HIPERTENSÃO E RCV- ONLINE - Saúde Online https://saudeonline.pt/noticias/hipertensao-e-risco-cv-online/ Notícias sobre saúde Thu, 19 Mar 2026 15:57:26 +0000 pt-PT hourly 1 https://saudeonline.pt/wp-content/uploads/2018/12/cropped-indentity-32x32.png HIPERTENSÃO E RCV- ONLINE - Saúde Online https://saudeonline.pt/noticias/hipertensao-e-risco-cv-online/ 32 32 Polpa de café pode ajudar no controlo do peso, glicose e pressão arterial https://saudeonline.pt/polpa-de-cafe-pode-ajudar-no-controlo-do-peso-glicose-e-pressao-arterial/ Thu, 19 Mar 2026 15:57:26 +0000 https://saudeonline.pt/?p=184800 O conteúdo <i class="iconlock fa fa-lock fa-1x" aria-hidden="true" style="color:#e82d43;"></i> Polpa de café pode ajudar no controlo do peso, glicose e pressão arterial aparece primeiro em Saúde Online.

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Quando os medicamentos não chegam: o papel da desnervação renal no controlo da hipertensão https://saudeonline.pt/quando-os-medicamentos-nao-chegam-o-papel-da-desnervacao-renal-no-controlo-da-hipertensao/ https://saudeonline.pt/quando-os-medicamentos-nao-chegam-o-papel-da-desnervacao-renal-no-controlo-da-hipertensao/#respond Tue, 10 Mar 2026 09:11:52 +0000 https://saudeonline.pt/?p=184314 Presidente da APIC - Associação portuguesa de Intervenção Cardiovascular

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A hipertensão arterial é um dos maiores desafios de saúde pública da atualidade. Afeta milhões de pessoas e continua a ser uma das principais causas de enfarte do miocárdio, acidente vascular cerebral, insuficiência cardíaca e doença renal. Apesar da existência de tratamentos eficazes, muitos doentes continuam com valores de tensão arterial acima do recomendado.

Entre estes, existe um grupo particularmente desafiante: os doentes com hipertensão resistente. Mesmo tomando vários medicamentos e adotando medidas de estilo de vida adequadas, a tensão arterial permanece elevada. Estes doentes apresentam um risco cardiovascular significativamente maior e representam um desafio clínico importante. Embora esta continue a ser a situação mais clássica, existem também doentes com hipertensão difícil de controlar por intolerância a múltiplos fármacos ou dificuldade em tomar vários medicamentos de forma regular.

Nos últimos anos, a desnervação renal tem emergido como uma opção terapêutica adicional nestes casos. Trata-se de um procedimento minimamente invasivo realizado através de um cateter introduzido numa artéria, semelhante a outros procedimentos de cardiologia de intervenção. Durante o procedimento, é aplicada energia nas artérias renais para reduzir a atividade dos nervos que contribuem para o aumento da pressão arterial.

A evidência científica mais recente, incluindo ensaios clínicos randomizados com controlo por sham-procedure, demonstrou que esta abordagem pode reduzir de forma consistente os valores de tensão arterial, com um perfil de segurança favorável. Para alguns doentes, pode representar uma ajuda importante no controlo de uma doença que, de outra forma, permanece difícil de tratar.

Perante esta evolução do conhecimento, a Associação Portuguesa de Intervenção Cardiovascular (APIC) e a Sociedade Portuguesa de Hipertensão (SPH) desenvolveram um documento de consenso nacional que procura clarificar em que situações esta técnica pode ser considerada e como pode ser integrada na prática clínica em Portugal. O objetivo é integrar esta opção terapêutica de forma responsável e baseada na melhor evidência científica disponível.

O documento sublinha a importância de identificar corretamente os doentes que podem beneficiar deste procedimento. Antes de considerar a desnervação renal, é essencial confirmar que a hipertensão está verdadeiramente descontrolada, otimizar a terapêutica médica e excluir outras causas que possam justificar a sua elevação. A decisão deve ser tomada por equipas multidisciplinares com experiência na abordagem da hipertensão.

Num contexto em que o controlo da tensão arterial continua aquém do desejável, a desnervação renal representa um avanço relevante. Quando utilizada em doentes selecionados e por equipas experientes, pode tornar-se uma ferramenta importante para melhorar o controlo da hipertensão e reduzir o risco de complicações cardiovasculares a longo prazo.

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DGS publica nova norma para diagnóstico e tratamento da hipertensão arterial em adultos https://saudeonline.pt/dgs-publica-nova-norma-para-diagnostico-e-tratamento-da-hipertensao-arterial-em-adultos/ https://saudeonline.pt/dgs-publica-nova-norma-para-diagnostico-e-tratamento-da-hipertensao-arterial-em-adultos/#respond Fri, 06 Mar 2026 12:06:30 +0000 https://saudeonline.pt/?p=184273 Na Europa estima-se que a hipertensão afete entre 35% e 40% da população, enquanto em Portugal a prevalência é estimada em 42,6% entre os adultos. Apesar disso, menos de metade dos doentes estão medicados e apenas 11,2% têm a doença controlada.

