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Gripe: Mais vale prevenir…

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Hospital CUF Infante Santo

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Durante o inverno, o vírus da gripe pode infetar até 20% da população. A estimativa é da Organização Mundial de Saúde (OMS), que aconselha a vacinação, sobretudo nos grupos considerados de risco, como principal medida para prevenir a doença. Possivelmente, porque nos habituámos a que seja, na maioria dos casos, benigna, temos tendência a não pensar no impacto que pode ter na sociedade e na economia. No entanto, a gripe pode ser grave, levando à hospitalização, e até mesmo causar a morte, o que torna a vacinação tão importante.

De acordo com a OMS, todos os grupos etários podem beneficiar da toma da vacina, sendo particularmente recomendada a pessoas com idade igual ou superior a 65 anos, doentes crónicos e imunodeprimidos, crianças dos 6 meses aos 5 anos, grávidas, profissionais de saúde e outros prestadores de cuidados. Em Portugal, a vacina é gratuita para muitos destes grupos, no entanto, embora a taxa de vacinação tenha vindo a aumentar, a mesma continua aquém do que seria desejável nos indivíduos com risco acrescido de complicações.

Os dados do Vacinómetro da Época Gripal 2016/2017 (relatório da responsabilidade da Sociedade Portuguesa de Pneumologia e da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar, com ao apoio da Sanofi Pausteur) indicam que 67,6% dos portugueses com mais de 65 anos foram vacinados; nos doentes crónicos, o número não chegou aos 60%.

É verdade que as vacinas, de um modo geral, parecem estar a passar por um momento de pouca popularidade; que a vacina da gripe, em particular, tem um custo para a maioria da população e que não sabemos se o médico de família aconselhou a toma, mas atrevo-me a dizer que a taxa de vacinação nos grupos de risco – para os quais a vacina é gratuita – podia aumentar significativamente caso a mesma pudesse ser administrada nas farmácias.

Todos os anos as farmácias portuguesas vacinam muitas pessoas que não se incluem nos grupos definidos pela Direção-Geral da Saúde como prioritários e que, por isso, têm de pagar a vacina. Têm a qualidade técnica e humana para o fazerem e a cobertura geográfica que assegura a facilidade e comodidade para o utente.

Hoje e cada vez mais, a farmácia comunitária desempenha um papel de extrema importância na prevenção da doença e na promoção da saúde pública, constituindo regularmente o primeiro e o último contacto dos cidadãos com o Serviço Nacional de Saúde. Tal é ainda mais evidente nas aldeias e vilas, sobretudo, no interior do país, onde centros de saúde e hospitais acabaram por fechar, como consequência da crise económica que vivemos nos últimos anos.

Nos locais onde não há centros de saúde há farmácias. Farmácias que dispõem dos meios e das competências necessárias para que os cidadãos não se vejam obrigados a andar quilómetros ou a demorar horas numa sala de espera para receber uma vacina, colocando em risco a sua já débil saúde ou, por outro lado, desistindo de ser vacinados.

Para além das vantagens inegáveis para o cidadão, se as farmácias passarem a assegurar esta vacinação, vai haver uma poupança imediata de recursos para o Serviço Nacional de Saúde e, com o aumento do número de vacinados, um menor impacto das consequências da gripe na sociedade e na economia.

Já que as farmácias dispõem de todas as condições para assegurar também esta vacinação, o que falta para avançarem? – pergunta o leitor. Respondo: basta uma plataforma que faça a gestão das vacinas e dos utentes e, o principal, vontade política para avançar com a medida.

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