Os investigadores analisaram os dados de quase 1600 bombeiros com mais de 18 anos que fizeram testes físicos numa clínica no Indiana, nos Estados Unidos, entre 2000 e 2007, assim explica o jornal espanhol El País. 

Entre os principais resultados, o estudo revela que o risco de acidentes cardiovasculares é 97% menor entre aqueles que conseguiram fazer mais de 40 flexões em comparação com os que nem atingiram as 10. Esse risco diminuía à medida que os bombeiros conseguiam aumentar o número de flexões.

No decorrer do estudo, os especialistas registaram 37 eventos cardiovasculares, dos quais apenas um correspondia a um participante do grupo de homens que fizeram mais de 40 flexões.

O estudo, publicado na plataforma JAMA Network Open, tem, no entanto, como grande limitação o facto de os participantes serem todos bombeiros, não sendo possível projetar estes resultados para a população em geral. Assim sendo, torna-se necessário a realização de novos estudos e com amostras mais diversas para confirmar a possibilidade de utilizar as flexões como indicador de risco cardiovascular.

Mónica Abreu Silva  

 

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