8 Nov, 2016

Menos de dois euros por pessoa/mês permitira que mais pobres acedessem a 201 medicamentos essenciais

Um cabaz de medicamentos essenciais inclui analgésicos, antivirais para o tratamento do VIH, malária e outras doenças infecciosas, tratamentos para situações crónicas, como cancro ou diabetes, além de vacinas e contracetivos

A conclusão é de um estudo, divulgado na segunda-feira pela revista médica ‘The Lancet’, que apontou que um em cada cinco países gasta menos do que aquele valor em medicamentos, ilustrando “a urgência de financiamento adicional para satisfazer as necessidades básicas de cuidados de saúde”.

Um cabaz de medicamentos essenciais inclui analgésicos, como morfina, drogas contra as doenças infecciosas, como tuberculose, HIV ou malária, tratamentos para situações crónicas, como cancro ou diabetes, além de vacinas e contracetivos.

Classsificada como a Comissão Lancet sobre Medicamentos Essenciais, a análise ilustra “desigualdades e ineficiências massivas” no financiamento e na gestão entre regiões, prejudicando o acesso a medicamentos a muitas pessoas.

O documento foi produzido por 21 peritos internacionais e faz recomendações a governos, organizações não-governamentais, instituições de saúde, agências de regulação do medicamento e indústria farmacêutica.

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