Opinião-GINE - Saúde Online https://saudeonline.pt/noticias/gineonline/opiniao-gine/ Notícias sobre saúde Wed, 25 Mar 2026 14:05:28 +0000 pt-PT hourly 1 https://saudeonline.pt/wp-content/uploads/2018/12/cropped-indentity-32x32.png Opinião-GINE - Saúde Online https://saudeonline.pt/noticias/gineonline/opiniao-gine/ 32 32 Aconselhar leite artificial ou apoiar a amamentação? O dilema clínico e ético que muitos profissionais enfrentam! https://saudeonline.pt/aconselhar-leite-artificial-ou-apoiar-a-amamentacao-o-dilema-clinico-e-etico-que-muitos-profissionais-enfrentam/ https://saudeonline.pt/aconselhar-leite-artificial-ou-apoiar-a-amamentacao-o-dilema-clinico-e-etico-que-muitos-profissionais-enfrentam/#respond Thu, 26 Mar 2026 09:00:38 +0000 https://saudeonline.pt/?p=185084 IBCLC e Farmacêutica -Fundadora da Academia de Lactação

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Num contexto clínico cada vez mais pressionado pelo tempo, pelas métricas e pela ansiedade legítima das famílias, há decisões aparentemente pequenas que moldam profundamente o percurso da amamentação e da saúde da díade. Uma das mais frequentes — e também mais determinantes — é a introdução precoce de leite artificial perante as primeiras dúvidas. Mas e se, em muitos casos, o ponto de viragem não estiver na suplementação… mas na forma como apoiamos?

Recordo um recém-nascido de termo, observado na primeira semana de vida. Mamadas de 3/3h, cansaço materno, dúvidas crescentes e medo de não estar a ser suficiente. O peso não evoluía ao ritmo “esperado” e começava a surgir a sugestão — prudente, compreensível — de suplementar com leite artificial.

Em vez disso, optou-se por um plano simples: pele com pele várias horas por dia, livre demanda sem restrições horárias e proximidade contínua mãe-bebé. Redução de interferências externas, leitura dos sinais do bebé, apoio ativo na confiança materna. O resultado? Um ganho ponderal de cerca de 40 g/dia ao longo da semana seguinte. Este mesmo bebé, num cenário diferente — colocado no berço, acordado de 3/3 horas para mamar, com menor contacto contínuo — poderia ter apresentado ganhos na ordem dos 15–20 g/dia. Com pesagens frequentes, de dois em dois dias, a narrativa poderia facilmente transformar-se: “ganho insuficiente”, “vamos ajudar”, “talvez seja melhor introduzir suplemento”.

Não se trata de demonizar o leite artificial. Ele tem o seu lugar, bem definido, quando clinicamente indicado. Trata-se, sim, de reconhecer que muitas dificuldades iniciais da amamentação são sensíveis ao contexto — e que o comportamento biológico do recém-nascido é profundamente influenciado pelo ambiente. O pele com pele não é apenas vínculo: regula a temperatura, aumenta a frequência e eficácia das mamadas, aumenta a produção de leite. A livre demanda não é permissividade: é fisiologia. O contacto próximo não é detalhe: é determinante na autorregulação do recém-nascido e na dinâmica da produção de leite. Quando estes pilares não são plenamente integrados na prática clínica, o desfecho de uma história de amamentação pode ser interrompido cedo demais.

Duvidamos da fisiologia, mas nem lhe é dado espaço para que ela se desenvolva. A diferença, muitas vezes, não está no bebé. Está no tipo de apoio que recebe. E aqui emerge um ponto central: a formação do profissional. Apoiar a amamentação exige mais do que boa vontade ou recomendações genéricas. Exige conhecimento atualizado, capacidade de leitura clínica, e, sobretudo, segurança para sustentar decisões que nem sempre são as mais imediatas — mas que são, frequentemente, as mais eficazes.

Num tempo em que se valoriza a prática baseada na evidência, importa recordar que o leite materno continua a ser o padrão biológico de referência. Protege, adapta-se, responde. E, na maioria das situações, quando devidamente apoiado, é mais do que suficiente. Talvez o maior desafio não seja intervir mais cedo — mas saber quando não intervir e deixar a fisiologia seguir o seu rumo.

 

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Importância da Saúde Feminina na Sociedade https://saudeonline.pt/importancia-da-saude-feminina-na-sociedade/ https://saudeonline.pt/importancia-da-saude-feminina-na-sociedade/#respond Tue, 27 Jan 2026 13:58:44 +0000 https://saudeonline.pt/?p=182462 Especialista em Ginecologia e Obstetrícia no Douro Centro Médico

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Ao longo da história, o papel das mulheres foi crucial para o desenvolvimento e progresso das sociedades. A sua função evoluiu ao longo de séculos, mas sempre presente, desde os cuidados familiares, contribuição ativa nas comunidades, até ao momento atual com intervenção ativa social, económica, política e cultural.