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A Direção-Geral da Saúde  (DGS) publicou uma nova norma para o diagnóstico e tratamento da hipertensão arterial em adultos, com o objetivo de reduzir o risco cardiovascular e a morbilidade associada à doença.

O documento, divulgado na quinta-feira no site da autoridade de saúde, reforça os critérios de diagnóstico, a classificação da pressão arterial e as estratégias terapêuticas dirigidas à população adulta, excluindo grávidas e casos de hipertensão secundária.

A norma define que o rastreio e diagnóstico devem ser realizados através da medição da pressão arterial em contexto clínico, podendo ser complementados com automedição no domicílio ou monitorização ambulatória. O documento inclui também orientações para a classificação dos níveis de pressão arterial e para a identificação de situações de emergência.

Além disso, prevê uma avaliação inicial com estratificação do risco cardiovascular global, pesquisa de possíveis lesões em órgãos-alvo e investigação de causas secundárias quando necessário. O tratamento recomendado integra mudanças no estilo de vida, terapêutica farmacológica, acompanhamento clínico e referenciação adequada.

A DGS recomenda que a pressão arterial seja avaliada em situações oportunas e, no mínimo, de três em três anos em adultos com menos de 40 anos e anualmente em pessoas com 40 ou mais anos.

A nova orientação defende ainda uma abordagem multidisciplinar no acompanhamento de pessoas com pressão arterial elevada e hipertensão, envolvendo diferentes profissionais de saúde. Segundo a DGS, esta estratégia permite uma visão mais abrangente e um controlo mais eficaz da doença na população. A norma foi elaborada por proposta conjunta do Departamento da Qualidade na Saúde e do Programa Nacional para as Doenças Cerebrocardiovasculares.

Na Europa estima-se que a hipertensão arterial afete entre 35% e 40% da população, enquanto em Portugal a prevalência é estimada em 42,6% entre os adultos. Apesar disso, menos de metade dos doentes estão medicados com fármacos anti-hipertensores e apenas 11,2% têm a doença controlada, segundo dados divulgados no portal SNS 24.

SO/LUSA

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OMS apela ao reforço urgente de impostos sobre bebidas açucaradas e alcoólicas https://saudeonline.pt/oms-apela-ao-reforco-urgente-de-impostos-sobre-bebidas-acucaradas-e-alcoolicas/ https://saudeonline.pt/oms-apela-ao-reforco-urgente-de-impostos-sobre-bebidas-acucaradas-e-alcoolicas/#respond Wed, 14 Jan 2026 09:31:47 +0000 https://saudeonline.pt/?p=182062 A OMS alerta para o facto de sistemas fiscais frágeis manterem os preços das bebidas açucaradas e alcoólicas artificialmente baixos, enquanto os custos associados a doenças evitáveis continuam a aumentar.

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) apelou à tributação urgente sobre bebidas açucaradas e alcoólicas, alertando que estes produtos estão a tornar-se cada vez mais baratos e a contribuir para o aumento de doenças evitáveis.

Segundo a OMS, os baixos níveis de tributação — ou impostos mal ajustados — têm tornado as bebidas açucaradas e alcoólicas mais acessíveis em grande parte do mundo, impulsionando problemas de saúde como obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares, cancros e lesões, sobretudo entre os mais jovens.

Em conferência de imprensa, em Genebra, o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, sublinhou que os impostos são “ferramentas poderosas” para reduzir consumos nocivos e, simultaneamente, financiar serviços públicos essenciais, incluindo os sistemas de saúde.

A posição consta de dois relatórios globais, nos quais a OMS alerta para o facto de sistemas fiscais frágeis manterem os preços artificialmente baixos, enquanto os custos associados a doenças evitáveis continuam a aumentar.

“Na maioria dos países, estes impostos são muito baixos, mal concebidos, raramente ajustados e, muitas vezes, desalinhados com os objetivos de saúde pública”, afirmou Tedros Adhanom Ghebreyesus durante a apresentação dos documentos.

Apesar dos lucros de milhares de milhões de euros gerados pelo mercado global de bebidas açucaradas e alcoólicas, os governos arrecadam apenas uma pequena parte desse valor através de impostos específicos. “Como resultado, o álcool e as bebidas açucaradas tornaram-se mais acessíveis, enquanto as doenças e lesões associadas ao seu consumo continuam a exercer uma pressão crescente sobre os sistemas de saúde, as famílias e os orçamentos”, lamentou o responsável.

