Este programa destina-se a investigadores, empreendedores e cientistas na área da saúde que terão a possibilidade de aprender durante 12 semanas com especialistas internacionais, podendo ainda conseguir um investimento até 100.000€ para desenvolver a sua investigação ao finalizar a formação. Os selecionados receberão ainda assessoria empresarial prestada pela Deloitte e aconselhamento legal por parte da Bird&Bird.

Este ano, os candidatos podem participar nas seguintes categorias:

–  Sistemas de administração de fármacos: Desenvolvimento de tecnologias que permitam uma melhor seleção e distribuição dos medicamentos.

Dispositivos médicos, biomarcadores e diagnósticos: Instrumentos e recursos que permitam um melhor tratamento ou cura mais efetiva. Biomarcadores para um diagnóstico mais detalhado e uma melhor gestão de doenças.

Wereables e digital health: Dispositivos médicos portáteis, plataformas tecnológicas ou aplicações móveis que ofereçam novas soluções para melhorar o diagnóstico; programas de apoio e gestão de pacientes; soluções de conexão com os interlocutores do sistema de saúde; soluções remotas de saúde, terapêutica digital e inclusivamente jogos que ajudem o paciente.

Big data: Projectos relacionados com análises de dados e soluções para melhorar o tratamento médico; implementar e desenvolver uma medicina personalizada; identificar novos marcadores para o diagnóstico precoce e reduzir os custos médicos.

“O nosso objectivo é inovar constantemente de acordo com a nossa missão “Innovating Cure & Care”: a cura e o cuidado da saúde para melhorar a vida dos pacientes. Com programas como o Open Accelerator, conseguimos impulsionar e apoiar trabalhos de investigadores, estudantes ou startups”, afirma Elena Zabala, directora-geral da Zambon Iberia, citada em comunicado.

O programa de formação terá lugar no Openzone, o campo científico desenvolvido pela Zambon situado em Bresso (Itália), que acolhe startups e diferentes empresas de biotecnologia e medicina.

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COMUNICADO/SO