Em comunicado enviado ao nosso jornal, o Presidente do Sindicato Nacional dos Técnicos Superiores de Saúde das Áreas do Diagnóstico e Terapêutica, Luís Dupont, afirma que “não queremos ser a prioridade do Governo, mas merecemos estar entre as prioridades. As propostas que nos foram apresentadas mantêm as desigualdades, e até agravam as possibilidades de desenvolvimento profissional e salarial face à carreira antiga.”, acrescentando que espera que Marta Temido, ministra da Saúde, apresente “propostas sérias” na reunião que decorre esta segunda-feira, às 14h.

Na mesma nota, o presidente do STSS salienta o contributo destes profissionais para o SNS, reforçando que “somos os trabalhadores da Administração Pública mais mal remunerados, em comparação com carreiras de igual exigência habilitacional e profissional, há pelo menos 19 anos. Chega de fazerem afirmações falsas, fazendo deste processo negocial uma vergonha Nacional. O Estado português não pode continuar a tratar os TSDT desta forma”.

Até ao final deste mês estão agendados novos protestos que arrancaram com uma greve no dia 5 de dezembro. “Os TSDT não tiverem uma carreira digna, estável e devidamente remunerada, não existindo um SNS igualitário no que diz respeito às carreiras dos profissionais de saúde.”, conclui.

Mónica Abreu Silva