O Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho (CHVNG/E) anunciou que a segunda fase de obras do novo edifício hospitalar foi adjudicada esta quinta-feira, prevendo que a empreitada de 16 milhões de euros comece em cerca de 60 dias.

Em comunicado, a administração do CHVNG/E aponta que nas novas instalações será instalada uma nova urgência, assim como novo internamento de cirurgia com 25 camas e concluir-se-á a instalação do serviço de imagiologia, entre outras instalações técnicas e clínicas.

“Seguir-se-á, durante o terceiro trimestre de 2018, a adjudicação da última fase do projeto (C), no valor de 30 milhões de euros”, descreve o CHVNG/E, um equipamento que nas últimas semanas esteve envolvido em polémica devido às suas condições, tendo o bastonário da Ordem dos Médicos, Miguel Guimarães, referido a 27 de março que todos os diretores de serviço estavam dispostos a demitir-se se “a situação caótica se mantiver”.

Hoje, em nota remetida à agência Lusa, a administração afirma que “o programa de investimentos em curso, iniciado em 2015, já permitiu iniciar os trabalhos de adaptação do pavilhão masculino, que será concluído até ao final do corrente mês, assim como a construção de uma nova sala de bloco operatório na Unidade de Cirurgia de Ambulatório” na unidade localizada em Espinho.

De acordo com o CHVNG/E, também em Espinho, foi concluída a beneficiação de uma ala que deverá albergar a nova Unidade de Convalescença, com 34 camas e, em simultâneo, arrancou a Unidade de Hospitalização Domiciliária.

“O programa de investimentos inclui ainda um novo edifício de ambulatório, em fase de planeamento e com um valor estimado de oito milhões de euros, assim como a remodelação dos três pavilhões do Hospital Eduardo Santos Silva (Unidade 1), representando um investimento de dois milhões de euros”, refere a nota hoje partilhada.

O CHVNG/E aponta que no que toca a equipamentos, foi realizado um investimento global de 1,7 milhões de euros em 2018 e foi também inaugurado um TAC de 3.ª geração, no valor de 1,4 milhões de euros no final do ano passado.

“No final de todas estas intervenções, o CHVNGE irá disponibilizar a utentes e profissionais excelentes condições de funcionamento, o que irá permitir uma melhoria significativa na qualidade de serviços prestados, assim como uma melhor e maior oferta na sua capacidade e diferenciação”, garante o CHVNG/E.

LUSA/ SO

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