +0000 https://saudeonline.pt/?p=189489 Estima-se que a exposição ao fumo passivo tenha resultado em 1,66 milhões de mortes prematuras e que o fumo passivo tenha causado uma perda de 44,8 milhões de anos de vida saudável a nível global, principalmente devido à doença cardíaca isquémica.

O conteúdo Cerca de 2,7 mil milhões de pessoas em todo o mundo estão expostas a fumo passivo, indica estudo aparece primeiro em Saúde Online.

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Cerca de 2,71 mil milhões de pessoas estão expostas ao fumo passivo em todo o mundo, incluindo 767 milhões de crianças menores de 15 anos, e esta exposição contribuiu para 1,66 milhões de mortes em 2023, segundo um estudo.

Embora “a exposição ao fumo passivo seja um risco para a saúde reconhecido a nível global, para o qual não existe um limite seguro de inalação”, os autores reviram todos os estudos publicados no PubMed de 2010 a 2025, para tentar avaliar o seu impacto em nove consequências para a saúde, incluindo a asma.

O seu trabalho, publicado na revista The Lancet e que sintetiza inquéritos à população em geral e dados sobre a composição familiar, visa estimar a prevalência da exposição ao fumo passivo e quantificar a carga de doença associada em 204 países e territórios entre 1990 e 2023, com dados discriminados por idade e sexo. Calcularam que aproximadamente 2,7 mil milhões de pessoas em todo o mundo foram expostas ao fumo passivo nesse ano, incluindo 767 milhões de crianças dos 0 aos 14 anos.

Estima-se que esta exposição tenha resultado em 1,66 milhões de mortes prematuras, das 8 milhões de mortes atribuíveis ao tabaco em 2023 e que o fumo passivo tenha causado uma perda de 44,8 milhões de anos de vida saudável a nível global, principalmente devido à doença cardíaca isquémica, uma condição cardíaca causada pela falta de oxigénio no músculo cardíaco, de acordo com este estudo.

Nas crianças, a exposição ao fumo passivo causou 5,16 milhões de infeções respiratórias em 2023. Os fumadores passivos estão expostos a dois tipos de fumo, o que emana da extremidade acesa dos produtos de tabaco e o que é exalado pelos fumadores. A primeira, “nem filtrada nem resultante da combustão completa”, tem “concentrações mais elevadas de compostos tóxicos e cancerígenos” do que a segunda. Estas exposições aumentam o risco de doenças cardiovasculares, respiratórias e metabólicas, observa o estudo, e as crianças “são particularmente vulneráveis”.

No entanto, apesar de uma diminuição de 22% na prevalência global do tabagismo desde 1990, “o número absoluto de pessoas expostas (ao fumo passivo) manteve-se estável em todo o mundo, enquanto aumentou acentuadamente na África Subsariana, bem como no Norte de África e no Médio Oriente”, observaram os cientistas.

De acordo com o estudo, há uma necessidade urgente de reforçar as políticas de controlo do tabaco, “particularmente para proteger as mulheres e as crianças”, nos “locais públicos, bem como no ambiente doméstico”, porque o fumo passivo “continua a ser um fator importante na perda de saúde em todo o mundo”.

SO/LUSA

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Um em cada seis adultos na UE sofriam de obesidade em 2025 https://saudeonline.pt/um-em-cada-seis-adultos-na-ue-sofriam-de-obesidade-em-2025/ https://saudeonline.pt/um-em-cada-seis-adultos-na-ue-sofriam-de-obesidade-em-2025/#respond Fri, 04 Sep 2026 11:09:25 +0000 https://saudeonline.pt/?p=189450 Entre os Estados-membros, Malta (26,6%), Letónia (24,6%) e Finlândia (23,8%) apresentaram as maiores taxas de obesidade, com as menores a serem observadas em Itália (7,0%), Grécia (12,8%) e Roménia (12,9%).

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Uma em cada seis pessoas (16,3%) maiores de 18 anos na União Europeia (UE) sofriam de obesidade em 2025 e mais de metade da população do bloco tinha excesso de peso, divulgou hoje o Eurostat. Portugal, segundo o gabinete estatístico da UE, tinha no ano passado 17% de obesos.

Na UE, quase uma em cada três pessoas (35,4%) com mais de 18 anos estava em 2025 numa situação sobrepeso (IMC entre 25 e 30), o que – somando aos obesos – significa que 51,7% das pessoas na UE têm excesso de peso.

Entre os Estados-membros, Malta (26,6%), Letónia (24,6%) e Finlândia (23,8%) apresentaram as maiores taxas de obesidade, com as menores a serem observadas em Itália (7,0%), Grécia (12,8%) e Roménia (12,9%).

Nos 27 Estados-membros, os homens têm maior incidência de obesidade do que as mulheres – 17,4% face a 15,3% – e também de sobrepeso: 41,9% contra 29,3%. Por outro lado, as mulheres (2,9%) têm mais tendência para terem baixo peso (IMC até 18,4) do que os homens (1,0%).

SO/LUSA

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