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AMR: o principal desafio atual à saúde pública mundial

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O aumento da resistência antimicrobiana (AMR, em inglês) está no topo das preocupações da Organização Mundial de Saúde (OMS) e é fácil perceber porquê: se nada for feito, por volta de 2050, 10 milhões de vidas estarão em risco. Isto significa a morte de uma pessoa a cada três segundos.

Nos dias de hoje, o número de mortes causadas por bactérias multiresistentes, infeções contraídas em hospitais e estirpes de pneumonia, tuberculose, gonorreia e outras doenças infeciosas, resistentes aos antibióticos atuais, continua a aumentar em todo o mundo. Atualmente, 700 mil pessoas por ano morrem vítimas de infeções resistentes a antibióticos, o que inclui cerca de 214 mil óbitos pediátricos por septicemia. Na União Europeia (UE), a resistência aos antibióticos é responsável por 25 mil mortes e 1,5 mil milhões de euros de prejuízos económicos todos os anos.

Os números são assustadores e a ameaça é real. Por isso, é compreensível a união e o esforço conjunto das mais altas instâncias mundiais na procura de uma resposta concertada a este desafio. Os apelos a um uso racional dos antibióticos existentes por parte dos profissionais de saúde e a compreensão dos utentes / doentes têm sido uma constante nos últimos anos. Os reptos e incentivos para que a Indústria Farmacêutica redobre os seus esforços e investimentos para aumentar a pesquisa e desenvolvimento de novos antibióticos e vacinas, que permitam responder a esta ameaça crescente que são as bactérias multi-resistentes, são também vários e surgem de diferentes lados (UE, G7, G20, ONU, Agência Europeia do Medicamento e OMS, entre outros).

O tema obriga a uma monitorização e vigilância apertada. Recentemente, a Fundação “Access to Medicine”, uma organização independente que se dedica a promover o acesso à medicina nos países em desenvolvimento, emitiu um relatório sobre a intervenção e o contributo que a  Indústria Farmacêutica está a dar no que diz respeito à prevenção e controlo de infeções e resistência aos antimicrobianos. O estudo avaliou 30 companhias, segundo diferentes critérios: a pesquisa e o desenvolvimento de novos medicamentos antibióticos, a preocupação em encorajar um uso consciente dos antibióticos existentes e as medidas implementadas para reduzir a libertação de antimicrobianos para o ambiente.

Segundo os especialistas da “Access to Medicine”, a GSK é a empresa mais ativa e comprometida na resposta a esta ameaça. Entre os principais fatores considerados estão o forte investimento em pesquisa e desenvolvimento de novos antibióticos, com 55 projetos em pipeline, entre os quais 13 vacinas; o facto de possuir a mais abrangente estratégia de risco ambiental que inclui, entre outras medidas, o tratamento e a definição de limites máximos para a concentração de antibióticos nas águas residuais resultantes dos processos de produção; o facto da nossa força de vendas não ser avaliada e recompensada pelo volume de antibióticos vendidos e, sim, pelo aconselhamento técnico e acompanhamento prestado aos profissionais de saúde, no sentido de apoiar e fomentar uma prescrição mais consciente e adequada de antibióticos.

Além da GSK, que lidera o ranking, os peritos elogiam o trabalho que, em geral, todas as companhias têm estado a desenvolver nesta matéria, o que demonstra a interiorização e a consciência da dimensão do problema e a mobilização de esforços para fazer face aquele que é, sem sombra de dúvida, o maior desafio atual à saúde pública mundial.

Os resultados são animadores e devem ser encarados como um reconhecimento ao esforço da Indústria Farmacêutica e um tónico para que seja mantido o foco. Mas há, ainda, muito por fazer. Esta batalha só poderá ser ganha se todos os intervenientes – governos, profissionais de saúde, setor privado, sociedade civil, autoridades supranacionais, organizações não-governamentais – se unirem e trabalharem em conjunto. O sucesso de todos depende do desempenho e compromisso de cada um.

 

 

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