A experiência foi feita por investigadores da Universidade Carnegie Mellon, nos Estados Unidos.

As primeiras tentativas de impressão a três dimensões com colagénio deram resultados gelatinosos, mas os cientistas conseguiram solidificar o material biológico alterando a sua acidez.

A técnica usada poderá no futuro, segundo os autores do estudo, ajudar doentes que estão à espera de um transplante de coração, mas terá de ser validada em ensaios com animais e humanos.

A curto prazo poderá reparar qualquer órgão, como um coração que sofreu uma perda de função após uma crise cardíaca, defendem os investigadores.

SO/LUSA

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