No século XXI, as posições de liderança no mundo do trabalho a todos os níveis, têm revelado a sua capacidade organizativa e de mobilização, fruto do equilíbrio entre a razão e a emoção.

Apesar desta evolução, ainda é desvalorizada esta participação activa nas sociedades – instabilidade e precariedade laboral, desigualdade de salários e oportunidades, discriminação de género.

Como mulher e ginecologista, compete-me a missão de abordar o tema “Saúde da mulher e bem-estar”, contribuindo para um melhor esclarecimento em termos de prevenção e diagnóstico precoce.

A saúde da mulher integra um conceito vasto, em que cada fase da sua vida é caracterizada por especificidades próprias, com diferentes questões e necessidades, influenciadas por alterações fisiológicas, físicas, mentais e sociais.

A adolescência, a saúde reprodutiva, a sexualidade, a fertilidade, a gravidez e parto, a menopausa, o envelhecimento constituem vertentes diferentes no espectro da saúde feminina.

 

Adolescência

A Adolescência é uma fase de transição da infância para a vida adulta (10–19 anos). Ocorrem intensas mudanças físicas – crescimento, alterações hormonais, aparecimento de características sexuais secundárias, mudanças cognitivas (pensamento abstrato, busca de identidade) e associada a toda a complexidade emocional, que desafia pais e profissionais de saúde – pediatras, nutricionistas e psicólogos.

Apresenta diversas formas de acordo com o contexto socioeconómico, geográfico e cultural de cada sociedade.

Saúde Ginecológica e Saúde Reprodutiva

Na consulta de Ginecologia, a partir dos 20 anos ou no início da actividade sexual, devem ser abordadas as queixas da doente, estabelecendo confiança para informar e sensibilizar para os métodos contraceptivos, planeamento de gravidez, sexualidade, infecções sexualmente transmissíveis, hábitos alimentares, dependências (tabaco, drogas).

Esta consulta, em termos de prevenção, deve ter uma periodicidade anual.

Rastreios e Exames Complementares

De acordo com a idade, devem realizar-se os exames adequados em termos de prevenção e diagnóstico precoce de patologias que podem interferir com a saúde feminina:

  • Rastreio do cancro do colo do útero (teste de papanicolau + teste de HPV);
  • Identificação e rastreio de infeções sexualmente transmissíveis;
  • Rastreio do cancro da mama (mamografia e ecografia mamária);
  • Rastreio do cancro do cólon (colonoscopia);
  • Análises de sangue de rotina;
  • Realização de exames complementares, como ecografia ginecológica, TAC e RM.
  • Deteção de patologias ginecológicas, como:
  • Miomas uterinos;
  • Quistos nos ovários;
  • Endometriose;
  • Situações oncológicas.
  • Identificação de outras patologias associadas (doenças respiratórias, digestivas, da tiróide, auto-imunes, articulares, cardíacas), com visão multidisciplinar e orientação para as especialidades.

Aconselhamento para promoção do bem-estar físico e mental

  • Informação sobre a importância do microbioma vaginal (barreira contra de agentes infecciosos);
  • Alimentação equilibrada;
  • Gestão de ansiedade e stress;
  • Prática de exercício físico;
  • Rotina de sono;
  • Sensibilização para prevenção da saúde.

Gravidez

A gravidez é um acontecimento único e muito importante na vida da mulher, caracterizada por alterações fisiológicas, físicas e emocionais, pelo que a vigilância, a informação e avaliação do risco são fundamentais na prevenção de complicações.

Em Portugal e nas sociedades desenvolvidas, a acessibilidade aos cuidados de saúde, que se inicia na consulta de pré-concepção, vigilância da gravidez, realização do parto e orientação no pós-parto, tem diminuído drasticamente a morbilidade e mortalidade materna, fetal e infantil.

  • Consulta de pré-concepção 

Avaliação da saúde geral e ginecológica da mulher, rastreios clínicos (colo do útero, mama) e exames de sangue, recomendação para o casal e suplementação.

  • Consultas durante a gravidez 

As consultas de obstetrícia são programadas de acordo com o risco: Baixo ou Alto Risco.

O objetivo do acompanhamento e vigilância de gravidez é sempre a monitorização do bem-estar materno e fetal, e a prevenção de complicações.

Existem protocolos definidos:

  • Análises clínicas completas em marcadores víricos: rubéola + toxoplasmose, VDRL, HIV 1 & 2, Hepatite B, Hepatite C, citomegalovírus;
  • Realização de ecografias obstétricas: 

A avaliação da viabilidade fetal, deteção de malformações ou alterações do desenvolvimento in utero, são o foco deste exame, que pode ter periodicidade diferente de acordo com o risco ou patologias da gravidez.

