15 Set, 2017

EUA anunciam 335 ME de apoio a Moçambique para combate à Sida em 2018

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendou a Cabo Verde a criação de uma plataforma na Internet para a vigilância epidemiológica, que permita a partilha de informações, monitorar as epidemias e melhorar as respostas nacionais.

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Uma das metas consiste em aumentar em 40% o número de pessoas com HIV em tratamento anti-retroviral.

O “nosso objetivo comum nos próximos doze meses é registar 375.000 pessoas com o HIV nos serviços de cuidados e tratamento. Isso significa que, até final de 2018, 1.262.000 moçambicanos que vivem com HIV estarão em tratamento”, anunciou, dia 12 de setembro, Dean Pittman, embaixador dos EUA em Maputo.

O diplomata falava durante uma cerimónia conjunta com o Ministério da Saúde moçambicano para assinalar a atribuição do apoio no âmbito do Programa do Plano de Emergência do Presidente dos Estados Unidos para o Alívio da Sida (PEPFAR).

“O objetivo principal de PEPFAR Moçambique é apoiar os esforços dos países para alcançar o controle da epidemia do HIV até 2020”, acrescentou.

O plano para o próximo ano prevê também uma aposta em medidas de prevenção junto de grupos de risco e garantir que “todas as mulheres grávidas e lactantes conheçam o seu estado serológico para prevenir a transmissão da doença para recém-nascido”, referiu o diplomata.

As ações vão dar especial atenção à província central da Zambézia que, de acordo com os dados oficiais, tem o maior número de pessoas infetadas com HIV e a menor cobertura de tratamento.

O índice de HIV/Sida em Moçambique aumentou de 11,5%, em 2009, para 13,2%, em 2015, de acordo com dados do Inquérito de Indicadores de Imunização, Malária e HIV/sida (Imasida), divulgados em março deste ano pelo Governo moçambicano.

O relatório do programa da ONU para o combate à Sida (Onusida), publicado em julho, 54% das pessoas que vivem com o vírus no país estão em tratamento e 61% dos infetados têm conhecimento do seu estado.

Segundo o documento, Moçambique está entre os sete países da África Oriental e Austral que concentram 50% das novas infeções que ocorreram entre 2010 e 2016 e que nesse período atingiram 790 mil pessoas.

Em agosto, o Conselho de Ministros de Moçambique anunciou o compromisso de, até 2020, reduzir as mortes por VIH/sida em 49% e a transmissão sexual do vírus em 50%.

Lusa/SO/SP

 

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