23 Jan, 2018

H1N1 mata 22 pessoas no Equador

A grande maioria dos casos (80%) concentrou-se na província de Pichincha, perto da capital equatoriana, Quito. As autoridades preveem distribuir 3,9 milhões de vacinas no país, onde um total de 497 casos de H1N1 foram identificados.

Uma epidemia de gripe H1N1 provocou a morte de 22 pessoas no Equador. No país foram diagnosticados, até ao momento, perto de 500 casos, anunciou o vice-ministro da Saúde, Carlos Duran.

Entre 19 de novembro e 20 de janeiro, registaram-se “23 mortes devido ao vírus do tipo ‘influenza’, dos quais 22 provocados pelo H1N1”, declarou o governante, numa conferência de imprensa.

A outra morte foi causada pelo vírus H3N2, conhecido como “gripe australiana” devido à sua origem.

A grande maioria dos casos (80%) concentrou-se na província de Pichincha, perto da capital equatoriana, Quito.

As autoridades preveem distribuir 3,9 milhões de vacinas no país, onde um total de 497 casos de H1N1 foram identificados.

“As vacinas respondem aos tipos [de vírus] em circulação”, incluindo as da gripe A (H1N1 e H3N2) e B, disse a ministra da Saúde, Veronica Espinosa.

A parte andina do Equador atravessa um inverno severo com baixas temperaturas e chuvas intensas, que são propícias à epidemia.

O vírus H1N1 foi detetado pela primeira vez no Equador em 2009.

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