  • Rastreio de cromossomopatias;
  • Teste de DNA Fetal;
  • Avaliação nutricional e alteração de hábitos;
  • Promoção do bem-estar emocional e prática de exercício físico;
  • Deteção do risco materno-fetal:
  • Patologias de gravidez (hipertensão, diabetes gestacional, parto prematuro, alterações de crescimento fetal, perdas hemáticas)
  • Patologias associadas que podem interferir com a boa evolução da gravidez (patologias cardíacas, renal, tiróide, doenças auto-imunes, entre outras)

A preparação para o parto e orientação para a parentalidade integram o conceito de uma melhor vivência e partilha a dois na gravidez – com orientação e informação sobre os cuidados ao recém-nascido, amamentação e outros conselhos úteis relacionadas com o parto e o pós parto.

Parto

O parto é o processo fisiológico do nascimento. Nas várias fases do trabalho do parto, o apoio, a confiança na equipa, a colaboração do cônjuge e o ambiente tranquilo, reúnem as condições óptimas para o culminar do objetivo do casal – o nascimento de um bebé saudável e pais felizes.

Pós-parto

O pós-parto ou puerpério é um período de aproximadamente 6 semanas após o nascimento do bebé.

Nesta fase o corpo da mulher é marcado por alterações físicas (regresso ao estado pré-gravidez) e emocionais (tristeza, ansiedade, alegria,…).

É fundamental nesta fase o controlo do bem-estar físico e emocional:

  • Repouso, cuidados com a higiene, alimentação, apoio à amamentação, identificação de estado depressivo pós-parto, prática de exercício físico de forma gradual e reestabelecimento do convívio social;
  • Alerta para sinais suspeitos de infeção: febre, dor intensa, hemorragias;
  • Aconselhamento e orientação do médico assistente obstetra, pediatra e enfermeira.

Menopausa

Fase natural na vida da mulher que pode variar entre os 47–51 anos, relacionada com a diminuição de produção de hormonas pelos ovários, condicionando mudanças fisiológicas (fim da menstruação e da fertilidade) e sintomas como afrontamento, insónias, instabilidade no humor, depressão, cansaço, dores articulares, diminuição da libido, com impacto significativo na vida sexual, familiar e social.

Com o aumento da longevidade, a mulher vive ⅓ da sua vida em menopausa, pelo que a consulta especializada, que que define a estratégia certa em função de cada caso específico, torna-se imperativa para informar, aconselhar a gestão do estilo de vida, e instituir a terapêutica adequada – terapia hormonal ou não hormonal.

A implementação de dieta equilibrada, exercício físico, gestão de stress, melhoria de sono, tem implicações na saúde a longo prazo – vigilância do sistema cardiovascular, saúde óssea e saúde mental.

Conclusão

Com os avanços e inovações tecnológicas – nas áreas de prevenção, diagnóstico e tratamento, designadamente na imagiologia, utilização de perfis genéticos e biomarcadores, dispomos hoje de diagnósticos mais precoces, tratamentos atempados e personalizados, reduzindo os efeitos adversos.

A valorização da saúde da mulher em todas as fases da vida é vital, para garantir uma sociedade mais justa e saudável no âmbito familiar, social e laboral.

A mulher é o pilar da sociedade.

 

Artigo da autoria da Dr.ª Conceição Domingues, especialista em Ginecologia e Obstetrícia no Douro Centro Médico

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Hormone Therapy and Thrombosis https://saudeonline.pt/hormone-therapy-and-thrombosis/ Thu, 06 Nov 2025 14:01:47 +0000 https://saudeonline.pt/?p=180201 O conteúdo <i class="iconlock fa fa-lock fa-1x" aria-hidden="true" style="color:#e82d43;"></i> Hormone Therapy and Thrombosis aparece primeiro em Saúde Online.

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Latência do HPV. Procare Health está próxima da comunidade científica dedicada à Saúde da Mulher https://saudeonline.pt/latencia-do-hpv-procare-health-esta-proxima-da-comunidade-cientifica-dedicada-a-saude-da-mulher/ https://saudeonline.pt/latencia-do-hpv-procare-health-esta-proxima-da-comunidade-cientifica-dedicada-a-saude-da-mulher/#respond Tue, 30 Sep 2025 09:44:30 +0000 https://saudeonline.pt/?p=179217 Country Manager na Procare Health Portugal

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A Procare Health marcou mais uma vez presença num importante evento científico, desta vez em Aveiro, na 14.ª Reunião Nacional da Sociedade Portuguesa da Contracepção (SPDC). Para além do espaço de exposição, onde foram partilhados os mais recentes dados sobre os produtos investigados e distribuídos por este laboratório, decorreu também num fantástico ambiente de sala cheia um Simpósio de sua responsabilidade, dedicado ao tão atual tema da latência do HPV, apresentado pela Dra. Fernanda Santos, do CHUC. Na segunda parte, a apresentação dos dados do estudo PALOMA 2, sobre a eficácia do nosso gel vaginal à base de coriolus versicolor, ficou a cargo da Dra. Olga Caramelo, também do CHUC.