Os relatórios indicam que 116 países aplicam impostos sobre refrigerantes, mas muitos produtos com elevado teor de açúcar — como sumos naturais, bebidas lácteas adoçadas ou cafés prontos a beber — continuam isentos. Embora 97% dos países tributem bebidas energéticas, não se registaram progressos desde 2023.

Em Portugal, vigora um imposto especial de consumo progressivo sobre bebidas açucaradas, com taxas que variam consoante o teor de açúcar: menos de 25 g/L, entre 25 e 50 g/L, entre 50 e 80 g/L e acima de 80 g/L.

No caso das bebidas alcoólicas, 167 países aplicam impostos, mas a OMS alerta que estes não acompanham a inflação, tornando o consumo progressivamente mais acessível. O vinho permanece isento em pelo menos 25 países europeus, incluindo Portugal.

Desde 2022, o álcool tornou-se mais barato em termos reais em vários países, devido à estagnação dos impostos face à inflação e ao aumento dos rendimentos. Em outubro do ano passado, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, promulgou um diploma que introduz isenções do imposto sobre o álcool e as bebidas alcoólicas, em conformidade com a Diretiva (UE) 2020/1151.

O diretor do Departamento de Controlo de Doenças Crónicas e de Prevenção da Violência e dos Traumatismos da OMS, Etienne Krug, alertou que o álcool barato “fomenta a violência, as lesões e as doenças”, enquanto os custos recaem sobre a sociedade no seu conjunto.

A OMS destaca ainda que a carga fiscal média representa apenas 2% do preço final de um refrigerante comum e que poucos países ajustam os impostos à inflação, permitindo que produtos prejudiciais se tornem cada vez mais baratos ao longo do tempo.

Tedros Adhanom Ghebreyesus recordou, por fim, a iniciativa “3 por 35”, lançada em 2025, que visa apoiar todos os países a aumentarem os preços reais do tabaco, do álcool e das bebidas açucaradas até 2035, através da tributação, com o objetivo de reduzir o consumo e proteger a saúde global.

LUSA/SO

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Doenças cardiovasculares custam 282 mil milhões de euros por ano à União Europeia https://saudeonline.pt/doencas-cardiovasculares-custam-282-mil-milhoes-de-euros-por-ano-a-uniao-europeia/ https://saudeonline.pt/doencas-cardiovasculares-custam-282-mil-milhoes-de-euros-por-ano-a-uniao-europeia/#respond Mon, 15 Dec 2025 16:32:05 +0000 https://saudeonline.pt/?p=181634 As conclusões agora divulgadas antecedem o lançamento do Plano Corações Seguros (Safe Hearts Plan), o primeiro plano europeu especificamente dedicado à prevenção e gestão das doenças cardiovasculares.

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As doenças cardiovasculares (DCV) continuam a ser a principal causa de morte e incapacidade na União Europeia, afetando mais de 60 milhões de pessoas e sendo responsáveis por cerca de um terço de todas as mortes anuais. O alerta é feito no relatório Estado da Saúde Cardiovascular na UE, hoje publicado, que sublinha a urgência de uma resposta coordenada a nível europeu.

De acordo com o documento, o impacto das DCV vai muito além do custo humano. O peso económico destas doenças na Europa está estimado em 282 mil milhões de euros por ano, o equivalente a cerca de 2% do Produto Interno Bruto (PIB) da União Europeia. Este valor resulta sobretudo da mortalidade prematura, da perda de produtividade e dos elevados custos associados aos cuidados de saúde.

O relatório destaca ainda desigualdades significativas nos resultados em saúde cardiovascular e no acesso aos cuidados, com diferenças marcadas entre regiões, géneros e grupos socioeconómicos. Para a Comissão Europeia, estas disparidades justificam a necessidade de intervenção ao nível da UE.

As conclusões agora divulgadas antecedem o lançamento do Plano Corações Seguros (Safe Hearts Plan), o primeiro plano europeu especificamente dedicado à prevenção e gestão das doenças cardiovasculares. Segundo o executivo comunitário, esta iniciativa irá estabelecer um quadro político abrangente para apoiar os Estados-membros e os diferentes intervenientes na melhoria da saúde cardiovascular da população.

O relatório foi financiado pelo programa UE Pela Saúde (EU4Health) e resulta de uma colaboração entre a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) e a Comissão Europeia, com o objetivo de monitorizar e reforçar as políticas de saúde pública na União.

Entre os principais fatores de risco associados às doenças cardiovasculares estão o consumo de tabaco e álcool, uma alimentação rica em gorduras e sal, bem como a tensão arterial elevada, fatores que continuam a representar desafios centrais para a prevenção destas patologias em toda a Europa.

SO/LUSA

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