A informação foi transmitida pelo presidente do CACC, João Sardinha, esta quarta-feira, que, em declarações à Rádio Nacional de Angola, deu conta que tem na forja um “projeto de formação” de especialistas nessa área, para “suprir as carências do país”.

Segundo o responsável, “apenas cinco cirurgiões cardiotorácicos” em todo o país “é uma gota de água no oceano”, tendo ainda “lamentado” a inexistência de um ciclo de formação dirigido pelo Ministério da Saúde angolano para a especialidade.

“Precisamos formar mais, e a nosso conhecimento, não se estão a formar especialistas nessa área infelizmente e temos um projeto de formação que vamos apresentar as entidades brevemente”, disse.

Neste momento, acrescentou, são realizadas duas cirurgias cardiovasculares por semana.

LUSA

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