Gastronline - Saúde Online https://saudeonline.pt/noticias/gastronline/ Notícias sobre saúde Wed, 20 May 2026 09:50:59 +0000 pt-PT hourly 1 https://saudeonline.pt/wp-content/uploads/2018/12/cropped-indentity-32x32.png Gastronline - Saúde Online https://saudeonline.pt/noticias/gastronline/ 32 32 “O acesso a consultas diferenciadas de DII não é igual em todos os centros” https://saudeonline.pt/o-acesso-a-consultas-diferenciadas-de-dii-nao-e-igual-em-todos-os-centros/ Tue, 19 May 2026 14:04:55 +0000 https://saudeonline.pt/?p=187128 O conteúdo <i class="iconlock fa fa-lock fa-1x" aria-hidden="true" style="color:#e82d43;"></i> “O acesso a consultas diferenciadas de DII não é igual em todos os centros” aparece primeiro em Saúde Online.

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OMS alerta que hepatite viral continua a ser desafio global apesar de progressos https://saudeonline.pt/oms-alerta-que-hepatite-viral-continua-a-ser-desafio-global-apesar-de-progressos/ https://saudeonline.pt/oms-alerta-que-hepatite-viral-continua-a-ser-desafio-global-apesar-de-progressos/#respond Tue, 28 Apr 2026 13:04:18 +0000 https://saudeonline.pt/?p=186459 O relatório da OMS, apresentado durante a Cimeira Mundial da Hepatite, destaca “avanços significativos” desde 2015, nomeadamente uma redução de 32% nas novas infeções por hepatite B e uma diminuição de 12% nas mortes relacionadas com a hepatite C a nível global.

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A Organização Mundial da Saúde alertou, hoje, que a hepatite viral continua a representar um “desafio global” para a saúde pública, apesar de reconhecer avanços na redução de infeções e mortes em vários países. De acordo com os dados mais recentes, as hepatites B e C — responsáveis por cerca de 95% das mortes associadas à doença — provocaram 1,34 milhões de mortes em 2024. Ao mesmo tempo, a transmissão mantém-se elevada, com cerca de 4.900 novas infeções por dia, o equivalente a 1,8 milhões por ano.

O relatório, apresentado durante a Cimeira Mundial da Hepatite, destaca “avanços significativos” desde 2015, nomeadamente uma redução de 32% nas novas infeções por hepatite B e uma diminuição de 12% nas mortes relacionadas com a hepatite C a nível global. Entre os indicadores positivos, a prevalência da hepatite B em crianças com menos de cinco anos desceu para 0,6%, com 85 países a atingir ou superar a meta de 0,1% definida para 2030.

Ainda assim, a OMS considera que o ritmo de progresso é insuficiente. “Os países estão a mostrar que eliminar a hepatite não é um sonho impossível”, afirmou o diretor-geral Tedros Adhanom Ghebreyesus, sublinhando, contudo, que a evolução é “lenta e desigual”. Segundo o responsável, milhões de pessoas continuam sem diagnóstico ou tratamento devido ao estigma, à fragilidade dos sistemas de saúde e ao acesso desigual aos cuidados.

As estimativas apontam para 287 milhões de pessoas a viver com infeção crónica por hepatite B ou C em 2024. Nesse ano, registaram-se 900 mil novas infeções por hepatite B, sendo que a Região Africana concentrou 68% desses casos, apesar de apenas 17% dos recém-nascidos receberem vacinação à nascença. No caso da hepatite C, foram registadas igualmente 900 mil novas infeções, com 44% associadas ao consumo de drogas injetáveis, o que evidencia a necessidade de reforçar medidas de redução de danos e práticas seguras.

Os dados mostram ainda lacunas significativas no tratamento: menos de 5% das 240 milhões de pessoas com hepatite B crónica estavam a receber terapêutica em 2024, enquanto apenas 20% dos doentes com hepatite C foram tratados desde 2015, apesar da existência de um regime terapêutico de 12 semanas com taxa de cura de cerca de 95%. Devido a estas limitações, estima-se que 1,1 milhões de pessoas tenham morrido de hepatite B e 240 mil de hepatite C em 2024, sendo a cirrose hepática e o carcinoma hepatocelular as principais causas de morte.

A OMS destaca ainda que a maioria das mortes por hepatite B ocorre em regiões como África e Pacífico Ocidental, enquanto as mortes por hepatite C estão mais distribuídas geograficamente. Apesar do cenário, a organização sublinha que países como Egito, Geórgia, Ruanda e Reino Unido demonstram que a eliminação da hepatite como problema de saúde pública é possível com investimento contínuo e compromisso político.

O relatório identifica como prioridades o reforço do acesso ao tratamento da hepatite B, sobretudo em África e no Pacífico Ocidental, e a expansão dos cuidados para hepatite C, especialmente na região do Mediterrâneo Oriental.

SO/LUSA

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Teste sanguíneo pode prever doença de Crohn anos antes de sintomas https://saudeonline.pt/teste-sanguineo-pode-prever-doenca-de-crohn-anos-antes-de-sintomas/ https://saudeonline.pt/teste-sanguineo-pode-prever-doenca-de-crohn-anos-antes-de-sintomas/#respond Tue, 13 Jan 2026 09:30:38 +0000 https://saudeonline.pt/?p=181995 Investigadores do Canadá desenvolveram um teste capaz de detetar sinais da doença de Crohn muito antes do aparecimento dos sintomas, abrindo caminho para diagnóstico precoce e, no futuro, para prevenção da doença através de uma vacina.

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Doença de Crohn

O teste mede a resposta imunitária à flagelina, uma proteína presente em bactérias intestinais da família Lachnospiraceae. Segundo os cientistas, a presença de anticorpos contra a flagelina anos antes de qualquer sintoma indica que a reação imunitária pode contribuir para desencadear a doença, e não ser apenas uma consequência da mesma.

O estudo foi conduzido pelo Instituto de Investigação Lunenfeld-Tanenbaum, no Canadá, e publicado na revista Clinical Gastroenterology and Hepatology. A equipa acompanhou 381 familiares de primeiro grau de pessoas com doença de Crohn, dos quais 77 desenvolveram posteriormente a doença. Entre estes, 28 apresentaram respostas elevadas de anticorpos, mais fortes em irmãos.

Os investigadores confirmaram que a resposta pré-doença à flagelina estava associada à inflamação intestinal e à disfunção da barreira intestinal, características centrais da doença de Crohn. O período médio entre a colheita da amostra de sangue e o diagnóstico foi de quase dois anos e meio.

Estudos anteriores já tinham demonstrado que pessoas com doença de Crohn apresentam níveis elevados de anticorpos dirigidos à flagelina das bactérias Lachnospiraceae. Em indivíduos saudáveis, estas bactérias coexistem pacificamente no intestino e desempenham um papel essencial na manutenção da saúde digestiva.

Na doença de Crohn, o sistema imunitário parece reagir de forma anormal contra microrganismos normalmente benéficos, provocando inflamação intestinal, diarreia, dor abdominal, perda de peso e fadiga.

Os autores do estudo sublinham que, embora os resultados ainda careçam de validação em mais investigações, o teste abre perspetivas para a criação de uma vacina dirigida à flagelina, destinada a pessoas de alto risco, com o objetivo de prevenir o aparecimento da doença.

LUSA/SO

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