A iniciativa, liderada pela ANEM e pela sua homóloga italiana (SISM-Italy), tem como função definir as prioridades das estruturas representativas dos estudantes de medicina da região europeia, apoiando ainda os decisores políticos europeus a orientar a ação.

Num comunicado hoje divulgado, a ANEM afirma que a estigmatização de problemas relacionados com a saúde mental, os movimentos anti-vacinação que se verificam um pouco por toda a Europa e os elevados níveis de resistência aos antibióticos são as três temáticas mais urgentes e prioritárias.

Além da promoção de políticas nacionais para o aumento de cobertura vacinal, os estudantes de medicina propõem também o aumento da consciencialização para a problemática do uso correto de antibióticos na saúde humana e animal e a promoção das orientações da UE sobre a matéria.

No que respeita à temática de saúde mental, os estudantes realçam a necessidade de desenvolver estratégias e políticas de saúde que visem o acesso a cuidados de saúde especializados.

Na área da vacinação, defendem o aumento de cooperação internacional de acordo com a estratégia de vacinação definida pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Para além disso, os estudantes de medicina realçam ainda temas como o acesso universal a cuidados de saúde, o ambiente e alterações climáticas, os refugiados e migrantes, as doenças não comunicáveis e a educação global.

A ANEM é uma das 123 estruturas representadas neste fórum internacional de estudantes de medicina que, juntamente, apelam ainda ao voto nas eleições europeias, realçando dessa forma a importância do envolvimento estudantil na definição dos futuros líderes da União Europeia.

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