As preleções foram anunciadas pela Presidente da Sociedade, Dra. Amália Pacheco, que organizou uma vez mais este encontro de modo sublime, conjugando uma desafiante agenda científica com a oportunidade de colegas se reverem uma vez mais.

Para a Procare Health, foi mais uma oportunidade de estar próximo da comunidade científica dedicada à Saúde da Mulher. E ficou já o compromisso para 2026, em Guimarães, cidade berço de Portugal.

 

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A fertilidade começa no prato: O papel da nutrição na saúde reprodutiva https://saudeonline.pt/a-fertilidade-comeca-no-prato-o-papel-da-nutricao-na-saude-reprodutiva/ https://saudeonline.pt/a-fertilidade-comeca-no-prato-o-papel-da-nutricao-na-saude-reprodutiva/#respond Thu, 15 May 2025 07:30:51 +0000 https://saudeonline.pt/?p=175097 Nutricionista especializada em Fertilidade e Gravidez

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A fertilidade é influenciada por uma complexa interação entre fatores genéticos, hormonais, ambientais e comportamentais. Entre estes, a nutrição destaca-se como um determinante modificável, com impacto direto na função reprodutiva de homens e mulheres. Para casais que estão a tentar engravidar, adotar uma alimentação equilibrada pode não só aumentar as probabilidades de conceção como também contribuir para uma gravidez mais saudável.

Manter um peso corporal saudável é igualmente importante. O excesso de peso pode afetar o equilíbrio hormonal e a ovulação nas mulheres, enquanto nos homens está associado a uma menor qualidade do sémen. Por outro lado, o baixo peso também pode comprometer a fertilidade, sendo essencial encontrar um equilíbrio nutricional.  Uma nutrição adequada é importante para a maturação folicular, para a ovulação e para a regulação hormonal. A escassez ou o excesso de certos nutrientes pode comprometer a saúde reprodutiva. A exposição a dietas nutricionalmente muito pobres ou com excesso calórico pode levar a ciclos anovulatórios, desregulação hormonal piorando a infertilidade feminina.

Nos homens, a formação de espermatozoides é igualmente sensível ao estado nutricional. Fatores como baixos níveis de zinco, vitamina D, e antioxidantes estão associados a uma redução dos parâmetros espermáticos.

Estudos demonstram que um padrão alimentar rico em açúcares refinados, gorduras saturadas e hidrogenadas muito presentes em alimentos ultraprocessados, está associado a uma menor taxa de fertilidade.

Outro fator a considerar é o stress oxidativo. Este é um dos principais mecanismos com implicação negativa na função ovárica e na deterioração da qualidade dos espermatozoides. Antioxidantes como as vitaminas C e E, selénio, zinco, e compostos fenólicos presentes em frutas e vegetais, têm um papel protetor contra os danos celulares.

Padrões alimentares como a dieta mediterrânica têm mostrado associações positivas com a fertilidade. Este padrão alimentar, caracterizado por uma elevada densidade nutricional, elevado teor de ácidos gordos monoinsaturados (como o azeite), antioxidantes naturais e fibra alimentar, favorece o equilíbrio hormonal, reduz a inflamação sistémica e promove uma microbiota intestinal saudável, fatores que influenciam diretamente a função reprodutiva.

A OMS, no seu último relatório sobre fertilidade, incluiu o estilo de vida, a obesidade e consumo excessivo de álcool como fatores que afetam a fertilidade. A evidência científica atual mostra que a nutrição tem um papel central na promoção da fertilidade.

Assim sendo, uma alimentação variada, rica em nutrientes essenciais e pobre em substâncias inflamatórias ou tóxicas, é um pilar fundamental para quem deseja conceber. Idealmente, estas mudanças devem ser iniciadas alguns meses antes da conceção, permitindo ao organismo criar um ambiente propício para o início da vida. Procurar o acompanhamento de um nutricionista pode ser um passo determinante neste processo.

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Embriões doados sob anonimato: um regime transitório que não pode ser eterno https://saudeonline.pt/embrioes-doados-sob-anonimato-um-regime-transitorio-que-nao-pode-ser-eterno/ Wed, 26 Mar 2025 09:00:21 +0000 https://saudeonline.pt/?p=173549 O conteúdo <i class="iconlock fa fa-lock fa-1x" aria-hidden="true" style="color:#e82d43;"></i> Embriões doados sob anonimato: um regime transitório que não pode ser eterno aparece primeiro em Saúde Online.

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