5 Dez, 2016

ais cinco USF passam a modelo B, cumprindo total previsto pela tutela este ano

As últimas cinco USF previstas passar de modelo A para modelo B ainda durante este ano foram homologadas na passada sexta-feira, cumprindo o objetivo de 25 traçado pela tutela para 2016

As últimas cinco Unidades de Saúde Familiar (USF) previstas passar de modelo A para modelo B ainda durante este ano foram homologadas na passada sexta-feira, cumprindo o objetivo de 25 traçado pela tutela, foi hoje anunciado.

Segundo uma nota enviada pelo Ministério da Saúde, no âmbito do programa de expansão, reforço e qualificação da rede de Cuidados de Saúde Primários, foram homologadas, no dia 2 de Dezembro, cinco novas USF modelo B, com efeitos a 16 de Dezembro, totalizando 25 USF que iniciam atividade nesta modalidade em 2016.

O modelo B de USF é aquele em que equipas com maior amadurecimento organizacional e maiores exigências de contratualização, garantem maior disponibilidade e flexibilidade para atingir níveis avançados de acesso para os utentes, elevado desempenho clínico e eficiência económica, explica a tutela.

O número de USF que passaram a modelo B em 2016 representa “uma taxa de execução de 100% face ao objetivo traçado inicialmente” e o maior dos últimos anos: 19 em 2013, 12 em 2014 e 15 em 2015.

As últimas cinco USF modelo B a serem homologadas são as de Penela e Fernando Namora, em Condeixa-a-Nova (ARS Centro), Lusitânia, em Évora (ARS Alentejo), S. João de Braga e Montelongo, em Fafe (ARS Norte).

No total, as 25 USF distribuem-se por todas as ARS: 14 na ARS Norte, 4 na ARS Centro e 4 na ARS LVT, 1 na ARS Alentejo e 2 na ARS Algarve.

No entanto, esta distribuição não cumpre exatamente o que estava previsto no despacho que definiu as USF para este ano: o norte ganhou mais duas (uma vez que tinha previstas 12) e o Centro e o Alentejo perderam uma cada (estava previsto ganharem, respetivamente, 5 e 2 USF modelo B).

Segundo a tutela, este processo de transição que agora se completa permite um “ganho de cobertura de aproximadamente mais 10.369 cidadãos com atribuição de uma equipa de saúde familiar e efetivos ganhos assistenciais e em saúde”.

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